segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Censo marinho

Censo marinho cria lista histórica de espécies em 25 áreas no mundo

Grupo com 360 cientistas de treze países trabalhou durante uma década.
Crustáceos representam quase um quinto da vida marinha conhecida.

Do G1, em São Paulo
Exemplar de peixe-dragão, do tamanho de uma banana, um dos 
habitantes das regiões abissais nos oceanos.Exemplar de peixe-dragão, do tamanho de uma banana, um dos habitantes das regiões abissais nos oceanos. (Foto: Dr. Julian Finn, Museum Victoria)
O Censo da Vida Marinha, projeto composto por 360 cientistas de treze países, divulgou nesta segunda-feira (2) uma lista de espécies oceânicas e a distribuição delas em 25 regiões representativas em termos bioológicos.
Confira galeria de imagens com algumas das espécies registradas pelo Censo da Vida Marinha
O levantamento durou uma década e somou informações a dados coletados durante centenas de anos, referentes à composição da fauna presente em grandes áreas oceânicas.
Publicada no jornal de acesso livre online PLoS ONE, a coleção de artigos servirá para guiar a exploração futura de águas ainda desconhecidas, em especial alusão à região abissal do mar. Um resumo final com os resultados do projeto será divulgado em 4 de outubro, durante cerimônia em Londres.
Método
Dados obtidos há centenas de anos foram cruzados com as informações geradas após uma década de trabalho. Conhecido como Censo da Vida Marinha, o grupo que conduziu o levantamento pesquisou espécies em 25 regiões representativas em termos biológicos em todo o mundo. Uma das áreas contempladas pela pesquisa foi a costa brasileira.
Segundo os pesquisadores, o número de espécies conhecidas nas 25 áreas varia entre 2,6 mil a 33 mil, com média fixada em 10,750 mil. Águas japonesas e australianas apresentaram o valor máximo de variedade nos indivíduos.
Exemplar de gastrópode do gênero 'lambis chiragra', 
catalogado na costa da China.Exemplar de gastrópode do gênero 'lambis chiragra', catalogado na costa da China. (Foto: Shaoqing Wang/Census of Marine Life)
Crustáceos como lagostas, camarões e siris lideram o ranking de presenças nos oceanos, segundo o Censo, representando 19% das espécies catalogadas. Moluscos (17%) e peixes (12%, incluindo tubarões) aparecem logo após. As três categorias respondem por quase metade da vida marinha conhecida.
Cetáceos e outros vertebrados como leões-marinhos, focas, tartarugas e lontras representam apenas 2% do total de espécies presentes nas 25 regiões analisadas.
Entre as espécies mais "cosmopolitas", ou seja, mais comuns em todos os locais estudados estão algas microscópicas, protozoários e pequenos crustáceos que se alimentam de plânctons.
Também são constantes animais que dependem das águas para obter alimento como aves e mamíferos.
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A expécie de peixe Chauliodus sloani povoa quase um quarto das 25 regiões estudadas, sendo considerada pelos pesquisadores como o animal mais comum nos oceanos.
Desconhecido
Segundo os integrantes do Censo da Vida Marinha, há ainda 5 mil espécies de peixes marinhos a serem descobertas.
A proporção de espécies ainda não descobertas é  estimada entre 39% e 58% na Antártida, 38% na África do Sul, 70% no Japão, 75% no fundo do Mar Mediterrâneo e mais de 80% na Austrália.
Espécie de anêmona presente nas águas do Golfo do México a 
1,5 mil metros de profundidade. 
Espécie de anêmona presente nas águas do Golfo do México a 1,5 mil metros de profundidade. (Foto: I. MacDonald)

