terça-feira, 29 de novembro de 2011

Ta aí um esportivo bonito deve pegar no mercado.

28/11/2011 - 18h41

Toyota revela cupê esportivo

DE SÃO PAULO
Após um longo tempo sem novidades no segmento dos esportivos, a Toyota apresentou o cupê GT 86.

Divulgação
O carro preserva as linhas do conceito FT-86 II, apresentado em março no Salão de Genebra.
Desenvolvido em parceria com a também japonesa Subaru, o novo Toyota tem motor 2.0 turbo de 200 cv. O melhor é o baixo peso do cupê: 1.210 quilos na versão com câmbio manual, 35 quilos a menos que um Toyota Corolla XLi.

Divulgação
O GT 86 estará no Salão de Tóquio, que será aberto ao público no sábado (3).

Interessante esta perquisa com os voo dos pombos.

29/11/2011 02h00 - Atualizado em 29/11/2011 02h00

Câmeras de alta velocidade revelam que pombos voam como helicópteros

Cientista analisou comportamento de voo dos animais.
Estudo foi publicado nesta semana nos Estados Unidos.

Do G1, em São Paulo
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Os pombos podem ser mais parecidos com insetos e helicópteros do que com outras aves – pelo menos quando o assunto é manobra aérea. O cientista Ivo Ros, da Universidade Harvard, usou câmeras de alta velocidade para analisar os padrões de voo dos animais enquanto eles faziam um percurso em um corredor.
Pombos durante análise de voo feita na Universidade Harvard  (Foto: Cortesia/S.A. Combes)Pombos durante análise de voo feita na Universidade Harvard (Foto: Cortesia/S.A. Combes)
Devido ao espaço reduzido, os pombos precisaram fazer curvas de 90 graus em baixa velocidade.
Ao estudar as imagens, Ros reparou que para se manterem no ar, os pombos produzem forças aerodinâmicas em uma direção uniforme. Eles redirecionam seus corpos para que elas estejam na direção correta – um comportamento-chave para realizar essas curvas em baixa velocidade.
Nesse ponto, o voo dos pombos é parecido com o do beija-flor, concluiu o estudo publicado na revista “PNAS” nesta semana.
Foto feita durante estudo do padrão do voo dos pombos (Foto: Cortesia/S.A. Combes)Foto feita durante estudo do padrão do voo dos pombos (Foto: Cortesia/S.A. Combes)

Não precisa mais ir no Caribe, nos temos um aqui mesmo é só aproveitar o belo lugar.

A apaixonante Ilha do Amor, no ‘Caribe amazônico’

Alter do Chão, no litoral do Pará, já foi considerada uma das melhores praias do Brasil

Publicado:
Atualizado:
Ilha do Amor, em Alter do Chão, onde se chega após cinco minutos de barco a remo ou um minuto de voadeira navegando pelo rio Tapajós Foto: Fernanda Krakovics / Agência O Globo
Ilha do Amor, em Alter do Chão, onde se chega após cinco minutos de barco a remo ou um minuto de voadeira navegando pelo rio Tapajós Fernanda Krakovics / Agência O Globo
ALTER DO CHÃO - Não é à toa que a vila de Alter do Chão, a cerca de 35 quilômetros de Santarém, no Pará, é conhecida como o “Caribe amazônico”. O local é sucesso inclusive em publicações internacionais — já tendo sido citado pelo “The Guardian”, entre as melhores praias do Brasil. O Rio Tapajós é de um azul cristalino, a água é morna e a areia, branca. E sem mosquitos a incomodar, devido à acidez da água, resta aos visitantes relaxar em suas praias, passear de barco e, para quem quiser, explorar a Floresta Nacional do Tapajós, fazendo uma trilha, tomando banho de igarapé e conhecendo a realidade de uma comunidade ribeirinha.
Diante da imensidão do Tapajós, às vezes é difícil acreditar que estamos num rio. Em alguns trechos, ele chega a ter impressionantes 18 quilômetros de largura. Em Alter, a praia que faz mais sucesso é a Ilha do Amor, localizada bem em frente à vila e seu cartão-postal. A travessia é feita em barquinhos a remo, leva cerca de cinco minutos e custa R$ 3. No mês de novembro as águas baixam ainda mais e é possível chegar lá a pé.
A Praia do Cajueiro também encanta os visitantes, e fica a dez minutos a pé do centro da vila. Nas duas há barracas que servem bolinho de piracuí (farinha feita de peixe seco socado no pilão), iscas de peixe e tucunaré na chapa.
Entre os passeios de barco, há o Lago Verde, que inclui passagem por igapós (áreas de floresta amazônica alagada); a praia de Ponta das Pedras, com formações rochosas; e a Ponta do Cururu, onde você verá um lindo pôr do sol e, com sorte, botos. Prepare-se para tomar um banho mesmo no barco, na ida ou na volta de Ponta das Pedras, dependendo da direção do vento.
Caminhada e banho de igarapé às margens do Rio Tapajós
Partindo de Alter do Chão, também vale a pena conhecer é a Floresta Nacional do Tapajós (Flona Tapajós), a uma hora e meia de voadeira (lancha veloz). O passeio inclui caminhada de três horas pela floresta, parando para apreciar árvores como Breu Branco, utilizada no preparo de remédios para sinusite, seringueiras e uma enorme sumaúma.


