sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Segundo o Governo o Brasil está no caminho certo, masi segundo as situações o Brasil está afundado em lama e os governantes esta rindo da população, vamos abrir o olho pessoal....

25/01/2013 - 15:15

Mercado de trabalho

Criação de empregos de 2012 é a pior dos últimos 3 anos

Governo faz investida protecionista para garantir criação de empregos, mas recebe em troca número decepcionante do Caged

Naiara Infante Bertão
Trabalhador em fábrica de carros
Setor automotivo: demissões foram vetadas pelo governo em troca de benefícios fiscais (Thomas Kienzle/AFP)
A presidente Dilma Rousseff e sua equipe econômica bem que tentaram alavancar a economia brasileira e o emprego em 2012, mas não conseguiram ter sucesso em nenhum dos casos. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgados nesta sexta-feira mostram que o saldo líquido (diferença entre criação de vagas e demissão) de empregos no ano passado foi de 1,302 milhão - queda de 33,05% em relação a 2011, quando foram criados 1,944 milhão de empregos. Os números constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado de criação de empregos é o menor desde 2009, ano de forte impacto da crise mundial, quando foram criadas 1,296 milhão de vagas líquidas.
O resultado é pior do que esperavam os analistas consultados e mostra, novamente, o setor de serviços como o grande motor da criação de empregos. De acordo com o Caged, 666.160 vagas líquidas foram abertas no setor de serviços, enquanto a indústria empregou apenas 86.406 postos. O comércio e a construção civil foram responsáveis por 372.368 e 149.290 vagas, respectivamente. E o setor de extrativismo mineral e agricultura aumentaram em 10.928 e 4.976 seus funcionários, enquanto a administração pública foi a que menos contratou – apenas 1.491 pessoas.
Em dezembro, o saldo líquido ficou negativo em 496.944, o pior resultado para o mês desde 2008 -  a previsão da equipe econômica do Bradesco era de 403.000 demissões. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve recuo de 17,86%. O economista Fábio Romão, da consultoria LCA, explica que dezembro é um mês tipicamente ruim para o saldo de empregos. Trata-se do período em que os funcionários temporários deixam os postos, as pessoas se aposentam ou ainda decidem deixar o emprego em que estão. A desaceleração econômica, neste caso, também é um agravante. O economista acredita que houve maior retenção de funcionários por parte das empresas e, com isso, necessidade de menos contratações no ano. "Os empresários estão esperando que 2013 seja melhor e, portanto precisarão de mão de obra já familiarizada com o trabalho para aumentar a produtividade", disse. Isso significa que, não fosse pela expectativa do empresariado de retomada do crescimento, o resultado poderia ter sido pior.
Discurso furado - O emprego foi usado em muitas ocasiões pelo governo como explicação para decisões arbitrárias - sobretudo as que envolviam o protecionismo. No decorrer de 2012, o Palácio do Planalto foi autor de diversos atos controversos, alegando que seriam bons para o mercado de trabalho, em especial para o emprego industrial: houve anúncios e prorrogações de benefícios fiscais e tributários; mudanças na regulação e na política de investimentos de setores importantes da indústria; ampliação das exigências de conteúdo nacional; e inúmeras medidas de estímulo ao crédito e ao consumo.
Tantas mudanças regulatórias e situações instáveis em alguns setores deixaram o empresariado acuado - em vez de despertar seu "espírito animal", como diz o jargão econômico. Com isso, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mede o volume de investimento na economia doméstica, mostrou a quinta redução trimestral consecutiva entre julho e setembro. O Banco Central prevê ainda um declínio de 3,5% nos investimentos para o quarto trimestre, segundo o Relatório Trimestral de Inflação, divulgado em dezembro. "O investimento do empresariado não vai reagir praticamente nada em 2013. Só em 2014, com a execução dos planos de concessões de infraestrutura. Mesmo assim, será de uma forma tímida, pois, da maneira como os planos foram montados, há muita interferência do governo", afirma o economista da consultoria MB Associados, Sérgio Vale.
Como resultado de tantas políticas que ainda não se mostraram eficazes, o investidor estrangeiro também olhou com cautela para o mercado brasileiro ao longo do ano passado. Segundo dados do Banco Central divulgados na quarta-feira, o Investimento Estrangeiro Direto (IED) recuou 2% em 2012, na comparação com o ano anterior. Foi a primeira queda do IED desde 2009, momento em que o fluxo de capital estrangeiro foi fortemente afetado pela crise financeira nos Estados Unidos. Já o fluxo de dólares recuou 74,3% no ano passado, como resultado das inúmeras tentativas do governo de impedir a entrada do chamado 'capital especulativo' no mercado financeiro nacional.
Leia também:
Ministro projeta criação de 5 milhões de empregos em 2013 
Emprego na indústria cai em 12 meses
Ainda que a taxa de desemprego esteja num patamar reduzido, de 4,9% em novembro do ano passado, a desaceleração do mercado de trabalho é implacável. Números de agosto a outubro – o trimestre "natalino" no qual se observa o maior número de contratações temporárias em fábricas – mostram que foram criados 104 mil postos de trabalho na indústria ante 114 mil no mesmo período de 2011, enquanto na tabela dos anos anteriores esse saldo superava os 200 mil trabalhadores. As demissões só não foram maiores porque, em 2012, diversos segmentos estavam “amarrados” com o governo, como é o caso do setor automotivo. Em troca do recebimento de benefícios fiscais, empresas tiveram de congelar demissões.

