segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Para quem gosta uma volta ao passado.

06/11/2011 09h37 - Atualizado em 06/11/2011 09h44

Tradicional corrida de carros de Londres a Brighton exibe raridades

Modelos do início do século 20 fazem percurso de 80 km na Inglaterra.
Alguns veículos apresentam problemas mecânicos durante o trajeto.

Do G1, em São Paulo
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Corrida carros Londres (Foto: Sang Tan/AP)Tradicional corrida de carros veteranos que sai de Londres em direção à cidade de Brighton, na Inglaterra, é realizada neste domingo (6). No percurso de aproximadamente 80 km, um modelo francês Lacoste et Battmann, de 1904 (à direita), tem problemas e é ultrapassado por um Cadillac americano do mesmo ano de fabricação, na Ponte de Westminster (Foto: Sang Tan/AP)
Corrida carros Londres 2 (Foto: Sang Tan/AP)À esquerda, automóvel francês antigo De Dion Bouton cruza o Parque St James's em Londres, na  tradicional corrida de carros veteranos que vai até a cidade de Brighton. Na imagem à direita, um americano Crestmobile de 1901 (atrás) e um De Dion Bouton do mesmo ano (em primeiro plano) participam da disputa (Foto: Sang Tan/AP)

Aí é bem louco mesmo mais valeu a invenção.

publicado em 07/11/2011 às 05h37:

Chinês inventa bicicleta muito louca

Lianjun gastou uma bela grana na invenção e fez tudo porque achou divertido
Do R7
bike-china-hgReprodução/Orange.co.uk
Veja mais invenções esquisitas
Com uma bike dessas, dá pra atropelar todas as outras bicicletas que já foram inventadas

Se existe uma lição que a gente aprende na vida e nunca mais esquece é isso: as coisas que a gente faz por diversão já nascem pagas.

Por isso que o chinês Zhang Lianjun – que mora em Tangshan, na província de Hebei, na China – desembolsou R$ 5.000 em uma bicicleta muito louca.

Foi ele mesmo quem construiu a monstruosidade, que tem as rodas dianteiras muito maiores que as traseiras.

De acordo com Lianjun, a ideia original era usar pneus de trator na frente, mas isso ficou bom apenas na prancheta de desenho.

Na realidade, os pneus colossais tornaram a bike muito pesada e difícil de pedalar. Por isso, ele mudou de ideia e usou pneus de escavadeira – que, apesar de grandes,  são um pouco mais leves.

A bicicleta tem um farol luminoso potente para viagens noturnas, uma buzina escandalosa e quatro pequenas rodinhas na parte de trás.

Lianjun adorou o resultado do seu trabalho que – segundo ele – foi levado a cabo só porque ele achou que seria uma coisa divertida de se fazer.

- Embora os pneus tenham tamanhos diferentes, na verdade é muito seguro e confortável de rodar com ela.

E dá pra levar alguém na garupa, china?

domingo, 6 de novembro de 2011

Vamos esperar para ver os resultados e se realmente é o caminho, se eles quizecem ser vistos mesmo já teriam se mostrado a todos, certo????

17/08/2011 05h22 - Atualizado em 17/08/2011 08h24

Telescópios rastreadores de ETs voltarão a funcionar após doações

Instituto na Califórnia espera retomar convênio com a Força Aérea dos Estados Unidos para pesquisas espaciais, após fim de financiamento.

