sábado, 1 de dezembro de 2012

Uma bela idade para um Grand Canyon isto mostra muito para estoriadores, também podemos ver pelas camadas de solo que le nos mostra.

30/11/2012 - 12:46
 

Estados Unidos

Grand Canyon tem 70 milhões de anos, segundo estudo

Conclusão diverge de outros estudos, que afirmam que o cânion não teria mais do que 5 ou 6 milhões de anos

Grand Canyon, Arizona
Grand Canyon, no Arizona. Cientistas divergem sobre a idade de um dos mais famosos cartões postais dos EUA (Kojihirano/Getty Images/iStockphoto)
O Grand Canyon, situado no estado do Arizona (EUA), tem cerca de 70 milhões de anos de idade, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista científica Science. A data calculada pelos cientistas pretende mudar radicalmente a maneira como a ciência vê a formação da estrutura geológica. Estudos anteriores, com base na análise do cascalho encontrado no rio Colorado, apontam que o cânion poderia ter sido formado há "apenas" 5 ou 6 milhões de anos, ou ainda há 17 milhões de anos.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Apatite 4He/3He and (U-Th)/He Evidence for an Ancient Grand Canyon

Onde foi divulgada: revista Science

Quem fez: R. M. Flowers, K. A. Farley

Instituição: University of Colorado, em Boulder, e California Institute of Technology, em Pasadena

Resultado: Por meio de uma técnica que mede a concentração de hélio em minerais, os cientistas calcularam que o Grand Canyon, no Arizona (EUA), pode ser mais antigo do que se pensava: ele teria cerca de 70 milhões de anos. O resultado diverge bastante de outras medições, que afirmaram que o cânion poderia ter de 5 a 6 milhões de anos, ou ainda 17 milhões de anos. O debate sobre a idade do cânion existe há pelo menos 150 anos. 
Há 150 anos, os cientistas discutem a idade do cânion, que tem cerca de 2 quilômetros de profundidade, 29 quilômetros de largura e 450 quilômetros de extensão. Na mais atual pesquisa sobre o tema, novos métodos mediram a concentração do gás hélio em minerais e indicaram que o Grand Canyon é mais velho do que se imaginava. "Nossa pesquisa indica que partes substanciais das porções oeste do Grand Canyon já estavam escavadas há cerca de 70 milhões de anos", diz Rebecca Flowers, da Universidade do Colorado, e uma das autoras do artigo. Os cientistas acreditam que, provavelmente, o cânion foi escavado em diferentes momentos e ritmos.
Método — Rebecca e K. A. Farley, pesquisador do Instituto de Tecnologia da Califórnia, calcularam a concentração do gás hélio em alguns minerais encontrados nas rochas do cânion. Esse gás escapa dos minerais sob temperaturas muito elevadas, acima dos 70ºC, como aquelas encontradas nas camadas interiores da Terra. No entanto, quando a erosão abre um cânion, as rochas esfriam, prendendo o hélio e aumentando sua concentração. "A concentração de hélio pode ajudar os cientistas a determinarem quando as rochas esfriaram", explica um texto sobre a pesquisa, também na Science.
Leia também:
Fotos e vídeos de tirar o fôlego: pontes de vidro atraem turistas corajosos
"A existência de um Grand Canyon antigo tem importantes implicações para entender a evolução das paisagens, a topografia, a hidrologia e a tectônica do oeste dos Estados Unidos e das cadeias de montanhas em geral", diz Rebecca Flowers.
Apesar dos resultados, o texto na própria Science ressalta que o debate está longe de acabar. Karl Karlstom, da Universidade do Novo México, analisou a concentração de hélio em minerais a apenas alguns quilômetros de onde Flowers recolheu suas amostras. Os resultados, que devem ser publicados em breve, sugerem que as rochas ainda estavam aquecidas e a mais de um quilômetro abaixo da superfície da Terra entre 15 milhões e 20 milhões de anos atrás — o que reforçaria a tese de que o Grand Canyon é bem mais novo do que Rebecca sugere.

Quem mais vem por aí, deve ter muito mais atraz disto tudo, a csa vai cai toda, vamos eserar para ver?????

N° Edição:  2247 |  30.Nov.12 - 21:00 |  Atualizado em 01.Dez.12 - 21:14

Tráfico de sigilo

Advogados famosos de São Paulo são envolvidos em Operação da Polícia Federal que desmontou quadrilha acusada de vender informações sigilosas

