sábado, 28 de dezembro de 2013

Aqui sim tem uma bomba que não vai sair antes de Março/2014, e ainda para ser aprovado vai rolar muita grana para politicos e quem sai perdendo como sempre todos sabem muito bem.....?????

28/12/2013 - 15:48

Congresso

Sem interagir com os setores específicos, governo empurra suas vontades para o Congresso, diz cientista político

Fabiano Santos afirma que o Executivo não dialoga com as categorias afetadas por seus projetos. A negociação acaba sendo repassada ao parlamento, que demonstra insatisfação ao ter de assumir o papel de para-raios

Marcela Mattos, de Brasília
Sessão plenária do Congresso Nacional para aprovação do Orçamento de 2014
Sessão plenária do Congresso Nacional para aprovação do Orçamento de 2014 (Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
Marcado por um clima turbulento, 2013 tornou evidente a tensão entre o governo e suas bases no Congresso Nacional. Votações de temas de maior impacto econômico – e, portanto, caros ao governo -, por pouco não se tornaram derrotas emplacadas por aliados - que por vezes promoveram rachas no bloco para assumir ares de oposição. As esgarçadas alianças, em especial PT e PMDB, tiveram exemplos mais contundentes na falta de votação da reforma política, no embate sobre a fixação ou não de alíquotas de royalties da mineração, no adiamento da proposta de um novo Marco Civil da Internet e nas tumultuadas sessões de apreciação da medida provisória que regulamenta o setor portuário.
Para o cientista político Fabiano Santos, professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp-Uerj), além do choque partidário, o desgaste se deve à falta de interação entre o Executivo, comandado essencialmente pelo PT, e os setores atingidos por suas propostas de regulação. Centralizador das principais propostas a serem votadas pelo Congresso, o Palácio do Planalto acaba obrigando o parlamento a assumir a dupla função de legislar e assumir o papel de para-raios das vontades do Executivo.
“Não estão claros quais são os espaços de interlocução entre o governo e os atores atingidos pelas propostas de regulação. Esses espaços têm de existir de forma complementar ao Congresso, mas eles não foram definidos com tanta clareza”, afirma Santos. “Isso acabou dando curto-circuito e uma impressão de incompetência de determinados atores, mas na verdade com a dificuldade de coordenação já se poderia prever que os interesses mais vitais iam ser ouvidos apenas no Congresso.”
Leia os principais trechos da entrevista ao site de VEJA:
Qual a avaliação do senhor sobre a relação entre o Planalto e o Congresso neste ano? Passamos por um momento de inflexão da política e da economia, que diverge daquele modelo de governança do Lula, fortemente assentado em políticas redistributivas – o que garantia a popularidade e, portanto, servia de fator de agregação da coalização. O que se tem agora é um modelo no qual a economia está amparada na indústria e em investimentos, onde se torna necessária uma agenda de regulamentações. É uma agenda mais divisível porque vai definir ganhadores e perdedores, o tamanho do que ganha e quem ganha. Isso acabou dividindo bastante a coalização, principalmente PT e PMDB e marcou muito as tensões na coalização e na agenda da Dilma com o Congresso. O PMDB, de uma maneira, ainda organiza um grande ‘centrão’ e se colocou como o principal interlocutor dos grupos que se viam atingidos por essa agenda da Dilma.
Faltou diálogo entre o Planalto e suas bases? Falta sim diálogo com o Congresso, esse não é o estilo da Dilma, mas existem outros atores que fazem isso de maneira mais ou menos habilidosa. É claro que sempre pode haver mais competência no trato com o Congresso, isso é da política e é uma análise pertinente. Mas acho que um ponto, que não é tão mencionado com frequência, é a falta de clareza do espaço de interlocução com os atores afetados pelas políticas fora do Congresso. Quando se mantém um diálogo de forma antecipada, é mais fácil depois diluir os conflitos dentro do Congresso. Mas como isso não acontece, os atores que são atingidos vão acionar ou procurar parlamentares para que as políticas sejam revertidas e emendadas. Não estão claros quais são os espaços de interlocução entre o governo e os atores atingidos pelas propostas de regulação. Esses espaços têm de existir de forma complementar ao Congresso, mas eles não foram definidos. A medida provisória dos portos, sem dúvidas, é um grande exemplo dessa falta de interação.