BBC
Um complexo com 42 telescópios que monitora possíveis indícios de extraterrestres, na Califórnia, nos Estados Unidos, voltará a operar em algumas semanas, graças a doações particulares. O instituto deixou de funcionar após a interrupção de financiamento público.
Complexo Allen Telescope Array, do Seti, na Califórnia, que monitora indícios de presença extraterrestre (Foto: BBC)Complexo Allen Telescope Array, do Seti, na Califórnia, que monitora indícios de presença extraterrestre (Foto: BBC)
Uma das líderes da campanha é a atriz Jodie Foster, que conseguiu levantar US$ 200 mil (R$ 318 mil) entre 2.400 doadores para o Seti (instituto de busca por inteligência extraterrestre, na sigla em inglês), que abriga o complexo Allen Telescope Array.
O equipamento, que custou US$ 30 milhões (R$ 47,7 milhões), parou de operar após deixar de receber financiamento público, das Força Aérea americana.
Ficção e realidade
Em um comunicado no site de arrecadação, Foster disse que 'o Allen Telescope Array poderia transformar a ficção científica em fatos científicos', salientando que isso só ocorrerá se o monitoramento tiver continuidade.
Outro doador foi o astronauta da Apollo 8, Bill Anders.
O instituto diz que o fundo deve ser suficiente para manter os telescópios na ativa até o final do ano. O projeto, no entanto, ainda depende da verba pública, que até então era repassada pela Força Aérea, preocupada com o rastreamento de detritos espaciais que podem danificar satélites.
O astrônomo Seth Shostak, do Seti, disse à BBC, que o acordo com a Força Aérea americana ainda não foi retomado, mas se disse bastante confiante de que isso ocorrerá em breve. O financiamento também terá de ser aprovado pelo Congresso.
Thomas Pierson, diretor-executivo do Seti, disse que 'para quem está interessado em saber se há vida inteligente lá fora, em outros lugares de nossa galáxia, o Allen Telescope Array e nossa equipe de pesquisa no Seti são a melhor aposta.'
O complexo começou a operar em 2007, com o nome de seu maior doador, Paul Allen, co-fundador da Microsoft.
Perguntas e respostas
O Allen Telescope Array era inicialmente um projeto conjunto da Universidade da Califórnia/Berkeley e do Seti, mas a parceria foi desfeita após cortes no repasse de verbas públicas à universidade.
O custo anual para a manutenção do projeto é de US$ 2,5 milhões (R$ 3,9 milhões). Em último caso, o complexo pode redirecionar suas atividades para a observação de planetas fora do sistema solar.
Shostak defende, no entanto, a busca por indícios de vida extraterrestre.
'As pessoas ainda pensam nessa mesma questão fundamental: 'Há alguém lá fora tão ou mais inteligente que nós?' É importante e vale a pena fazer (a pesquisa).'
O projeto na Califórnia também contribui para a pesquisa de buracos negros e campos magnéticos na Via Láctea.

Será mesmo o caminho assim???

3/08/2010 04h38 - Atualizado em 23/08/2010 08h39

Busca por extraterrestres deve começar por inteligência artificial, diz astrônomo

Para pesquisador de centro renomado, cientistas deveriam buscar sinais tecnológicos, e não biológicos.

