quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Será realmente um fato veridico ou cientifico, ainda é um mistério para eles esta descoberta.?????

ISTOÉ Online |  02.Jan.13 - 20:02 |  Atualizado em 02.Jan.13 - 21:43

Astrônomos descobrem correntes de gás que formam planetas

Etapa é crucial na constituição de astros gigantes, que "engolem" gás para crescer

Terra

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Astrônomos observaram pela primeira vez uma etapa crucial no nascimento de planetas gigantes. Enormes correntes de gás fluem através do espaço vazio no interior de um disco de material situado em torno de uma estrela jovem. Estas são as primeiras observações de tais correntes, que se pensa serem criadas por planetas gigantes à medida que “engolem” gás e crescem. O estudo foi publicado na revista Nature. Os pesquisadores usaram o telescópio Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) durante pesquisa.
Uma equipe internacional estudou a jovem estrela HD 142527, situada a mais de 450 anos-luz de distância, a qual se encontra rodeada por um disco de gás e poeira cósmica - os restos da nuvem a partir da qual a estrela se formou. O disco poeirento encontra-se dividido numa parte interior e noutra exterior, divisão esta feita por um espaço, que se pensa ter sido esculpido por planetas gigantes gasosos recentemente formados que limpam as suas órbitas à medida que rodam em torno da estrela. O disco interior tem uma dimensão que vai desde a estrela até à distância equivalente à órbita de Saturno no nosso Sistema Solar, enquanto que o disco exterior começa só 14 vezes mais longe. Este último disco não circunda a estrela de forma uniforme; tem antes a forma de uma ferradura, provavelmente causada pelo efeito gravitacional dos planetas gigantes em órbita da estrela.

De acordo com a teoria, os planetas gigantes crescem à medida que capturam gás do disco exterior, em correntes que formam pontes que atravessam o espaço entre os discos. “Os astrônomos têm vindo a prever a existência destas correntes, no entanto esta é a primeira vez que fomos capazes de as ver diretamente,” diz Simon Casassus, da Universidad do Chile, que liderou o novo estudo. “Graças ao novo telescópio ALMA, pudemos obter observações diretas que comprovam as teorias atuais de formação de planetas!”
Casassus e a sua equipe usaram o ALMA para observar o gás e a poeira cósmica em torno da estrela, o que lhes permitiu ver com muito mais pormenor e muito mais perto da estrela, do que o que tinha sido possível até agora com telescópios do mesmo tipo. As observações ALMA, nos comprimentos de onda submilimétricos, são também imunes à radiação da estrela, que afeta os telescópios que trabalham no visível ou no infravermelho. O espaço no disco era já conhecido, mas a equipa descobriu também gás difuso que permanece neste espaço e duas correntes mais densas de gás que fluem do disco exterior, passando pelo espaço vazio, até ao disco interior.
“Pensamos que existe um planeta gigante escondido no interior do disco e que dá origem a estas correntes. Os planetas crescem ao capturar algum do gás do disco exterior, mas na realidade “comem como uns alarves”: os restos de gás que “deixam cair” flui para o disco interior, que se situa em torno da estrela” diz Sebastián Pérez, um membro da equipa, também da Universidade do Chile.
As observações respondem a outra questão sobre o disco em torno da HD 142527. Como a estrela central ainda se está a formar, capturando material do disco interior, este disco deveria ter sido já todo devorado pela estrela, se não fosse de algum modo realimentado. A equipe descobriu que a taxa à qual os restos de gás fluem para o disco interior é precisamente a necessária para manter este disco com matéria suficiente para alimentar a estrela em crescimento.
Outra descoberta pioneira é a detecção do gás difuso no espaço entre discos. “Os astrónomos procuraram este gás durante muito tempo, mas até agora só tinham tido evidências indiretas da sua existência. Agora, com o ALMA, pudemos vê-lo diretamente,” explica Gerrit van der Plas, outro membro da equipa, da Universidade do Chile.
Esse gás residual é uma evidência adicional de que as correntes são causadas por planetas gigantes, em vez de outros objetos ainda maiores como, por exemplo, uma estrela companheira. “Uma segunda estrela teria limpado muito melhor o espaço entre discos, não deixando nenhum gás residual. Ao estudar a quantidade de gás que ainda resta, talvez possamos estimar as massas dos objetos que estão a fazer a limpeza.” acrescenta Pérez.
Então, e os planetas propriamente ditos? Casassus explica que não está surpreendido por a equipe não os ter conseguido detectar de forma direta. “Procurámos estes planetas com instrumentos infravermelhos de vanguarda instalados noutros telescópios. No entanto, pensamos que os planetas em formação ainda estão muito envolvidos pelas correntes de gás, que são praticamente opacas. É capaz de ser, por isso, extremamente difícil descobrir estes planetas de forma direta.”
Apesar disso, os astrônomos pretendem descobrir mais sobre estes planetas ao estudar as correntes de gás e o gás difuso. O telescópio ALMA ainda está em fase de construção, e por isso mesmo não atingiu ainda todas as suas capacidades. Quando estiver completo, a sua visão será ainda mais nítida e novas observações das correntes poderão permitir a equipe determinar as propriedades dos planetas, incluindo as suas massas.