domingo, 1 de agosto de 2010

Bolsão de água

01/08/2010 - 15h36

Bolsão de água dentro de geleira ameaça vale francês

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DA REUTERS, EM LYON (FRANÇA)
Um bolsão de água suficiente para encher 20 piscinas olímpicas, retido dentro de uma geleira no monte Blanc, pode estourar a qualquer momento, provocando uma grave ameaça contra um vale dos Alpes franceses, disseram autoridades francesas.
O CNRS (Centro Nacional de Pesquisas Científicas, na sigla em francês) disse que, se forem liberados, os 65 mil metros cúbicos de água descobertos dentro da geleira Tête-Rousse podem destruir tudo no seu caminho, inclusive aldeias vizinhas e quase 900 casas.
Uma catástrofe dessas já aconteceu na área em 1892, matando 200 pessoas.
A descoberta foi feita em meio a um monitoramento de rotina na geleira. "Não esperávamos encontrar esse bolsão de água", disse Christian Vincent, engenheiro geofísico do CNRS.
"Esta ocorrência é muito rara. A água nos glaciares normalmente é drenada naturalmente, por gotejamento. Neste caso, o glaciar aprisionou uma água muito fria, e ameaça explodir por causa da pressão. Ela agora parece uma panela de pressão", disse Vincent.
As autoridades disseram ter alertado 3.000 moradores, e o prefeito da vizinha Saint Gervais, Jean-Marc Peillex, explicou que entre meados de agosto e outubro serão perfurados drenos verticais a partir do alto da geleira para bombear a água retida.

terremoto no Irã

31/07/2010 - 11h04

Sobe para 274 número de feridos após terremoto no Irã; novo tremor atinge país

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DA REUTERS, EM TEERÃ
Um terremoto no nordeste do Irã deixou na sexta-feira 274 pessoas feridas, informou a agência semioficial de notícias Ilna, e outro tremor levemente mais forte estremeceu o centro do país neste sábado.
O primeiro sismo de magnitude 5,7 sacudiu a cidade de Torbat-e Heydariyeh, 700 quilômetros a leste da capital Teerã na tarde de sexta-feira, e seu epicentro foi localizado a 7 quilômetros da cidade.
Muitas pessoas passaram a noite em parques devido ao medo de réplicas, que não aconteceram.
Mais ao sul, um terremoto de magnitude 5,8 estremeceu a região de Kerman na madrugada deste sábado, informou o centro sismológico da Universidade de Teerã. Não havia registro de vítimas nem de danos.
Os tremores são comuns no Irã. Em 2003, cerca de 30 mil pessoas morreram em um terremoto que devastou a cidade de Bam, no sudeste do país.
DANOS
Apesar de não ter deixado mortos, o tremor causou danos em diversas vilas e aldeias da região atingida no Irã.
A cidade de Torbat-e Heydariyeh, no norte do Irã, foi a mais atingida. O governador local, Mojtaba Sadequian, disse que um dos feridos está em estado grave.
A TV estatal iraniana disse que o tremor também prejudicou os sistemas de comunicação temporariamente.
O tremor aconteceu por volta das 18h20 local (13h50 em Brasília) e sacudiu a cidade por cerca de dez segundos, causando problemas com as conexões de telefones celulares.
Torbat-e Heydariyeh fica na Província de Razavi Khorasan, cerca de 714 km a leste de Teerã.
O Irã fica situado em uma linha de falha sísmica e está sujeito a tremores. O país registra ao menos um pequeno tremor por dia em média.
+ Notícias sobre o Irã

Terremoto de magnitude 4 atinge o Chile - olha de volta ele ai.

01/08/2010 - 12h48

Terremoto de magnitude 4 atinge o Chile, sem deixar vítimas

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DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Um terremoto de magnitude 4 foi registrado neste domingo na região do Biobio, sul do Chile, sem causar vítimas ou danos materiais, segundo autoridades.
O tremor ocorreu às 3h50 no horário local (4h50 em Brasília) e seu epicentro ficou sob o mar, a 17 quilômetros ao oeste da cidade de Concepción, capital da região, próxima à Santiago, a uma profundidade de 23,4 quilômetros, informou o Instituto Sismológico da Universidad de Chile.
ESTUDO
Ainda na quinta-feira (29), um estudo internacional concluiu que é improvável que um grande terremoto atinja o país nos próximos anos.
O poderoso tremor que sacudiu o Chile em fevereiro deste ano liberou a maior parte da tensão acumulada durante cerca de 200 anos ao longo da falha onde duas placas tectônicas colidiram, apontaram os cientistas.
Isso torna muito improvável que um novo tremor de intensidade similar ocorra, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science.
Cientistas chilenos, alemães e franceses, chefiados pelo geólogo Marcelo Farías, da Universidade do Chile, chegaram a esta conclusão após medir quanto se levantou ou deprimiu o terreno em 24 locais ao longo da costa chilena e em nove locais terra adentro.
Ele descobriram que o terremoto de magnitude 8,8 empurrou cerca de 1,5 metros sobre a costa, causando o afundamento de áreas interiores e moveu a linha da costa para o mar, segundo o estudo.
O terremoto de fevereiro foi o quinto mais forte desde que se mede a intensidade destes fenômenos.
Ele provocou uma tsunami que arrasou cidades inteiras e matou 521 pessoas. Calcula-se que os danos que provocou tenham chegado aos US$ 30 bilhões.