O Planalto, então, concentrou as decisões? Houve uma concentração das decisões na Casa Civil, que depois as encaminharam ao Congresso, onde as negociações acabaram acontecendo depois de o projeto já ter sido formulado. Não percebi com tanta frequência essas interlocuções sendo feitas – e essa é uma prioridade que eu acho que deveria existir.
O problema acabou sendo empurrado para o parlamento... Sim. Acabou apertando o cronograma no Congresso e dificultando o trabalho de coordenação. A gente sempre quer imputar o trabalho para determinados ministros, mas há situações em que o governo adota uma metodologia e os ministros acabam sendo atropelados por essa metodologia. As negociações tinham de ser feitas em algum lugar, e elas acabaram sendo feitas nas comissões, pelos relatores que ouviam os empresários. Há uma política de grandes interesses sendo feita ali no Congresso e o prazo original vai para as calendas. Os envolvidos em uma nova regulação não querem saber de prazos, eles querem saber de seus interesses atendidos. Isso acabou dando curto-circuito e uma impressão de incompetência de determinados atores. Mas, na verdade, com a dificuldade de coordenação, já se poderia prever que os interesses mais vitais iam ser ouvidos apenas no Congresso – o que exige tempo. Dessa forma, os prazos acabam sendo atropelados. Se tem uma MP para ser votada e os envolvidos não foram ouvidos anteriormente, eles serão ouvidos durante a votação - e aí não tem competência na coordenação que resolva.
Qual deve ser o clima entre o Planalto e o Congresso em 2014, ano de eleição? As eleições determinam que os políticos precisam tomar decisões e fazer seus cálculos sobre se apoiam ou não o governo, mas por outro lado a agenda parlamentar fica muito esvaziada justamente porque os políticos ficam em suas bases. Acredito que já no primeiro semestre isso vai ser percebido. A sociedade estará mais mobilizada e os políticos estarão preocupados com as eleições. A base aliada, nesse ano, atrapalhou, mas não obstaculizou a agenda. Não era exatamente o que o governo queria, houve divisões, mas não chegaram a inviabilizar a aprovação do que o Planalto defendia. Em 2014 não deve ser diferente.
Apesar das manifestações, o Congresso perdeu a oportunidade de votar projetos importantes, como o Marco Civil da Internet e a reforma política. O que falta para acabar com a morosidade do parlamento? São matérias difíceis, cercadas de muita incerteza, não há uma clareza sobre quem está a favor ou contra, os partidos ficam divididos em torno das matérias. Não há uma hegemonia, um bloco majoritário a favor do tema que realmente tenha a certeza de que aquilo precisa ser votado - nem o governo entra em campo com a certeza sobre um determinado projeto.
Mas o governo não tem certa culpa nessa lentidão, já que sobrecarregou as votações com excessivas medidas provisórias e demais matérias que trancam a pauta? O ano foi encerrado sem importantes votações por causa do Marco Civil da Internet, que tranca a pauta. O governo não tem uma clareza se o projeto está atendendo a ele. Então, na medida em que isso não existe, é difícil levar adiante. O Marco Civil é uma proposta muito incerta, é um mundo novo e fazer uma regulação de um assunto novo onde os interesses não estão muito claros é complicado. O governo está preocupado em encontrar um equilíbrio e não quer aprovar uma matéria para desgastar a base ainda mais. Sobre a reforma política, a situação é similar: PMDB e PT não se entendem em quase nada, então é difícil avançar.
Mesmo com as reivindicações por mais transparência, as mordomias no parlamento, como a farra no uso de jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB) e o aumento no valor das cotas parlamentares, continuam. Como mudar esse cenário de regalias? Precisa haver uma discussão geral sobre mordomias, inclusive também no Executivo e no Judiciário. Acho que existe uma cultura de muitos anos da elite política se aproveitar de determinada situação para montar privilégios. E está demorando muito para a gente modernizar essa parte. Formou-se uma cultura com a ideia de que a elite pode ter privilégios. Tem de haver uma maior análise sobre o que é ou não cabível. Eles usam o poder para encobrir o que têm de privilégios, toda parte de salário, reajuste, acúmulo de funções e de verbas. A gente não tem essa clareza sobre o gasto que se tem.