Aproveitem o Brasil para isto é muito lindo.

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Corumbau - BA Foto:  Ita Kirsch e Bala Blauth / Divulgação
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Lençóis Maranhenses - MA Foto:  Ita Kirsch e Bala Blauth / Divulgação
Lençóis Maranhenses - MA

Marajó - PA Foto:  Ita Kirsch e Bala Blauth / Divulgação
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Litoral do Pará Foto:  Ita Kirsch e Bala Blauth / Divulgação
Litoral do Pará

Corumbau - BA Foto:  Ita Kirsch e Bala Blauth / Divulgação
Corumbau - BA

Corumbau - BA Foto:  Ita Kirsch e Bala Blauth / Divulgação
Corumbau - BA

Florianópolis - SC Foto:  Ita Kirsch e Bala Blauth / Divulgação
Florianópolis - SC

Lençóis Maranhenses - MA Foto:  Ita Kirsch e Bala Blauth / Divulgação
Lençóis Maranhenses - MA

No Link no anuncio a baixa estão todas as fotos na galeria de fotos apreciem.

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Impressão artística, divulgada no início do mês, mostra como seria um vulcão ativo em Vênus. Estudos indicam grandes mudanças na quantidade de dióxido de enxofre na atmosfera do planeta. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), uma explicação para o fenômeno seria atividade vulcânica

Com o auxílio de três potentes telescópios - VLT, Gemini Sul (ambos no Chile) e o CFHT (Havaí) -, astrônomos descobriram uma nova classe de galáxias. Chamada de \"feijão verde\" (\"green bean\", em inglês) devido à sua aparência incomum. Elas brilham sob intensa radiação emitida por buracos negros centrais supermassivos e estão entre os objetos mais raros do universo. A galáxia J2240 (no centro da imagem) chamou a atenção de astrônomo Foto: CFHT/ESO/M. Schirmer / Divulgação
Com o auxílio de três potentes telescópios - VLT, Gemini Sul (ambos no Chile) e o CFHT (Havaí) -, astrônomos descobriram uma nova classe de galáxias. Chamada de "feijão verde" ("green bean", em inglês) devido à sua aparência incomum. Elas brilham sob intensa radiação emitida por buracos negros centrais supermassivos e estão entre os objetos mais raros do universo. A galáxia J2240 (no centro da imagem) chamou a atenção de astrônomo
Foto: CFHT/E

A Nasa divulgou na quarta-feira, 05 de dezembro, uma imagem da Terra que, ao contrário das conhecidas Blue Marbles, é vista à noite. O registro na verdade é um mosaico com diversas fotografias feitas por satélite. O mosaico exclui registros que tinham nuvens para mostrar a superfície do planeta Foto: Nasa / Divulgação
A Nasa divulgou na quarta-feira, 05 de dezembro, uma imagem da Terra que, ao contrário das conhecidas Blue Marbles, é vista à noite. O registro na verdade é um mosaico com diversas fotografias feitas por satélite. O mosaico exclui registros que tinham nuvens para mostrar a superfície do planeta

A Nebulosa Carina, uma espectacular região de formação estelar, foi capturada em grande detalhe pelo VLT Survey Telescope, situado no Observatório do Paranal do ESO Foto: ESO / Divulgação
A Nebulosa Carina, uma espectacular região de formação estelar, foi capturada em grande detalhe pelo VLT Survey Telescope, situado no Observatório do Paranal do ESO

O telescópio Hubble da Nasa registrou uma cascata brilhante de estrelas vistas do espaço - a galáxia ESO 318-13. Mesmo estando a milhões de anos-luz da Terra, as estrelas capturadas na imagem são tão claras que seria possível até mesmo contar. A galáxia, de acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA), está no meio de uma vasta coleção de objetos brilhantes. Foto: ESA / Divulgação
O telescópio Hubble da Nasa registrou uma cascata brilhante de estrelas vistas do espaço - a galáxia ESO 318-13. Mesmo estando a milhões de anos-luz da Terra, as estrelas capturadas na imagem são tão claras que seria possível até mesmo contar. A galáxia, de acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA), está no meio de uma vasta coleção de objetos brilhantes.