TV digital em qualquer lugar

Conheça as opções portáteis para assistir TV digital em qualquer lugar

G1 testou antenas via USB e equipamentos GPS com função TV.
Conheça as vantagens e as desvantagens de cada opção.

Gabriel dos Anjos Do G1, em São Paulo
Ninguém é obrigado a ficar sentado no sofá para ver televisão. O novo padrão digital de transmissão da TV brasileira facilitou o surgimento de equipamentos que permitem que se acompanhe sua novela predileta em um computador, no carro ou até mesmo na rua - e com boa qualidade, sem os "chuviscos" que atrapalhavam a vida de quem usava televisores portáteis do passado. O advento das telas de LCD também significou maior portabilidade e menor consumo de energia, reduzindo as baterias e dispensando a obrigatoriedade do uso do aparelho ligado a uma tomada.
Para quem quer viver sem se separar da televisão, o G1 testou algumas opções para assistir programas fora de casa. Há duas opções para quem quer gastar pouco: sistemas que adicionam função TV a seu computador (ou netbook) e, telas portáteis que podem até agregar outras funções interessantes, como indicação de rotas via GPS.
Confira os testes e conheça as vantagens e desvantages de cada aparelho:
KWorldKworld. (Foto: Divulgação)
TV via USBA menos que o sinal da TV digital seja extremamente forte na sua região, é imprescindível conectar a antena externa nos receptores USB. E não é só isso, ela deve estar próxima a uma janela, ou área aberta. Nos testes o receptor da KWorld UB400-i (preço médio: R$ 130) com sua antena com base imantada, o cabo de 1m não foi suficiente para aproximar-se da porta e receber o sinal ao ser conecado a um desktop.

InterfaceO software do Kworld é mais simples na aparência, porém é completo e mais ágil. Com ele você consegue colocar somente a tela (sem os controles) num canto do monitor e configurar para ficar sempre em primeiro plano, sem ocupar espaços desnecessários com bordas em seu player.
Já o do Visus TV modelo DUOS (R$ 220), o software que acompanha se assemelha mais ao Windows Media Center e vem com um assistente de configuração de TV Digital que conduz o usuário por vários passos até a sintonia completa de todos os canais.

Controles
Se preferir, pode controlar o aplicativo pelo controle remoto que o acompanha. Suas funções são as básicas: troca de canais; volume; zoom; mudo; jump (vai e volta entre dois canais preferidos), além do liga e desliga. Para acionar a gravação da programação e demais configurações, somente com o mouse.
O Visus traz o recurso de PIP (Picture In Picture) onde se pode ver dois canais ao mesmo tempo. Porém, não é muito intuitivo achar essa opção, e ela não está disponível no controle, só com o mouse diretamente no software do adaptador é possível acessá-la.

Alta DefiniçãoUm ponto positivo do Visus é o receptor também em alta definição, e não somente o chamado “1 Seg” (lê-se one seg), ou um segmento, onde a imagem fica pequena e não tem a qualidade excelente que se espera, principalmente se ampliada.
MioMoov V505s. (Foto: Divulgação)
Na rua e bem informadoOutra opção pra se ver TV móvel é utilizar um GPS com TV Digital. Nele, além de contar com os recursos de informar o caminho para o seu destino ainda é possível ficar antenado com o mundo.