Flávio Costa

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NOS AUTOS
Consta que o escritório da advogada Priscila Corrêa da Fonseca,
a "Rainha do Divórcio" usava dados secretos
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Na semana passada, cenas pouco comuns aconteceram em conhecidos escritórios de advocacia de São Paulo. Agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de busca e apreensão na sede das bancas e na casa da advogada Priscila Corrêa da Fonseca, conhecida como “Rainha do Divórcio” pelas separações milionárias nas quais atua, e do criminalista José Roberto Leal de Araújo. Também foi alvo a casa do criminalista e cartola Marco Polo Del Nero, vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e presidente da Federação Paulista de Futebol. As apreensões são decorrentes da Operação Durkheim, deflagrada com o objetivo de desbaratar duas quadrilhas, uma que comercializava dados sigilosos e outra que fazia remessas ilegaispara o Exterior. Elas atuavam em cinco Estados e no Distrito Federal. Trinta e três pessoas foram presas, inclusive dez policiais. Entre as 180 vítimas já identificadas constam os nomes do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do ex-ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, e do ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antonio Pagot.
Priscila, que chega a cobrar R$ 70 mil reais por uma consulta, não aparece como investigada na lista obtida por ISTOÉ. Mas nos autos da operação, atualmente na 2º Vara Criminal Federal de São Paulo, consta a informação de que o escritório dela “se vale dos serviços das ‘detetives’ Eliane Francisca Pereira e Sueli Ramos de Lira para obter dados sigilosos de pessoas físicas e jurídicas, inclusive, de pessoas que figuram em processos judiciais nos quais atua”. Eliane levantou dados do Imposto de Renda de uma mulher, em processo de divórcio, como revela um e-mail anexado aos autos: “Capricha aí. Esse serviço é conjugal, o objetivo é provar que ela tem como se sustentar financeiramente”. Professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Priscila não está no Brasil. Em nota, sua assessoria afirma que “é preciso deixar claro que a operação não investiga as atividades desta banca de advocacia”.
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Já o cartola Marco Polo Del Nero terá explicações a dar à Justiça. Ele foi acordado no início da manhã da segunda-feira 19 por policiais federais que recolheram documentos em seu apartamento. Del Nero foi levado à sede da PF na capital paulista para prestar depoimento. Também por nota, ele afirmou que contratou uma empresa para fornecer informações sobre uma pessoa com quem ele pensava em estabelecer um negócio, “sem relação com o mundo do futebol, nem com seu escritório de advocacia”. Del Nero disse ter dispensado os serviços da empresa quando percebeu que algumas informações demonstravam terem sido obtidas de forma ilegal.
No escritório do criminalista José Roberto Leal de Araújo a Polícia Federal foi atrás de documentos referentes a um suposto caso de extorsão. Em outubro de 2010, o então prefeito de Indaiatuba (SP), Reinaldo Nogueira, suspeito de desvio de verbas, afirma que um emissário da banca de Araújo tentou extorqui-lo em R$ 2 milhões. Dizendo-se surpreso com a ação da PF, o advogado se explicou: “Nós protocolamos um pedido de apuração dos fatos na Justiça Federal para mostrar que o prefeito não falava a verdade, mas esse inquérito não andou”, afirmou à ISTOÉ.
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A Operação Durkheim começou quando o corpo do policial federal Richard Fragnani de Moraes, 40 anos, foi encontrado com um tiro na cabeça, em dezembro de 2010, na cidade de Campinas. O inquérito da Polícia Civil concluiu que Moraes se matou, mas estava envolvido no núcleo policial da quadrilha que quebrava ilegalmente sigilos telefônicos, bancários e fiscais de milhares de pessoas. Antes de morrer, ele havia indicado ao Ministério Público paulista como atuava o bando. “Nós especulamos que ele cometeu suicídio como forma de proteger a família dele dos atos que ele tinha praticado”, afirmou o delegado da PF, Júlio César Baida Filho.
O grupo atuava em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Pernambuco, no Pará, em Goiás e no Distrito Federal. O método de atuação dos criminosos seguia o seguinte roteiro: funcionários públicos, gerentes de bancos e empresas telefônicas recebiam valores exíguos para fornecer extratos bancários, relatórios fiscais e contas telefônicas das vítimas. Os intermediários passavam esses dados a clientes interessados, como escritórios de advocacia, empresas e pessoas por valores que variavam de R$ 300 e R$ 7 mil. A PF indica o vice-prefeito eleito de Nazaré Paulista, Itamar Ferreira Damião, 54 anos, como o elo entre os criminosos que quebravam sigilos e a quadrilha de doleiros que fazia remessas ilegais para o Exterior. Damião é apontado pela PF como o líder dos arapongas. Ele transitava com desenvoltura nos meios advocatícios e policiais e conseguia facilmente os dados pedidos pelos clientes. “A Operação mostrou uma espantosa banalização do direito da privacidade no Brasil”, alertou o delegado da PF Valdemar Latence Neto.

Mineiro é assim, modesto mais por traz .......???????

Modéstia Mineira!!

Estava um amigo num passeio em Roma quando, ao visitar a Catedral de São Pedro ficou abismado ao ver uma coluna de mármore com um telefone de ouro em cima.

Vendo um jovem padre que passava pelo local foi perguntar razão daquela ostentação.

O padre então lhe disse que aquele telefone estava ligado a uma linha direta com o paraíso e que se ele quisesse fazer uma ligação teria de pagar  100 dólares.

Ficou tentado com o trem, porém declinou da oferta.

Continuando a viagem pela Itália encontrou outras igrejas com o mesmo telefone de ouro na coluna de mármore. Em cada uma das ocasiões  perguntou a razão da existência e a resposta era sempre a mesma:

Linha direta com o paraíso ao custo de 100 dólares a ligação.

