segunda-feira, 11 de julho de 2011

Ela esta se despedindo dos passeios, espero que a que seguirá seja mais sofisticada.

10/07/2011 13h01 - Atualizado em 10/07/2011 18h17

Atlantis se acopla à estação espacial

Encontro entre as tripulações ocorre neste domingo.
Nave irá entregar alimentos, roupas e suprimentos.

Do G1, em São Paulo
Header matérias Atlantis (Foto: arte / G1)
O ônibus espacial Atlantis se acoplou na manhã deste domingo (10) à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A nave irá entregar mais de quatro toneladas de alimentos, roupas e outros suprimentos para a estação, o suficiente para mais de um ano. A acoplagem é um dos momentos mais críticos da missão, onde a margem de erro é de apenas 7 centímetros. No infográfico abaixo, você entende como ela é feita.
A "pirueta" feita pela nave antes da acoplagem é uma novidade inserida pela Nasa após o acidente com o Columbia, que se desintegrou durante a reentrada. Durante a manobra, os astronautas a bordo da ISS tiram fotos do ônibus para verificar se houve danos estruturais no escudo térmico durante a decolagem.
Atlantis acoplado à ISS (Foto: Reuters/NASA TV)Imagem transmitida pela Nasa TV mostra a Atlantis acoplada à ISS (Foto: Reuters/NASA TV)

Esta missão é a última do Atlantis, da frota dos ônibus espaciais e da Nasa. Não há previsão de quando ocorrerá outro voo tripulado em um veículo da agência.
A aposentadoria
A decisão de aposentar a frota veio também após o desastre com o Columbia. A orientação do então governo Bush era finalizar a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), aposentar a frota até 2010 e desenvolver uma nave nova que deveria estar em operação em 2014.
De lá para cá, o governo Obama confirmou a aposentadoria do programa, mas permitiu um ano a mais de voos, até 2011. As operações na ISS foram estendidas até pelo menos 2020. E o programa de naves da administração Bush, o projeto Constellation, foi cancelado. Em seu lugar, o atual presidente ordenou que a parte de desenvolvimento e construção de espaçonaves fosse delegada à iniciativa privada, enquanto a Nasa se dedicaria a pensar as próximas fronteiras da exploração espacial.
“Vamos começar a estender as fronteiras que temos para que não fiquemos fazendo a mesma coisa repetidamente. Vamos pensar sobre qual é o próximo horizonte. Qual é a nova fronteira? Mas para fazer isso, vamos precisar de avanços tecnológicos que ainda não temos”, disse Obama na quarta-feira (6) em uma entrevista com usuários do Twitter.
O presidente americano afirmou que a “nova fronteira” pode ser Marte e que, para chegar lá, “um asteroide é um bom ‘pit stop’”.
Enquanto a iniciativa privada não entrega a nova nave, no entanto, os americanos vão ficar sem acesso próprio ao espaço – algo que não acontece desde 1961, quando Alan Shepard se tornou o primeiro cidadão do país a deixar a Terra. Para chegar à ISS, eles terão que fazer algo que tiraria do sério Shepard, o homem que perdeu a chance de ser o primeiro no espaço para Yuri Gagarin por pouco mais de um mês, 50 anos atrás: pagar para viajar em naves da Rússia.
Missão
O Atlantis levará quatro astronautas experientes: o comandante Christopher Ferguson, em sua terceira missão; o piloto Doug Hurley, em sua segunda; e os especialistas de missão Sandy Magnus e Rex Walheim, ambos com três missões cada.
Cabo Canaveral recebe turistas para o último voo do Atlantis (Foto: Scott Audette/Reuters) 
Cabo Canaveral recebemilhares de turistas para o
último voo do Atlantis (Foto: Scott Audette/Reuters)
É a menor tripulação desde 1983. De lá para cá, os voos sempre levaram de cinco a sete astronautas. A razão para a equipe reduzida é que os outros ônibus espaciais foram aposentados: por isso, não há nenhum que possa ser usado em uma missão de resgate.
Caso haja algum problema com a nave, os tripulantes serão transferidos para a estação espacial e retornarão, um por vez, nas naves russas Soyuz – um processo que pode levar até um ano.
Além disso, menos gente a bordo significa mais espaço para carga e a agência quer aproveitar cada centímetro disponível em seu último voo.
A missão da nave é levar o módulo multipropósito Raffaello, com suprimentos e partes sobressalentes, para a ISS.
O Atlantis
O quarto ônibus espacial da Nasa está em operação há 26 anos e é responsável por alguns dos grandes marcos do programa americano: ele lançou o telescópio espacial de raios gama Compton e as sondas Magellan para Vênus e Galileo para Júpiter.
Insígnia da missão com a letra grega ômega simboliza o fim do programa do ônibus espacial (Foto: Nasa/Divulgação) 
Insígnia da missão com a letra grega ômega
simboliza o fim do programa do ônibus
espacial (Foto: Nasa/Divulgação)
A nave também foi a primeira americana a acoplar com a estação espacial russa Mir, para onde fez sete voos consecutivos, entre 1995 e 1997.
Em 2009, o Atlantis fez a última missão de reparos prevista para o telescópio espacial Hubble, que permitiu que o observatório orbital, que estava definhando na época, pudesse ter sua expectativa de vida estendida para até 2014.
No voo seguinte, ele bateu o recorde do Discovery de menor número de problemas técnicos em uma missão: 54. Em 2010, bateu seu próprio recorde e baixou o número para 46.
A missão de 2010 estava prevista para ser a aposentadoria oficial do ônibus espacial. A atual era apenas uma missão de stand-by que seria usada para caso de necessidade de resgate do Endeavour, que, na época, estava previsto para fazer a missão final da frota. Com a decisão de tornar o voo de resgate em uma missão oficial, a nave foi recolocada em serviço.
Após a aposentadoria, o Atlantis será a único que continuará na Flórida, em exibição no complexo de visitantes do Centro Espacial Kennedy. O Discovery será enviado ao Museu Smithsonian na capital americana, Washington DC, no lugar do protótipo Enterprise, que nunca foi ao espaço e será transferido para Nova York. O Endeavour irá ao Centro de Ciência da Califórnia, em Los Angeles.

