A vinda do Beluga, o avião supercargueiro da Airbus, causou furor. Pela primeira vez ao Brasil, ele passou pelos aeroportos de Fortaleza (CE) e Viracopos, em Campinas (SP).
Em seu interior, ele trouxe uma carga inédita: o primeiro helicóptero ACH160 do mundo, que foi vendido para um cliente brasileiro. Existem dois modelos de Beluga: o Beluga ST, mesmo modelo que veio ao Brasil, e o Beluga XL, maior que o ST e desenvolvido a partir do A330....
A versão ST, desenvolvida a partir do A300-600, hoje presta serviço de cargas para diversos clientes mundo afora. Já o Beluga XL se concentra em transportar partes e peças de aviões da companhia para a montagem final na fábrica da empresa na França. São transportadas asas, fuselagens, estabilizadores, entre outra gama de peças a bordo. Para comportar o carregamento, o Beluga levanta a "testa" da aeronave, que fica acima da cabine de comando.
Com isso, ele comporta cargas de grande tamanho, sendo esse avião o que tem a maior capacidade em volume da atualidade. Em volume, o Beluga é maior que o Antonov An-225, ex-maior avião de carga do mundo que foi destruído na guerra na U... O interior do Beluga XL chega a ter 8,1 metros de largura e 7,5 metros de altura, o maior compartimento de um avião de transporte do mundo.... O tamanho do Beluga permite que ele seja carregado com espaço de sobra com outras aeronaves, como o helicóptero H225 na imagem.
À frente está um contêiner com carga e o helicóptero, sem as pás, fica ao fundo.... A seção frontal da fuselagem do primeiro A350 XWB foi transportada dentro do Beluga XL de Saint-Nazaire até a linha final de montagem em Tolouse, ambas na França....
A tripulação que trouxe o ACH160 no Beluga ST ao Brasil no final de julho.... O interior vazio de um compartimento de carga do Beluga ST. Nele, é possível transportar outras partes de aviões além de helicópteros inteiros e outros tipos de carga....
Linhas clássicas e estilosas, motor boxer e toda tecnologia e qualidade alemã para aproveitar a estrada. Esta é a BMW R 18, que faz sucesso por onde passa e acaba de chegar ao Brasil. Equipada com o maior motor boxer já produzido pela BMW Motorrad, o modelo custa R$ 139.900 e terá sua pré-venda iniciada no próximo dia 18.
Inspirada na clássica BMW R 5, a BMW R 18 marca a entrada da BMW Motorrad no segmento Cruiser. Sua receita combina essência e funcionalidade, tuConheça a bela BConheça a bela BMW R 18, com seu enorme motor boxer de 1.802 cm³MW R 18, com seu enorme motor boxer de 1.802 cm³do para proporcionar a melhor experiência de pilotagem possível. É impossível falar da BMW R 18 sem começar pelo seu coração. A peça central dessa belíssima motocicleta é um enorme motor boxer de 2 cilindros e 1.802 cm³, desenvolvido especialmente para esse modelo. Os tradicionais motores boxer refrigerados a ar são a marca registrada da BMW Motorrad desde que a montadora alemã iniciou a sua linha de produção, em 1923. O motor da R 18 desenvolve 91cv de potência máxima a 4.750 rpm, com o torque de 16,1 kgf.m estando disponível a 3.000 rpm. A transmissão é de seis velocidades e o ronco do propulsor é aquele característico do segmento Cruiser. Visualmente, a R 18 mescla o estilo dos modelos antigos com um visual moderno. O design é declaradamente inspirado na BMW R 5 – modelo clássico da marca, lançado em 1936 –, assim como os elementos funcionais e de estilo, incluindo o tanque em forma de gota, a transmissão em eixo cardã e a pintura listrada (pinstriping).
Como diferencial em relação ao modelo disponível em outros mercados, a BMW R 18 vendida no Brasil tem o banco do carona como item de série. Os elementos de suspensão da nova BMW R 18 dispensam ajuste eletrônico. Em vez disso, um garfo telescópico e um suporte de suspensão central permitem o ajuste dos amortecedores. Como na lendária BMW R 5, os tubos do garfo telescópico são envoltos em mangas de garfo. O curso da suspensão é de 120mm na dianteira e 90mm na traseira.
O sistema de freios da moto consiste em um freio a disco duplo na dianteira e um freio a disco único na traseira em conjunto com pinças fixas de quatro pistões, ambos com ABS Integral. A nova BMW R 18 tem uma ergonomia Cruiser, típica dos modelos clássicos. Essa posição permite uma pilotagem relaxada e ativa para o controle ideal do veículo.