Se eles continuar fazendo "toplesse" vão terminar conseguindo alguma coisa, precisa abrir a cabeça mais dos Brasileiros para Sexo, nudez e outras coisas mais.

28/12/2013 - 19h04

Grupo de mulheres faz 'toplessaço' em praia de Vitória, no ES

DE SÃO PAULO
Ouvir o texto
Um grupo de mulheres fez uma "toplessaço" neste sábado na praia da Ilha do Boi, em Vitória (ES). O evento foi marcado pelo Facebook, mas apesar de ter mais de mil pessoas confirmadas, reuniu apenas seis jovens até o final da manhã.
No convite feito na rede social, os organizadores do ato convidavam homens, mulheres e crianças "pelo fim da criminalização dos nossos corpos (...), pela naturalização dos corpos. Pelo fim da repressão policial e governamental dos nossos corpos".
No último dia 21, um ato semelhante ocorreu em Ipanema, no Rio, propondo a liberação do topless na praia. O evento, porém, reuniu mais homens do que ativistas -foram cerca de cem curiosos e cinco mulheres que ficaram seminuas.

Chico Guedes/A Gazeta
Mulheres tiram a parte de cima dos biquínis em praia de Vitória; ato foi convocado pelo Facebook

Eles estão aprendendo bem rápido como os Brasilieiros a malandragem.....?????

Brasileiro denuncia extorsão e farsa da polícia em Punta del Este

Em Montevidéu

  • Reprodução/ El País
    Segundo o jornal "El País", o advogado Sergio Veronese denunciou às autoridades o "inferno" vivido pelo turista brasileiro e sua família em Punta del Este Segundo o jornal "El País", o advogado Sergio Veronese denunciou às autoridades o "inferno" vivido pelo turista brasileiro e sua família em Punta del Este
Um turista brasileiro denunciou que em Punta del Este (Uruguai) existe uma "indústria da extorsão", depois que a polícia o deteve após um acidente de trânsito e o obrigou a pagar US$ 20 mil para ser liberado, informa neste sábado a imprensa local.

Segundo reportagem do jornal "El País", o advogado Sergio Veronese denunciou às autoridades do Consulado Geral do Uruguai, em Florianópolis (SC) o "inferno" vivido pelo turista brasileiro e sua família em Punta del Este, onde foi "massacrado, roubado, extorquido e destruído psicologicamente".

A história do turista, que segundo o cônsul uruguaio em Florianópolis Gerardo Vibrante tem "tom de seriedade", começou em 18 de dezembro, quando o carro que Veronese dirigia bateu em uma moto em uma estrada em Maldonado, o departamento uruguaio onde fica Punta del Este.

Segundo o boletim policial, o motorista da moto ficou gravemente ferido.

Em um primeiro momento, o turista denunciou que a polícia, apesar de a moto estar "sem luzes", o orientou a assumir a culpa do acidente porque seu carro possuía seguro e, segundo disseram, isso o "livraria rapidamente do problema".

Veronese aceitou e foi até a delegacia mais próxima apresentar seus documentos.

Lá, o brasileiro descobriu que não poderia sair do lugar até que a justiça deliberasse sobre a vítima e que precisaria esperar para ver "se alguém apresentava uma denúncia policial".

Aparentemente, um "suposto familiar" da vítima apresentou a denúncia contra ele e lhe informou que precisaria esperar um dia até que tivesse uma audiência com o juiz e que por isso ficaria detido e incomunicável para que não pudesse escapar do país.

