quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Isto é porque o Polo Norte ainda não se descongelou todo ali vai mostrar muito mais coisas ainda.???

Aquecimento global derrete gelo de montanhas e revela múltiplos cadáveres


  

Em nenhum aspecto possível o aquecimento global se torna algo bom. Mas, em alguns momentos, seus efeitos podem ser fascinantes. Principalmente para pessoas que são fissuradas na história do nosso planeta.

Foi isso o que aconteceu em um pequeno vilarejo na Itália. Um morador de Peio, cidade que fica aos pés de uma grande montanha, descobriu corpos mumificados que foram revelados por conta do degelo acelerado da neve na região.

Entre as expedições de Maurizio Vincenzi, responsável pela maioria das descobertas, foram encontrados diversos corpos de soldados e objetos que pertenciam a eles. Trata-se da revelação de quem participou da chamada “Guerra Branca”.

Cadáveres estão em perfeito estado de conservaçãoCadáveres estão em perfeito estado de conservação

O confronto entre italianos e austríacos aconteceu justamente no pé das montanhas da Itália e chegou a ocorrer em temperatura extremamente frias. Não a toa, todos os homens congelados foram encontrados agora em estado de conservação perfeito.

E muito mais do que soldados dessa guerra, Vincenzi encontrou também diversos combatentes da Primeira Guerra, todos no mesmo estado. Junto deles estavam diversos objetos da época que foram recolhidos por especialistas e agora estão sendo devidamente estudados.

Esse tipo de expedição, inclusive, pode ser ponto decisivo para uma mudança gigante na arqueologia mundial. Diversos arqueólogos garantem que é hora de se criar uma vertente glacial, que explore o gelo em todo o planeta. Para eles, diversos segredos da humanidade de milhares de anos poderão ser encontrados dessa forma.

É lamentavel um acontecimento deste, infelismente estão se acontecendo, isto é uma das muitas provas de que estamos dentro do "FIM DOS TEMPOS", por isto será muito dificil parar tais absurdos que vemos

Famílias voltam a casas destruídas pela lama em Mariana (MG)

Busca por objetos e bens foi infrutífera em alguns casos; muitos moradores de Bento Rodrigues tiveram de fugir com roupa do corpo

Estadão Conteúdo

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Pela primeira vez depois do desastre com a barragem de Fundão, da mineradora Samarco, um grupo de moradores de Bento Rodrigues voltou às casas para buscar pertences que ficaram para trás. Há duas semanas, eles tiveram de sair com a roupa do corpo para fugir do mar de lama que assolou a localidade, invadindo as moradias.

Nesta quarta-feira, 18, uma van oferecida pela empresa os levou, acompanhados da Guarda Municipal, à região. As imagens da tragédia transmitidas pela televisão não evitaram o pavor de ver o distrito devastado pelos 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério lançados pela destruição da barragem - um evento, até agora, de causas inexplicáveis. “Deus sabe o que faz. Levou meu pai em janeiro, para que ele não visse isso tudo”, desabafou o comerciante Sandro Sobreira, de 41 anos, que voltou ao local onde antes era sua casa e seu local de trabalho: um armazém.

Quando soube do rompimento da barragem, pegou a mãe pelo braço - ela, com 73 anos - e correu para o cemitério, na região mais alta do distrito. Estão, agora, hospedados no Hotel Providência, no centro de Mariana, e nesta quarta viajaram a Bento para tentar encontrar, em meio aos escombros, dois cofres onde estão todas as economias obtidas com o pequeno comércio.

Pedreiro, José Geraldo da Silva havia recém-construído uma casinha para morar com a mulher e dois filhos em Bento Rodrigues. Faltava rebocar a laje e rejuntar um piso de cerâmica. As intenções, claro, ficaram no passado. Embora a residência não tenha sido atingida por completo, foram obrigados pelas autoridades a deixá-la, por medida de segurança. Na terça-feira, a Samarco admitiu que outras duas barragens - Santarém e Germano - também correm risco de romper. “Eu estava fora de casa quando ouvi que tinha dado zebra. Minha pressão subiu, achei que tinha morrido todo mundo. É um milagre esse povo ter saído vivo daqui.” Silva pegou roupas, panelas, as bicicletas das crianças, um relógio de parede e um DVD religioso, ironicamente intitulado Deus Dentro do Barro.