Temor no Planalto - Assim como é pretexto para muitos desmandos, o emprego também é o principal pilar que sustenta a popularidade da presidente Dilma. Com a tendência de desaceleração e sem perspectivas de um crescimento econômico robusto no horizonte, é possível que os números do Caged balizem muitas das políticas do governo nos próximos meses. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já adiantou que novas medidas de desoneração para a indústria estão por vir. E, nesse "toma lá, dá cá" econômico, é possível que mais demissões sejam postergadas - porém, dificilmente evitadas.  "A tendência ainda é de queda no saldo de empregos ao longo do ano. A indústria e parte do setor de serviços seguem demissionários", diz Sérgio Vale, da MB Associados.
O cenário pode piorar se a retomada do crescimento, de fato, não vier - e o PIB avançar de maneira pífia em 2013. O economista Fernando Barbosa, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), vê aumentar o risco de demissões em massa se novamente, pelo terceiro ano consecutivo, o governo prometer um PIB que o país não terá condições de cumprir. "Se os empresários tiverem sua expectativa com a atividade frustrada ao longo do ano, deverão investir menos e há riscos de demissões significativas", afirma.

A ciencia Genética está caminhando e vai conseguir muito mais.

N° Edição:  2254 |  25.Jan.13 - 21:00 |  Atualizado em 25.Jan.13 - 21:38

A revolução da terapia genética

Chega ao mercado o primeiro medicamento capaz de substituir um gene defeituoso por outro saudável. Está inaugurada a era na qual doenças como a Aids e a diabetes poderão ser tratadas simplesmente mudando o DNA