O modelo Moov V505s, da Mio (R$ 1,4 mil), é um desses aparelhos que permitem assistir a telinha em qualquer lugar com cobertura digital. Seu visor é de 4.7” e conta com a opção de se plugar uma antena externa, melhorando, assim, a recepção em locais onde o sinal é instável ou fraco. E mais, é o único que vem com as informações do trânsito em tempo real e que sugere alterações na rota em função dos congestionamentos. Também possui conteúdo do Apontador e do Guia Quatro Rodas.
De outro lado, temos o Slimway TV da Unicoba (R$ 300), com cinco polegadas de tela e receptor de TV,além de conteúdo do Apontador.
Os dois modelos permitem a gravação da programação, que fica gravada na memória interna ou, no caso do Slimway, apenas no cartão microSD externo. Eles também reproduzem filmes em DivX e servem como tocadores de música em mp3 visualizador de imagens.
E lembre-se: é proibido dirigir e ver TV ao mesmo tempo. O privilégio do entretenimento fica para o carona e demais passageiros do veículo.
Multilaser LiveMultilaser Live. (Foto: Divulgação)
Sem complicaçãoSe você preferir uma solução mais simples, sem precisar depender do computador ou ter um GPS acoplado, o Multilaser Live (R$ 300) pode ser a resposta. O aparelho é um receptor de TV Digital com entrada para cartão de memória microSD e é compatível com a reprodução de mp3/wma e fotos no formato jpg, bmp e gif.
Com tela de 3,5 polegadas vem com software em português e bateria com autonomia de aproximadamente 3 horas. Pena que não tem tela sensível a toque, mas não fica difícil de descobrir como utilizar os menus a partir de seus dos botões, até porque, o manual vem em português e é simples e objetivo.

Orientação e localização

Orientação e localização

Pontos cardeais e outras referências

Anselmo Lazaro Branco*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Localizar-se, estabelecer caminhos e orientar-se para seguir a direção certa: isso sempre acompanhou a história do homem na Terra. O que mudou, ao longo do tempo, foram os recursos (equipamentos, instrumentos), as características do espaço geográfico e, por conseqüência, os referenciais para localização e para orientação.
Dependendo das características do espaço geográfico, dos aspectos culturais dos povos, da disponibilidade de equipamentos, recursos, como plantas e mapas, e dos referenciais, a maneira de orientar-se e localizar-se variam.
Pode-se localizar tomando por base referenciais como ruas, construções, estradas, rios, etc (situação comum à maioria das pessoas), ou por meio de conhecimentos geográficos, tais como: interpretação de plantas e mapas; domínio de noções sobre coordenadas geográficas - latitude e longitude -, manuseio e leitura de equipamentos, como GPS, bússola.


Rosa dos ventos

A rosa-dos-ventos é uma figura nos quais estão presentes:
  • Os pontos cardeais: Norte (N), sul (S), Oeste (O, ou West, em inglês) e Leste ou Este (L ou E);

  • Os pontos colaterais: Noroeste (NO), nordeste (NE), sudoeste (SO) e sudeste (SE);

  • Os pontos subcolaterais, és-nordeste (ENE), nor-nordeste (NNE), su-sudeste (SSE), és-sudeste (ESE), oés-sudoeste (OSO), su-sudoeste (SSO), nor-noroeste (NNO), oés-noroeste (ONO);

  • Os intermediários.

    Esses são os pontos que facilitam a orientação na superfície terrestre. A noção a respeito desses pontos de orientação é fundamental para estabelecer os deslocamentos aéreos e marítimos, por exemplo, ou em locais onde não há estradas, como regiões desérticas e áreas florestais.

    É fundamental também para manusear e utilizar plantas e mapas, determinando-se, por exemplo, a localização de cidades, estados, regiões, países, continentes, oceanos, tomando-se por referência um certo local ou elemento: ao afirmamos que o estado de Tocantins está ao norte de Goiás, tomamos como referência este último estado.

    As estrelas do céu

    Sem equipamentos é possível orientar-se por alguns astros. Os astros sempre tiveram um papel importante na orientação de homens e mulheres ao longo da história, em particular nos deslocamentos de longa distância. Somente mais recentemente, no decorrer do século 20, com o avanço tecnológico mais acelerado, é que equipamentos, como o GPS, passaram a dispensar, praticamente, os astros na orientação.
    No entanto, precisamos pensar que observar o céu numa noite sem nuvens - sobretudo, longe de uma grande cidade, atentar para a seqüência das fases da Lua com o passar das semanas, apreciar um nascer ou um pôr-do-Sol são momentos de contemplação da natureza benéficos para o corpo e para o espírito, além de serem uma oportunidade para conhecermos/entendermos mais sobre o mundo que nos cerca e despertar nosso o interesse pelo estudo de uma série de aspectos que cercam a existência do nosso planeta e demais astros do Universo, além da nossa própria existência.
    Mas atenção! Nunca olhe diretamente para o Sol, pois isso pode causar danos aos olhos, inclusive, cegueira.