Estrogonofe e rádio

O aposentado Joaquim Dutra, de 66 anos, deixou meia panela de estrogonofe de frango no fogão e fugiu da lama de carro, assim que ouviu um barulho que definiu como apavorante. “Minha filha”, disse, “se meus filhos estivessem lá embaixo eu teria ido lá, me afogar junto na lama”, afirmou sobre a sorte deles - os quatro moram com a mãe na região central de Mariana.

Dutra foi a Bento Rodrigues buscar seu rádio, companhia e um hábito de décadas, mas não o encontrou. Revirou tudo até achar a carteira de trabalho. “Eu tinha 20 anos nesta foto. Cada página deste documento é uma página da minha vida”, contou, colocando outros papéis em uma sacola. Antes de sair, deu uma última olhada na residência, para ver o que ainda dava para salvar. Depois de um suspiro, pegou um tubo de desodorante, dois dentes de alho e meio pote de tempero.

400 alunos ainda estão sem aulas

Crianças e jovens do subdistrito de Campinas e dos distritos de Águas Claras e Cláudio Manoel ainda estão impossibilitados de voltar às aulas, informou nesta quarta o secretário adjunto de Educação de Mariana, Israel Quirino. O acesso às escolas continua interrompido.

A prefeitura chegou a construir uma ponte temporária sobre o Rio Gualaxo do Sul, que aumentava em 72 quilômetros o trajeto até as escolas. A chuva, no entanto, danificou a estrutura, impossibilitando mais uma vez a chegada dos 387 estudantes - 270 em escolas municipais de Campinas e Cláudio Manoel e 117 em Águas Claras. É possível que o período de férias seja reduzido, para não comprometer o próximo ano letivo, mas o cronograma de atividades ainda não foi divulgado pela prefeitura.

Os 178 alunos de Paracatu de Baixo e Bento Rodrigues, dois distritos destruídos pelo percurso da lama que deixou a represa de rejeitos do Fundão, já voltaram às aulas, mas não nos colégios de antes. Na segunda-feira, eles passaram a estudar juntos na Escola Municipal Dom Luciano Mendes, também localizada em Mariana.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

É e o Brasil ainda dizem que esta bem armado, precisamos que eles façam um voo por aqui para ver se acabam com a crise em Brasila, e faça uma limpa no Legislativo, Jucidiário e Executivo por aqui.

Conheça os jatos que estão atacando o Estado Islâmico

Até o momento, forças de 15 países já bombardearam o grupo terrorista na Síria e Iraque