BBC
Um astrônomo que trabalha em um centro de pesquisa voltado para achar vida fora da Terra disse que a comunidade que busca por extraterrestres deveria voltar suas atenções para "máquinas pensantes".
Para o astrônomo Seth Shostak, que trabalha no instituto Search for Extraterrestrial Intelligence (Seti, em inglês), na Califórnia, em vez de procurar por sinais biológicos de vida alienígena, os cientistas deveriam buscar indícios de inteligência artificial.
Alguns cientistas do Seti argumentam que em outros planetas, a vida pode ter se desenvolvido seguindo padrões químicos e biológicos completamente distintos dos encontrados na Terra.
No entanto, para outros pesquisadores, algumas leis de bioquímica seriam universais, e os extraterrestres teriam um ciclo de vida semelhante ao humano, com nascimento, procriação e morte. Para esta corrente, também haveria evolução de espécies entre os extraterrestres, exatamente como acontece com a vida na Terra.
Máquinas pensantes
No entanto, para o astrônomo Seth Shostak, em vez de procurar rastros biológicos de vida extraterrestre, os cientistas deveriam concentrar seus esforços na busca por tecnologias alienígenas. Shostak defendeu a ideia em um artigo publicado na revista Acta Astronautica.
"Se você examinar as escalas de tempo no desenvolvimento de tecnologias, em um determinado ponto se inventa o rádio e logo em seguida já se está transmitindo. A partir disso, há uma chance de você ser encontrado por alguém", disse Shostak à BBC.
"Mas cerca de cem anos depois de inventar o rádio - pelo menos se nós formos nos usar como exemplo - você inventa máquinas pensantes. Nós provavelmente faremos isso neste século."
Para John Elliott, pesquisador da universidade britânica Leeds Metropolitan University, o artigo de Shostak segue uma linha de pensamento que é cada vez mais comum entre os pesquisadores do Seti.
"Depois de procurar por sinais por 50 anos, o Seti está percebendo que a forma como a nossa tecnologia evoluiu é provavelmente um bom indicador de como outras civilizações - se elas existem lá fora - estariam progredindo", disse Elliott.
Tanto Shostak como Elliott concordam que encontrar sinais de "máquinas pensantes" pode ser mais difícil do que rastros biológicos extraterrestres, mas eles indicam que há novos caminhos a serem buscados.
Shostak afirma que a inteligência artificial teria uma tendência a se voltar para lugares com muita matéria e energia, as únicas coisas de potencial interesse aos extraterrestres no universo.
Com isso, o Seti deveria voltar seus esforços para estudar o centro das galáxias ou as proximidades de estrelas novas e muito quentes.
"Eu acho que nós poderíamos gastar pelo menos uma porcentagem do nosso tempo buscando em novas direções, que talvez não sejam as mais atraentes em termos biológicos, mas onde talvez algumas máquinas pensantes estejam presentes", escreve Shostak.

Essa agora, como poderemos exatamente levantar esta revelação????


06/11/2011 09h00 - Atualizado em 06/11/2011 10h36

Luzes podem revelar civilizações alienígenas, dizem astrônomos

Iluminação artificial seria o modo mais seguro de encontrar ETs.
Telescópios atuais não conseguiriam ver luzes fora do Sistema Solar.

Do G1, em São Paulo
55 comentários
Um artigo publicado esta semana na revista científica Astrobiology propõe uma nova estratégia na busca por vida fora do planeta Terra. Em vez de procurar sinais de rádio ou pulsos de laser, os astrônomos sugerem que as luzes urbanas sejam o caminho mais fácil.
Em geral, as técnicas que vasculham indícios de uma civilização extraterrestre usam tecnologias parecidas. Mas a própria evolução tecnológica humana mostra que isso tem limites. Hoje, com as fibras óticas, já não usamos mais tantos sinais de rádio e nos tornamos menos detectáveis por eventuais alienígenas.
Dessa forma, as luzes artificiais seriam o vestígio mais seguro, na opinião dos autores Avi Loeb e Edwin Turner. Isso porque é razoável pensar que qualquer civilização que se desenvolva tenha iluminação para os momentos de escuridão.
Ilustração de um exoplaneta com luzes artificiais (Foto: David A. Aguilar (CfA))Ilustração mostra um exoplaneta iluminado com luzes artificiais (Foto: David A. Aguilar (CfA))
“Procurar cidades alienígenas seria um caminho longo, mas não exigiria mais recursos”, afirma Loeb, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, nos EUA. O ideal seria observar as mudanças na emissão de luz de um planeta enquanto ele gira em torno de uma estrela.
Um planeta com áreas iluminadas se destacaria em relação a outro que não tenha luzes artificiais. Apesar disso, essa identificação – da nossa parte – não é possível com a atual geração de telescópios disponível.
Do espaço, seria possível detectar, por exemplo, uma metrópole do tamanho de São Paulo que estivesse no Cinturão de Kuiper, onde ficam os planetas-anões Plutão e Éris, ainda no Sistema Solar.
“É muito pouco provável, porém, que haja cidades alienígenas dentro dos limites do Sistema Solar, mas o princípio da ciência é encontrar um método de checar isso”, aponta Turner, da Universidade de Princeton, também nos EUA.
“Antes de Galileu, era de conhecimento público que objetos mais pesados caíam mais rápido que os leves, mas ele testou e descobriu que a queda ocorre na mesma velocidade”, completa o astrônomo.