Apesar de ter um trecho de subida, a caminhada não é pesada, mas torna-se cansativa por causa do forte calor, principalmente na área de floresta secundária, que foi desmatada no passado, antes de o local ser transformado em Unidade de Conservação. Mas a vegetação é tão fechada nesse trecho que um leigo só percebe a diferença a sua volta por causa do aumento do calor e do solo arenoso. Depois da caminhada, a pedida é um bom banho de igarapé, com água bem mais gelada que a do Tapajós.
Um dos pontos de partida para a trilha é a comunidade de Jamaraquá, formada por 24 famílias que vivem da extração da borracha e do turismo. Mas, antes de fazer esse passeio, certifique-se de que o guia contratado tem autorização do Instituto Chico Mendes (ICMBio) para entrar na reserva florestal. O preço médio fica em torno de R$ 150 por pessoa para um grupo de três.
O verão amazônico vai de agosto a dezembro. A partir de novembro, o calor é muito intenso. A melhor época para visitar Alter do Chão é durante o mês de setembro, quando as águas do rio baixam, formando bancos de areia e praias, e a temperatura é amena. Mas é justamente nessa época que Alter vive seu período de altíssima temporada, com a realização do Sairé.
O Sairé, festa de cunho religioso e bastante importante para as comunidades da região, acontece na segunda quinzena de setembro. O evento é marcado pela procissão fluvial que dá início à programação e inclui shows de carimbó e uma disputa dos botos Tucuxi e Cor de Rosa, nos moldes dos bois de Parintins.
Mas o Sairé costuma superlotar a vila, expondo a frágil estrutura da região para comportar tantos visitantes de uma vez só. Por isso, quem quiser programar sua viagem para o mês de setembro deve fazê-lo com bastante antecedência, já que a oferta de quartos em pousadas e hotéis é limitada para o volume de visitantes que a localidade atrai nesse período.
Quatro dias são suficientes para explorar o lugar. Devido à proximidade de Santarém, principal cidade no oeste do Pará, a vila de Alter do Chão oferece infraestrutura razoável. Há bons hotéis e pousadas, mas não há muitos restaurantes. A especialidade são os pratos à base de peixe. Tucunaré, surubim, tambaqui e pirarucu são as grandes atrações, servidos na chapa, à escabeche, na manteiga ou na forma de moqueca.
Procure levar dinheiro em espécie, já que nenhum lugar aceita cartão e há somente um caixa eletrônico da Caixa Econômica, no mercadinho, e uma agência dos Correios que funciona como banco postal do Bradesco.
COMO CHEGAR
Alter do Chão: De Santarém saem ônibus diariamente, de hora em hora, para Alter do Chão. De táxi, a viagem é feita em menos de uma hora e custa cerca de R$ 80.
ONDE FICAR
Hotel Beloalter: Situado em uma praia particular do Lago Verde, cobra diárias a partir de R$ 184. Tel. (93) 3527-1230. beloalter.com.br
Hotel Mirante da Ilha: De frente para o rio Tapajós, o hotel fica ao lado da praia do Cajueiro. Diárias a partir de R$ 153. Rua Lauro Sodré 369. Tel. (93) 3527-1268. hotelmirantedailha.com.br
Pousada Vila da Praia: A um quarteirão da praia, a pousada oferece chalés com ar-condicionado a partir de R$ 100. Trav. Copacabana 145. Tel. (93) 8114.2694. viladapraiapousada.blogspot.com
PASSEIOS
Raimundo: É possível combinar de fazer os três passeios visitando as Ilhas do Amor e do Cajueiro, além do Lago Verde, todos de uma vez só, por um preço único em torno de R$ 70. Os passeios são tratados em uma barraca na Ilha do Amor ou pelo telefone (93) 9139-1680.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/boa-viagem/a-apaixonante-ilha-do-amor-no-caribe-amazonico-3340099#ixzz1f4lzOqKy
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Em foco: Alter do Chão