Monique Oliveira

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Por muito tempo, falar em terapia genética significava adentrar um terreno de pura experimentação da medicina, algo para beneficiar as gerações futuras. Agora esse futuro deixa de ser remoto. Chegou ao mercado o primeiro medicamento de terapia gênica – um marco na história da medicina. Trata-se do Glybera, uma solução aprovada pela agência europeia que regula remédios para ser comercializada nos países do continente a partir deste ano. A droga é a esperança de uma vida sem sofrimento para milhares de pessoas que possuem uma doença genética rara, caracterizada por um defeito no gene que determina a produção da enzima lipoproteína lipase, responsável pela digestão da gordura. Sem ela, o corpo não metaboliza o nutriente, o que acarreta sérias consequências, como sucessivas internações por pancreatite (inflamação do pâncreas). Até hoje, não havia tratamento a não ser dieta restritiva.
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O remédio troca o gene defeituoso por um saudável, corrigindo o problema. É o princípio da terapia gênica. Dito assim, parece um conceito simples. Mas sua concretização sempre foi um desafio. Para concluir o desenvolvimento do Glybera, por exemplo, foram 12 anos de trabalho, realizado pela companhia de biotecnologia holandesa UniQure. Isso porque a substituição do gene defeituoso pelo correto envolve um processo complexo. Primeiro, é preciso achar o que os cientistas chamam de “veículo”, o meio pelo qual o gene saudável será levado até o interior das células para tomar o lugar do que funciona erradamente. Há algum tempo conclui-se que a melhor forma de fazer isso é usar um vírus. A escolha foi feita porque, ao invadir as células, esse micro-organismo mistura seu material genético ao DNA das células e as faz funcionar como uma espécie de fábrica dele próprio. É dessa forma que ele se espalha pelo corpo. Portanto, já que ele atua dessa maneira, por que não utilizá-lo para transportar para dentro do corpo aquilo que se quer de fato? É uma estratégia chamada por muitos de cavalo de troia.
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Uma das questões mais complicadas, porém, é fazer com que o vírus misture o gene desejado ao DNA das células, sem causar doenças. Entre os candidatos, um dos mais estudados é o vírus adeno-associado. Ele provoca menos reações do sistema imunológico, é mais fácil de manipular e não causa enfermidades. Foi o tipo escolhido pelos cientistas holandeses. Ainda assim, os pesquisadores utilizaram drogas para evitar a rejeição ao vírus. A terapia, então, se mostrou eficaz. Com 12 injeções aplicadas diretamente em músculos da perna dadas de uma só vez, os 27 pacientes que participaram dos testes – realizados no Canadá e na Holanda – passaram finalmente a fabricar a enzima e continuaram sua produção sem necessidade de novas injeções.
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PRODUÇÃO
Pesquisador da companhia holandesa UniQure exibe
o frasco da solução composta de vírus e novos genes
Jörn Aldag, executivo que coordenou o estudo, garante que o tratamento é o fim da doença. “É a cura”, afirmou à ISTOÉ. No mundo científico, a façanha foi comemorada. “Eles não utilizaram uma estratégia nova, mas conseguiram que o gene de interesse fosse entregue ao paciente por um longo período”, afirma o pesquisador Guilherme Baldo, do Centro de Terapia Gênica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. “Mais estudos são necessários, mas a terapia é muito interessante”, diz o cardiologista Raul Santos, consultor do Centro de Medicina Preventiva Einstein e professor da Universidade de São Paulo (USP). “Esperamos a sua utilização no País”, afirma Eliana Cotta de Faria, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Por enquanto, a droga só está disponível na Europa e está sendo submetida à aprovação nos EUA. “Mas é possível realizar o tratamento de brasileiros que desejarem vir à Holanda”, diz Aldag. “É preciso analisar cada caso.” Segundo a empresa holandesa, é cedo para definir o custo da terapia. Há especulações de que o tratamento poderia chegar a custar cerca de 1,5 milhão de euros, o equivalente a quase R$ 3 milhões.
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Em um contexto mais amplo, a aprovação do Glybera significa que o mundo já está capacitado a avançar na terapia gênica. “Esse remédio abre uma porteira para esse tipo de tratamento”, comemora Carlos Menck, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo e pesquisador de terapia genética na área do câncer. De fato, a fronteira foi aberta. O próximo remédio da categoria a chegar ao mercado será para o tratamento da Síndrome de Imunodeficiência Combinada, uma doença genética que impede o funcionamento do sistema imunológico. O laboratório GlaxoSmithKline, em parceria com o Instituto MolMed, na Itália, aguarda a liberação das agências reguladoras para vender a droga. Ela está em estudo há mais de 11 anos em centros de excelência, como o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH). “Médicos e pacientes não têm muita opção”, disse à ISTOÉ Dan Kastner, diretor-científico do Instituto Nacional de Pesquisa para o Genoma Humano, um braço do NIH. A instituição já restaurou o sistema imunológico de três crianças com a terapia.
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FUTURO
Na Unicamp, a cientista Margareth Ozelo estuda a terapia gênica para tratar a hemofilia