A moto também oferece três modos de pilotagem padrão – algo incomum no segmento –, para poder se adaptar às preferências individuais do piloto. Itens como Controle Automático de Estabilidade (ASC), controles de estabilidade e tração, assistente de partidas em subidas, controle de velocidade de cruzeiro, luzes em LED e sistema de partida sem chave se fazem presentes no modelo. Primeiros compradores ganham itens exclusivos
Para reforçar o caráter de exclusividade, a BMW Motorrad está oferecendo aos primeiro clientes que realizarem reservas na pré-venda da R 18 um pacote de itens exclusivos. Chamado de R18 Welcome Package, o kit conta com livro heritage, boné R18, cinto R18, três logos históricos, luvas brancas, chave de fenda estilo chave e parafuso para trocar os logos da moto.
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Se você acha que já viu de tudo nessa
vida, é porque não conhece esses restaurantes. São definitivamente os
restaurantes mais bizarros que existem no mundo, com propostas
completamente diferentes do que estamos acostumados, seja na culinária
ou na decoração. Confira a lista e se surpreenda:
Ithaa Undersea Restaurant
Este restaurante fica 5 metros abaixo do nível do mar e o grande diferencial é poder apreciar uma culinária contemporânea enquanto observa por um ângulo de 180 graus toda a vida marinha do local. Porém, é mais exclusivo do que você imagina, só cabem 14 pessoas por vez no ambiente. O Ithaa está localizado na Ilha Rangali, nas Maldivas e já foi premiado como o restaurante mais bonito do mundo.
The Rock Restaurant and Bar
Este restaurante fica localizado simplesmente em uma rocha no meio do Oceano Índico
e serve apenas 12 mesas por vez, para garantir que todas elas tenham
uma vista deslumbrante para o oceano. É possível chegar a pé, caso a
maré esteja baixa, mas há sempre um barco no local para transportar os
clientes se a maré subir. O restaurante é especializado em frutos do mar
e fica em Zanzibar, na Tanzânia.
Modern Toilet Restaurant
Foto: Instagram @moderntoiletxm
Imagina comer sentado em uma privada e sua comida também ser servida em uma mini privada, este é o conceito desse restaurante, que se inspirou em banheiros para fazer sua decoração. Ele fica em Taipe, Taiwan, e existe desde 2004.
Começou vendendo apenas sobremesas, mas viu uma oportunidade de
expandir e agora vende refeições completas. Faz muito sucesso e já tem
outras unidades na China. Você teria coragem de encarar?
The Summer Cave
Foto: Instagram @ristorantegrottapalazzese
Você se sentirá dentro de um filme de realeza neste restaurante. Fica dentro de uma gruta de calcário natural com vista para o mar na província de Puglia, na Itália.
A caverna faz parte de um hotel, chamado Grotta Palazzese, e só abre
durante o verão (Maio a Outubro), ainda possui um dos melhores
restaurantes do mundo segundo a revista Fodor. Elegante, não é mesmo?
Dinner in the Sky
Foto: Instagram @dinerintheskybr
Traduzindo para o bom português, essa experiência significa literalmente jantar no céu. Um guindaste suspende a mesa a mais de 50 metros do chão
e lá em cima você tem toda a experiência gastronômica, com entrada
prato principal, sobremesa, drinks e muito mais. Fica sempre em frente a
lugares com belas vistas para você apreciar enquanto come. E o legal
desta experiência é que você consegue encontrá-la em diversos países,
inclusive aqui no Brasil.
Atualmente o Dinner in the Sky está acontecendo em São Paulo até 07/08 (ingressos já esgotados) e de 01/09 a 08/12 acontecerá no Rio de Janeiro. É só entrar no site e garantir seu ingresso.
‘s Baggers
Se você curte a temática futurista, essa experiência gastronômica é pra você! Esse restaurante fica em Nuremberg, na Alemanha, e todas as comidas chegam por meio de trilhos de metal, muito semelhantes a pequenas montanhas-russas.
E o conceito é não ter garçom mesmo, as comidas são escolhidas por meio
de telas, preparadas por chefs na cozinha e chegam para os clientes
através dos trilhos. Toda semana eles apresentam um menu diferente,
sempre preparado com ingredientes frescos.
Jantar Cego
Há um restaurante muito famoso em Paris, chamado Dans Le Noir, que proporciona uma experiência gastronômica às cegas para os seus clientes. Inspirado nele, o “Jantar Cego” chegou a São Paulo
com a mesma proposta. Ele acontece no Hotel Renaissance e tem couvert,
entrada, prato principal, sobremesa e harmonização com vinhos, tudo servido no completo escuro e com música ao vivo.