A Ilha do Amor, em Alter do Chão, o "Caribe amazônico" Foto: Fernanda Krakovics / Agência O Globo
A Ilha do Amor, em Alter do Chão, o "Caribe amazônico" Fernanda Krakovics / Agência O Globo
A procissão do Sairé, principal evento religioso da região de Alter do Chão Foto: Fernanda Krakovics / Agência O Globo
A procissão do Sairé, principal evento religioso da região de Alter do Chão Fernanda Krakovics / Agência O Globo
Pôr do sol inesquecível em pleno Rio Tapajós, na altura de Alter do Chão Foto: Fernanda Krakovics / Agência O Globo
Pôr do sol inesquecível em pleno Rio Tapajós, na altura de Alter do Chão Fernanda Krakovics / Agência O Globo
Passeios pelos igarapés são comuns em Alter do Chão, no Pará Foto: Fernanda Krakovics / Agência O Globo
Passeios pelos igarapés são comuns em Alter do Chão, no Pará Fernanda Krakovics / Agência O Globo
O "Caribe amazônico": Alter do Chão, perto de Santerém, no Pará, é uma das praias mais bonitas do Brasil Foto: Fernanda Krakovics / Agência O Globo
O "Caribe amazônico": Alter do Chão, perto de Santerém, no Pará, é uma das praias mais bonitas do Brasil Fernanda Krakovics / Agência O Globo
Crianças preparam barquinhos para o Sairé, às margens do Tapajós Foto: Fernanda Krakovics / Agência O Globo
Crianças preparam barquinhos para o Sairé, às margens do Tapajós Fernanda Krakovics / Agência O Globo

Ele estava quieto e resolveu acordar isto é a prova de que eles estão ativos e outros se acordarão em breve, a cordilheira dos Andes é carregada de vulcões que um dia irá despertar ????

Equador aumenta alerta de emergência por vulcão Tungurahua
28 de novembro de 2011 • 22h40



Equador aumenta alerta de emergência por vulcão Tungurahua. Foto: EFE Equador aumenta alerta de emergência por vulcão Tungurahua
Foto: EFE

O Comitê de Operações de Emergência da província de Tungurahua, na região central do Equador, aumentaram nesta segunda-feira o alerta amarelo para laranja ante a crescente atividade do vulcão Tungurahua. A polícia e o Ministério dos Transportes e Obras Públicas estão prontos para colocar em prática um plano de emergência para proteger a população que vive nas proximidades. As informações são do El Comercio.
Nas últimas 24 horas, o vulcão expeliu colunas de vapor contendo cinzas que alcançaram 3 mil metros de altura. Segundo técnicos do Instituto de Geofísica que monitoram a atividade eruptiva, fortes explosões de lava foram registradas sobre a cratera, provocando vibração em localidades como Runtún e Guadalupe. As cinzas também atingiram os povoados de Matus, Bayushig, Manzano y Penipe e Cahuají y Cusúa.
O Serviço Nacional de Gestão de Riscos, que coordena todas as ações, pediu às pessoas que vivem nas áreas próximas ao Tungurahua que cumpram as recomendações de segurança dadas pelas autoridades.
O vulcão Tungurahua está em processo eruptivo desde o último sábado. Moradores da cidade de Baños deixaram suas casas para escapar da fumaça e das cinzas. O Tungurahua começou a entrar em atividade em 1999.
Em fúria, vulcão Tungurahua expele lava durante erupção na região de Cotalo, a 135 km de Quito, no Equador. A reativação do processo eruptivo do vulcão obrigou as autoridades a aumentar o alerta amarelo para laranja nas áreas habitadas, segundo informações da Secretaria Nacional de Gestão e Risco do país. Nas últimas horas, o Tungurahua apresentou explosões e fortes fluxos de lava, cinzas e cascalho  Foto: EFE
Em fúria, vulcão Tungurahua expele lava durante erupção na região de Cotalo, a 135 km de Quito, no Equador. A reativação do processo eruptivo do vulcão obrigou as autoridades a aumentar o alerta amarelo para laranja nas áreas habitadas, segundo informações da Secretaria Nacional de Gestão e Risco do país. Nas últimas horas, o Tungurahua apresentou explosões e fortes fluxos de lava, cinzas e cascalho
Imagem do Instituto de Geofísica do Equador mostra o Tungurahua em reinício de atividade  Foto: AFP
Imagem do Instituto de Geofísica do Equador mostra o Tungurahua em reinício de atividade 
O vulcão está localizado na região de Cotalo, a 135 km de Quito  Foto: AFP
O vulcão está localizado na região de Cotalo, a 135 km de Quito
Erupção cria chuva de lava nos arredores do vulcão  Foto: EFE
Erupção cria chuva de lava nos arredores do vulcão
Nas últimas horas, o Tungurahua apresentou explosões e forte fluxo de lava, cinzas e cascalho  Foto: EFE
Nas últimas horas, o Tungurahua apresentou explosões e forte fluxo de lava, cinzas e cascalho
A reativação do vulcão obrigou as autoridades a aumentar o alerta amarelo para laranja nas áreas habitadas  Foto: EFE
A reativação do vulcão obrigou as autoridades a aumentar o alerta amarelo para laranja nas áreas habitadas
Fumaça expelida do vulcão corta o céu equatoriano  Foto: EFE
Fumaça expelida do vulcão corta o céu equatoriano
Mais fotos do Vulcão:

Cratera do Tungurahua volta a cuspir lava na região de Cotalo  Foto: AFP
Cratera do Tungurahua volta a cuspir lava na região de Cotalo
Fumaça expelida por vulcão forma nuvem negra no céu equatoriano  Foto: AFP
Fumaça expelida por vulcão forma nuvem negra no céu equatoriano
O vulcão Tungurahua expele fumaça e material incandescente pelo terceiro dia, no município de Cotalo  Foto: AFP
O vulcão Tungurahua expele fumaça e material incandescente pelo terceiro dia, no município de Cotalo
Nos arredores do Tungurahua se encontram vários povoados, como o turístico Baños  Foto: AFP
Nos arredores do Tungurahua se encontram vários povoados, como o turístico Baños
Fumaça do vulcão Tungurahua cobre o céu em Cotalo, no Equador  Foto: AFP
Fumaça do vulcão Tungurahua cobre o céu em Cotalo, no Equador

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Depos desta demostração de força acha ainda que eles vão querer provocação com quem já avisou que se mecher com ele, ele vai revidar.

Irã troca ameaças com Israel e EUA; conheça arsenal do país
28 de novembro de 2011 • 15h03 • atualizado às 15h03 

A tensão crescente entre Irã e Israel e Estados Unidos têm sido marcada pela frequente troca de ameaças. No domingo, o ministro da Defesa do Irã, Ahmad Vahidi, ameaçou ensinar aos Estados Unidos o verdadeiro significado da guerra e alertou para os golpes destrutivos e poderosos dos mísseis e foguetes do Irã. Apesar de haver muita desinformação sobre o poderio de suas armas, o Irã é notório por realizar seguidos testes de mísseis. Veja a seguir parte do arsenal iraniano   Foto: Terra
A tensão crescente entre Irã e Israel e Estados Unidos têm sido marcada pela frequente troca de ameaças. No domingo, o ministro da Defesa do Irã, Ahmad Vahidi, ameaçou ensinar aos Estados Unidos o "verdadeiro significado da guerra" e alertou para os "golpes destrutivos e poderosos dos mísseis e foguetes do Irã". Apesar de haver muita desinformação sobre o poderio de suas armas, o Irã é notório por realizar seguidos testes de mísseis. Veja a seguir parte do arsenal iraniano
Mini-submarino Ghadir: Os submarinos Ghadir são usados pela marinha iraniana desde 2009. Eles têm como objetivo atuar em patrulhamento, detecção de minas e em combates - são capazes de disparar torpedos Hoot. Eles podem atingir velocidade aproximada de 20 km/h  Foto: AFP
Mini-submarino Ghadir: Os submarinos Ghadir são usados pela marinha iraniana desde 2009. Eles têm como objetivo atuar em patrulhamento, detecção de minas e em combates - são capazes de disparar torpedos Hoot. Eles podem atingir velocidade aproximada de 20 km/h
Míssil Saeqeh: Esta família de mísseis foi testada em abril de 2010 durante uma série de exercícios militares promovidos pelo Irã. Acredita-se que ele faça parte do projeto iraniano que busca produzir mísseis capazes de atingir a Europa oriental até 2014  Foto: AFP
Míssil Saeqeh: Esta família de mísseis foi testada em abril de 2010 durante uma série de exercícios militares promovidos pelo Irã. Acredita-se que ele faça parte do projeto iraniano que busca produzir mísseis capazes de atingir a Europa oriental até 2014
Caça Azarakhsh: O nome Azarakhsh (relâmpago, em português) se refere a uma série de aviões de combate desenvolvido pela força aérea iraniana. Os caças, cujas especificidades não são divulgadas pelo governo iraniano, foram desenvolvidos em 1997   Foto: AFP
Caça Azarakhsh: O nome Azarakhsh (relâmpago, em português) se refere a uma série de aviões de combate desenvolvido pela força aérea iraniana. Os caças, cujas especificidades não são divulgadas pelo governo iraniano, foram desenvolvidos em 1997