Nos laboratórios, há uma profusão de testes clínicos usando a manipulação genética a nosso favor. Os genes enxertados têm propósitos diferentes. Entre outras funções, podem mandar as células destruir um tumor, corrigir uma mutação, determinar a fabricação de proteínas ou aumentar a capacidade de funcionamento do sistema imunológico. Em um experimento realizado no Instituto Feinstein de Pesquisa Médica de Nova York (EUA), por exemplo, os cientistas injetaram no cérebro de 65 pacientes com doença de Parkinson uma solução contendo um gene que determina a produção de uma proteína cuja ausência pode deflagrar sintomas da enfermidade. Os doentes que receberam a injeção apresentaram melhora de 23% nos sintomas. Já os que receberam placebo, 12%. “A terapia gênica para doenças como Parkinson é uma realidade”, disse à ISTOÉ Andrew Feigin, autor do estudo.
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BENEFÍCIO
A canadense Katlyn Demerchant, 7 anos, usou com sucesso uma
forma de terapia genética contra doença que afeta o sistema imunológico
O mesmo panorama é observado em relação à Aids. Na última semana, cientistas da Escola de Medicina de Stanford (EUA) publicaram um artigo no qual relataram que conseguiram modificar geneticamente os linfócitos T (células de defesa invadidas pelo HIV) de modo a torná-los resistentes à entrada do vírus. Por enquanto, os estudos estão em nível bastante preliminar, mas o feito é um passo importantíssimo no combate à doença. Em outra ponta, os cientistas continuam a lutar por uma vacina. Uma pesquisa feita pelo Instituto de Tecnologia de Pasadena mostrou que uma solução contendo genes responsáveis pela produção de anticorpos contra o HIV impediu por completo, em animais, a contaminação pelo vírus. Em humanos, há uma experiência em curso há 11 anos. Em 2012, parte dos resultados foi publicada no renomado Science Translational of Medicine. Os genes associados à produção de anticorpos anti-HIV continuam funcionando. Não há sinal de reação imunológica. A doença, porém, não foi totalmente controlada.
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POTENCIAL
O cientista Carlos Menck, da USP, investiga como a genética pode combater o câncer
Outra enfermidade na qual a terapia dos genes poderá salvar vidas é a diabetes. O tratamento objetiva regularizar a produção e aproveitamento da insulina, hormônio que permite a entrada, nas células, da glicose circulante no sangue. Na Faculdade de Medicina de Baylor (EUA), cientistas reverteram a doença em ratos: tanto a diabetes tipo 1, a forma hereditária, quanto a diabetes tipo 2, a adquirida. “Pelo menos em animais, pode-se dizer que é uma cura”, disse à ISTOÉ Lawrence Chan, líder do trabalho.
No Brasil, a Unicamp testará a terapia gênica como tratamento para pacientes com hemofilia B grave, uma doença genética que provoca graves hemorragias pela ausência de Fator IX, responsável pela coagulação do sangue. “Tivemos três pacientes que receberam esse tipo de tratamento e estão bem”, relata Margareth Ozelo, diretora da unidade de hemofilia do hemocentro da universidade. A estratégia é inserir genes vinculados à produção do fator IX.
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Também há esperanças no tratamento do câncer. Uma delas reside no combate ao melanoma, a forma mais grave dos cânceres de pele. Cientistas da Universidade de San Diego dotaram o vírus da herpes com instruções genéticas que permitem ao organismo destruir as células tumorais e ter o sistema de defesa fortalecido. Dos 30 pacientes que receberam esse vírus modificado, 26% tiveram resposta positiva ou regressão da doença. Na China, há uma droga aprovada contra o carcinoma (outro tipo de câncer de pele). No Instituto de Ciências Biomédicas da USP, os cientistas estudam possíveis reparos no DNA que podem proteger contra a doença. Outra abordagem é fazer com que a célula doente fique mais sensível aos quimioterápicos.
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No campo da cardiologia, as experiências são igualmente diversas. Aqui, as estratégias vão desde usar a terapia genética para combater o acúmulo de gordura nas artérias até o controle da pressão arterial. Na mais recente delas, pesquisadores da Escola de Medicina de Monte Sinai (EUA) testaram uma droga para tratar e prevenir a insuficiência cardíaca. A equipe descobriu que a proteína SUMO1 fica diminuída nesses pacientes. Eles injetaram, em animais, um gene capaz de regular a produção dessa substância. A função cardíaca melhorou significativamente.  Também está em estudo uma vacina com genes capazes de levar o sistema imunológico a atacar as placas de gordura oxidadas nas artérias, problema que pode levar ao infarto. No Instituto do Coração, de São Paulo, o professor José Eduardo Krieger também estuda o potencial da terapia. “Em animais, tivemos resultados positivos com proteção cardíaca pós-infarto.”
Apesar do sucesso desses recursos, algumas ponderações são necessárias. Hoje, permanece a existência de limites técnicos para a produção em larga escala dos vírus modificados geneticamente, os tais veículos. Isso ainda encarece brutalmente o tratamento. Também ainda se buscam formas de assegurar que os genes inseridos funcionem adequadamente e não induzam à formação de problemas, como tumores. Porém, a contar pelos desafios já enfrentados pela terapia, é de esperar que os obstáculos fiquem cada vez mais para trás.