É
uma experiência sensorial para despertar outros sentidos e aguçar a
percepção de sabor e cheiro dos clientes. Além de tudo isso, os garçons
que servem as mesas são cegos.
Essa é a lanchonete temática mais bizarra que existe. Isso porque ela serve pratos extremamente calóricos, como o carro chefe da casa que é um hambúrguer com 1 kg de carne e oito mil calorias. As garçonetes se vestem de enfermeiras e os clientes precisam usar uniformes hospitalares para entrar no restaurante.
Foi fundada no ano de 2005, em Las Vegas, nos EUA, e permite que pessoas com mais de 160 kgs comam de graça. É de parar qualquer coração, literalmente.
Você teria coragem de fazer uma refeição dentro de uma prisão de segurança máxima? Parece impossível, mas uma empresa na Itália fez isso! Os cozinheiros e garçons são os próprios presos, mas há também um chef profissional e uma maître de fora. O restaurante tem 50 lugares, fica na II Casa di Reclusione de Milano Bollate,
e tem como objetivo ajudar prisioneiros em processo de reabilitação de
inclusão social. Para a segurança de todos, principalmente dos clientes,
todos os talheres são de plástico.
Waterfalls Restaurant
Comer aos pés de uma cachoeira parece impossível, mas se você se hospedar no Villa Escudero Resort, nas Filipinas, pode viver essa experiência. A água da cachoeira toca nos seus pés enquanto você experimenta as comidas típicas do local. A decoração é toda rústica, feita de bambus e folhas, para acompanhar as beleza naturais que estão em volta.
Um grupo de geólogos descobriu como — e quanto — o núcleo interno da Terra realimentou o campo magnético do nosso planeta
após um colapso quase completo da magnetosfera. Para isso, os
cientistas usaram rochas que funcionam como marcadores magnéticos
naturais e determinaram duas novas datas da nossa história geológica.
Há mais de meio bilhão de anos, no início do período cambriano, o campo
magnético da Terra quase se extinguiu, para voltar a crescer apenas 15
milhões de anos depois. A causa desse colapso e da recuperação ainda era
um mistério — até agora.
Os geólogos estudaram rochas de Oklahoma que foram criadas nessa época.
Minerais com propriedades magnéticas, quando ainda quentes (logo após
sua formação), elas são afetadas pelo campo magnético terrestre.
Com isso, campo magnético das rochas quentes é alinhado
ao campo magnético da Terra. À medida que as rochas esfriam, o campo
magnético delas é "engessado", ou seja, não é mais alterado tão
facilmente. Por isso é possível descobrir como o campo magnético da
Terra era na época em que esses minerais se formaram.
Foto: shooogp/Sketchfab / Canaltech
Estudando as rochas de Oklahoma, os cientistas
encontraram sinais de um evento que começou há cerca de 550 milhões de
anos — antes do surgimento da vida multicelular em nosso planeta —, e
outra data para a realimentação da magnetosfera após a diminuição de sua
intensidade para quase 10%.
A primeira data descoberta foi da época em que o campo
magnético começou a se fortalecer depois de quase colapsar 15 milhões de
anos antes. Esse crescimento foi rápido e ocorreu devido à formação do
núcleo interno sólido de nosso planeta.
Já a segunda data é de 450 milhões de anos atrás,
aproximadamente, quando a estrutura do núcleo interno em crescimento
mudou. Como resultado, uma espécie de fronteira surgiu entre o "coração"
do núcleo interno e a parte mais externa desta mesma esfera sólida. Em
outras palavras, o núcleo interno passou a ser composto por duas
camadas.
Ainda nesta data, ocorreram algumas mudanças no manto do
planeta devido às placas tectônicas na superfície. "Os movimentos das
placas tectônicas na superfície da Terra afetaram indiretamente o núcleo
interno, e a história desses movimentos está impressa nas profundezas
da Terra na estrutura do núcleo interno", disseram os pesquisadores.
O Assunto #762: Varíola dos macacos - o tamanho da crise
Há
cerca de 2 meses, eram 200 casos notificados no mundo, nenhum deles por
aqui. Hoje, são mais de 20 mil em 78 países, o que levou a Organização
Mundial da Saúde a uma rara declaração de “emergência global". No Brasil
o Ministério da Saúde repete condutas que muito nos custaram na
pandemia, como demora em adquirir vacinas, pouca atenção à testagem e
escassez de campanhas de esclarecimento.