Depois da Itália, chegando ao Brasil, foi direto para  Belo Horizonte. Ao visitar a Catedral de Senhora da Boa Viagem, ficou surpreso ao ver novamente a mesma cena: uma coluna de  mármore com um telefone de ouro.

Sob o telefone um cartaz que dizia: LINHA DIRETA COM O PARAÍSO - PREÇO POR LIGAÇÃO = R$ 0,25 (vinte e cinco centavos ).

Não aguentou e disse : Uai.... padre viajei por toda a Itália e em todas as catedrais que visitei vi telefones exatamente iguais a este, mas o preço da chamada era 100 dólares. Por que aqui é somente R$ 25 centavos?

O Padre sorriu e disse:  meu amigo, você está em Minas Gerais. Aqui a ligação é local.

O PARAÍSO É AQUI.....
     
 
Descrição:


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Descrição: Vista de Ataléia
Descrição: Montanhas de Ataléia
É isso aí uai!
Vai ser bão assim lá longe trem doido.
Mineiro não tem infarto.Tem um trem no coração.

Esse é um dos esquemão que tem na corte "Brasilia- Brasil- Governo), deve etr mais outros e uem sabe inspiração para mais ainda que com o tempo será detonado, isto pra a corte não é nada, sabemos todos disto.

Atualizado em 01/12/2012 00h04
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Rose e a sedução do poder

De onde vinha a influência de Rosemary de Noronha, a mulher que se apresentava como “namorada” de Lula – e, com isso, nomeava afilhados, interferia em órgãos do governo e recebia recompensas

DIEGO ESCOSTEGUY E ALBERTO BOMBIG, COM LEOPOLDO MATEUS, MARCELO ROCHA, MURILO RAMOS, FLÁVIA TAVARES E LEANDRO LOYOLA

NO PERU Luiz Inácio Lula da Silva (à dir.) em viagem ao Peru, em maio de 2008, com Rosemary no detalhe. Ela viajou 23 vezes ao exterior na comitiva do presidente (Foto: Celso Junor/Estadão Conteúdo)

(>>Trecho da reportagem de capa da edição de ÉPOCA desta semana)
Capa da revista ÉPOCA - edição 759 (Foto: Reprodução/Revista ÉPOCA)
Uma triste passagem de bastão marcou a política brasileira na semana passada: saiu de cena um escândalo político; entrou outro. De um lado, o Supremo Tribunal Federal fez história ao definir as penas dos condenados do mensalão. Treze dos réus, incluindo o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, vão para a cadeia em tempo integral – uma rara ocasião na história brasileira em que poderosos pagarão por seus crimes. De outro lado, uma nova personagem irrompeu na cena política nacional: Rosemary Nóvoa de Noronha, ou Rose. Falando em nome de um padrinho político poderoso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Rose trabalhou pela nomeação de vários afilhados no governo federal. Ao se dirigir a diretores de empresas estatais ou órgãos do governo, Rose frequentemente se apresentava como “namorada” do ex-presidente. Um dos afilhados de Rose, Paulo Vieira, foi preso pela Polícia Federal (PF) na Operação Porto Seguro, acusado de chefiar uma quadrilha que cobrava propinas de empresários, em troca de pareceres jurídicos favoráveis em Brasília – fosse no governo, nas agências reguladoras ou no Tribunal de Contas da União. Rubens Vieira, diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), irmão de Paulo e outro dos afilhados de Rose, também foi preso. Tão logo o caso veio a público, na sexta-feira dia 23 de novembro, Rose foi exonerada do cargo que exercia, como chefe do gabinete da Presidência em São Paulo.
“CHEFÃO” Em e-mail, Rosemary avisa Paulo Vieira que falou com o “chefão” sobre sua nomeação para a diretoria da Agência Nacional de Águas. O chefão era o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: reprodução)