Eles fizeram uma canoa para colocar no mar....??????

Maior navio contêiner do mundo terá dois "clones" ainda em 2013

25 de janeiro de 2013 • 17h13 •  atualizado 17h51
Marco Polo é o maior navio contêiner do mundoMarco Polo é o maior navio contêiner do mundo
Foto: Reprodução


O CMA CGM Marco Polo é o maior contêiner do mundo, medindo cerca de 1.300 metros de comprimento. Com todo este tamanho, a embarcação tem a capacidade de carregar 13,4 milhões de televisores de 42 polegadas ou ainda 2,1 milhões de refrigeradores, segundo informações publicadas pelo site wired.com. Contudo, seu reinado como maior do mundo não deve durar por muito tempo, já que a fabricante CMA CGM anunciaou que lançará os modelos Jacques Cartier e Alexander von Humboldt - do mesmo tamanho que o Marco Polo - ainda este ano.Construído para transportar contêineres, o Marco Polo é o maior navio desse tipo no mundo, sendo utilizado para transportar mercadorias da China para a Europa. Segundo a publicação, esses lançamentos significam que a fabricante aposta no crescimento do comércio entre as duas regiões.

Elas são porretas mesmo agora com participação do lado mascolino.

Ativistas ao redor do mundo usam nudez para chamar atenção; veja

15 de Agosto de 2012 • 13h03 • atualizado em 25 de Janeiro de 2013 às 17h32 

Ativistas dos Femen saíram às ruas de um tradicional ponto de prostituição de Hamburgo, no norte da Alemanha, no dia 25 de janeiro, para mais um protesto que chamou a atenção Foto: AFP
Ativistas dos Femen saíram às ruas de um tradicional ponto de prostituição de Hamburgo, no norte da Alemanha, no dia 25 de janeiro, para mais um protesto que chamou a atenção

Com tochas, as integrantes do movimento feminista ucraniano percorreram algumas ruas onde prostitutas ficam em vitrinas esperando os clientes Foto: AFP
Com tochas, as integrantes do movimento feminista ucraniano percorreram algumas ruas onde prostitutas ficam em vitrinas esperando os clientes

As manifestantes condenavam contra a exploração sexual de mulheres no bairro de Reeperbahn, no distrito de Sankt Pauli Foto: AFP
As manifestantes condenavam contra a exploração sexual de mulheres no bairro de Reeperbahn, no distrito de Sankt Pauli