Há cerca de 2 meses, eram 200 casos notificados no mundo, nenhum deles por aqui. Hoje, são mais de 20 mil em 78 países, o que levou a Organização Mundial da Saúde a uma rara declaração de “emergência global".
E o Brasil, que está entre os mais atingidos, registrou sua primeira
morte. Em entrevista a Renata Lo Prete, a epidemiologista Denise Garrett
explica as falhas que permitiram a disseminação de uma doença conhecida em regiões da África desde os anos 70 e para a qual existe vacina. “Não temos visto ações coordenadas de contenção",
diz a vice-presidente do Instituto Sabin, que atuou por duas décadas no
Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. Lá, a burocracia tem
atrasado o acesso dos pacientes mais vulneráveis, que sofrem com dores e
lesões no corpo, ao antiviral disponível. Enquanto no Brasil o
Ministério da Saúde repete condutas que muito nos custaram na pandemia,
como demora em adquirir vacinas, pouca atenção à testagem e escassez de campanhas de esclarecimento. “Quando se trata de uma doença infecciosa”, observa Denise, “semanas, dias até, fazem muita diferença”. Embora seja um meio de transmissão recorrente no momento, “esta não é uma doença de homens que fazem sexo com homens”, alerta Denise, lembrando que crianças estão entre os grupos de risco. “O estigma só atrapalha o enfrentamento”.
Sono: 7 alimentos que podem te ajudar a dormir melhor
Nada melhor que uma boa noite de sono para ficar revigorado. Para isso, veja o que evitar e o que comer antes da hora de dormir
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a
insônia afeta 40% dos brasileiros. A privação do sono pode prejudicar a
saúde, uma vez que afeta o sistema imunológico e aumenta os riscos de
desenvolver doenças como hipertensão, diabetes, depressão e obesidade.
A alimentação é uma forte aliada na produção de
substâncias importantes, como vitamina B6, magnésio e triptofano,
indispensáveis para a qualidade do sono. "O triptofano, assim que
reconhecido pelo nosso cérebro, estimula a produção de
um neurotransmissor chamado serotonina, que é responsável pela regulação
do sono, bom humor e sensação de bem-estar. A ingestão de vitamina B6 e
magnésio ajuda na produção do triptofano em nosso corpo", explica
Bettina Del Pino, nutricionista especializada em nutrição clínica e
esportiva.
A especialista ainda esclarece que não é só a
alimentação que interfere no sono, mas ao contrário também. "Noites mal
dormidas afetam diretamente as escolhas alimentares durante o dia. Não
dormir por tempo suficiente ou ter uma noite de má qualidade leva ao
aumento da ingestão de opções ricas em gordura, como uma forma de
recompensa para o cérebro", pondera.
Dessa maneira, Bettina separou sete alimentos que contribuem para noites de sono revigorantes. Confira:
1. Grãos integrais: grandes fornecedores de carboidrato, contêm vitaminas e minerais que podem auxiliar numa melhor absorção de triptofano.
2. Castanhas e sementes: são fontes
ricas em triptofano. Além disso, são fornecedoras de magnésio, que
auxilia no combate dos efeitos do hormônio do estresse.
3. Aveia: é fonte de melatonina, conhecida popularmente como hormônio do sono. A substância auxilia a adormecer mais facilmente.
4. Grão-de-bico, ervilha, feijão, lentilha e soja: fontes ricas de triptofano, além de vitaminas do complexo B, que ajudam no bom funcionamento do sistema nervoso.
5. Banana: rica em triptofano, carboidratos e magnésio,
responsáveis pelo auxílio na produção de hormônios como a serotonina e
melatonina, que contribuem para a qualidade do sono.
6. Frutas vermelhas e kiwi: são ricas em antioxidantes, que favorecem o controle e o tratamento dos distúrbios do sono.
7. Maracujá: o maracujá tem
propriedades calmantes, que atuam diretamente no sistema nervoso
central, produzindo efeito analgésico e relaxante muscular.
A nutricionista ainda lembra que alguns alimentos devem
ser evitados durante a noite, pois deixam o corpo em alerta ou são de
difícil digestão. "Deve-se evitar bebidas com cafeína, como chá preto,
chá mate, chá verde, café e energético, alimentos gorduroso, frituras,
refrigerante e bebidas alcoólicas", orienta.
"Uma alimentação saudável e balanceada é forte aliada no
combate à insônia, mas é aconselhável que as pessoas procurem
acompanhamento médico", finaliza Bettina.