Como foi possível que Rose, uma simples secretária do PT, acumulasse tanto poder e prestígio, a ponto de influenciar nos rumos do governo federal – e causar tamanho salseiro? “A investigação demonstra que o poder de Rose advinha da relação dela com Lula. Não há elementos, entretanto, de que o ex-presidente soubesse disso ou tivesse se beneficiado diretamente do esquema”, afirma uma das principais autoridades que cuidaram do caso. “Lula cometeu o erro de deixar que essa secretária se valesse da íntima relação de ambos”, afirma um amigo do casal Lula e Dona Marisa. “Deveria ter cortado esse caso há muito tempo.” Os autos do processo, de que ÉPOCA obteve uma cópia integral, e entrevistas com os principais envolvidos revelam que:
1) Lula, ainda presidente da República, prestou – mesmo que não soubesse disso – três favores à quadrilha. Por influência de Rose, indicou os irmãos Paulo Vieira e Rubens Vieira para a direção, respectivamente, da ANA e da Anac. Lula, chamado em e-mails de “chefão” ou “PR” por Rose, também deu um emprego no governo para a filha dela, Mirelle;
2) A quadrilha espalhou-se pelo coração do poder – e passou a fazer negócios. Os irmãos Vieira, aliados a altos advogados do PT que ocupavam cargos no governo, passaram a vender facilidades a empresários que dependiam de canetadas de Brasília;
3) Rose, gabando-se de sua relação com Lula, tinha influência no Banco do Brasil. Trabalhou pela escolha do atual presidente do BB, Aldemir Bendine, indicou diretores (um deles a pedido de Delúbio Soares, o ex-tesoureiro do PT condenado no caso do mensalão), intermediou encontros de empresários com dirigentes do BB e obteve um contrato para a empresa de construção de seu marido;
4) Despesas do procurador federal Mauro Hauschild, do PT, ex-chefe de gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e, depois, presidente do INSS, foram pagas pela quadrilha. É uma situação similar à do recém-demitido número dois da Advocacia-Geral da União (AGU), José Weber Holanda – que, segundo a PF, recebeu propina;
5) A PF, mesmo diante das evidências de que Rose era uma das líderes da quadrilha, optou por não investigá-la. Não pediu o monitoramento das comunicações de Rose e não quis detonar a Operação Porto Seguro no começo de setembro, quando a Justiça autorizara as batidas e prisões. Esperou até o fim das eleições municipais.
De acordo com o relato feito a ÉPOCA por um alto executivo que trabalhou na Companhia das Docas do Porto de Santos (Codesp), Rose evocava sua relação com Lula para fazer indicações e interferir, segundo seus interesses, nos negócios da empresa. Nessas ocasiões, diz o executivo, Rose se apresentava como “namorada do Lula”. “Ela jogava com essa informação, jogava com a fama”, diz ele.
Lula fez três favores à quadrilha dos pareceres enquanto era presidente da República 
Uma história contada por ele ilustra o estilo de atuação de Rose. Em 2005, uma funcionária da Guarda Portuária passou a dizer na Codesp que fora indicada para o cargo porque era amiga da “namorada do Lula”. O caso chegou ao conhecimento da direção do Porto de Santos. Um diretor repreendeu a funcionária e chegou a abrir uma sindicância para apurar o fato – e ela foi demitida. O executivo conta que, contrariada, Rose ligou para executivos para cobrar explicações e reafirmou o que a amiga havia dito: “Eu sou a namorada do Lula”. Os executivos acharam que ela blefava. “No começo, a gente não sabia que ela era tão forte”, diz um deles. No Porto, ela foi responsável pelas indicações de Paulo Vieira e do petista Danilo de Camargo, ligado ao grupo do ex-ministro José Dirceu no PT. Os dois passaram a atuar em parceria com Valdemar Costa Neto, o deputado pelo PR condenado à prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do mensalão, responsável por indicar o presidente da Codesp.
Um dos interesses desse grupo era perdoar uma parcela da dívida da empresa transportadora Libra com a Codesp. O valor da dívida era de R$ 120 milhões. O acordo foi fechado no Ministério dos Transportes, então controlado pelo grupo ligado a Costa Neto, e contou com o aval de Camargo, presidente do Conselho de Administração. O PT de Santos, liderado pela ex-prefeita Telma de Souza, ficou revoltado com os termos do acordo e resolveu cobrar explicações de Camargo. Novamente Rose entrou em ação para defender os interesses da Libra, do PR de Costa Neto e de Paulo Vieira. Na ocasião, diz o alto executivo, ela evocou novamente o nome de Lula. Nos telefonemas que dava aos petistas contrários ao perdão da dívida, afirma ele, Rosemary sempre mencionava o então presidente.
Rose tem 57 anos, começou jovem na militância política e sua turma, dentro do PT, é uma turma das antigas. Seus principais interlocutores no partido, além de Lula, são Paulo Frateschi, secretário de organização do PT, e os já mencionados Camargo e Dirceu. Rose trabalhou como assessora de Dirceu nos anos 1990. Acompanhou de perto sua ascensão à presidência do PT. No total, foram 12 anos de parceria. Foi no período em que trabalhava com Dirceu que Rose conheceu Lula. Em fevereiro de 2003, com Lula no Planalto, Rose se tornou assessora especial do gabinete regional da Presidência em São Paulo. Em 2005, tornou-se chefe da unidade. Seu poder no partido foi crescendo. Ela fazia triagem informal dos currículos de candidatos a cargos do segundo escalão. Nessa época, começou a exercer influência também no Banco do Brasil. Rose trabalhou, de acordo com políticos e executivos do setor bancário, pela indicação de Aldemir Bendine para a presidência do BB.
A proximidade com Bendine permitiu que Rose, em 2009, conseguisse um emprego para José Cláudio Noronha, seu ex-marido. Noronha ganhou a vaga de suplente no Conselho de Administração da Aliança Brasil Seguros, atual Brasilprev. De acordo com as investigações da PF, Paulo Vieira forjou um diploma de curso superior para que Noronha cumprisse uma exigência da Brasilprev e assumisse a vaga. Em agosto do ano passado, o mandato de Noronha foi renovado.
Rose era também próxima de Delúbio Soares, o ex-tesoureiro do PT condenado a oito anos e 11 meses de prisão no caso do mensalão. Os dois costumavam tomar café no Conjunto Nacional, centro comercial próximo ao prédio do gabinete da Presidência. A pedido de Delúbio, segundo executivos do BB, ela usou sua proximidade com Bendine para conseguir a nomeação de Édson Bündchen para a superintendência do BB em Goiás, em setembro passado.
Rose circulava tão bem no BB que pairava acima das disputas fratricidas entre seus diretores. Era próxima também de Ricardo Flores, ex-vice-presidente de crédito e ex-presidente da Previ, o bilionário fundo de pensão dos funcionários do banco. Flores e Bendine travaram embates corporativos constantes e são considerados inimigos. Isso nunca impediu Rose de se sentir segura para pedir favores a ambos. Em 25 de março de 2009, Rose pediu a Flores que examinasse um pedido de empréstimo de cerca de R$ 48 milhões da empresa Formitex. Era um desejo de Paulo Vieira – na época, ele ainda não era diretor da ANA. “Gostaria que encaminhasse esses dados técnicos ao Dr. Ricardo (Flores) e, se possível, conseguisse uma agenda para o Dr. César Floriano”, diz Paulo em e-mail para Rose que consta do inquérito policial. Floriano era um dos empresários que bancavam a quadrilha. Em 17 de agosto de 2009, Rose encaminha outro e-mail a Paulo em que pergunta se “aquele assunto do Flores foi resolvido”. Poucos minutos depois, Paulo responde: “As coisas com o Flores estão caminhando bem, ele tem sido muito legal e parece que vamos avançar bastante” (leia o e-mail abaixo).
O poder de Rose era maior do que parecia (Foto: Fabio Motta/Estadão Conteúdo e Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo)
De acordo com a investigação da PF, além do emprego para o ex-marido, Rose usou seus contatos no BB para ajudar o atual, João Vasconcelos. Documentos apreendidos pela polícia na casa de Rose, em São Paulo, mostram que a construtora de Vasconcelos, a New Talent, obteve um contrato de R$ 1,1 milhão – sem licitação – com a Cobra Tecnologia, subsidiária do BB. Tratava-se de uma obra de adequação e reforma do novo centro de impressão da empresa em São Paulo. Mais uma vez, Rose recorreu a Paulo Vieira para forjar documentos. A Associação Educacional e Cultural Nossa Senhora Aparecida, mantenedora da faculdade de propriedade de Vieira em Cruzeiro, São Paulo, emitiu um falso atestado de capacidade técnica para a New Talent conseguir o contrato com a Cobra. Em maio de 2010, funcionários da Cobra encaminharam a Vasconcelos o contrato com a New Talent.
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... e a quadrilha estava profundamente entranhada no governo (Foto: Hiram Vargas/Esp. CB/D.A Press e ABR)

