sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Fama muito esquesita apesar de esta muito a baixo no solo...?????

Lidar com fama é próximo desafio de mineiros chilenos
10 de setembro de 2010 19h22 atualizado às 21h27

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Especialistas já demonstram preocupação com a questão psicológica 
dos mineiros pós-resgate. Foto: AP Especialistas já demonstram preocupação com a questão psicológica dos mineiros pós-resgate
Foto: AP
Outrora completamente isolados do mundo exterior, 33 trabalhadores retidos há mais de um mês a 700 m de profundidade numa mina no deserto chileno terão de lidar com um novo desafio quando voltarem à superfície: a fama. O dramático resgate dos mineiros mantém os chilenos grudados na televisão, e os 33 se tornaram celebridades desde o acidente na mina San José, em 5 de agosto e, principalmente, desde que enviaram sinal de vida, 17 dias depois.
Eles agora são conhecidos como "Los 33." Já receberam ofertas de empregos, rosários abençoados pelo papa e mensagens de apoio de ídolos da Copa a presidentes. Duas galerias estão sendo escavadas para tirá-los de lá, mas isso vai levar meses. Os médicos se esforçam para manter os mineiros mentalmente sãos, dividindo um espaço do tamanho de um apartamento.
Os trabalhadores estabeleceram turnos diários de trabalho e estão simulando condições de dia e noite com luzes vermelhas. Por meio de estreitos tubos de plástico, eles conseguem receber alimentos e remédios e trocar cartas com familiares. Mas os médicos ainda não começaram a prepará-los para o frenesi que os aguarda na superfície.
"Quando esses mineiros saírem ... haverá muita pressão sobre eles por parte da sociedade, da mídia, de outros que querem parte do tempo deles", disse Michael Duncan, médico-chefe-adjunto da Nasa, que assessora as equipes de resgate sobre os efeitos do isolamento prolongado em espaço confinados, como nas viagens espaciais. "Acho que os chilenos não chegaram ao ponto de pensar como esse esforço pós-resgate será difícil", afirmou.
A fama já se tornou uma faca de dois gumes para alguns dos parentes na superfície, que se tornaram conhecidos com a cobertura jornalística em tempo integral.
Irmãs brigaram publicamente para ficar mais sob os holofotes, e outros acusam parentes de estarem lucrando à custa da tragédia, ao receberem dinheiro para irem a programas de TV. Maria Segovia, que ganha a vida vendendo tortas, parece estar gostando da fama.
"Sou reconhecida em todo lugar, até quando estou vendendo torta de carne no mercado", disse Segovia, apelidada de "prefeita" do Acampamento Esperança, onde os parentes acompanham o trabalho de resgate. "Ficam sempre me perguntando se eu sou a irmã do mineiro soterrado que está sempre na TV."

A populaçao esta brincando, quando não treme o chão o solo resolve afundar, o que temos que fazer é nos comportar em um lugar que nao é nosso de verdades estamos aqui para cuidar e isso não foi feito até hoje por isto estamos sendo cobrado agora e não vai acabar não.???

10/09/2010 14h44 - Atualizado em 10/09/2010 14h44

Fenda de 4 metros em morro em SC aumenta a cada 24 horas

Residência próxima ao local já foi evacuada pela Defesa Civil.
Chuva prevista neste fim de semana pode provocar deslizamento de terra.

Do G1, em São Paulo
Fenda do morro já tem quatro metros de profundidade.Fenda do morro já tem quatro metros de profundidade (Foto: Divulgação/ Defesa Civil de Pomerode)

Uma fenda de 4 metros em um morro com 30 metros de altura está aumentando a cada 24 horas no município de Pomerode (SC). Segundo a Defesa Civil do município (Comdec), uma fenda de 10 cm que foi descoberta no dia 16 de agosto, agora está com quatro metros de profundidade. Um casal que mora próximo ao morro foi retirado do local. Eles acionaram a defesa civil depois que perceberam rachaduras nas paredes da casa. Duas empresas próximas ao morro estão em alerta.
Segundo o engenheiro ambiental da Comdec, Luiz Gustavo Teixeira, as causas que provocaram o aparecimento da fenda são várias, e podem ter sido tanto por efeitos naturais como por ação humana.
Residência próxima ao morro se elevou, rachou e pode cair. 
Residência próxima ao morro se elevou, rachou e
pode cair (Foto Divulgação/ Defesa Civil Pomerode)
“É um fenômeno geológico e não temos como prever quando vai parar. Estamos tomando medidas, como retirar os eucaliptos do morro para aliviar o peso, e algumas fendas foram tampadas para evitar infiltração e deslizamento”, diz.
A cada 24 horas a fenda aumenta entre 20 cm e 28 cm. Ademar Marquaret,  coordenador da Defesa Civil,  explica que, como a área próxima ao morro é de aterro, a movimentação faz com que o solo levante. Por isso, a casa que teve de ser evacuada se elevou, as rachaduras apareceram nas paredes e ela pode cair a qualquer momento.
Uma fábrica de peças de bicicleta e uma madeireira, que funcionam próximo ao morro, estão em alerta caso chova. Pelo menos 50 pessoas trabalham nas empresas. “ Está previsto chuva para este fim de semana até segunda-feira (13). Se chover, temos que evacuar as empresas, pois há risco de deslizamento de terra.”, explica Marquaret.
A defesa civil continua monitorando o morro.

Nova Zelândia - Isso é que um terremoto brinquem...

09/09/2010 09h50 - Atualizado em 09/09/2010 09h50

Nova Zelândia começa a voltar ao normal depois de forte terremoto

Autoridades começam a liberar áreas de Christchurch que estavam isoladas.
Tremor do dia 4 provocou cerca de US$ 3 bilhões em prejuízos.

