terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O tempo não perdou nunca quando ele quer vem com tudo.

08/12/2010 00h34 - Atualizado em 08/12/2010 01h50

Chuvas levam a Colômbia a declarar estado de emergência

Fortes chuvas já deixaram mais de 200 mortos no país.
Número de pessoas desaparecidas também é alto: 119.

Do G1, com agências internacionais *
O governo colombiano anunciou nesta terça-feira (7) que vai declarar emergência econômica, social e ecológica e situação de desastre, o que permitirá ao governo tomar medidas extraordinárias para atender aos problemas gerados pelas fortes chuvas que deixaram 206 mortos e 119 desaparecidos no país.
“Tomaremos a decisão de declarar a situação de desastre, e, depois, vamos declarar emergência econômica, social e ecológica a que se refere o artigo 215 da Constituição, inicialmente por 30 dias, que pode se prorrogada apor té 90 dias”, disse o presidente Juan Manuel Santos.
Cão farejador ajuda na procura de vítimas desaparecidas após deslizamento de terra soterrar bairro no noroeste da Colômbia.Cão farejador ajuda na procura de vítimas desaparecidas após deslizamento de terra porvocado pela chuva soterrar bairro de povoado no noroeste da Colômbia. (Foto: Albeiro Lopera / Reuters)
“Para enfrentar situações de exceção devemos tomar também medidas de exceção”, acrescentou o presidente colombiano.
O estado de emergência é um mecanismo constitucional que permite ao presidente ordenar ações com força de lei para afrontar situações de calamidade pública.
Segundo balanço oficial divulgado nesta terça, as fortes chuvas deixaram 206 mortos, 119 desaparecidos, 246 feridos e cerca de 276.000 casas afetadas.
“Inicialmente trabalharemos a questão humanitária, mas trataremos de continuar salvando vidas e dando albergue e comida para as cerca de 330.000 famílias afetadas”, disse o presidente da Colômbia. “Logo chegaremos à fase de reparação de escolas, vias, redes elétricas e outras obras de infraestrutura”, emendou.
(*) Com informações das agências de notícias Efe e France Presse

É acho eu que as coisas não irão mudadr em nada, vai ficar tudo do mesmo jeito que esta ....

Senado aprova reforma do Código de Processo Penal
07 de dezembro de 2010 • 21h16 • atualizado às 23h35