Caça Saeqeh: Este caça é a segunda geração das aeronaves Azarakhsh produzido em conjunto pela força aérea iraniana e o ministério da Defesa do país. Ele foi apresentado oficialmente em setembro de 2007. Ele é baseado no modelo americano F-5  Foto: AFP
Caça Saeqeh: Este caça é a segunda geração das aeronaves Azarakhsh produzido em conjunto pela força aérea iraniana e o ministério da Defesa do país. Ele foi apresentado oficialmente em setembro de 2007. Ele é baseado no modelo americano F-5
Míssil Ghadr-110: Essa linha de mísseis balísticos de médio alcance capaz de atingir alvos a uma distância entre 2,5 mil km e 3 mil km. Eles são desenvoldios pela indústria militar do país  Foto: Getty Images
Míssil Ghadr-110: Essa linha de mísseis balísticos de médio alcance capaz de atingir alvos a uma distância entre 2,5 mil km e 3 mil km. Eles são desenvoldios pela indústria militar do país
Míssil Fateh: O míssil superfície-superfície Fateh 110 produzido pela indústria iraniana desde 2002 é capaz de atingir alvos a até 200 km de distância. Acredita-se que os mísseis podem atingir a velocidade de 4.300 km/h. O artefato carrega uma única ogiva  Foto: AFP
Míssil Fateh: O míssil superfície-superfície Fateh 110 produzido pela indústria iraniana desde 2002 é capaz de atingir alvos a até 200 km de distância. Acredita-se que os mísseis podem atingir a velocidade de 4.300 km/h. O artefato carrega uma única ogiva
Míssil Ghasedak: Esse tipo de míssil foi desenvolvido com tecnologia iraniana para atacar alvos em solo. Foram apresentados pela primeira vez em uma parada militar em abril de 2008, em Teerã  Foto: Getty Images
Míssil Ghasedak: Esse tipo de míssil foi desenvolvido com tecnologia iraniana para atacar alvos em solo. Foram apresentados pela primeira vez em uma parada militar em abril de 2008, em Teerã
Rifle Nakhjir: Este rifle do tipo sniper é uma variação iraniana do rifle de fabricação soviética SVD (Dragunov)  Foto: AP
Rifle Nakhjir: Este rifle do tipo sniper é uma variação iraniana do rifle de fabricação soviética SVD (Dragunov)
Fragatas Alvand: Esta classe de fragata, composta por quatro unidades, foi fabricada no Reino Unido e comercializado com o Irã no final dos anos 60. Uma das unidades foi afundada pelo exército americano em 1988. As demais, que ainda estão em serviço, são capazes de navegar a até 72 km/h. Elas têm alcance máximo de 9 mil km a uma velocidade de 28 km/h  Foto: AP
Fragatas Alvand: Esta classe de fragata, composta por quatro unidades, foi fabricada no Reino Unido e comercializado com o Irã no final dos anos 60. Uma das unidades foi afundada pelo exército americano em 1988. As demais, que ainda estão em serviço, são capazes de navegar a até 72 km/h. Elas têm alcance máximo de 9 mil km a uma velocidade de 28 km/h
Avião não-tripulado Karrar: Esta aeronave não-tripulada  de fabricação iraniana foi apresentada pelo governo do país em um vídeo divulgado em agosto de 2010. Não há informações precisas sobre o avião, mas acredita-se que ele seja capaz de carregar explosivos e realizar operações de vigilância. Elas estão em fase de testes  Foto: Reprodução
Avião não-tripulado Karrar: Esta aeronave não-tripulada de fabricação iraniana foi apresentada pelo governo do país em um vídeo divulgado em agosto de 2010. Não há informações precisas sobre o avião, mas acredita-se que ele seja capaz de carregar explosivos e realizar operações de vigilância. Elas estão em fase de testes
Míssil Kowsar: Este míssil, cujo nome homenageia um rio no paraíso, é um míssil de médio alcance produzido pelo Irã para atacar alvos em alto mar - tem capacidade para afundar navios do tamanho de uma corveta. Eles são equipados com sistemas remotos de controle e de busca. Eles foram testados pela primeira vez em 2006 e foram desenvolvidos para serem lançados de plataformas móveis, o que os torna mais difíceis de detectar e destruir  Foto: AFP