É era mesmo um tremendo esquemão no governo e deixaram rolar um tempão sabendo de tudo, isto é Brasil.??????

Isto é que é passar apertado uma vez na vida?????

Navio turístico faz "milagre" para cruzar canal na Grécia

29 de novembro de 2012 • 17h00 • atualizado às 17h00 

O canal separa a península do Peloponeso da parte principal da Grécia  Foto: The Grosby Group
O canal separa a península do Peloponeso da parte principal da Grécia

Navio turístico realiza um verdadeiro milagre para cruzar o canal que liga o Golfo de Corinto ao Golfo Sarônico, no Mar Egeu. Os grandes cruzeiros modernos já não conseguem passar pelo Estreito de Corinto, embora a travessia ainda seja uma atração para os viajantes  Foto: The Grosby Group
Navio turístico realiza um verdadeiro milagre para cruzar o canal que liga o Golfo de Corinto ao Golfo Sarônico, no Mar Egeu. Os grandes cruzeiros modernos já não conseguem passar pelo Estreito de Corinto, embora a travessia ainda seja uma atração para os viajantes

O Canal de Corinto tem 6,3 km de comprimento e apenas 21 metros de largura  Foto: The Grosby Group
O Canal de Corinto tem 6,3 km de comprimento e apenas 21 metros de largura

O estreito foi criado especialmente com fins econômicos, para que navios mercantes encurtassem a viagem  Foto: The Grosby Group
O estreito foi criado especialmente com fins econômicos, para que navios mercantes encurtassem a viagem

Usar o estreito evita que os navegadores precisem dar a volta em cerca de 400 km, em torno do Peloponeso  Foto: The Grosby Group
Usar o estreito evita que os navegadores precisem dar a volta em cerca de 400 km, em torno do Peloponeso

O canal foi construído entre 1881 e 1893, e considerado uma das mais espetaculares obras de engenharia do mundo  Foto: The Grosby Group
O canal foi construído entre 1881 e 1893, e considerado uma das mais espetaculares obras de engenharia do mundo


Trata-se de um canal escavado sobre a rocha do istmo de Corinto  Foto: The Grosby Group
Trata-se de um canal escavado sobre a rocha do istmo de Corinto

Aproximadamento 11 mil barcos navegam regularmente pelo canal  Foto: The Grosby Group
Aproximadamento 11 mil barcos navegam regularmente pelo canal

O ser humana tem medo da morte uma coisa natural e que leva para um lugar mi tranquilo ou aterrorizante..............