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Luciana Cobucci
Direto de Brasília
O Plenário do Senado aprovou por votação simbólica, na noite desta terça-feira, o projeto de lei que institui o novo Código de Processo Penal (CPP), substituindo o atual, que está vigente desde 1941. O relator do projeto no Senado, Renato Casagrande (PSB-ES), acatou mais de 100 das 214 emendas propostas. Com a aprovação, o projeto de lei segue para a Câmara e, se não sofrer alterações na Casa, vai para sanção presidencial.
Entre as alterações, está a extinção de prisão especial para quem tem curso superior. Pelo código atual, pessoas com terceiro grau completo têm direito a ficar em celas separadas. Com as novas regras, o benefício de celas especiais vai ficar restrito a casos de proteção da integridade física e psíquica do preso.
O novo CPP também permite que o interrogatório do preso seja feito por videoconferência, o que reduziria os custos processuais com viagens e estadias. A medida somente poderá ser utilizada para prevenir risco à segurança pública - como o risco de fuga do réu durante o trajeto da prisão ao local do interrogatório -, para viabilizar a participação do réu doente ou impedido de comparecer a juízo por outro motivo ou ainda para impedir influência do réu no depoimento da testemunha ou da vítima.
As escutas telefônicas só serão autorizadas em crimes cuja pena máxima for superior a dois anos. Além disso, o prazo de duração da escuta não deverá ser superior a 60 dias. Em casos específicos, esse tempo poderá ser maior, dependendo da gravidade do crime.
O valor da fiança - quantia a ser paga para a soltura do acusado antes do julgamento - também será alterado, mas ficará sempre entre os atuais um a 200 salários mínimos. A mudança está na forma de fixar a quantia: o juiz deve considerar a natureza, as circunstâncias do crime e a situação econômica do preso, podendo ser reduzida até o máximo de dois terços ou aumentada em até cem vezes. O valor será fixado entre 1 e 200 salários mínimos nas infrações com pena máxima igual ou superior a oito anos de prisão e de 1 a 100 salários mínimos nas demais. O projeto também prevê mudanças para a determinação de prisões preventivas e temporárias e institui medidas para acelerar o andamento dos processos.
A proteção dos direitos dos acusados foi garantida na criação do juiz de garantias, que participará apenas da fase de investigação, enquanto outro juiz fica encarregado de dar a sentença (hoje um único magistrado tem as duas funções). O novo código também permitirá que outras medidas, além da prisão, sejam tomadas quando o acusado for preso em flagrante. Os direitos das vítimas estão em um capítulo especial, que não existe no código atual.
O novo código também endurece o tratamento aos réus ao possibilitar o sequestro de bens - o que não era permitido na área criminal -, assim como a alienação de bens, que só era permitida nos processos envolvendo tráfico de drogas. A aproximação entre polícia e Ministério Público também deve colaborar para uma acusação mais integrada e robusta.
O procurador da República Eugênio Pacelli, que relatou o anteprojeto na comissão de juristas instalada no Senado para criar a estrutura do código, acredita que a aprovação no Senado é mais importante que possíveis prejuízos resultantes das emendas. "A gente espera que as coisas não sejam mudadas, mas eu estou muito satisfeito com a aprovação, pois não podemos ficar com o que temos. Logicamente prefiro a redação original, mas as mudanças não atrapalham a estrutura do código", afirmou.
Pacelli acredita que o projeto não sofrerá alterações estruturais na Câmara dos Deputados, para onde vai agora. "Esperamos que a Câmara discuta as questões com serenidade, sem desviar para discussões mais corporativas. Queremos acreditar que as coisas até melhorem por lá". O procurador acredita que os pontos que devem despertar mais polêmica entre os deputados é o papel da polícia e a ampliação das possibilidades de encaminhamento para criminosos pegos em flagrante.
Com informações da Agência Brasil

domingo, 5 de dezembro de 2010

Veja aqui o que um vulcão pode fazer com uma população, importante, pois nos temos muitos delesem nosso territórios mais felismente estão inativos mais nunca se sabe se um dia eles acordam.....

04/12/2010 16h42 - Atualizado em 04/12/2010 17h45

Vulcão lança material incandescente e cinzas no Equador

'Tungurahua' entrou em erupção nas últimas horas deste sábado (4).
Habitantes da cidade turística de Baños foram evacuados.

Da France Presse
O vulcão Tungurahua, no centro andino do Equador, lançou material incandescente e cinzas nas últimas horas deste sábado (4) com o aumento da atividade do processo de erupção que acontece desde 1999, informou neste sábado o estatal Instituto Geofísico de Quito.
O organismo assinalou em um comunicado que houve um aumento muito rápido e estável da atividade sísmica e das manifestações superficiais do vulcão, localizado a 135 km ao sul de Quito e a 5.029 metros de altura.
Vulcão Equador 1Vulcão Tungurahua, no Equador, que entrou em erupção neste sábado (4) (Foto: Pablo Cozzaglio / AFP Photo)
O instituto informou ainda que as populações localizada nas ladeiras do vulcão reportaram do solo e edificações.
A erupção do Tungurahua alcançou sua maior intensidade em 2006, ocasião em que deixou seis mortos num aldeia da província andina de Chimborazo (sul).
Vulcão Equador 2Grupo de nativos evacua a área próxima ao vulcão Tungurahua. (Foto: Pablo Cozzaglio / AFP Photo)

Ao pé do vulcão está a cidade turística de Baños, cujos 15.000 habitantes foram evacuados à força em 1999 pela erupção e puderam voltar para casa depois de um ano.