Do G1, com agências internacionais
Homem caminha em rachadura provocada pelo terremoto de 4 de 
setembro em Kaiapoi, próximo à cidade de Christchurch, na Nova Zelândia,
 nesta quinta (9).Homem caminha em rachadura provocada pelo terremoto de magnitude 7 ocorrido em 4 de setembro em Kaiapoi, próximo à cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, nesta quinta (9). As autoridades começaram a liberar as áreas que estavam isoladas desde o tremor, que foi seguido por mais de 300 abalos secundários e causou quase US$ 3 bilhões de prejuízos. (Foto: AP)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Muito estranho este cara.?????

08/09/2010 - 16h52 / Atualizada 08/09/2010 - 19h02

Pesquisadores descobrem dinossauro com estranha corcunda na Espanha

Da Redação
Um dinossauro predador com saliências ósseas em seus braços e uma estranha corcunda traz evidências de que as penas surgiram antes do que os pesquisadores achavam, de acordo com relatório publicado na revista Nature desta quarta-feira (8).
A nova espécie, chamada Concavenator corcovatus, tinha cerca de 6 metros de comprimento e teria vivido durante o Cretáceo, há cerca de 130 milhões de anos.
O fóssil do animal foi descoberto em Las Hoyas, na Espanha, e investigado pelo paleontologista Francisco Ortega, da Universidade Nacional de Ensino a Distância, em Madri.
As protuberâncias nos braços do dinossauro causaram alvoroço: os pesquisadores acham que eles podem ter sido estruturas que ligavam penas aos ossos da criatura.
Um ramo da árvore genealógica dos dinossauros, chamada Coelurosauria, já era conhecido por ter desenvolvido penas e plumas com estruturas de ancoragem. A linhagem inclui o Tiranossauro Rex e o Velociráptor. ]
Quando Ortega e sua equipe tentaram colocar sua descoberta na árvore evolucionária, no entanto, eles encontraram formas e texturas de ossos mais parecidas com outro ramo de predadores, chamado Allosauroidea, para o qual nunca foi da presença de penas.
Se os pesquisadores estiverem corretos, o ancestral comum desses dois grupos, o Neotetanurae - que viveu entre 175 e 161 milhões de anos atrás, já teria penas.
A corcova do dinossauro permanece um mistério: poderia ser um depósito de gordura ou mesmo um mecanismo para regular a temperatura interna do animal.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

que tempose fosse em SP como seria ?????

Imagem 9 de 10
Nuvens pesadas cobrem o céu de Hanói, no Vietnã Reuters

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Uma pena para todos mais um dsastre que envolve os mares do Mundo.

publicado em 02/09/2010 às 15h59: atualizado em: 02/09/2010 às 16h50

Guarda Costeira vê vestígio de óleo
após explosão de plataforma nos EUA

Ao menos um dos 13 trabalhadores que estavam no local ficou ferido no acidente

Uma mancha com vestígios de óleo, que se estende por uma área de 1,3 km, foi vista nos arredores da plataforma que explodiu nesta quinta-feira (2), no golfo do México, nos Estados Unidos. A probabilidade de um novo vazamento de petróleo meses após a explosão de outra plataforma na região, o maior desastre ambiental da história americana, já preocupa o país.
Não existe informação sobre a quantia exata de óleo que se originou da plataforma que explodiu esta manhã. As informações são do jornal The New York Times.
Segundo uma oficial da Guarda Costeira, Elizabeth Bordelon, a plataforma não estava operando no momento do acidente. Os vestígios podem contradizer informações divulgadas mais cedo, de que não havia indícios de vazamento após a explosão.
A plataforma acidentada é da empresa Mariner Energy e não estava em fase de produção no momento da explosão. O poço de petróleo fica a cerca de 800 m de profundidade no mar.
Segundo a CNN, a plataforma produzia 58.800 galões (222.575 litros) de petróleo e 900 mil metros cúbicos de gás por dia. A capacidade de armazenamento de petróleo era de 15.900 litros.
Operários tiveram de pular no mar
Os 13 operários que trabalham no local foram encontrados. Os trabalhadores tiveram que pular no mar para escapar do fogo. De acordo com a rede CNN, um dos homens ficou ferido.
O suboficial da Guarda Costeira, John Edwards, disse ao canal MSNBC que "os 13 foram localizados usando trajes de mergulho que os protegem da água".
Há poucas informações sobre a explosão, mas o NYT informou que ainda há fumaça no local, embora não esteja claro se o incêndio continua. O acidente ocorreu por volta das 9h30 pelo horário local (11h30 de Brasília).
A Guarda Costeira dos Estados Unidos informou que sete helicópteros, dois aviões e quatro barcos foram enviados ao local, que fica a 128 km da costa do Estado americano da Louisiana.
A explosão ocorreu a oeste da localização da plataforma Deepwater Horizon, que explodiu em abril e provocou a morte de 11 operários, causando o maior desastre ambiental da história dos EUA, com um vazamento que durou mais de quatro meses.
O fechamento definitivo do poço da Deepwater Horizon, operado pela empresa britânica British Petroleum, ainda não foi concluído.
mapa explosão golfo do méxico eua


Avião elétrico, pena que pouca autonomia

02/09/2010 14h42 - Atualizado em 02/09/2010 14h44

Avião elétrico é apresentado na França

Aeronave foi batizada de Cri-Cri.
Bateria de lítio dá 30 minutos de autonomia de voo.

Do G1, com informações da AP
AviãoAvião elétrico Cri-Cri se prepara para decolar em aeroporto de Paris. Sua bateria de lítio dá 30 minutos de autonomia de voo.  (Foto: AP
Voo do avião elétrico Cri-Cri  Voo do avião elétrico Cri-Cri (Foto: AP)