A 20 dias do "fim do mundo": bunker vira mansão sob a terra

01 de dezembro de 2012 • 08h47
Empresas fazem bunkers que podem ser verdadeiras mansões embaixo da terra. Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação Empresas fazem bunkers que podem ser verdadeiras mansões embaixo da terra
Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação



Aceita a teoria de que o mundo vai acabar, mas não aceita que você vai acabar junto com ele? Você não está sozinho. Convictas de que o propalado apocalipse maia se tornará realidade, algumas pessoas decidiram desafiar profecias e cavar sua sobrevivência na Terra. Nem todas têm certeza do que estão fugindo: chuva de meteoros, colisão com outro planeta, inversão dos polos, tempestades solares, visitas de extraterrestres. Essas são todas situações catastróficas baseadas, supostamente, nos dizeres maias. Contra algumas, um bunker pode ser útil.
O que é um bunker
Os bunkers surgiram na Primeira Guerra Mundial - estendendo-se para os demais conflitos bélicos que vieram a seguir. Serviam para proteger, além dos soldados, combustível e munição de projéteis inimigos, que poderiam danificá-los ou fazê-los explodir. Mais tarde, passaram a ser utilizados também para proteção contra fenômenos naturais, como tornados. "Bunkers são estruturas construídas abaixo do nível do solo, geralmente reforçadas por concreto e chapas de aço, e que servem de abrigo para pessoa ou grupo de pessoas", explica Irenaldo Pereira, presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp) do Distrito Federal.
Ele também dá uma pista sobre uma terceira finalidade que o bunker adota nos dias atuais: proteção pessoal contra a criminalidade. Segundo Pereira, há uma onda generalizada de insegurança, que se propaga mais por indução do que pela falta real de segurança. Assim, as pessoas reforçam suas residências com cercas elétricas, sistemas de monitoramento, interfones e quartos seguros (cômodos secretos, altamente reforçados, que servem como abrigo nas casas em caso de desastre ou invasão do domicílio). "Isso tem levado as pessoas de poder econômico mais elevado a adotar algumas medidas na intenção de aumentar a sensação de segurança, uma vez que, em tese, passam a ser os alvos exatamente pelo elevado poder aquisitivo", pontua Pereira, que também é proprietário de uma empresa de segurança e vigilância.
Se uma casa bem munida de equipamentos de segurança não é o suficiente, o bunker pode ser opção mais reforçada. "Nossa empresa trouxe essa tecnologia ao Brasil no ano de 2010. Desde então, recebemos várias solicitações referentes a esse produto", revela Wagner Hebling, diretor da Bunker Brasil, empresa que, além da construção dos abrigos abaixo do solo, faz blindagens arquitetônicas para grandes construtoras, empresas e pessoas físicas.
Situações catastróficas
Segundo Hebling, os bunkers de sua empresa são construídos para proteger a vida dos clientes diante de pequenas ou grandes ameaças que possam surgir, sejam elas naturais ou causadas pelo homem. No Brasil, raramente atingido por fenômenos naturais de maior gravidade, o que motiva alguém a adquirir um abrigo é geralmente o medo de outros seres humanos. "Podemos dizer que as precauções dos nossos clientes são as mais diversas. Vão desde proteção contra assaltos até adversidades mais graves, que poderão gerar alterações sociais drásticas com as quais muitas pessoas não estão habituados a se deparar". Para Pereira, os temores aumentam devido às notícias de casos de violência veiculadas na mídia. "A preocupação se deve aos fatos e crimes que são amplamente divulgados na imprensa, como roubos em domicílio, roubos de e em veículos e a modalidade criminosa que mais cresce atualmente, o dito sequestro relâmpago", afirma.
Hebling cita outro caso particular que motiva as pessoas a planejarem a construção de um bunker para a sua proteção. "Clientes solicitam bunker também contra invasão de criminosos em suas propriedades rurais, desejando um local seguro para a permanência de sua família até o socorro policial chegar ao local, que muitas vezes é distante da área urbana."
Um bunker pode ser construído para uma pequena família ou para um grupo de mais de 100 pessoas. Além da estrutura de segurança, é desenvolvido mobiliado, pronto para morar, de modo a oferecer conforto aos refugiados. O número de cômodos e o tamanho varia, assim como o preço, que pode ultrapassar R$ 1 milhão, dependendo da complexidade e luxo. É concebido de maneira a ter seu fornecimento de água, energia elétrica e telefone independentes do restante da casa. O tempo de permanência em um bunker depende apenas da quantidade de suprimentos estocados.
Proteção antiapocalíptica
A americana Terravivos - especialmente seu CEO e fundador Robert Vicino - tem ganhado notoriedade nos últimos anos. Especializada na construção de monumentais bunkers - alguns deles são verdadeiras mansões debaixo da terra -, a empresa não resguarda o menor pudor em fazer referência, em sua comunicação publicitária, às profecias maias.
Apocalíptico, Vicino, com 20 anos de idade, já planejava construir um abrigo para mais de mil pessoas, para proteção contra um possível evento que extinguiria a humanidade. Quase 30 anos depois, em 2008, mencionou a um pequeno grupo de empresários que não tinha levado a ideia adiante pois o mundo não estava preparado para isso - ainda considerava uma preocupação tola. A resposta dos empresários foi que o momento havia chegado e que as pessoas estavam prontas para se proteger das catástrofes hipotéticas.
"O mundo está no limite, tanto economicamente quando politicamente, enquanto muitas previsões estão acontecendo. A profecia maia está no fundo de nossas mentes, mas apenas como um sinal de que é tempo para se preparar", afirma a diretora de mídia da Terravivos, Barbi Grossman.
Além de especular sobre o possível apocalipse maia, a empresa também usa possíveis situações de terrorismo nuclear e anarquia ¿ provocada pelas crises econômicas em larga escala ¿ como argumentos de venda. "As interpretações apocalípticas sempre povoaram a cabeça das pessoas, e a cada período surgem novidades no mercado tentando atrair compradores e adeptos às suas ideias de 'salvação' das catástrofes. Mais recentemente fala-se das interpretações do calendário maia", diz Irenaldo Pereira. Apesar de, em várias ocasiões, Robert Vicino ter se manifestado publicamente afirmando que uma grande quantidade de pessoas já havia reservado ou adquirido bunkers, não existe uma estatística oficial sobre essa procura ¿ segundo Pereira, por questões de segurança.
Wagner Hebling, diretor da Bunker Brasil, garante que seus clientes não procuram adquirir abrigos subterrâneos motivados pelas interpretações do calendário maia. "Eles não acreditam que o mundo irá acabar, como o divulgado fim do mundo, por muitas mídias. Também não acreditam que poderá acontecer algo realmente catastrófico em uma data específica como algumas pessoas deduzem em relação ao calendário Maias", afirma. Segundo ele, a empresa tem a sua opinião oficial e comunica isso aos clientes. "A posição da empresa Bunker Brasil é bem clara. Declaramos abertamente que não acreditamos no fim do mundo."