sábado, 4 de dezembro de 2010

E ai veja o que pronto para uma dessas aqui.rola pelo Mundo, estais

Viajar como rei

A magia daqueles cruzeiros de sonho retratados por Hollywood, em enormes iates com incríveis suítes e salões, segue existindo hoje graças a uma frota de navios, como o "Queen Elizabeth", onde se respeita ao máximo o luxo, o dinheiro e a beleza daquelas grandes excursões de antigamente

Por Mercedes Cerviño, da EFE

EFE
O Queen Elizabeth é o maior transatlântico do mundo

EFE
Uma suíte no navio pode chegar a custar US$ 14 mil
"Deus abençoe o 'Queen Elizabeth' e todos aqueles que naveguem nele". Com estas palavras, a rainha da Inglaterra inaugurou no último dia 12 o maior transatlântico do mundo, a última aquisição da empresa Cunard, uma frota de elite composta pelos navios mais potentes e modernos, nos quais, na tentativa de recuperar os grandes cruzeiros de antigamente, cuidam dos mínimos detalhes.
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São tempos de cruzeiros. Desde Carolina de Mônaco e seu atraente Pachá, até Belén Esteban subindo de burro até um alto povoado durante uma escala em seu cruzeiro, há muitas formas de fazer um cruzeiro, e algumas não têm nada a ver com os gigantes navios que parecem arranha-céus dispostos na horizontal.
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Um navio de fina estampa
Nada a ver com a estampa que ilumina o recém-inaugurado "Queen Elizabeth", que chega para substituir o já aposentado "Elizabeth 2", o "Queen Mary 2" e o "Queen Victoria" e que tem 294 metros de comprimento, 32,25 metros de largura e uma capacidade de deslocamento de 99 mil toneladas, ao custo de US$ 1,1 bilhão.
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As passagens foram postas à venda em 1 de abril e esgotaram em menos de meia hora. E isto levando em conta que o preço da diária para as suítes de classes superiores oscila entre US$ 7 mil e US$ 14 mil dólares por pessoa. Um pequeno inciso: para 2 mil passageiros há quase 1 mil tripulantes.
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Isto é viajar como reis, ou como se transportar aos anos dourados dos transatlânticos, quando centenas de filmes eram rodados nesses navios de sonho onde havia tempo e lugar para tudo, incluindo o romance dos protagonistas.

Naqueles tempos em que Marilyn Monroe dava pulinhos diante de um diadema de diamantes ou em que Audrey Hepburn era solicitada na cobertura para que ajudasse a colocar o chapéu em Humphrey Bogart, o objetivo primário da viagem era ligar dois continentes. Agora, graças à velocidade de outros meios, as empresas não dão tanta importância à rapidez, mas sim ao tamanho, ao excelente serviço, ao luxo e aos pequenos detalhes para com os viajantes.

Os grandes transatlânticos da empresa Cunard são inspirados nos primeiros navios de luxo alemães de antes da Primeira Guerra Mundial. Assim foi introduzido o conceito de luxo na navegação marinha, na qual figura a maldição do "Titanic", mas também o Mauretania.
O "Queen Mary", o primeiro destes grandes navios da empresa Cunard, está atracado nos Estados Unidos servindo de atração turística com guias especializados. Há entre os visitantes interessados em atividades paranormais, já que os grandes navios são considerados um dos ambientes com mais incidência deste tipo de fenômenos.

O esplendor de um imenso hall cercado por nobres degraus
Tanto o "Queen Mary 2" como o "Queen Victoria" e o "Queen Elizabeth" contam com um imenso e impressionante hall, com sua clássica "Royal Arcade", a escada que cerca a arcada central e que é um símbolo desta frota e do seu luxo peculiar.

Outra das particularidades comuns a toda a frota é o culto ao relaxamento do corpo, com instalações e serviços à altura de qualquer centro especializado. Mas o "Queen Elizabeth" possui, além disso, uma ampla biblioteca envolta totalmente por madeiras nobres, ao estilo britânico e com uma grande quantidade e variedade de títulos clássicos e novidades editoriais.
A cobertura para jogos é uma imensa sala com teto transparente, o que provoca a sensação de estar ao ar livre para praticar todos os esportes tradicionais ingleses, desde o críquete ao pádel.