Isto não vai ser o último, venho falando e ainda terá outros por virem???

Oposição pede demissão do ministro do Trabalho e deve acionar MP
06 de novembro de 2011 • 17h29

Diogo Alcântara
Direto de Brasília
A oposição defende a saída do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi (PDT), devido a irregularidades apontadas em reportagem da revista Veja, publicada no sábado. Na segunda-feira, o PSDB fará uma análise jurídica e política do caso e deve pedir abertura de inquérito ao Ministério Público.
"Desde o início, desde o caso Palocci, que foi o primeiro, eu defendo a tese de que se as denúncias são graves, são consistentes, e o afastamento é a primeira providência", disse o líder da legenda no Senado, Álvaro Dias (PSDB-PR). O senador critica a postura da presidente Dilma Rousseff, que ele considera previsível. Para ele, o sangramento público dos ministros antes do afastamento tem sido a prática do Planalto. Em dez meses de mandato, a presidente já demitiu cinco ministros por suspeitas de corrupção. "Essa tem sido a rotina. A presidente adota a postura de advogada de defesa dos investigados, certamente em função de manter o apoio partidário e, ao final, o ministro acaba sucumbindo porque acaba não resistindo às denúncias e às pressões", disse o senador. Amanhã, o PSDB promete fazer uma análise da situação antes de adotar alguma medida. Nos últimos casos, a oposição tem feito pedidos de investigação ao Ministério Público e convites para cobrar explicações do ministros no Congresso Nacional. Álvaro Dias, porém, acredita que o convite para falar em comissões no parlamento deve ser revisto. "O resultado (dos esclarecimentos) não tem sido favorável, porque há um esquema de proteção do convidado (por parte da base aliada), a maioria estabelece uma verdadeira blindagem", avaliou o senador. Ontem Lupi solicitou ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que a Polícia Federal seja acionada para apurar as denúncias de desvios de recursos da pasta. Segundo Veja, o PDT teria transformado o setor de controle da pasta em instrumento de extorsão de ONGs, parlamentares e servidores públicos, com propinas que chegariam a 15% do valor cobrado por cursos de capacitação profissional. O ministro afastou o assessor especial Anderson Alexandre dos Santos, coordenador-geral do programa Qualificação e apontado como o operador do suposto esquema. Lupi divulgou nota na qual afirmou que "não compactua com nenhum tipo de desvio de recursos públicos" e abriu sindicância para apurar a existência de irregularidades neste setor do ministério.

As férias estão chegando e aqui esta uma boa opção para passear pelo Brasil.

Conheça estradas para passear pelo Brasil
05 de novembro de 2011 • 15h43 • atualizado às 15h43 