A Força Aérea da Rússia é atualmente a mais presente no combate ao Estado Islâmico na Síria (Divulgação)
O caça russo Su-34 é um dos mais eficientes na ação contra o EI (Ministério da Defesa da Rússia)
Interferências internacionais em países que passam por momentos de tensão interna ou guerra civil (quando não ambos), como acontece atualmente na Síria e Iraque, não são mais como no passado, que envolviam ações por terra. Esse tipo de ajuda hoje é feito quase que inteiramente pelos céus, com missões de bombardeio que servem para apoiar forças nacionais enfraquecidas e inexperientes ou rebeldes que não contam com recursos aéreos avançados.
Até o momento, o Estado Islâmico já foi atacado por forças armadas de 15 países, que participam da coalização Inherent Resolve, liderada pelos Estados Unidos, ou em ações individuais, como Rússia e França vêm fazendo. O objetivo dessas operações estrangeiras é enfraquecer as forças insurgentes para permitir que forças oficiais da Síria e Iraque possam agir com mais segurança e eficiência por terra, algo essencial para eliminar o grupo terrorista.
Os países envolvidos no conflito tentam evitar ao máximo enviar soldados e veículos de combate para esses territórios, atividades que no passado já se mostraram trágicas e abusivas, como a invasão da antiga União Soviética no Afeganistão e os Estados Unidos no Iraque. Foi em meio a esses cenários conturbados que os grupos terroristas Estado Islâmico e Al Qaeda surgiram – ambos, inclusive, foram armados e financiados por essas mesmas nações (e outras, como a França) quando surgiram.
A cada dia que passa, as nações envolvidas no combate ao EI estão enviando mais aeronaves de combate para a região. Conheça a seguir os jatos militares que estão em ação:
A Rússia é o país mais atuante na Síria, enquanto os demais se concentram em ataques no Iraque (Airway)
A Rússia é o país mais atuante na Síria, enquanto os demais se concentram em ataques no Iraque (Airway)
França
A França vem combatendo o Estado Islâmico na Síria e Iraque antes mesmo dos dois atentados realizados em Paris neste ano. Em setembro de 2014, o governo francês lançou a operação “Chammal” a partir de bases na Jordânia e Emirados Árabes Unidos.
O caça Mirage 2000, já utilizado no Brasil, pode voar a mais de 2.300 km/h (Armee de l'air)
O caça Mirage 2000, já utilizado no Brasil, pode voar a mais de 2.300 km/h (Armee de l’air)
A operação francesa foi iniciada pela Força Aérea da França, com os caças-bombardeiros Dassault Rafale e Mirage 2000. Até o momento, essas aeronaves lançaram bombas de queda livre e guiadas a laser, como a GBU-12 Paveway II utilizada nos chamados “ataques cirúrgicos”.
Com a intensificação das ações, a França também destacou em janeiro deste ano sua Marinha para a frente de combate no Oriente Médio. O porta-aviões de propulsão nuclear francês Charles de Gaulle também já zarpou em direção a zona de combate, levando mais caças Rafale e aviões de vigilância marítima.
O porta-aviões francês Charles de Gaulle já está navegando em direção a zona de conflito (Marine Nationale)
O porta-aviões francês Charles de Gaulle já está navegando em direção a zona de conflito (Marine Nationale)
Atualmente a França possui na região seis caças Rafale, posicionados nos Emirados Árabes, seis caças Mirage 2000, posicionados na Jordânia (sendo 3 Mirage 2000D e 3 Mirage 2000N), além de uma unidade da aeronave de patrulha e monitoramento Atlantique 2, também na Jordânia. Com a chegada do porta-aviões, os franceses terão cerca de 40 aeronaves na região.
EUA
Os EUA estão atualmente na região com sua força aérea (USAF), com esquadrões de caças e bombardeiros estratégicos. No próximo mês está previsto a chegada do porta-aviões USS Harry S. Truman pelo Mar Mediterrâneo. A embarcação trará consigo dezenas de caças-bombardeiros F-18 Hornet.
É a primeira vez que o moderno caça F-22 participa de um conflito (USAF)
É a primeira vez que o moderno caça F-22 participa de um conflito (USAF)
Participam das ações pelo lado norte-americano os caças F-22, F-15 Strike Eagle (versão multi-missão famoso caça F-15), o avião de ataque ao solo A-10 e o temível bombardeiro B-1 Lancer, que pode carregar mais de 50 toneladas de bombas. Os aviões da USAF estão baseados na Arábia Saudita, Turquia e Emirados Árabes Unidos.
A Marinha dos EUA também posicionou o navio de ataque anfíbio USS Essex na região. Essa embarcação carrega caças de pouso e decolagem vertical AV-8 Harrier. Essa aeronave, no entanto, é utilizada apenas em apoio próximo e dificilmente deve entrar em ação contra o Estado Islâmico na Síria ou no Iraque.
Segundo informações do Pentágono, até o dia 3 de novembro as forças armadas dos EUA já haviam efetuado mais de 7.900 ataques aéreos. Nessas missões, militares americanos afirmam terem destruídos mais de 14 mil objetivos do Estado Islâmico e matou cerca de 20 mil combatentes do grupo insurgente.