Duas ativistas do Femen simulam ato sexual em entrevista coletiva convocada para protestar contra a previsão de corrupção e a prostituição durante a Eurocopa 2012, em Varsóvia, na Polônia, em 15 de setembro de 2011 Foto: AFP
Duas ativistas do Femen simulam ato sexual em entrevista coletiva convocada para protestar contra a previsão de corrupção e a prostituição durante a Eurocopa 2012, em Varsóvia, na Polônia, em 15 de setembro de 2011

Ativista do grupo feminista ucraniano Femen protesta contra suposta fraude nas eleições parlamentares russas, em Moscou, no dia 9 de dezembro de 2011 Foto: AFP
Ativista do grupo feminista ucraniano Femen protesta contra suposta fraude nas eleições parlamentares russas, em Moscou, no dia 9 de dezembro de 2011

 Tem muito maias fotos e até os homenes estão aderindo a elas..
Veja tudo aqui no link a baixo.

http://noticias.terra.com.br/mundo/ativistas-ao-redor-do-mundo-usam-nudez-para-chamar-atencao-veja,9e5a942c647da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html





Atenção Brasileiros entendo isto, e saibam porque o governo esta tão animado com minha casa minha vida e em outros planos dele, vocês serão o principal alvo de tudo e pagarão bem caro por isto, é assim que vocês votam, tem que mudar tudo mais sem a população não vai dar. "UMA ANDORINHA NÃO FAZ VERÃO"

LEIA CALMAMENTE, PARA ENTENDER.......     
Vocês sabiam disso ? Olha a bomba que vai estourar lá por 2015!!!!!!
Só falta  a CEF e BB darem o cano na hora da quebradeira !!!!
 

 

   
 

Leiam e observem a análise ponderada,
Muito bem explicada pelo
Economista  Waldir Serafim.



SAIBA O QUE LULA FEZ DE 2002 A 2010 COM A "DIVIDA INTERNA/EXTERNA" DO BRASIL


Você ouve falar em
DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA

Em jornais e TV e não entende direito vamos explicar a seguir:

DIVIDA EXTERNA
é uma dívida com OS Bancos, Mundial, o FMI e outras Instituições,
No exterior em moeda externa.
DIVIDA INTERNAé uma dívida com                                
Bancos em R$ (moeda nacional) no país.Então, quando LULA assumiu o Brasil,
Em 2002, devíamos
:
ü
Dívida externa =     212 Bilhões
ü
Dívida interna =      640 Bilhões
ü
Total DA Dívida =  851 Bilhões

Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa.
E é verdade, só que ele não explicou que,
Para
pagar a dívida externa,
Ele aumentou a dívida interna
:

Em 2007 no governo Lula
:
ü
Dívida Externa =      0    Bilhões
ü
Dívida Interna =    1.400 Trilhão
ü
Total DA Dívida = 1.400 Trilhão Ou seja, a Dívida Externa foi paga, mas a dívida interna quase dobrou. Agora, em 2010, você pode perceber que não se vê mais na TV e em                                
jornais algo dito que seja convincente sobre a Dívida Externa quitada.Sabe por que?

É que ela voltou...

Em 2010 no governo Lula:

ü
Dívida Externa    =     240  Bilhões
ü
Dívida Interna    =   1.650 Trilhão
ü
Total DA Dívida =  1.890 Trilhão
Ou seja, no governo LULA,

A
dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão!!!
Daí é que vem o dinheiro que o Lula está gastando no PAC,
Bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura,
Bolsa para presos, dentre outras mais bolsas...
E de onde tirou 30 milhões de brasileiros DA pobreza !!!
E não é com dinheiro do crescimento,
Mas sim, com dinheiro de
ENDIVIDAMENTO
.

Compreenderam?
Ou ainda acham que Lula é mágico?

 
Quer mais detalhes,
Sobre dívida interna e externa do Brasil?
Acesse o site:
http://www.sonoticias.com.br/opiniao/2/100677/divida-interna-perigo-a-vista Os brasileiros, vão pagar muito caro pela atitude perdulária do governo Lulla,
Que não está conseguindo pagar OS juros dessa
"Dívida trilhardária"
Tendo que engolir um "spread"(txa. Juros)
Muito caro para refinanciar OS "papagaios",
Sem deixar nenhum benefício para o povo,
Mas apenas
DIVIDAS A PAGAR
Por todos OS brasileiros,
Que pagam seus impostos...!!!
A pergunta que não quer calar é: DilmaVai continuar esta gastança?
REPASSE PELO BEM DO PAÍS
! ACORDA  BRASIL !!!
 