"Não é necessário ser um gênio para imaginar o terror a que fui submetido. Durante a noite, o único contato que tive foi com policiais que me entregavam números de telefones de advogados no caso de eu precisar", relatou o brasileiro em sua denúncia.

No dia seguinte foi, Veronese foi levado até o juiz e lhe ofereceram um defensor público que, segundo ele, nunca apareceu.

No entanto, se apresentou um advogado que disse ter sido contratado por sua família e que lhe disse que a única solução era chegar a um acordo com a família da vítima ou ficar preso por tempo indeterminado até que um juiz tomasse uma decisão.

Esse advogado, além disso, entrou em contato com a família do turista para lhes dizer que tinha sido contratado por ele para negociar em seu nome com todos os poderes.

Assim, uma das condições apresentadas foi pagar US$ 10 mil à família da vítima do acidente e outros 10 mil para o suposto advogado.

Como não tinham o dinheiro, o brasileiro propôs deixar seu carro como garantia após uma longa negociação em um escritório judicial.

Finalmente, a polícia aceitou o trato e, após assinar um acordo, o turista foi liberado.

Ao chegar a seu hotel, Veronese se descobriu que sua mulher nunca havia entrado em contato com qualquer advogado uruguaio.

O turista disse que denunciará formalmente o caso perante ao Itamaraty e à Ordem dos Advogados do Brasil.

A noticia toda esta aqui no limk abaixo.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2013/12/28/brasileiro-denuncia-extorsao-e-farsa-da-policia-em-punta-del-este.htm 

Eu vejo que este pais é muito racista e sem mentalidade, na cabeça só há o que não presta sáo povos muito imatura para se lidarem com este tipo de situação e não deixa nada a ´poca de hoje continua do mesmo jeito....?

Sexo sem censura

Nos anos 1970, carreiras foram obscurecidas em razão de cenas de sexo explícitas. Quatro décadas depois, a temática volta às telas. Por que agora é diferente?