O B-1 pode carregar mais de 50 toneladas de bombas em velocidade supersônica (USAF)
O B-1 pode carregar mais de 50 toneladas de bombas em velocidade supersônica (USAF)
A operação norte-americana Inherent Resolve começou em dezembro de 2014 e envolve outros 12 países: Austrália, Canadá, França, Jordânia, Holanda, Reino Unido, Bahrein, Turquia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Tunísia. Somando ações de todas essa nações, já foram realizadas mais de 45 mil sortidas de ataque, sendo 80% delas sobre o Iraque.
A chegada do porta-aviões USS Harry S. Truman vai reforçar significativamente o esforço dos EUA na região (US Navy)
A chegada do porta-aviões USS Harry S. Truman vai reforçar a atuação dos EUA na região (US Navy)
Rússia
O envolvimento da Rússia na guerra contra o Estado Islâmico é tão essencial quanto polêmico. De todas as nações envolvidas nos combates na região, o governo russo é o único que apoia o governo ditatorial de Bashar al-Assad na Síria, um dos poucos governantes do Oriente Médio que resistiram (leia-se repeliram a força) as manifestações da Primavera Árabe, em 2010.
O governo russo também enviou caças Su-27 para a zona de guerra (Ministério da Defesa da Rússia)
O governo russo também enviou caças Su-27 para a zona de guerra (Ministério da Defesa da Rússia)
Operando a partir de aeroportos na própria Síria, os jatos russos são os que têm maiores chances de enfraquecer o Estado Islâmico. Além disso, a Rússia tem apoio do exército local, que por sua vez combate o grupo rebelde “Exército Livre da Síria”, apoiado pelos EUA – que por sua vez crítica o apoio de Putin ao regime de Assad, um dos maiores compradores de material bélico de fabricação russa.
Apesar de pequeno, o Su-25 possui um poder de fogo devastador (Ministério da Defesa da Rússia)
Apesar de pequeno, o Su-25 possui um poder de fogo devastador (Ministério da Defesa da Rússia)
O jato russo que mais está lançando bombas sobre o EI é o caça-bombardeiro Sukhoi Su-34, um avião supersônico especializado em missões de ataque ao solo. Também estão em ação o Su-25SM, aeronave que também combate ameaças terrestres, o supercaça Su-30SM, e recentemente a Rússia autorizou o uso de bombardeiros estratégicos Tupolev Tu-22, Tu-95 e Tu-160, indício de que os ataques russos serão cada vez mais violentos e destrutivos.
Os ataques com bombardeiros estratégicos, no entanto, serão lançado a partir do próprio território russo. As forças russas ainda têm o suporte de caças Su-27 e bombardeiros Su-24M, além da possibilidade de lançar mísseis de cruzeiro a partir de aeronaves ou embarcações.
O temível bombardeiro russo Tu-160 pode voar a mais de 2.000 km/h e leva mais de 20 toneladas de bombas (Ministério da Defesa da Rússia)
O bombardeiro Tu-160 pode voar a mais de 2.000 km/h e com 20 toneladas de bombas (Ministério da Defesa da Rússia)
Além de forças sírias, outros aliados da Rússia no combate ao EI são o Irã, que enviou forças terrestres para a região, e o grupo paramilitar Hezbollah, que em muitos países é considerado outro grupo terrorista.
Reino Unido
A Força Aérea Real (RAF) do Reino Unido também está presente no combate ao Estado Islâmico no Iraque com uma força de caças-bombardeiro Tornado lançados de bases no Chipre e Catar. A operação britânica, chamada Shader, foi iniciada em outubro de 2014 e já conduziu mais de 1.300 missões que mataram cerca de 330 combatentes do EI.
O caça-bombardeiro Tornado ataca o EI no Iraque a partir de bases na Jordânia e Catar (RAF)
O caça-bombardeiro Tornado ataca o EI no Iraque a partir de bases na Jordânia e Catar (RAF)
O Reino Unido também está empregando pela primeira vez em combate uma aeronave não tripulada, o drone MQ-9 Reaper. Esse aparelho, controlado por satélite, pode permanecer voando por até 24 horas sem pausa e lançar bombas de precisão.
O drone Reaper pode permanecer voando por 24 horas (RAF)
O drone Reaper pode permanecer voando por 24 horas (RAF)
Outros envolvidos
A parte das operações conjuntas e individuais de grandes nações, outros países próximos da Síria e o Iraque também estão se envolvendo a sua maneira nos combates contra o Estado Islâmico. É o caso de Marrocos e Israel.
Desde dezembro de 2014, caças F-16 marroquinos vêm realizando bombardeiros esporádicos contra posições do EI no Iraque. Já as forças israelenses estão em alerta constante devido a proximidade da zona de conflito – os países fazem fronteira.
Israel teme que ações do Estado Islâmico cheguem a sua fronteira (IAF)
Israel teme que ações do Estado Islâmico cheguem a sua fronteira (IAF)
O caso de Israel, porém, é ainda mais delicado. O país também mantém hostilidades com forças nacionais da Síria, antigo rival dos israelenses, e também contra o Hezbollah. O principal meio de defesa e ataque do país é o caça F-15.
*Com a colaboração de Andersson Lamarca.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Isso eles podem muito e fazem com prazer.