Preocupados com sua segurança, muitas pessoas recorrem aos abrigos conhecidos como bunkers. Empresas especializadas nesse tipo de estrutura, como a Terravivos e a Bunker Brasil, podem construir até verdadeiras mansões debaixo da terra - para quem puder pagar  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
Preocupados com sua segurança, muitas pessoas recorrem aos abrigos conhecidos como bunkers. Empresas especializadas nesse tipo de estrutura, como a Terravivos e a Bunker Brasil, podem construir até verdadeiras mansões debaixo da terra - para quem puder pagar
  
Os bunkers surgiram na Primeira Guerra Mundial - estendendo-se para os demais conflitos bélicos que vieram a seguir. Serviam para proteger, além dos soldados, combustível e munição de projéteis inimigos, que poderiam danificá-los ou fazê-los explodir. Mais tarde, passaram a ser utilizados também para proteção contra fenômenos naturais, como tornados  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
Os bunkers surgiram na Primeira Guerra Mundial - estendendo-se para os demais conflitos bélicos que vieram a seguir. Serviam para proteger, além dos soldados, combustível e munição de projéteis inimigos, que poderiam danificá-los ou fazê-los explodir. Mais tarde, passaram a ser utilizados também para proteção contra fenômenos naturais, como tornados

Bunkers são estruturas construídas abaixo do nível do solo, geralmente reforçadas por concreto e chapas de aço, e que servem de abrigo para pessoa ou grupo de pessoas, explica Irenaldo Pereira, presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp) do Distrito Federal  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
'Bunkers são estruturas construídas abaixo do nível do solo, geralmente reforçadas por concreto e chapas de aço, e que servem de abrigo para pessoa ou grupo de pessoas', explica Irenaldo Pereira, presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp) do Distrito Federal

Enquanto a empresa brasileira reafirma que não acredita em apocalipse maia e vendi seus produtos para proteger os clientes contra ameaças reais, a americana Terravivos entre na onda do calendário maia para aquecer suas vendas  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
Enquanto a empresa brasileira reafirma que não acredita em 'apocalipse maia' e vendi seus produtos para proteger os clientes contra ameaças reais, a americana Terravivos entre na onda do calendário maia para aquecer suas vendas

O mundo está no limite, tanto economicamente quando politicamente, enquanto muitas previsões estão acontecendo. A profecia maia está no fundo de nossas mentes, mas apenas como um sinal de que é tempo para se preparar, afirma a diretora de mídia da Terravivos, Barbi Grossman.  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
'O mundo está no limite, tanto economicamente quando politicamente, enquanto muitas previsões estão acontecendo. A profecia maia está no fundo de nossas mentes, mas apenas como um sinal de que é tempo para se preparar', afirma a diretora de mídia da Terravivos, Barbi Grossman.