Ivan Claudio e Ana Weiss

A lista de recomendações aos pais elaborada pelo site Internet Movie Database, o maior banco de dados digital sobre cinema, alinha 21 situações de “sexo pesado” na página do filme “Ninfomaníaca”, que estreia no dia 10. Dois exemplos: mulher e homem fazem sexo anal; mulher faz sexo oral em um homem na cabine de um trem e cospe o seu sêmen. Centrada nas confissões eróticas de uma jovem a um homem que lhe dá abrigo após encontrá-la inconsciente, a nova provocação do cineasta dinamarquês Lars Von Trier não se encaixa na categoria de filme pornográfico. Essa mesma ressalva se aplica a outros lançamentos recentes, como “Azul É a Cor Mais Quente”, com sua famosa cena de sete minutos de uma relação lésbica, e “Um Estranho no Lago”, repleto de sequências de intimidade entre homens numa praia de nudismo. O fenômeno atingiu também o cinema brasileiro em “Tatuagem”, sobre o amor entre um ator e um soldado do Exército na Recife dos anos 1970. Cabe aqui outra observação: o foco não é restrito ao universo homossexual. Além de “Ninfomaníaca”, “Spring Breakers”, exibido no Festival do Rio e ainda sem data de lançamento, traz ousadas passagens eróticas heterossexuais e o mesmo acontece com “Jovem e Bela”, sobre uma adolescente francesa que se prostitui por diversão.
chamada.jpg
OUSADIA
Stacy Martin e Shia LaBeouf em "Ninfomaníaca":
substituídos por atores pornôs nas cenas pesadas
No passado, obras como essas eram perseguidas pela censura e acabavam estigmatizando a carreira de seus atores, como aconteceu com a francesa Maria Schneider após o escândalo de “O Último Tango em Paris” (1972). Hoje são premiadas. Pela primeira vez em sua história, o Festival de Cannes concedeu uma Palma de Ouro conjunta ao diretor e às duas atrizes de “Azul...”, Abdellatif Kechiche, Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux. Em sua edição de dezembro, a revista francesa “Cahiers du Cinéma”, que identifica tendências para o mercado, colocou a trinca de filmes “Um Estranho no Lago”, “Spring Breakers” e “Azul...” como os três melhores lançamentos de 2013. O que teria mudado dos anos 1970 para os dias de hoje? “Muito do que foi preconceito durante milênios hoje faz parte da sociedade e não pode mais ser repreendido, por uma questão até legal, caso do homossexualismo”, diz Márcia Bittar Nehemy, psicóloga-clínica especialista em sexualidade humana e autora do livro “Os Deuses e o Amor”.
SEXO-02-IE-2302.jpg
INTIMIDADE
A dupla de "Azul...": uso de próteses não torna o sexo menos real
Para a analista, o grande impacto dos filmes talvez se deva ao constrangimento que o sexo ainda causa em certos setores da sociedade. Os próprios atores sentem isso na pele. A atriz Charlotte Gainsbourg, intérprete da ninfomaníaca, no filme chamada apenas de Joe, confessou que mesmo confiando no diretor sentiu-se desconfortável em certas cenas. “As situações masoquistas foram bem embaraçosas, tinham um lado humilhante”, disse ao jornal inglês “The Guardian”. Para evitar isso, os cineastas vêm adotando práticas que protegem os atores da exposição. Em “Um Estranho no Lago”, por exemplo, que teve dificuldades na seleção do elenco, optou-se por dublês. Atores pornôs foram contratados em “Ninfomaníaca”, como relata a atriz Stacy Martin, que vive Joe adolescente: “Você está atuando, aí corta e o set torna-se outro. Era como se dois filmes estivessem sendo feitos ao mesmo tempo.” Quando se mostra a genitália, recorre-se a próteses de silicone, artifício usado em “Azul...”.
IEpag36e37Sexo-2.jpg
Se isso facilita – e não coloca mais em risco a imagem dos atores –, não muda o fato de que o sexo está sendo mostrado de forma gráfica e até explícita. Segundo a psicóloga Giovanna Lucchesi, especialista em sexualidade humana e terapeuta de casais, esses filmes vêm a reboque do que está acontecendo na realidade e não se restringem mais a questões de gênero. “O que se percebe no consultório e em pesquisas é que as pessoas deixaram de ver o sexo como segredo e hoje o enxergam como parte importante do cotidiano e da busca da qualidade de vida”, diz a psicóloga. Outro fator que corre paralelo a essas mudanças é a exposição das pessoas na internet. Para Andréa Soutto Mayor, autora de “O Amor É uma História”, “essas produções surgem no embalo de um fenômeno que está muito ligado à web, onde se pode experimentar todo tipo de fantasia”. E se propõem justamente a retratar e refletir esse momento.

Isso para eles é valido, que se dane o resto, é assim mesmo essa porra de Legislativo quem vai poder ir contra.....????

Tropa da elite

Renan Calheiros, presidente do Senado, e Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara, enviam seguranças do Congresso para missões secretas longe de Brasília. O problema é que a ação é ilegal

Josie Jeronimo

Chamada.jpg
EM SERVIÇO
Policiais no Congresso: eles são servidores com atribuições de guarda e proteção de
parlamentares e do patrimônio do Legislativo, mas não podem apurar infrações fora de Brasília
Em pleno feriado natalino, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi a público justificar o uso de jatinho da FAB para ir a Pernambuco fazer um implante capilar. Na virada do Réveillon, o senador será obrigado a dar novas explicações. Desta vez, sobre os motivos que o levaram a enviar seguranças do Senado para missões sigilosas em sua terra natal. ISTOÉ identificou ao menos três dessas viagens, feitas em fevereiro, outubro e novembro, que incluíram diligências ilegais, monitoramento de pessoas e tomada de depoimentos numa delegacia de polícia. Ao menos três servidores foram usados na empreitada: Everaldo Bosco, Gabriel Reis e Floriano Pinheiro. Com o aval do senador alagoano, os policiais não se intimidaram ao bancar “os xerifes” de Renan, violando competências que são exclusivas da Polícia Federal e da Civil.