Guilherme Fiuza

Pedala, Lulinha

O impeachment é um mecanismo legal. A única vergonha nacional é a barreira venezuelana no STF

GUILHERME FIUZA
03/11/2015 - 08h00 - Atualizado 03/11/2015 08h23
Enquanto essa imprensa golpista fica tramando o impeachment de Dilma Rousseff, Lula da Silva resolveu explicar o que aconteceu, para acabar com a conspiração: as pedaladas fiscais foram necessárias para que o governo pudesse honrar o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Ou seja: todo esse barulho em torno do TCU, toda essa grita por causa do rombo no Orçamento, toda essa crise político-administrativa não passam de espuma. O único fato real é que o governo popular, mais uma vez, arranjou uma maneira de ajudar os pobres. Aliás, já são quase 13 anos ajudando os pobres (a ficar mais pobres), por maneiras que até Deus duvida.
No dia em que os pobres entenderem quanto seu sofrimento foi usado por Lula para ficar no poder, o ex-presidente precisará se mudar para um triplex no Irã. O PT prostituiu o uso do dinheiro público no Brasil, arrombando as metas fiscais e de inflação, tudo embalado numa meticulosa maquiagem contábil, para poder financiar seu banquete fisiológico – do qual o mensalão e o petrolão são os pratos mais visíveis. Lula e os companheiros jogaram o Brasil numa recessão genuinamente nacional, genuinamente petista, empobrecendo democraticamente o país inteiro. Se a moda pega, assaltante apanhado com bolsa roubada vai dizer que é bolsa família.
O delator Fernando Baiano, operador do esquema do petrolão preso na Lava Jato, afirmou à Justiça que deu R$ 2 milhões a Fabio Luis da Silva, o Lulinha. As investigações esclarecerão os detalhes do maior caso de corrupção da República, mas já está evidente que seu dinheiro, caro leitor, foi usado sem parcimônia para irrigar o partido governante e os heróis do povo que o integram. Eles sabem disso e estão dobrando a aposta: Dilma acusou os “moralistas sem moral” de tramar sua queda. É preciso sangue-frio para falar em moral no centro de tamanha rapinagem. Ou melhor, sangue de barata – e isso não lhes falta. Depois de depenar um país com a ajuda de cúmplices que estão presos, causando à sua nação a perda do selo de confiança perante o mundo, você só consegue olhar nos olhos de um filho se tiver sangue de barata. E moral de barata.
Dilma Rousseff tem de sofrer o impeachment porque é a representante legal de um projeto de assalto ao Estado. Está mais do que evidente que o PT, partido que desmoralizou a bondade, instalou-se no poder para viver dele – rasgando o contrato da democracia e do princípio da representação política. Nada mais fará no Palácio diferente do que já fez, não há como. O que mais é preciso ser demonstrado? A maior empresa do país jogada na lona para, entre outras causas nobres, garantir a reeleição da presidente – como apontam todas as evidências da Lava Jato. O que mais precisa aparecer? Como disse Fernando Gabeira, o Brasil parece ter desacreditado até a imagem popular do batom na cueca: a mancha sempre pode ter vindo da lavanderia. E eles têm diversos especialistas em lavagem para assumir a culpa. São os laranjas de batom. Na cueca, só dólar.
Joaquim Barbosa deu seu pitaco. Disse que o impeachment “é um mecanismo brutal que não pode ser usado de qualquer maneira”. Prezado Barbosa: o impeachment não é um mecanismo brutal, é um mecanismo legal. E ninguém com juízo quer fazer nada de qualquer maneira, como juízes que atiram adjetivos ao vento. A única vergonha nacional até o momento é a barreira venezuelana no STF, seu velho conhecido, impedindo a investigação de uma presidente que em qualquer país 100% democrático já estaria sendo investigada.
E a barreira chavista conta com a operativa patrulha dos inocentes úteis (nem sempre inocentes, mas sempre úteis), que alugam suas santas reputações à mulher sapiens para renovar seus crachás de bondade progressista. Esse estranho oba-oba petista é cada vez mais envergonhado, naturalmente, e achou uma saída genial: eleger Eduardo Cunha o inimigo público número um. Cunha é hoje praticamente o único vilão nacional, porque quem rouba com estrelinha no peito é herói.
O pequeno detalhe dessa história é que Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, tem a chave do impeachment nas mãos. E o PT desperta seus instintos mais primitivos. Enquanto o gigante dorme, alguém tem de trabalhar.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Um deste não precisa de mais nada para sugar tudo, como o Universo é infinito para ele não é nada.