Não conhecia este tipo de Cogumelo.

11/07/2011 05h34 - Atualizado em 11/07/2011 06h10

Cogumelo que emite luz é encontrado no Brasil após 170 anos

Fungo bioluminescente é o maior do Brasil e um dos maiores do mundo.

Da BBC Brasil
Pesquisadores encontraram no Piauí um cogumelo que emite luz e que tinha sido avistado pela última vez há quase 170 anos. A pesquisa do grupo de cientistas da USP e das universidades americanas de São Francisco e de Hilo, no Havaí, será publicada na revista científica Mycologia.
O Neonothopanus gardneri é o maior fungo bioluminescente do Brasil e um dos maiores do mundo.
'Já tinha encontrado alguns cogumelos que emitem luz no Brasil, mas menores, alguns do tamanho de um fio de cabelo', disse à BBC Brasil o professor Cassius Vinicius Stevani, do Instituto de Química da USP. 'Este foi o maior, um grupo deles emite quantidade considerável de luz', afirmou.
Neonothopanus gardneri é o maior fungo bioluminescente do Brasil  (Foto: Cassius V.Stevani_IQ_USP )Neonothopanus gardneri é o maior fungo bioluminescente do Brasil (Foto: Cassius V.Stevani_IQ_USP
'Flor de coco'
Em 1840, o cogumelo foi descoberto pelo botânico britânico George Gardner quando viu garotos brincando com o que pensou serem vagalumes nas ruas de uma vila onde hoje fica a cidade de Natividade, em Tocantins.
Chamado pelos locais de 'flor de coco', o fungo bioluminescente foi classificado como Agaricus gardeni e não foi mais visto desde então.
'Fiquei sabendo que existiam ainda fungos assim por volta de 2001. Nos anos seguintes, me chegavam relatos de Tocantins e Goiás de um cogumelo grande, amarelo, que emitia uma luz', diz Stevani. 'Mas fotografia mesmo vi só em 2005, uma tirada no Piauí', afirma ele, que já participou de expedições noturnas para a coleta do cogumelo. 'As buscas acontecem em noites escuras, de lua nova, com as lanternas desligadas', explica.
A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz (Foto: Cassius V.Stevani_IQ_USP )A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz (Foto: Cassius V.Stevani_IQ_USP )
Curiosamente, o cogumelo ainda é conhecido popularmente em várias partes do país como 'flor de coco'. Existem 71 espécies de fungos que emitem luz, 12 delas estão presentes no Brasil . A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz, nem a razão disso.
Uma das teses consideradas é a de que a luz é emitida para atrair insetos noturnos, ajudando os fungos a dispersar seus esporos para a reprodução. Outra diz que a luz atrai insetos predadores que atacam insetos menores que se alimentam do fungo.