Míssil Kowsar: Este míssil, cujo nome homenageia um rio no paraíso, é um míssil de médio alcance produzido pelo Irã para atacar alvos em alto mar - tem capacidade para afundar navios do tamanho de uma corveta. Eles são equipados com sistemas remotos de controle e de busca. Eles foram testados pela primeira vez em 2006 e foram desenvolvidos para serem lançados de plataformas móveis, o que os torna mais difíceis de detectar e destruir
Míssil Nasr 1: É um míssil cruzeiro de curto alcance de fabricação iraniana capaz de evitar radares e destruir alvos de 3 mil toneladas, como navios de guerra. Eles podem ser lançados de navios, submarinos, helicópteros e estruturas em terra. Eles foram testados começaram a ser produzidos em larga escala em março de 2010, segundo o governo do país   Foto: AFP
Míssil Nasr 1: É um míssil cruzeiro de curto alcance de fabricação iraniana capaz de evitar radares e destruir alvos de 3 mil toneladas, como navios de guerra. Eles podem ser lançados de navios, submarinos, helicópteros e estruturas em terra. Eles foram testados começaram a ser produzidos em larga escala em março de 2010, segundo o governo do país
Míssil Noor: Este míssil é uma variação iraniana do chinês C-802. Eles foram produzidos para atacar embarcações a uma distância de até 200 km. Eles podem ser lançados de plataformas terrestres e marinhas  Foto: AFP
Míssil Noor: Este míssil é uma variação iraniana do chinês C-802. Eles foram produzidos para atacar embarcações a uma distância de até 200 km. Eles podem ser lançados de plataformas terrestres e marinhas
Avião Iran-140: Este avião de transporte foi a primeira aeronave de fabricação iraniana capaz de levar passageiros. O avião, desenvolvido com assistência ucraniana, foi apresentado em 2001 e atualmente é empregado pelas forças armadas do país para transportar unidades  Foto: AFP
Avião Iran-140: Este avião de transporte foi a primeira aeronave de fabricação iraniana capaz de levar passageiros. O avião, desenvolvido com assistência ucraniana, foi apresentado em 2001 e atualmente é empregado pelas forças armadas do país para transportar unidades
Tanque Raad: Este blindado foi apresentado em 1996 como a primeira unidade de artilharia howitzer de fabricação iraniana. Ele é capaz de realizar disparos de calibre 122 mm a uma distância de até 15,2 km. O tanque tem um alcance operacional de 500 km e velocidade máxima de 65 km/h  Foto: AFP
Tanque Raad: Este blindado foi apresentado em 1996 como a primeira unidade de artilharia howitzer de fabricação iraniana. Ele é capaz de realizar disparos de calibre 122 mm a uma distância de até 15,2 km. O tanque tem um alcance operacional de 500 km e velocidade máxima de 65 km/h
Míssil Sayyad: Esta família de mísseis superfície-ar foi desenvolvida para proteção antiaérea. O modelo Sayyad 2 foi apresentado este ano é uma versão mais precisa, com maior alcance e maior poder de destruição comparada ao Sayyad 1. Ele pode atingir qualquer tipo de aeronave a média e alta altitudes. Ele carrega ogivas de 200 kg e pode alcançar uma velocidade de 4,3 mil km/h  Foto: AFP
Míssil Sayyad: Esta família de mísseis superfície-ar foi desenvolvida para proteção antiaérea. O modelo Sayyad 2 foi apresentado este ano é uma versão mais precisa, com maior alcance e maior poder de destruição comparada ao Sayyad 1. Ele pode atingir qualquer tipo de aeronave a média e alta altitudes. Ele carrega ogivas de 200 kg e pode alcançar uma velocidade de 4,3 mil km/h