Buraco negro 12 bilhões de vezes maior que Sol causa dúvidas

Novo buracro negro foi nomeado SDSS J0100+2802 se formou 900 milhões de anos após o "Big Bang", que teria dado origem ao universo

Astrônomos não conseguem explicar como um buraco negro desse tamanho se formou tão cedo na história cósmica Foto: BBCBrasil.com
Astrônomos não conseguem explicar como um buraco negro desse tamanho se formou tão cedo na história cósmica
Foto: BBCBrasil.com
Astrônomos dizem ter descoberto um gigantesco buraco negro 12 bilhões de vezes maior que o Sol, mas seu tamanho desafia as teorias sobre como esses fenômenos cósmicos se expandem.
Segundo os cientistas, o novo buracro negro foi nomeado SDSS J0100+2802 se formou 900 milhões de anos após o "Big Bang", que teria dado origem ao universo.
Radiação energética
O extraordinário objeto se encontra no centro de um quasar, uma estrutura celeste que gera uma radiação energética um bilhão de vezes mais forte que o Sol.
Novas imagens ajudam a entender o funcionamento dos buracos negros
O problema é que os astrônomos não conseguem explicar como um buraco negro desse tamanho se formou tão cedo na história cósmica, pouco depois do nascimento das estrelas e das galáxias.
A descoberta foi feita por uma equipe internacional de cientistas da Universidade de Pequim, da China, do Instituto Carnegie, dos Estados Unidos, e da Universidade Nacional da Austrália.

Seu link

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Se duvidar até o predio esta corrompido de propina, se virar para tras não vai ser bom pode chegar na época do Imperio....

Cúpula da CPI da Petrobras recebeu doações de empreiteiras sob investigação


  • Divulgação/Facebook
    O deputado Hugo Motta (PMDB-PB) O deputado Hugo Motta (PMDB-PB)
Os nomes escolhidos para comandar a nova CPI da Petrobras na Câmara tiveram parte de suas campanhas bancada por empresas que são investigadas pela Operação Lava Jato. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
A investigação apura fraudes em licitações na estatal e pagamentos de propina a funcionários e políticos.
O presidente da CPI, o deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB), teve 60% de sua última campanha paga com recursos dessas empresas.
No ano passado, Motta recebeu R$ 451 mil das empreiteiras Andrade Gutierrez e da Odebrecht. No total, ele arrecadou R$ 742 mil para fazer campanha.
Relator indicado pelo PT, cuja escolha ainda precisa ser referendada pela comissão, Luiz Sérgio (PT-RJ) recebeu R$ 962,5 mil das empresas Queiroz Galvão, OAS, Toyo Setal e UTC. O valor representa 39,6% da receita de sua campanha.
Essas empresas são apontadas pelo Ministério Público e já foram citadas por delatores como integrantes de um cartel. Executivos da OAS e da UTC atualmente já respondem a ações penais. Outros ainda são investigados.
Na CPI da Petrobras aberta na legislatura passada, um dos problemas apontados ao fim da investigação é que tanto as empresas como os políticos acabaram poupados pelos parlamentares.
(Com informações da Folha de S.Paulo)
Leia mais em: http://zip.net/bcqRhh

É a saida do governo aumentos e mais aumentos, não se sabe até onde vai chegar.