Devagar as coisas vão sendo colocadas a tona, isto não tem como correr vai ser revelado tudo, só que quando sair tudo será tarde de mais o povo se ferrou mesmo.

domingo, 10 de julho de 2011

O depoimento de Pagot e o estilo Dilma


Será que na terça-feira Luiz Antonio Pagot em seu depoimento no Senado vai cumprir a ameaça e botar o PT na roda? Vai detalhar o que lançou no ar sobre o ministro Paulo Bernardo, que durante a campanha seria o inspirador ou teria “trabalhado em conjunto” com o Dnit nos aditivos para várias obras?
Pela quantidade de emissários que tem circulado em Brasília com o objetivo de baixar a bola de Pagot, o mais provável é que seja um depoimento chocho. Ou seja, não deve avançar mais do que já avançou nas entrevistas dos últimos dias. Não é todo dia que aparece um Roberto Jefferson para explodir-se e explodir esquemas bem armados.
Para além do depoimento de Pagot e da escolha do novo dono da cadeira de ministro dos Transportes, há uma outra questão que excita Brasília: o estilo Dilma. Ele voltou à cena nos episódios da semana passada. Mais do que a demissão de Antonio Palocci, a queda de Alfredo Nascimento e da quadrilha da pesada do ministério dos Transportes deixou inquieta a base do governo no Congresso.
A rapidez do desfecho da crise rompeu, como diz em tom crítico e reservadamente um senador governista, “com as regras básicas da convivência política”. Ele fala da particular etiqueta política a que o mundo de Brasília se acostumou.
Dilma, fique claro, não está chutando o pau da barraca. Mantém suas alianças com partidos 100% fisiológicos. Dá a eles cargos e algum poder. Pragmaticamente, os aceita em troca da governabilidade. Mas, também é verdade, atuou na semana passada num diapasão diferente sobretudo do que foi o padrão da era Lula.
Um político nordestino, dono de um (bom) cargo tanto no governo Lula como no atual, resume à perfeição o sentimento da turma:
- O Lula passava a mão na cabeça do encrencado e o segurava até onde dava. Só quando não dava mais para segurar o demitia. Dessa forma, ficávamos de algum modo grato a ele. Com a Dilma instituiu-se o “publicou na revista, foi para rua”. Não pode ser assim. Está todo mundo tenso.
E qual é o problema? O mesmo político nem espera a pergunta. Não em tom de ameaça (embora seja), mas de aviso, saca rápido um conselho :
- Tem que ter cuidado com a base parlamentar.
É esse o jogo delicado em que Dilma está se metendo. Em suas reuniões fechadas e nas conversas reservadas com jornalistas, a tal base parlamentar do governo tem desenhado um fantasma: o troco, um cascudo no governo numa votação importante na volta do recesso parlamentar de julho.
Ressalte-se que ninguém aqui imagina que Dilma Rousseff esteja querendo botar os maus costumes políticos dos partidos da base porta afora. Até porque eles pululam dentro de sua própria casa, ou seja no PT, como qualquer mensaleiro e aloprado está cansado de saber.
Dilma não está, portanto, como disse outro dia um afoito e exagerado senador, querendo lançar as bases para uma “nova maneira de fazer política”. Talvez ela queira apenas dar um freio de arrumação para diminuir um pouco o grau de fisiologismo e corrupção geral. Ou, numa palavra, livrar-se de parte da herança maldita que Lula deixou como herança.