Pistola PC-9 ZOAF: Esta pistola semi-automática de calibre 9 mm é uma variação iraniana não licenciada da pistola suíça SIG P-226  Foto: Reprodução
Pistola PC-9 ZOAF: Esta pistola semi-automática de calibre 9 mm é uma variação iraniana não licenciada da pistola suíça SIG P-226
Lançador de foguetes RPG-7: Este lançador de foguetes é um clássico exemplar da produção de armas soviética lançado em 1961 e ainda empregado por muitos países, incluindo o Irã. É capaz de efetuar disparos de calibre 85 mm a uma distância efetiva de 200 m. Tem como principal utilidade interceptar tanques  Foto: AFP
Lançador de foguetes RPG-7: Este lançador de foguetes é um clássico exemplar da produção de armas soviética lançado em 1961 e ainda empregado por muitos países, incluindo o Irã. É capaz de efetuar disparos de calibre 85 mm a uma distância efetiva de 200 m. Tem como principal utilidade interceptar tanques
Lançador de foguetes sem recuo SPG-9: Este armamento de fabricação soviética é utilizado desde 1962. Ele foi produzido para ser carregado por uma pessoa e disparar foguetes de calibre 73 mm a partir de tripés  Foto: AFP
Lançador de foguetes sem recuo SPG-9: Este armamento de fabricação soviética é utilizado desde 1962. Ele foi produzido para ser carregado por uma pessoa e disparar foguetes de calibre 73 mm a partir de tripés
Submarino de ataque Kilo (SKK): A classe de submarinos Kilo foi desenhada na União Soviética. Acredita-se que o Irã tenha comprado três unidades entre 1992 e 1996. Este submarino anti-naval é capaz de disparar torpedos de calibre 530mm. Ele é capaz de atingir a velocidade máxima de 37km/h e tem alcance de 18 mil km  Foto: AP
Submarino de ataque Kilo (SKK): A classe de submarinos Kilo foi desenhada na União Soviética. Acredita-se que o Irã tenha comprado três unidades entre 1992 e 1996. Este submarino anti-naval é capaz de disparar torpedos de calibre 530mm. Ele é capaz de atingir a velocidade máxima de 37km/h e tem alcance de 18 mil km
Tanque T-62: Este tanque de guerra soviético foi produzido a partir de 1961 e ainda é empregado pelo exército iraniano. Ele é armado com um canhão de 115 mm capaz de atingir alvos a até 3 km. O T-62 tem um alcance operacional de 450 km e velocidade máxima de 50 km/h  Foto: AFP
Tanque T-62: Este tanque de guerra soviético foi produzido a partir de 1961 e ainda é empregado pelo exército iraniano. Ele é armado com um canhão de 115 mm capaz de atingir alvos a até 3 km. O T-62 tem um alcance operacional de 450 km e velocidade máxima de 50 km/h
Tanque T-72: A versão seguinte do T-62, este tanque soviético foi produzido a partir de 1971. É armado com um canhão de 125 mm capaz de atingir alvos a até 4,5 km de distância. O blindado tem um alcance operacional de até 600 km e é capaz de atingir 60 km/h em estradas  Foto: AFP
Tanque T-72: A versão seguinte do T-62, este tanque soviético foi produzido a partir de 1971. É armado com um canhão de 125 mm capaz de atingir alvos a até 4,5 km de distância. O blindado tem um alcance operacional de até 600 km e é capaz de atingir 60 km/h em estradas
Metralhadora Uzi: Esta é uma arma fabricada pelo grande rival do Irã, Israel - talvez seja o mais famoso armamento de produção israelense. Na ativa desde 1950, a Uzi é capaz de efetuar até 600 disparos por minuto de calibres 9x19 mm, .22 LR, .45 ACP e .41 AE. Ela pesa 3,5 kg  Foto: Getty Images
Metralhadora Uzi: Esta é uma arma fabricada pelo grande rival do Irã, Israel - talvez seja o mais famoso armamento de produção israelense. Na ativa desde 1950, a Uzi é capaz de efetuar até 600 disparos por minuto de calibres 9x19 mm, .22 LR, .45 ACP e .41 AE. Ela pesa 3,5 kg