Wagner Hebling, diretor da Bunker Brasil, garante que seus clientes não procuram adquirir abrigos subterrâneos motivados pelas interpretações do calendário maia. A empresa brasileira, além da construção dos abrigos abaixo do solo, faz blindagens arquitetônicas para grandes construtoras, empresas e pessoas físicas  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
Wagner Hebling, diretor da Bunker Brasil, garante que seus clientes não procuram adquirir abrigos subterrâneos motivados pelas interpretações do calendário maia. A empresa brasileira, além da construção dos abrigos abaixo do solo, faz blindagens arquitetônicas para grandes construtoras, empresas e pessoas físicas

Eles não acreditam que o mundo irá acabar, como o divulgado fim do mundo, por muitas mídias. Também não acreditam que poderá acontecer algo realmente catastrófico em uma data específica como algumas pessoas deduzem em relação ao calendário Maias, afirma  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
'Eles não acreditam que o mundo irá acabar, como o divulgado fim do mundo, por muitas mídias. Também não acreditam que poderá acontecer algo realmente catastrófico em uma data específica como algumas pessoas deduzem em relação ao calendário Maias', afirma

Segundo Hebling, a empresa tem a sua opinião oficial e comunica isso aos clientes. A posição da empresa Bunker Brasil é bem clara. Declaramos abertamente que não acreditamos no fim do mundo  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
Segundo Hebling, a empresa tem a sua opinião oficial e comunica isso aos clientes. 'A posição da empresa Bunker Brasil é bem clara. Declaramos abertamente que não acreditamos no fim do mundo'

O bunker, além de desastres naturais, é vendido como uma opção para defesa contra a criminalidade. Se uma casa bem munida de equipamentos de segurança não é o suficiente, o bunker pode ser opção mais reforçada  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
O bunker, além de desastres naturais, é vendido como uma opção para defesa contra a criminalidade. Se uma casa bem munida de equipamentos de segurança não é o suficiente, o bunker pode ser opção mais reforçada

Podemos dizer que as precauções dos nossos clientes são as mais diversas. Vão desde proteção contra assaltos até adversidades mais graves, que poderão gerar alterações sociais drásticas com as quais muitas pessoas não estão habituados a se deparar, diz Hebling  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
'Podemos dizer que as precauções dos nossos clientes são as mais diversas. Vão desde proteção contra assaltos até adversidades mais graves, que poderão gerar alterações sociais drásticas com as quais muitas pessoas não estão habituados a se deparar', diz Hebling

Apesar de, em várias ocasiões, Robert Vicino, CEO da Terravivos, ter se manifestado publicamente afirmando que uma grande quantidade de pessoas já havia reservado ou adquirido bunkers, não existe uma estatística oficial sobre essa procura ¿ segundo Pereira, por questões de segurança  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
Apesar de, em várias ocasiões, Robert Vicino, CEO da Terravivos, ter se manifestado publicamente afirmando que uma grande quantidade de pessoas já havia reservado ou adquirido bunkers, não existe uma estatística oficial sobre essa procura ¿ segundo Pereira, por questões de segurança

Clientes solicitam bunker também contra invasão de criminosos em suas propriedades rurais, desejando um local seguro para a permanência de sua família até o socorro policial chegar ao local, que muitas vezes é distante da área urbana  Foto: Bunker Brasil/Divulgação
'Clientes solicitam bunker também contra invasão de criminosos em suas propriedades rurais, desejando um local seguro para a permanência de sua família até o socorro policial chegar ao local, que muitas vezes é distante da área urbana'

Os especialistas nesse tipo de construção, afirmam que é possível fazer um bunker para abrigar uma pequena família ou até para grupos com mais de 100 pessoas. Além da estrutura de segurança, é desenvolvido mobiliado, pronto para morar, de modo a oferecer conforto aos refugiados  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
Os especialistas nesse tipo de construção, afirmam que é possível fazer um bunker para abrigar uma pequena família ou até para grupos com mais de 100 pessoas. Além da estrutura de segurança, é desenvolvido mobiliado, pronto para morar, de modo a oferecer conforto aos refugiados

O número de cômodos e o tamanho varia, assim como o preço, que pode ultrapassar R$ 1 milhão, dependendo da complexidade e luxo. É concebido de maneira a ter seu fornecimento de água, energia elétrica e telefone independentes do restante da casa. O tempo de permanência em um bunker depende apenas da quantidade de suprimentos estocados  Foto: Bunker Brasil/Divulgação
O número de cômodos e o tamanho varia, assim como o preço, que pode ultrapassar R$ 1 milhão, dependendo da complexidade e luxo. É concebido de maneira a ter seu fornecimento de água, energia elétrica e telefone independentes do restante da casa. O tempo de permanência em um bunker depende apenas da quantidade de suprimentos estocados

Além de especular sobre o possível apocalipse maia, a Terravivos também usa possíveis situações de terrorismo nuclear e anarquia ¿ provocada pelas crises econômicas em larga escala ¿ como argumentos de venda  Foto: 2012 Terravivos.com/Divulgação
Além de especular sobre o possível apocalipse maia, a Terravivos também usa possíveis situações de terrorismo nuclear e anarquia ¿ provocada pelas crises econômicas em larga escala ¿ como argumentos de venda

As interpretações apocalípticas sempre povoaram a cabeça das pessoas, e a cada período surgem novidades no mercado tentando atrair compradores e adeptos às suas ideias de salvação das catástrofes. Mais recentemente fala-se das interpretações do calendário maia, diz Irenaldo Pereira  Foto: Bunker Brasil/Divulgação
'As interpretações apocalípticas sempre povoaram a cabeça das pessoas, e a cada período surgem novidades no mercado tentando atrair compradores e adeptos às suas ideias de 'salvação' das catástrofes. Mais recentemente fala-se das interpretações do calendário maia', diz Irenaldo Pereira