A chamada “polícia legislativa” não passa de um corpo de servidores do Congresso com atribuições de guarda e proteção dos parlamentares e daquilo que pode ser classificado como patrimônio do Legislativo, como veículos, edifícios, móveis e equipamentos. Esses policiais podem até fazer apuração de infrações penais, desde que tenham ocorrido dentro de seus domínios. A Procuradoria da República, inclusive, já emitiu parecer que veda o uso dessa turma fora das Casas.

Renan, porém, parece fazer vista grossa para o que diz a lei. Mais grave ainda: com suas ações, sugere ocupar um espaço privilegiado acima dela. Protegidos pelo manto do sigilo dessas operações, os servidores do Senado se abstêm de dar explicações, o que dá margem para especular se o trabalho externo seria apenas um exagero administrativo ou uma vexatória ação política contra rivais eleitorais em Alagoas. O presidente do Senado quer eleger Renan Calheiros Filho, o Renanzinho, governador do Estado em 2014.

 
 
2.jpg
Até agora, apenas uma das viagens foi parcialmente justificada sob o argumento de que senadores alagoanos – existem apenas três – estavam sendo vítimas de tentativa de extorsão por meio de telefonemas anônimos. Dessa maneira, os policiais do Senado foram enviados para tentar desbaratar o suposto esquema. O Senado, porém, não abriu à reportagem os autos da investigação. A assessoria de imprensa da Casa garante que a missão teve como objetivo investigar a extorsão e informou que um dos depoentes confessou ter obtido R$ 20 mil com o golpe. Mas não disse qual parlamentar pagou.

Seja como for, o deslocamento dos três agentes custou aos cofres públicos R$ 30 mil, considerando as passagens, diárias e o aluguel de automóvel. Sem distintivo de verdade, sem viatura oficial e sem a autoridade legal, os servidores tiveram que levar os suspeitos para uma delegacia da Polícia Civil, onde tomaram os depoimentos. Não houve autorização judicial para essas ações. Logo, as investidas determinadas por Renan foram ilegais. Depois dessa primeira viagem, o trio de agentes voltou a Alagoas outras duas vezes, mas o Senado mantém os motivos dessas missões em segredo. Pelo que se sabe, foram as únicas investigações da polícia do Senado fora de Brasília.
SEGURANCA-04-IE-2302.jpg
OLHO NA ELEIÇÃO
Renan Calheiros e Henrique Eduardo Alves: missões
policiais inexplicadas em seus redutos eleitorais
 
No lado verde do tapete do Congresso, a polícia da Câmara também se investe de falsa autoridade policial para sair pelo País em missões secretas. Em abril passado, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), autorizou dois servidores da Casa, Edilson Brandão e Thiago Elízio, a ficarem dez dias no Tocantins “colhendo provas” para um processo administrativo. Com R$ 7 mil em diárias, passagens e aluguel de carro pago pela Câmara, os servidores percorreram os municípios de Formoso do Araguaia e Gurupi dando carteiradas, realizando interrogatórios e reunindo informações. Para explicar as diligências de sua polícia, a assessoria de imprensa da Câmara alega que o trabalho externo faz parte de uma investigação de fraude previdenciária. ISTOÉ solicitou detalhes da investigação, mas a Câmara se negou a fornecer. Coincidência ou não, em outubro passado o deputado federal Osvaldo Reis, do PMDB de Tocantins, subiu à tribuna para denunciar fraude no Instituto de Gestão Previdenciária do Estado (Igeprev). Na ocasião, Reis entregou um dossiê do caso ao ministro da Previdência, Garibaldi Alves. Desde então, o episódio se tornou um cabo-de-guerra entre oposição e governo tocantinense.

Além dessas investigações não oficiais, as polícias legislativas também têm sido usadas para fazer a escolta de parlamentares. O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) só anda em Brasília acompanhado por uma equipe de segurança da Câmara. No Rio de Janeiro, ele usa seguranças privados. Outro a usufruir do privilégio é o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), que tem à disposição três policiais legislativos para acompanhá-lo fora de Brasília. Além das passagens aéreas, a “segurança público-privada” de Mozarildo custou, em 2013, R$ 48 mil só em diárias. Dezesseis servidores se revezam na missão de acompanhar os passos do senador, que alega ser alvo do governador de Roraima, o tucano José de Anchieta Júnior.