A mesma sensação de sentir-se ao ar livre, mas desta vez ar-condicionado, é encontrada no "Garden Lounge", um lugar espaçoso e relaxante, inspirado nas clássicas estufas inglesas e relaxante a qualquer hora do dia ou da noite.
Espetacular é a palavra que sempre acompanha os grandes teatros destes navios, onde se pode assistir desde a obras de teatro até a dança, balé, grandes musicais e etc. O Royal Court Theatre do "Elizabeth 2" não podia ser uma exceção e ali se celebra todos os dias uma produção feita sob medida para este lugar e para seu público.

E assim, detalhe a detalhe, vai sendo conjugada toda a série de atrações para os viajantes, que podem começar com "O Chá da Tarde", boa ideia para uma jornada britânica em um navio à altura de suas majestades. Para isso, há o "Queen's Room", sala cercada por quadros.

Ser britânico e não ter um clube parece algo estranho. E é. Em qualquer destes grandes navios há um ou vários espaços dispostos para uma tranquila conversa e música suave. E no "Elizabeth 2" encontramos o Yacht Clube, o Clube Commodore e o Bar Midships, nomeado assim por ser um popular local de reunião no "Queen Elizabeth" original.

No mais puro estilo de um pub inglês há o Golden Lion Pub, perfeito para se tomar as famosas pints e desfrutar de uma típica comida de taverna, com salsichas acompanhadas de purê ou as clássicas "fish and chips".

Cada um em sua própria casa
As classes de alojamentos são muito variadas. Pode-se encontrar desde uma suíte interna, ou seja, sem acesso à luz natural, a uma exterior iluminada por uma clarabóia, passando pela que tem uma varanda externa e é considerada básica. Mas a partir daqui, tudo pode melhorar. Até chegar ao apartamento de 137 metros quadrados com dormitório na parte de cima, varanda grande e dois banheiros de mármore. O número de estrelas da suíte vai de acordo com a restrição ao acesso das diferentes zonas do navio.

Assim, enquanto o Britannia é o restaurante principal de cada transatlântico, existem pequenas “cantinas” para os que têm pacotes especiais. O mesmo ocorre com alguns pequenos bares.
No navio existe ainda toda uma área dedicada aos animais de estimação, sob a supervisão do chefe do canil. Antes de começar a viagem é preciso revisar o programa para conhecer os numerosos eventos que serão realizados durante a travessia, já que há aqueles que exigem traje formal. Há também os eventos onde a roupa pode ser informal e outros pensados para ir de maneira casual.

A natureza sempre esta se mostrando para todos, não precisamos nos esconder ou deichar passar despercebido.

publicado em 04/12/2010 às 19h28:

Equador declara alerta máximo
por erupção do vulcão Tungurahua

População de Baños e de outras aldeias do centro andino deve ficar atenta
AFP
Pablo Cozzaglio/03.04.2010/AFPPablo Cozzaglio/03.04.2010/AFP
Vulcão Tungurahua lançou material incandescente e cinzas em atividade durante a noite; país entra em alerta máximo

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O Equador declarou neste sábado (4) alerta vermelho, o nível máximo, para a população de Baños e outras aldeias do centro andino do país, diante do aumento do processo eruptivo do vulcão Tungurahua, informaram as autoridades.
Há uma semana, o Tungurahua - "garganta de fogo" em quichua e com 5.029 m de altura - vem registrando emissão de lava e cinzas.
No dia 10 de junho, uma forte erupção do vulcão, localizado 135 km ao sul de Quito, ativou um alerta laranja que levou ao deslocamento de cerca de 500 famílias que vivem em áreas consideradas de alto risco.
A atividade do Tungurahua alcançou nível máximo em 2006, quando deixou seis mortos na Província andina de Chimborazo (sul).