Para maiores esclarecimentos, leia artigo de Hélio Fernandes no site: http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6379   CADA cidadão brasileiro tem uma dívida , feita pelo Lula, de quase 1.0 MILHÃO DE REAIS.

Entenderam pq querem ressuscitar a CPMF?

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Só doido aqui.

16 cenas bizarras que só são vistas em transporte público

Quem anda de transporte público (como eu) sabe que a probabilidade de ver cenas engraçadas e absurdas é muito grande. O site The Chive fez uma lista de fotos que mostram algumas dessas cenas. Dá pra rir, viu? Ó só:



+ fotos
+ listas








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Érika Kokay

Falar ela fala e bonito, mais a realidade não é essa as coisas andam muito diferente do que se fala na CORTE, o proposito disto tudo é eleições em 2014, podes crer. A situação é crítica e o sitema é falho não suportará muito tempo, com maias interrupções, a Copa está aí e verão o problema de energia aflorar, depois tirem as conclusões falar bonito politicos falam e mentem muito, a situação a realidade é outra muito diferente.

Dilma anuncia antecipação de desconto na conta de luz e descarta racionamento

Do UOL, em Brasília*
A presidente Dilma Rousseff anunciou na noite desta quarta-feira (23), em pronunciamento em cadeia de rádio e televisão, a antecipação do desconto na conta de luz, que passará a vigorar a partir de amanhã (24). Inicialmente, ela estava prevista para valer só em 5 de fevereiro. Dilma descartou ainda qualquer necessidade de racionamento de energia "no curto, no médio ou no longo prazo".
Dilma reiterou que a redução da conta de luz será de 18% para residências e de até 32% para indústria, comércio e agricultura. A informação já havia sido dada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) hoje à tarde.
"Acabo de assinar o ato que coloca em vigor, a partir de amanhã, uma forte redução na conta de luz de todos os brasileiros. Além de estarmos antecipando a entrada em vigor das novas tarifas, estamos dando índice de redução maior do que o previsto e já anunciado", disse Dilma no pronunciamento.
Os percentuais são maiores do que os estimados anteriormente pelo governo. Em setembro passado, quando anunciou o plano para baratear a tarifa de energia, a presidente disse que o corte seria, em média, de 16% para residências e de até 28% para a indústria.
"Com essa redução de tarifa, o Brasil, que já é uma potência energética, passa a viver uma situação mais especial no setor elétrico. Somos agora um dos poucos países que estão, ao mesmo tempo, baixando o custo da energia e aumentando a sua produção elétrica", disse Dilma. Ela assinou hoje um decreto e uma medida provisória com os novos índices de redução das tarifas.
Segundo a presidente, os consumidores que são atendidos pelas concessionárias que não aderiram à prorrogação dos contratos (Companhia Energética de São Paulo - Cesp, Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig e Companhia Paranaense de Energia - Copel) também terão a conta de luz reduzida.

Foto 1 de 11 - 30.nov.2012 - Represa da usina hidrelétrica de Marimbondo, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, apresenta reservatório com nível abaixo do normal

Foto 7 de 11 - 9.jan.2013 - Nível baixo do reservatório da usina hidrelétrica de Furnas em Itumbiara (GO), nesta quarta-feira (9). O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, em entrevista coletiva após reunião do CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) em Brasília, afirmou que os reservatórios estão com algumas dificuldades hoje e que a tendência "é melhorar daqui para frente"

Foto 10 de 11 - 10.jan.2013- O reservatório da usina hidrelétrica Corumbá 4, em atividade no rio Corumbá, a 30 km da cidade de Luziânia, em Goiás. O nível máximo do reservatório é de 842 metros. Atualmente, a água atinge a marca de 838,07 metros. A usina tem a capacidade para gerar 129,6 MW de energia e hoje opera com 45 MW