A chuva anual de meteoros conhecida como Geminídeas iluminou os céus e foi fotografada por leitores da BBC. A foto acima foi enviada por Chuuyuu Yamato e tirada na cidade de Yamazoe, Japão Foto: BBC
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Esta foto foi feita no início da madrugada de sexta-feira, por Simon Boobyer, em Bodiam Castle, ao sul de Londres, Grã-Bretanha. Essa foi a melhor chuva de meteoros do ano, segundos os cientistas  Foto: BBC
Esta foto foi feita no início da madrugada de sexta-feira, por Simon Boobyer, em Bodiam Castle, ao sul de Londres, Grã-Bretanha. Essa foi a melhor chuva de meteoros do ano, segundos os cientistas

Ivan Hawick registrou a chuva de meteoros a partir das ilhas Shetland, Escócia. Ele disse que o céu estava completamente limpo, o que permitiu que pudesse ver oito meteoros por minuto. \"Um deles estava tão brilhante, com uma linda cor azul. Eles corriam em todas as direções\", disse Ivan Foto: BBC
Ivan Hawick registrou a chuva de meteoros a partir das ilhas Shetland, Escócia. Ele disse que o céu estava completamente limpo, o que permitiu que pudesse ver oito meteoros por minuto. "Um deles estava tão brilhante, com uma linda cor azul. Eles corriam em todas as direções", disse Ivan

Rico Galassi tirou esta foto em Dickson City, Pensilvânia, EUA: \"Foi incrível! Saí de casa, olhei para o alto e logo vi duas estrelas cadentes\" Foto: BBC
Rico Galassi tirou esta foto em Dickson City, Pensilvânia, EUA: "Foi incrível! Saí de casa, olhei para o alto e logo vi duas estrelas cadentes"

Quem olhou para o céu na noite de Natal, pôde verificar a olho nu o último fenômeno celestial de 2012: o planeta Júpiter foi ocultado pela Lua. Júpiter permaneceu atrás da Lua por aproximadamente 80 minutos no fenômeno conhecido como ocultação  Foto: Moacir Durli  / vc repórter
Quem olhou para o céu na noite de Natal, pôde verificar a olho nu o último fenômeno celestial de 2012: o planeta Júpiter foi ocultado pela Lua. Júpiter permaneceu atrás da Lua por aproximadamente 80 minutos no fenômeno conhecido como ocultação

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Seria uma boa opção uma obra desta mais desde que a mesma seja iniciada e concluidoa e não para ficar da forma que ficou, ou seja não se sabe quando ficará pronta, mais o dinheiro saiu, e para onde foi aplicado, precisa dizer????

01/01/2013 - 06h00

Obra do 'Velho Chico' retalha propriedades

FÁBIO GUIBU
ENVIADO ESPECIAL A FLORESTA (PE)
As obras estão atrasadas e paradas em vários trechos, mas sertanejos que tiveram propriedades cortadas pelos canais da transposição do rio São Francisco querem saber como chegarão ao outro lado de suas terras quando a água começar a correr.
Agricultores perderam suas fontes de água
A preocupação dos moradores é que eles sejam obrigados a andar quilômetros na caatinga para chegar à parte isolada de suas propriedades.
O clima é de apreensão, pois a maioria não tem carro e carrega nos braços ou em carroças a lenha para os seus fogões e a vegetação nativa usada como ração.
A Folha percorreu o canal da transposição em Floresta (a 435 km de Recife), onde muitos sertanejos tiveram as propriedades divididas.
O agricultor Manoel Menezes Filho, 75, conta que perdeu 40 cabeças de bode após ter sua fazenda de 352 hectares cortada pela obra.
Ele disse que usava os 44 hectares que ficaram do outro lado do canal para criar animais, mas que foi obrigado a recolhê-los após os bodes começarem a sumir.
"Perdi o controle porque eles ficaram soltos, sem ninguém por perto", afirmou. "Os animais não estavam acostumados e sumiram."
O agricultor trouxe a criação para perto de casa, mas o açude para os bichos está do outro lado do canal. Ele usa um aterro para atravessar, mas sabe que terá de retirá-lo para a água passar.
"Quando a obra começou, eu achava que era uma coisa boa, mas agora fico desconfiado porque passa ano e isso não sai do lugar", disse.

Editoria de arte/Folhapress
GALPÕES SAQUEADOS
Iniciada em 2007, com previsão de conclusão para 2012, a transposição de parte das águas do rio São Francisco está com 43% das obras concluídas. Vários trechos estão abandonados, e a expectativa, agora, é que os trabalhos somente terminem em 2015.
Em Floresta, galpões foram saqueados e estão sem portas e janelas. Há montanhas de brita abandonadas.
A erosão corrói paredes de terra desprotegidas do canal. Plantas crescem dentro dele, contrastando com o cinza que predomina na caatinga.
"Não sei se isso vai trazer água ou não algum dia porque até agora só trouxe dúvida", disse o agricultor Joaquim Cordeiro de Sá, 78.
Ele também teve sua propriedade de 53 hectares dividida pela obra e agora espera que uma passagem seja construída perto da sua casa.
"Eu tiro lenha e macambira [planta nativa] para os animais do outro lado e só tenho carro de boi para chegar lá."
Os 713 quilômetros dos eixos leste e norte da transposição passam por 1.803 propriedades em Pernambuco, na Paraíba, no Ceará e no Rio Grande do Norte.
O Ministério da Integração Nacional não informou quantas delas foram divididas, mas, de acordo com o órgão, passagens sobre o canal serão feitas, em média, a cada 2 km. A localização, informou, foi acertada em reuniões com as comunidades.
Ainda segundo o ministério, dos 16 lotes da obra, 7 estão em atividade e empregam 4.100 pessoas. Os trechos parados, informou, estão em processo de licitação.