Muito interessante esta de Netuno

10/07/2011 - 11:50
 

Astronomia

Netuno termina primeira órbita completa em volta do Sol desde sua descoberta 

Descoberto em 1846, o mais distante planeta do Sistema Solar levou 164,79 anos para terminar a primeira volta completa em volta do Sol, desde que foi descoberto pelos seres humanos

Netuno, visto pelas lentes da sonda americana Voyager 2 Netuno, visto pelas lentes da sonda americana Voyager 2 (Digital Vision)
Nesta segunda-feira, 11 de julho, a comunidade de astrônomos vai celebrar um evento marcante: o primeiro ano 'netuniano' desde sua descoberta. O gigantesco e gelado planeta gasoso foi descoberto há 164,79 anos no dia 23 de setembro de 1846. E como Netuno demora 164,79 anos terrestres para dar uma volta ao Sol, só agora, quase dois séculos depois, o distante globo azulado completa a primeira órbita desde o seu descobrimento pelos seres humanos.

A descoberta de Netuno foi um divisor de águas na astronomia. O planeta não foi descoberto utilizando telescópios ou qualquer tipo de observação direta. A existência do oitavo planeta do Sistema Solar foi provada por precisos cálculos matemáticos. Havia algo de estranho na órbita de Urano — naquela época considerado o planeta mais distante do Sol. Essa perturbação só poderia ser explicada pela existência de outro mundo, ainda mais distante, cuja gravidade estaria alterando o caminho de Urano previsto pelos astrônomos.

A descoberta do planeta foi calculada por dois matemáticos que trabalharam separadamente: o inglês John Adams e o francês Urbain Le Verrier. Os dois concordavam com a localização do astro no céu, mas foi Verrier que publicou a descoberta em um periódico científico primeiro. Adams anunciou sua descoberta para o astrônomo inglês George Airy. Sabendo a posição de Netuno no céu, astrônomos em Berlim apontaram seus telescópios para o local e avistaram o planeta.

Embora tenha sido descoberto em 1846, cientistas só puderam ver o planeta de perto 140 anos depois, quando a sonda americana Voyager 2 passou ao lado do planeta. As imagens mostravam uma plácida esfera azul. Anos mais tarde análises revelaram grandes tempestades no planeta, vistas como manchas escuras na superfície de Netuno.

Uma das grandes surpresas teria vindo de Tritão, a maior das 13 luas de Netuno, de acordo com o professor Carl Murray, da University College London. Em entrevista ao jornal inglês Guardian, o cientista disse: "O astro possui uma fina atmosfera e grandes quantidades de material escuro espalhado pela superfície. Gêiseres de poeira e nitrogênio entram em erupção à medida que a lua é aquecida pelo Sol. Mesmo no gelado limiar do Sistema Solar, onde as temperaturas chegam a mais de 200 graus célsius negativos, a luz do Sol influencia sistemas climáticos".

domingo, 10 de julho de 2011

Isto é que é acomodar um ambiente na Natureza sem prejudicar.