ATENÇÃO - o alerta já foi dado e aqui mais uma vez, quem não esta se preocupando sinto muito vai ser atropelado sem saber o que esta acontecendo.

Ciência e Vida

Mudança climática pode matar um milhão de pessoas até 2030

Desastres climáticos e a elevação do nível do mar serão os principais problemas
Desastres climáticos e a elevação do nível do mar serão os principais problemas
Crédito : AFP
DA REDAÇÃO CLICK21 - A partir de 2030, a mudança climática causará indiretamente cerca de um milhão de mortes por ano, trazendo, também, prejuízos anuais de 157 bilhões de dólares, segundo informe divulgado nesta sexta-feira (3) em Cancún, México.

A miséria se concentrará em mais de 50 dos países mais pobres do planeta, mas os Estados Unidos vão pagar o maior preço econômico, diz o estudo.

"Em menos de 20 anos, quase todos os países do mundo perceberão sua alta vulnerabilidade ante o impacto do clima, à medida que o planeta se aqueça", advertiu o relatório apresentado na conferência da ONU sobre o clima celebrada em Cancún, leste do México.

O estudo, compilado por uma organização humanitária de países vulneráveis a mudanças climáticas, avaliou a forma como 184 nações serão afetadas em quatro áreas: saúde, desastres climáticos, perda do hábitat humano devido à desertificação e a elevação do nível do mar, além do estresse econômico.

Os que enfrentam "aguda" exposição são 54 países pobres ou muito pobres, incluindo a Índia. São os que sofrerão desproporcionadamente em relação a outros, porque são os últimos culpados pela emissão de gases de efeito estufa que provocam as mudanças, diz o informe.

"Se não houver ações corretivas", diz uma nota à imprensa, que acompanha o estudo, o mundo "se dirigirá a uma triste situação".

Mais da metade dos 157 bilhões de dólares em perdas - em termos da economia atual - terá lugar nas potências industrializadas, encabeçadas por Estados Unidos, Japão e Alemanha. Mas em termos de custo para o PBI, a proporção será muito menor nestas nações.

O documento foi divulgado por DARA, uma ONG com sede em Madri, e o fórum climático vulnerável, uma coalizão de ilhas-nação e outros países mais expostos à mudança climática.

As delegações de mais de 190 nações estão reunidas em Cancún desde 29 de novembro e até 10 de dezembro com o objetivo de reavivar a negociação internacional sobre a luta contra a mudança climática.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Mais tambem a perifieria tem mais tempo para ficar olhando para as mulheres ai não dá outra mesmo.

Ipea: população cresce mais do que o esperado em 12 Estados
01 de dezembro de 2010 • 14h03 • atualizado às 14h12

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Apesar do crescimento médio da população brasileira ter ficado abaixo do esperado nos últimos dez anos, o crescimento populacional superou a projeção em 12 Estados. Segundo análise preliminar dos dados do Censo 2010, divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), todos os Estados da região Norte cresceram acima do previsto.
Enquanto a população brasileira cresceu a uma taxa média de 1,17% ao ano, a região Norte do País cresceu 2,09% ao ano - um crescimento 10,02% superior ao esperado. Tocantins foi o Estado com a maior diferença entre o crescimento populacional real e a projeção (51,49%), seguido de Rondônia (33,16%), Mato Grosso do Sul (20,12%), Acre (18,94%), Roraima (17,72%), Maranhão (17,59%), Amapá (15,66%), Sergipe (10,87%), Santa Catarina (7,95%), Amazonas (5,64%), Pará (3,71%) e Goiás (0,01%).
O Rio Grande do Sul e Bahia, por sua vez, tiveram incrementos populacionais ainda mais baixos do que as tímidas taxas já aguardadas pelas projeções. Tiveram uma taxa geométrica média de crescimento anual abaixo do crescimento do País (0,49% e 0,70% ao ano, respectivamente). O crescimento populacional registrado na Bahia foi 42,69% inferior ao previsto, enquanto no Rio Grande do Sul, a taxa foi 34,12% menor do que a projeção.