O efetivo da polícia da Câmara é hoje de 220 servidores, um pouco menor do que o do Senado, com 260 agentes. Um projeto de resolução da Mesa Diretora pretende ampliar o número de agentes e criar a figura do “delegado”. O problema é que a medida prevê a existência de 20 delegados para apenas uma delegacia, a unidade da polícia legislativa do anexo I da Câmara. O projeto prevê, ainda, contratação de outros 80 policiais. A remuneração desses agentes legislativos está entre as maiores do País, variando de R$ 13 mil até R$ 20 mil. Fora das dependências do Congresso, as polícias legislativas não têm nenhum amparo legal para investigar ou repreender ninguém. Seu trabalho equivale ao serviço prestado por uma empresa privada de segurança – ou seja, são forças paralelas ao aparato de proteção do Estado.
IEpag26a29Segurança-DEM-2.jpg
No início de 2014, está prevista para entrar na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação declaratória de constitucionalidade que vai limitar as atribuições administrativas da polícia e transformar em crime as ações informais de investigação e repressão realizadas por essas equipes de segurança do Congresso. Na ação, relatada pela ministra Cármen Lúcia, a PGR argumenta que investigações criminais sempre atingem direitos fundamentais dos cidadãos. Por isso, apenas órgãos públicos que estejam formalmente submetidos à fiscalização do Ministério Público podem conduzir inquéritos. “À Polícia Federal é reservada, com exclusividade, a função de polícia judiciária da União”, diz a PGR. Pelas atitudes de Renan e seus colegas, e considerando o início de um ano eleitoral que promete muitos embates, a regulamentação das atividades da Polícia Legislativa é não só urgente como imprescindível para a garantia do equilíbrio democrático.  
fotos: Adriano Machado/AG. ISTOÉ; Alan Marques/Folhapress

Isto terá um preço muito grande para a população, ou seja o governo tenta manter um PIB, mais por outro lado quem sofre é a população e eles saem muito bem nesta situação com um bom dinheirinho nos bolços.

27/12/2013 - 06:00

Em VEJA desta semana

Governo terá de se esforçar para manter PIB de 2% em 2014

Se tudo der certo, o governo Dilma vai emplacar em 2014 um crescimento de 2% na economia. Mas ainda há muito vento de proa para atrapalhar mesmo esse “pibinho”