No México, casa foi planejada em blocos para acomodar as 52 árvores existentes no terreno

Rolando Córdoba / Divulgação

Casa Entre Árboles

Yucatán, México

Arquitetura

- Muñoz Arquitectos Asociados
Respeitar a natureza local, sem cortar nenhuma árvore. Esse o principal objetivo do arquiteto Javier Muñoz Menéndez, da Muñoz Arquitetos Associados, ao projetar a residência localizada em Yucatán, México em um terreno de quase 1.700 m², com 52 diferentes espécies de altura e diâmetros variados. Uma extensa pesquisa sobre a localização e tamanho de cada tronco e copa resultaram em três grandes clareiras onde foram inseridos os blocos que compõem a casa.
A área de serviços, com lavanderia, depósito e garagem, fica mais próxima à entrada do lote; a piscina e deck coberto foram alocados nos fundos. O volume social -o mais espaçoso de todos- contém a sala de estar, os quartos, a cozinha e a sala de jantar, e fica na parte central do lote. Um giro que dá movimento à implantação do projeto destaca esse corpo central e o deixa com vista para uma exuberante árvore da espécie flamboyant (Delonix regia).
Orientado de norte a sul, assim como o restante da residência, existe um eixo de circulação que dá unidade a todo o conjunto e percorre a casa de um lado ao outro. A orientação também favorece a circulação constante de brisa fresca em todos os ambientes.

Estrutura mista

Estruturas de três tipos distintos compõem essa construção: paredes pré-fabricadas de concreto aparente, estrutura de aço aparente e laje de vigotas pré-moldadas. Apesar da variedade, escolhida intencionalmente, não se pretende "esconder ou negar a natureza estrutural, senão enfatizá-la criando harmonia com o projeto", assegura o arquiteto Muñoz, responsável pelo projeto. As grandes aberturas piso-teto trazem o exterior para dentro da residência e corroboram para essa harmonia.
Os pisos internos foram fabricados de acordo com uma técnica tradicional maia: no preparo do concreto chucum, a água é substitída por uma espécie de chá feito com o miolo da árvore (chuncum -Pithecolobium albicans), o que dá ao material uma cor suave e mais elasticidade, evitando fissuras.
Na parte externa, decks de madeira tropical circundam toda a edificação, sempre respeitando a localização das árvores. Em lugar de cortar, foram feitas aberturas que permitem o livre crescimento das espécies.
Assim como os decks permitem instalar pequenos ambientes e peças de arte ao ar livre – uma consideração especial aos proprietários ligados ao mundo das artes plásticas – uma quantidade considerável de paredes cegas foi programada para permitir a livre exposição de quadros. Também a unidade proporcionada pela simplicidade volumétrica, a pintura branca e o concreto aparente fazem da casa o espaço perfeito para exibição permanente do acervo dos proprietários. (Tania Bértolo, colaboração para o UOL)


Construída entre 52 árvores, a casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, foi erguida com paredes pré-fabricadas de concreto aparente, estrutura de aço aparente e laje de vigotas pré-moldadas. Na foto, a fachada da garagem da residência localizada em Yucatán, no México


Construída entre 52 árvores, a casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, foi erguida com paredes pré-fabricadas de concreto aparente, estrutura de aço aparente e laje de vigotas pré-moldadas. Na foto, acesso principal para a residência localizada em Yucatán, no México


O projeto do arquiteto Javier Muñoz Menéndez implantou a casa de forma a acomodar as 52 árvores existentes no terreno. Decks feitos de madeira tropical compõem os caminhos pelo jardim da residência localizada em Yucatán, no México


O projeto do arquiteto Javier Muñoz Menéndez implantou a casa "Entre Árboles" de forma a acomodar as 52 árvores existentes no terreno. Decks feitos de madeira tropical compõem os caminhos pelo jardim da residência localizada em Yucatán, no México


O projeto do arquiteto Javier Muñoz Menéndez implantou a casa "Entre Árboles" de forma a acomodar as 52 árvores existentes no terreno. Decks feitos de madeira tropical compõem os caminhos pelo jardim da residência localizada em Yucatán, no México