Foto 11 de 11 - 14.jan.2013 - Hidrelétrica de Furnas, em São Jose da Barra (MG). O nível dos reservatórios das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Sul subiu até sábado (12), de acordo com informações do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). No Nordeste, contudo, os lagos das hidrelétricas seguem cada vez mais rasos

"Previsões sem fundamento"

A falta de chuva em diversas regiões do país e os reservatórios das hidrelétricas operando abaixo da capacidade provocaram dúvidas sobre o cumprimento da medida prometida pelo governo. A presidente fez duras críticas às previsões sobre a possibilidade de racionamento de energia por causa do baixo nível dos reservatórios.
No seu pronunciamento, ela explicou que praticamente todos os anos as usinas térmicas, movidas a gás natural, óleo diesel, carvão ou biomassa, são acionadas com menor ou maior exigência para garantir o suprimento de energia do país. Segundo Dilma, isso é "usual, normal, seguro e correto".
"Surpreende que algumas pessoas, por precipitação, desinformação ou outro motivo, tenham feito previsões sem fundamento quando os níveis dos reservatórios baixaram e as térmicas foram normalmente acionadas. Como era de se esperar, essas previsões fracassaram. O Brasil não deixou de produzir um único quilowatt que precisava. E agora, com a volta das chuvas, as térmicas voltarão a ser menos exigidas."
A presidente disse ainda que o país irá dobrar em 15 anos a capacidade instalada de energia elétrica, que hoje é 121 mil megawatts. Segundo ela, no ano passado, o país colocou em operação 4.000 megawatts e 2.700 quilômetros de linhas de transmissão e, neste ano, deve colocar mais 8.500 megawatts de energia e 7.500 quilômetros de novas linhas.
"Temos contratada toda a energia que o Brasil precisa para crescer e, bem, neste e nos próximos anos". A presidente acrescentou que o sistema elétrico brasileiro é um dos mais seguros do mundo porque trabalha com fontes diversas de produção de energia, o que não ocorre na maioria dos países.
Ela criticou os que, segundo ela, "são sempre do contra", e não acreditavam que o governo conseguiria baixar os juros, aumentar o nível de emprego e reduzir a pobreza.

"Do contra"

"Nesse novo Brasil, aqueles que são sempre do contra estão ficando para trás. Pois nosso país avança sem retrocesso em meio a um mundo cheio de dificuldades. Hoje, podemos ver como erraram feio no passado os que não acreditavam que era possível crescer e distribuir renda, que pensavam ser impossível que dezenas de milhões de pessoas saíssem da miséria e não acreditavam que o Brasil virasse um país de classe média".
Dilma disse que os que tentaram "amedrontar" os brasileiros com a queda do emprego ou a perda do poder de compra do salário também erraram e que "não faltou comida na mesa nem emprego". Também citou a saída de 19,5 milhões de brasileiros da linha da extrema pobreza nos últimos dois anos.
"O Brasil está cada vez maior e imune a ser atingido por previsões alarmistas. Nos últimos anos, o time vencedor tem sido os do que tem fé e apostam no Brasil. Por termos vencido o pessimismo e os pessimistas, estamos vivendo um dos melhores momentos da nossa história".
Dilma aproveitou ainda para propagandear que o seu governo, além de ter baixado o custo da energia, diminuiu juros, reduziu impostos e também ampliou investimentos em infraestrutura, saúde e educação.
Segundo ela, o país vai alcançar uma situação ainda melhor quando todos os brasileiros trabalharem para "unir e construir" e não para "desunir ou destruir". "Somente construiremos um Brasil com a grandeza dos nossos sonhos quando colocarmos a nossa fé no Brasil acima dos nossos interesses políticos e pessoais", concluiu. (Com Agência Brasil)

O link com tudo está abaixo.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/01/23/dilma-anuncia-antecipacao-de-desconto-na-conta-de-luz-e-descarta-racionamento.htm