    Orientação pelos astros

    A orientação pelos astros depende de uma série de condições que estão relacionadas, por exemplo, à situação do tempo atmosférico (é preciso que o céu esteja limpo), à localização do observador no planeta Terra - distância em relação à linha do Equador -, à época do ano, e sem a utilização complementar de equipamentos astronômicos, essa orientação não será totalmente precisa. Trata-se de uma orientação aproximada.
    A orientação pelo Sol está baseada no seu movimento aparente - é a Terra que gira em torno do seu próprio eixo (movimento de rotação da Terra), e é por isso que afirmamos ser um movimento aparente. Esse astro aparece, não exatamente na mesma posição, que varia no decorrer do ano, mas de um mesmo lado, que é o Leste (oriente), e põe-se no lado oposto, o Oeste (ocidente). Determinando-se um lado, no nascer ou pôr-do-sol, pode-se, de modo aproximado, utilizar os pontos de orientação e, a partir daí, orientar-se.
    É comum afirmar-se que a orientação pela Lua somente pode ser à noite. O geógrafo e astrônomo Paulo Henrique Sobreira destaca que "independente da fase da Lua e do horário, ela sempre surge no lado Leste e desaparece no lado Oeste. Os horários de nascer e ocaso da Lua variam principalmente de acordo com suas fases. Na Lua Cheia, por exemplo, em uma dada localidade, ela nasce por volta das 18h (...) e se põe próximo às 6h. No dia seguinte, o nascer e o ocaso ocorrerão cerca de 50 minutos mais tarde para aquela mesma localidade. Dessa forma, a Lua pode ser vista também durante o dia, principalmente nas fases de Crescente e Minguante."

    Cruzeiro do Sul

    A orientação por outras estrelas (o Sol é uma estrela) também é possível, mas é necessário, como afirma Sobreira, que se tenha uma noção básica de entendimento de carta celeste, inclusive para auxiliá-lo na observação. No caso do Brasil, inclusive para a porção do nosso território que se encontra no hemisfério Norte, é possível orientar-se pelo Cruzeiro do Sul, uma constelação que é vista em quase todas as noites do ano. A partir de algumas relações baseadas nessa constelação, é possível determinar, aproximadamente, o ponto Sul. A Estrela Polar, visível no hemisfério Norte, pode ser utilizada para a determinação aproximada do ponto Norte.

  • *Anselmo Lázaro Branco é professor de Geografia e autor do livro "Geografia Geral e do Brasil - Ensino Médio".

    Isto já não é mais novidade venho valando no decorrer das publicações esta por todoas as regiões do Munido

    01/08/2010 09h22 - Atualizado em 01/08/2010 10h08

    Número de mortos passa de mil em inundações no Paquistão

    Enchentes já afetam a vida de um milhão de pessoas.
    Equipes de resgate estão com dificuldades de chegar às zonas inundadas.

    Do G1, com agências internacionais
    O número de mortos em decorrência das inundações no Paquistão chegou a mais de mil, segundo o último registro apresentado neste domingo (1º) pelas autoridades. Segundo a agência de notícias Associated Press, o número total de vítimas já chega a 1.100.
    Helicópteros são usados para tentar dar apoio à população 
afetada pelas inundações no PaquistãoHelicópteros são usados para tentar dar apoio à população afetada pelas inundações no Paquistão (Foto: Reuters)
    "Mais de 1.000 pessoas morreram nas inundações em diferentes partes da província de Khiber Pajtunjua" (noroeste), disse o ministro da Informação provincial, Mian Iftijar Husain. Um alto funcionário da Autoridade provincial de Gestão de Desastres confirmou o registro.
    No sábado, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), as enchentes no noroeste do Paquistão já afetavam mais de um milhão de pessoas. Segundo o ministro de Informação de uma das províncias afetadas, Mian Iftikhar Hussain, as cheias já são as piores registradas na região.
    As inundações são causadas pelas chamadas chuvas de monções, que levaram diversos rios no país e no vizinho Afeganistão a transbordar.
    Equipes de resgate estão com dificuldades de chegar às zonas inundadas. Vilarejos inteiros, estradas e pontes foram destruídos.Mesmo a maior cidade da região, Peshawar, com mais de três milhões de habitantes, está incomunicável.