Nos interiores da casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, predomina a cor branca. A intenção foi criar grandes telas em branco para exposição de peças de arte do acervo dos proprietários da residência, localizada em Yucatán, no México


O terraço coberto compõe um dos blocos da casa "Entre Árboles", em Yucatán, no México, projeto de Javier Muñoz Menéndez. O espaço contém uma cozinha, banheiro e despensa, além de abrigar ambientes de estar que servem à área da piscina (ao fundo), além de atender ao campo de golfe da propriedade


Construída entre 52 árvores, a casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, foi erguida com paredes pré-fabricadas de concreto aparente, estrutura de aço aparente e laje de vigotas pré-moldadas. As grandes aberturas piso-teto trazem o verde do exterior para dentro da residência localizada em Yucatán, no México

O terraço coberto compõe um dos blocos da casa "Entre Árboles", em Yucatán, no México, projeto de Javier Muñoz Menéndez. O espaço contém uma cozinha, banheiro e despensa, além de abrigar ambientes de estar que servem à área da piscina (ao fundo), além de atender ao campo de golfe da propriedade

Construída entre 52 árvores, a casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, foi erguida com paredes pré-fabricadas de concreto aparente, estrutura de aço aparente e laje de vigotas pré-moldadas. As grandes aberturas piso-teto trazem o verde do exterior para dentro da residência localizada em Yucatán, no México

O projeto da casa "Entre Árboles", desenvolvido pelo arquiteto Javier Muñoz Menéndez, foi rigoroso quanto à manutenção da vegetação existente no terreno. O resultado é a convivência pacífica entre construção e natureza
O projeto do arquiteto Javier Muñoz Menéndez implantou a casa de forma a acomodar as 52 árvores existentes no terreno. Decks feitos de madeira tropical compõem os caminhos pelo jardim da residência localizada em Yucatán, no México

Construída entre 52 árvores, a casa "Entre Árboles" de Javier Muñoz Menéndez, foi erguida com paredes pré-fabricadas de concreto aparente, estrutura de aço aparente e laje de vigotas pré-moldadas. As grandes aberturas piso-teto trazem o verde do exterior para dentro da residência localizada em Yucatán, no México

Construída entre 52 árvores, a casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, foi erguida com paredes pré-fabricadas de concreto aparente, estrutura de aço aparente e laje de vigotas pré-moldadas. As grandes aberturas piso-teto trazem o verde do exterior para dentro da residência localizada em Yucatán, no México

Construída entre 52 árvores, a casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, foi erguida com paredes pré-fabricadas de concreto aparente, estrutura de aço aparente e laje de vigotas pré-moldadas. As grandes aberturas piso-teto trazem o verde do exterior para dentro da residência localizada em Yucatán, no México

Construída entre 52 árvores, a casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, foi erguida com paredes pré-fabricadas de concreto aparente, estrutura de aço aparente e laje de vigotas pré-moldadas. As grandes aberturas piso-teto trazem o verde do exterior para dentro da residência localizada em Yucatán, no México

O terraço coberto compõe um dos blocos da casa "Entre Árboles", em Yucatán, no México, projeto de Javier Muñoz Menéndez. O espaço contém uma cozinha, banheiro e despensa, além de abrigar ambientes de estar que servem à área da piscina (ao fundo), além de atender ao campo de golfe da propriedade

O projeto da casa "Entre Árboles", desenvolvido pelo arquiteto Javier Muñoz Menéndez, tratou os interiores como área de exposição das obras de arte do acervo dos proprietários

Grande parte dos pisos internos da casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, em Yucatán, no México, é de concreto preparado a partir de uma técnica tradicional maia que substitui a água por uma espécie de chá feito com o miolo do tronco da árvore chucum (Pithecolobium albicans)

Sala de estar da casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, em Yucatán, no México. O arquiteto quis evidenciar o uso de aço e concreto aparente da estrutura e, para isso, pintou as colunas de cinza para destacá-las das paredes de fechamento