Ilhabela Ideal para ir de moto, e em grupo. A ilha é quase uma motocity, com modelos de todos os tamanhos e cilindrada rodando a qualquer hora do dia e da noite. De dia, vale muito percorrer as estradas que levam de uma ponta a outra da ilha. À tarde, a pedida é ver o sol cair preguiçoso na praça Coronel Julião. A depender do seu pique, vale até ficar por lá mesmo, pois é onde se concentra a movimentação noturna. De qualquer forma, estando motorizado, tudo é muito perto  Foto: Visit Brasil/Divulgação
Ilhabela
Ideal para ir de moto, e em grupo. A ilha é quase uma motocity, com modelos de todos os tamanhos e cilindrada rodando a qualquer hora do dia e da noite. De dia, vale muito percorrer as estradas que levam de uma ponta a outra da ilha. À tarde, a pedida é ver o sol cair preguiçoso na praça Coronel Julião. A depender do seu pique, vale até ficar por lá mesmo, pois é onde se concentra a movimentação noturna. De qualquer forma, estando motorizado, tudo é muito perto
Ilhéus a Itacaré O percurso de Ilhéus até Itacaré não é muito longo - a distância entre as duas cidades é de 70 km. Seu forte, entretanto, é ser ladeada pelo litoral. Por ser uma corrida leve, permite ao viajante apreciar todas as belezas naturais ao longo do caminho, como animais ameaçados de extinção, a Cachoeira do Tijuípe e a praia da Serra Grande, ideal para um pit stop recheado de fotos  Foto: whl.travel/Márcio Link/Divulgação
Ilhéus a Itacaré
O percurso de Ilhéus até Itacaré não é muito longo - a distância entre as duas cidades é de 70 km. Seu forte, entretanto, é ser ladeada pelo litoral. Por ser uma corrida leve, permite ao viajante apreciar todas as belezas naturais ao longo do caminho, como animais ameaçados de extinção, a Cachoeira do Tijuípe e a praia da Serra Grande, ideal para um pit stop recheado de fotos
Cidades históricas de MG Trajeto para os mais dispostos a se aventurar, haja vista que há poucas pistas duplicadas e trechos invariavelmente sinuosos. Na maioria dos casos, a BR-040 resolve o acesso às cidades. De pontos de parada, vale indicar a comida em Tiradentes, principalmente na época do festival de gastronomia (agosto), e o Museu do Automóvel, em Bichinho, e o frango com quiabo ou ora-pro-nóbis onde você achar melhor   Foto: Alexandre Campbell/Divulgação
Cidades históricas de MG
Trajeto para os mais dispostos a se aventurar, haja vista que há poucas pistas duplicadas e trechos invariavelmente sinuosos. Na maioria dos casos, a BR-040 resolve o acesso às cidades. De pontos de parada, vale indicar a comida em Tiradentes, principalmente na época do festival de gastronomia (agosto), e o Museu do Automóvel, em Bichinho, e o frango com quiabo ou ora-pro-nóbis onde você achar melhor
São Paulo - Rio pela Dutra  Talvez a opção mais inusitada deste roteiro. Se a Dutra não é a melhor das estradas para se pegar (presença de caminhões, estreita em alguns trechos, sem vista pro mar), tem opções que outras rotas não têm. Apreciadores de artes sacras podem rodar por Guaratinguetá (foto), terra natal de Frei Galvão. Gourmands podem escolher entre a Casa da Picanha (o nome é autoexplicativo), em Seropédica (lado do Rio), ou a Cervejaria do Gordo, em Lorena (lad  Foto: Divulgação
São Paulo - Rio pela Dutra
Talvez a opção mais inusitada deste roteiro. Se a Dutra não é a melhor das estradas para se pegar (presença de caminhões, estreita em alguns trechos, sem vista pro mar), tem opções que outras rotas não têm. Apreciadores de artes sacras podem rodar por Guaratinguetá (foto), terra natal de Frei Galvão. Gourmands podem escolher entre a Casa da Picanha (o nome é autoexplicativo), em Seropédica (lado do Rio), ou a Cervejaria do Gordo, em Lorena (lad
São Paulo - Rio pela Rio Santos  Essa é manjada, mas nem por isso perdeu a graça. Indo ou voltando, há opções de praias com cara de cartão postal (casos do centro histórico de Paraty). A estrutura de serviços também é boa na maior parte dos lugares. Pros lados do Rio, confira algum dos roteiros por mar, como o passeio de escuna por Ilha Grande, para percorrer todo o contorno da ilha, e o de barco por Praia Grande, repleta de águas claras e cenários de novela  Foto: Rodrigo Soldon/Divulgação