“Viúva negra” é estrela mais pesada da galáxia; conheça outras do tipo
Além da estrela de nêutrons
“viúva negra”, o universo conta com corpos celestes que chegam a ter
massa equivalente a mais de 250 sóis
Estrelas de nêutrons, como a viúva negra, têm campo magnético muito forte
Foto: eli007 / Pixabay
Astrônomos da Universidade de Stanford informaram na
terça-feira (26) que uma estrela de nêutrons descoberta em 2017, a mais
pesada registrada até hoje, foi apelidada de “viúva negra” por ter
destruído e consumido quase toda a massa de seu companheiro estelar. Por
ter 2,35 vezes a massa do nosso Sol, ela é exemplo de como astros podem
evoluir antes de se tornar um buraco negro e sugar tudo ao ser redor.
Quando
um astro explode em uma supernova, seu núcleo magnetizado suga
materiais de outras estrelas ao seu redor, como um ímã. Enquanto isso,
permanece em rotação constante, igual a uma lanterna de farol marítimo.
Assim é formada uma estrela de nêutrons, conhecida também como “pulsar”.
A PSR J0952–0607 recebeu o nome de "viúva negra" em homenagem às aranhas
que praticam canibalismo sexual. Segundo informações obtidas pela
Reuters, o corpo celeste já adquiriu massa 20 vezes maior que o maior
planeta do nosso Sistema Solar: Júpiter.
Localizada a aproximadamente 20 mil anos-luz da Terra —
ou 9,5 trilhões de quilômetros, ainda na nossa Via-Láctea, a "viúva
negra" segue em constante expansão. Apesar de ser a estrela mais pesada
da galáxia atualmente, há ainda outros corpos celestes gigantes que
surpreenderam cientistas e merecem ser mencionados.
Estrelas de nêutrons são pequenas, mas pesam mais que o Sol
Foto: ipicgr / Pixabay
Westerhout 49-2 (Westerhout 49)
Pesando
250 vezes a mais que o nosso Sol, a Westerhout 49-2 é a estrela mais
pesada e brilhante do universo até o momento. Ela fica fora da
Via-Láctea, na região de Westerhout 49 — descoberta por Gart Westerhout,
em 1958. Sua temperatura é de aproximadamente 35.500 graus kelvin,
sendo 55 vezes mais quente que a superfície do Sol.
BAT99-98 (Grande Nuvem de Magalhães)
Em
segundo lugar, a BAT99-98 aparece com massa de 226 sóis. Localizada na
Grande Nuvem de Magalhães — uma das galáxias próximas à Via-Láctea —, a
estrela faz parte da Nebulosa da Tarântula. Estima-se que o corpo
celeste tenha perdido massa de 20 sóis desde seu nascimento.
R136a1 (Grande Nuvem de Magalhães)
Com
massa 196 vezes maior que o nosso Sol, a R136a1 é um dos corpos
celestes mais pesados do universo. Localizada na Grande Nuvem de
Magalhães, no meio da Nebulosa da Tarântula, a R136a1 também é uma das
estrelas mais brilhantes. Segundo um estudo publicado em 2016, o objeto
pode ter entre 100 mil e 1 milhão de anos de idade.
Melnick 42 (Grande Nuvem de Magalhães)
Melnick
42 é uma estrela azul gigante localizada na Nebulosa da Tarântula, na
Grande Nuvem de Magalhães. Ela é 21 vezes maior que o nosso astro-rei e
tem massa de 189 sóis, aproximadamente. Esse astro também chama atenção
pela temperatura de 47.300 graus kelvin, sendo 73 vezes mais quente que a
superfície do Sol.
HD 15558 (Via-Láctea)
Com
massa de 152 sóis, o corpo celeste gigante HD 15558 faz parte da
constelação de Cassiopeia, na região do Braço de Perseus. Esse astro é,
na verdade, composto por duas estrelas, formando um sistema binário e
bastante denso. Na Via-Láctea, a HD 15558 é o objeto mais denso da
galáxia.
WR 102ka (Via-Láctea)
Localizada
na constelação de Sagitário, a WR 102ka também é conhecida como Peony
por lembrar o formato da flor peônia. Com massa de aproximadamente 100
sóis, ela é uma estrela do tipo Wolf-Rayet, com emissão intensa de
combinações de gases como hélio e nitrogênio ou hélio, carbono e
oxigênio. Esses objetos se encontram em uma fase avançada de evolução
estelar e perdem massa em frequência muito alta. Eles costumam ser raros
no universo, pois têm expectativas curtas de vida.