Nos interiores da casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, predomina a cor branca. A intenção foi criar grandes telas em branco para exposição de peças de arte do acervo dos proprietários da residência, localizada em Yucatán, no México

Grande parte dos pisos internos da casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, em Yucatán, no México, é de concreto preparado a partir de uma técnica tradicional maia que substitui a água por uma espécie de chá feito com o miolo do tronco da árvore chucum (Pithecolobium albicans)

Grande parte dos pisos internos da casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, em Yucatán, no México, é de concreto preparado a partir de uma técnica tradicional maia que substitui a água por uma espécie de chá feito com o miolo do tronco da árvore chucum (Pithecolobium albicans

Grande parte dos pisos internos da casa "Entre Árboles", de Javier Muñoz Menéndez, em Yucatán, no México, é de concreto preparado a partir de uma técnica tradicional maia que substitui a água por uma espécie de chá feito com o miolo do tronco da árvore chucum (Pithecolobium albicans)

Cozinha da casa "Entre Árboles", em Yucatán, no México, de Javier Muñoz Menéndez. A cor branca está presente em todo o interior da casa, na cozinha não é diferente. A intenção é criar grandes telas em branco para exposição de peças de arte

O detalhe da cozinha mostra a parede de concreto aparenta e a luz filtrada pelas árvores que atinge os ambientes 
O projeto da casa "Entre Árboles", desenvolvido pelo arquiteto Javier Muñoz Menéndez, foi rigoroso quanto à manutenção da vegetação existente no terreno. O resultado é a convivência pacífica entre construção e natureza

Térro: o bloco principal da casa, disposto de forma enviesada no terreno estreito e comprido, concentra área social, com estar, jantar e cozinha, e um amplo estúdio. O bloco que abriga uma varanda, com cozinha, despensa e banheiro, abre-se para dois jardins

Superior: no bloco principal (no centro do desenho) ficam três suítes com closet; o volume da frente tem pátio, lavanderia e depósito, e sobre o bloco da varanda há um terraço. Os três são ligados por passarelas

Implantação: o desenho evidencia a distribuição dos três blocos no terreno, e mostra como passarelas os ligam pela cobertura

Previs�o de Tempo para Rorain�polis - RR

Previs�o de Tempo para Rorain�polis - RR

Isso que é uma foto peladona cultura muito diferente da do Brasil?????

Centenas posam nus para fotógrafo americano em castelo na Bélgica

Voluntários nus fazem batalha de travesseiros em frente do castelo de Gaasbeek, na Bélgica, enquanto posam para o artista americano Spencer Tunick. Cerca de 800 pessoas participaram da instalação

Voluntários nus fazem batalha de travesseiros em frente do castelo de Gaasbeek, na Bélgica, enquanto posam para o artista americano Spencer Tunick. Cerca de 800 pessoas participaram da instalação

Voluntários nus posam para o artista americano Spencer Tunick, em frente do castelo de Gaasbeek, na Bélgica. Cerca de 800 pessoas participaram da instalação

Voluntários nus posam para o artista americano Spencer Tunick, em frente do castelo de Gaasbeek, na Bélgica. Cerca de 800 pessoas participaram da instalação

Voluntários nus posam para o artista americano Spencer Tunick, em frente do castelo de Gaasbeek, na Bélgica. Cerca de 800 pessoas participaram da instalação

Voluntários nus posam para o artista americano Spencer Tunick, em frente do castelo de Gaasbeek, na Bélgica. Cerca de 800 pessoas participaram da instalação

Voluntários nus posam para o artista americano Spencer Tunick, em frente do castelo de Gaasbeek, na Bélgica. Cerca de 800 pessoas participaram da instalação

Voluntários nus posam para o artista americano Spencer Tunick, em frente do castelo de Gaasbeek, na Bélgica. Cerca de 800 pessoas participaram da instalação