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Visitem Corumbau vejam como é.


Corumbau


Lugarejo deserto no sul da Bahia

O nome não poderia ser outro: Corumbau, que na língua Pataxó significa "lugar distante" ou "longe de tudo". É assim que nos sentimos quando vistamos este pedacinho de terra situado no sul da Bahia. Quase isolado do mundo, com acesso por uma estradinha de terra, Corumbau é o lugar prefeito para descansar e esquecer da vida agitada das cidades.

Os 15km de praias totalmente desertas terminam no encontro do rio Corumbau com o mar. Um dos locais mais bonitos da região é formado por uma ponta de areia que avança mar adento por cerca de 500 metros na maré baixa. O contraste do dourado da areia fina com o infinito azul do mar dá a sensação de estarmos em uma região remota. Para compor o cenário, um colar de recifes de mais de 1km forma piscinas naturais. Coqueiros e falésias completam esse paraíso ecológico.
É na Ponta do Corumbau que se localiza a vila de pescadores. Algumas pousadas e restaurantes também ocupam o local, um dos melhores lugares para o banho, na companhia de peixes que ficam represados nas poças da maré baixa. Nadar no mar azulado, andar pelos vários quilômetros de praias desabitadas, admirar as falésias, cavalgar, andar de caiaque no rio ou, simplesmente, descansar bastante. O programa em Corumbau tem um resultado certeiro: não há quem não relaxe em meio a tanta natureza semi-virgem.

Talvez por não ser tão fácil chegar nesse "lugar distante", Corumbau permaneça ainda hoje uma das praias mais preservadas do litoral baiano. O percurso inclui parada em Porto Seguro, viagem de jipe para Caraíva e viagem de barco até a Ponta de Corumbau, ou pode-se seguir via carro de Porto Seguro até a vila. São 220km, sendo os últimos 60 em estrada de barro. Quem puder pagar, pode ter uma viagem bem mais confortável (e rápida, cerca de 25 minutos) em aviões fretados.

Mas quem pensa que nesse cantinho do mundo não há conforto, se engana. Aqui estão algumas das mais luxuosas pousadas do país: uma combinação equilibrada de luxo e rusticidade para quem pode pagar. A preços mais em conta, pousadas situadas na vila recebem turistas que não abrem mão de conhecer essa praia quase intocada. Algo imperdível para quem gosta de natureza. Corumbau é um dos locais mais belos desse planeta, um lugar para ficar marcado na memória de quem passa por aqui.

Passeios


Que tal separar alguns dias, deixar a praia deserta de lado e visitar as redondezas de Corumbau? Ou curtir um dia no rio? Há algumas opções de passeios.

Aldeia Pataxó: vale a pena conhecer a comunidade Pataxó que vive em uma aldeia do outro lado do rio. Aí é possível comprar o típico artesanato indígena.

Rio Corumbau: há opções de passeios de caiaque, barco ou canoas nas águas calmas do rio ou de caminhadas mangue a dentro

Barra do Cahy: há 12km de Corumbau, a Barra do Cahy é considerado por alguns estudiosos como primeiro local onde Pedro Álvares Cabral teria tentado aportar. Mais do que pelo valor histórico, a visita a esse lugar vale pelo cenário espetacular, repleto de falésias. O passeio pode ser feito de barco.

Monte Pascoal: segundo historiadores, o morro foi o primeiro ponto avistado pelos portugueses. Vale um passeio na reserva do Parque Nacional do Monte Pascoal, com área de 22.500 hectares de mata atlântica. Do topo do monte, têm-se a visão do mar de um lado e da Serra do Itamaraju do outro. O trajeto é feito de carro e depois caminhada de meio dia com guia indígena.

Recifes: um dos principais atrativos de Corumbau fica por conta dos recifes formados na maré baixa. Aproveite para fazer um passeio de barco até o recife onde é possível mergulhar, ver os peixes e nadar nas piscinas naturais.

Onde ficar


Decidir onde se hospedar pode ser um dos poucos dilemas de quem visita Corumbau. Para o visitante disposto a gastar, o difícil é escolher entre algumas dos melhores hotéis da Bahia, a exemplo do Jocotoka Ecológico Resort (www.jocotoka.com.br), do Hotel Vila Naia (www.vilanaia.com.br) e da Fazenda São Francisco do Corumbau (www.corumbau.com.br). Há pousadas bem mais simples, e bem mais em conta, como a Verabeli (www.pousadaverabeli.com.br), a Tocca do Veludo (www.corumbaunet.com.br) e a Villa Segovia (www.corumbaunet.com.br/sites/vilaseg/), que também tem uma área de camping.

Como chegar


Em linha reta, Corumbau fica a menos de 100km de Porto Seguro. Mas para chegar até lá a viagem pode ser longa, a depender de quanto você quer desembolsar. De carro, são 220km de Porto Seguro a Corumbau - 60km até Eunápolis, onde pega-se a BR 101 na direção sul até Itamaraju. Siga sentido Prado até Guarani. Daí, faltam os últimos 60km de uma estrada de terra. Outra opção é seguir até Caraíva, onde pega-se um jipe e depois uma lancha. Os hotéis oferecem opções de translado em escunas ou aviões fretados.

As Fotos dos lugares para apreciar.