São Paulo - Rio pela Rio Santos
Essa é manjada, mas nem por isso perdeu a graça. Indo ou voltando, há opções de praias com cara de cartão postal (casos do centro histórico de Paraty). A estrutura de serviços também é boa na maior parte dos lugares. Pros lados do Rio, confira algum dos roteiros por mar, como o passeio de escuna por Ilha Grande, para percorrer todo o contorno da ilha, e o de barco por Praia Grande, repleta de águas claras e cenários de novela
João Pessoa a Porto de Galinhas João Pessoa é puro verde, além de praias e falésias para todo lado. Tem também roteiros singulares. Na praia de Camboinha, informe-se sobre o horário em que é possível ver a ilha de Areia Vermelha, acessível somente na maré baixa, durante cinco horas por dia. Outra opção é ver o pôr do sol na Praia do Jacaré. De lá para Porto de Galinhas, dispense a BR-101 e vá pela PE-060, cortando por entre canaviais. Uma vez em Porto de Galinhas, passe  Foto: Visit Brasil/Divulgação
João Pessoa a Porto de Galinhas
João Pessoa é puro verde, além de praias e falésias para todo lado. Tem também roteiros singulares. Na praia de Camboinha, informe-se sobre o horário em que é possível ver a ilha de Areia Vermelha, acessível somente na maré baixa, durante cinco horas por dia. Outra opção é ver o pôr do sol na Praia do Jacaré. De lá para Porto de Galinhas, dispense a BR-101 e vá pela PE-060, cortando por entre canaviais. Uma vez em Porto de Galinhas, passe
 Serra Gaúcha Comece o passeio circulando pelo centro de Porto Alegre, rumo à Casa de Cultura Mario Quintana. Após um café para despertar, siga para Bento Gonçalves, onde é possível se deparar com vinícolas onde quer que seu olhar pare. De Bento, parta para Gramado, com sua arquitetura inspirada na Bavária e restaurantes com lareira. Não se prolongue muito, pois é bom ir com luz à cidade vizinha, Canela, para visitar a Cascata do Caracol  Foto: Gilmar Gomes/Divulgação
Serra Gaúcha
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Maceió a Maragogi Ótima opção para quem não gosta de caminhar muito quando sai do mar. A maioria dos restaurantes está próxima da praia. No trajeto pela AL-101, a vista do mar atrás dos coqueiros chega a ser terapêutica. Em São Miguel dos Milagres, mais próximo a Maragogi, repare nas barreiras de recifes das praias desertas. Com sorte, você consegue avistar casais de peixes-boi por ali. Outras opções nessas cidades do entorno são conhecer as ilhas e atravessar os rios de j  Foto: Christian Knepper/Divulgação
Maceió a Maragogi
Ótima opção para quem não gosta de caminhar muito quando sai do mar. A maioria dos restaurantes está próxima da praia. No trajeto pela AL-101, a vista do mar atrás dos coqueiros chega a ser terapêutica. Em São Miguel dos Milagres, mais próximo a Maragogi, repare nas barreiras de recifes das praias desertas. Com sorte, você consegue avistar casais de peixes-boi por ali. Outras opções nessas cidades do entorno são conhecer as ilhas e atravessar os rios de j
Monte Verde a Penedo Se a estrada até Monte Verde é castigada, as opções de roteiro são divinas. Escolha comer fondue, cavalgar ou andar em um quadriciclo alugado. Se dormir por lá, tome fôlego e suba os picos pela manhã para uma vista privilegiada da Serra da Mantiqueira. Ao deixar Monte Verde, pule Campos do Jordão e conheça o artesanato da vizinha Santo Antônio do Pinhal. Depois, pegue o longo caminho por estrada de terra até Penedo (foto), colonizada por finlandeses  Foto: Lulu Pinheiro/Divulgação
Monte Verde a Penedo
Se a estrada até Monte Verde é castigada, as opções de roteiro são divinas. Escolha comer fondue, cavalgar ou andar em um quadriciclo alugado. Se dormir por lá, tome fôlego e suba os picos pela manhã para uma vista privilegiada da Serra da Mantiqueira. Ao deixar Monte Verde, pule Campos do Jordão e conheça o artesanato da vizinha Santo Antônio do Pinhal. Depois, pegue o longo caminho por estrada de terra até Penedo (foto), colonizada por finlandeses