Ana Luiza Daltro e Marcelo Sakate
Guido Mantega fala à imprensa após reunião sobre a obrigatoriedade de air bags e freios ABS nos automóveis produzidos no país a partir do próximo ano
Crescimento de 2% só se repetirá em 2014 se todos os ventos soprarem a favor (Ueslei Marcelino/Reuters)
Por ter de avançar submetida a diversas forças, mantendo o rumo e a sustentação, a economia de um país pode ser comparada a um avião. Não é por outra razão que os economistas usam e abusam de metáforas aeronáuticas quando analisam desempenhos ou fazem previsões. Quando a economia tem boas taxas de crescimento, eles dizem que o país “decolou”. Se acham que o crescimento não é sustentável - ou seja, foi induzido por impulsos artificiais, como juros inadequadamente baixos ou tabelamento da taxa de câmbio -, dizem que ele não passa de um “voo de galinha”. Da mesma forma, se preveem que uma economia aquecida começa a dar sinais de desgaste, eles dizem que ela poderá ter um “pouso suave ou se esborrachar na pista”, dependendo das circunstâncias e da habilidade do “piloto na cabine de comando”. Se usarmos essa mesma linha de metáforas para entender as perspectivas da economia brasileira para 2014, a imagem mais realista que vem à mente é a de um avião em voo rasante que não cai e tampouco ganha altura, apesar do excruciante esforço das turbinas. É assim há três anos e vai continuar sendo assim em 2014.
A expansão média da economia no triênio da presidente Dilma Rousseff é de 2% ao ano, abaixo do ritmo mundial, de 3,3%. Em 2014, a economia brasileira vai encontrar pela frente uma circunstância externa predominante que influenciará fortemente todas as demais variáveis. Essa força maior é a decisão do governo dos Estados Unidos de retirar os estímulos monetários bilionários que vinha dando à economia desde a crise de 2008. Quem vai manejar a retirada é a economista Janet Yellen, a nova presidente do Fed, o banco central americano, cargo que ela assume em substituição a Ben Bernanke. Nenhum país - nem o Brasil, apesar da retórica ufanista oficial - ficará imune às grandes mudanças de rumo da economia americana. Enquanto duraram os estímulos bilionários, os juros americanos foram mantidos próximo de zero e não valia a pena investir nos papéis emitidos pelos Estados Unidos. A rentabilidade estava em países emergentes. O Brasil tornou-se um destino preferencial de investimentos mundiais. Com a mudança de curso, os juros americanos vão subir e remunerar bem melhor os investimentos. Juros mais altos vão se combinar de novo com a segurança oferecida pelos papéis americanos (os Estados Unidos nunca declararam uma moratória em sua história), e não vai ser fácil competir com eles por investimentos. Esse será o cenário dominante em 2014, e as aeronaves econômicas vão ter de se adequar a essas condições atmosféricas.
Andrew Harrer/Bloomberg
Janet Yellen, a futura presidente do Fed, o banco central dos EUA
Para o Brasil será desastroso se o Fed agir de forma abrupta. As reservas em dólares se evaporarão em pouco tempo. Mas o país tem 375 bilhões de dólares em reservas e ainda assim está fragilizado? Sem dúvida. Mesmo antes do anúncio do fim dos estímulos pelo Fed, o Brasil torrou o equivalente a parte substancial das reservas (cerca de 100 bilhões) na tentativa de não deixar o preço do dólar disparar em relação ao real. “As mudanças na política monetária americana terão o efeito de um gatilho - e não de causa primária - de mais problemas na economia brasileira”, diz Sergio Vale, economista-chefe da consultoria MB Associados. Temos de torcer para que a retirada dos estímulos à economia americana seja o mais gradual possível. Nesse cenário mais ameno, em condições de atuar sem estar em uma emergência cambial, o Brasil poderá até fazer do limão uma limonada.
Há sinais claros de retomada de ritmo das economias dos Estados Unidos e dos países europeus. Esse reaquecimento combinado dos dois lados do Atlântico é uma boa notícia para os exportadores brasileiros. Nesse cenário, a inevitável depreciação do real acaba sendo um fator favorável de competitividade para os exportadores brasileiros. Dessa forma, a mudança de rumos da poderosa economia americana teria sobre o avião brasileiro um efeito neutro. Isso é bom.
Seria ainda melhor se o Brasil estivesse mais equilibrado internamente. Não está. A deterioração das contas públicas, um movimento contínuo desde 2011, deve se acentuar em 2014, como ocorre em todo ano eleitoral. “Existem medidas já tomadas, de desoneração fiscal e de aumento de gastos, que impedem que o governo ponha em prática o discurso de uma política fiscal menos expansionista”, diz Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco. O voo rasante se explica pelo peso do Estado na economia. As turbinas de quem trabalha e paga impostos não suportam mais tanta carga tributária. Nessa situação, o Brasil cresce pouco e, portanto, mesmo com impostos excessivos, a arrecadação tende a baixar. A expectativa é que a diferença entre as receitas e as despesas antes de serem pagos os juros da dívida (o superávit primário) seja de apenas 1,3% do PIB, abaixo do 1,8% de 2013. São os dois piores resultados em uma década - e insuficientes para impedir que a dívida total em relação ao PIB volte a subir. Nosso avião, que já resfolega para se manter no ar, pode começar a preocupar os investidores, que, assim, cobrariam uma taxa de risco maior, encarecendo os empréstimos para o governo e as empresas brasileiras. “O maior desafio do governo será reverter a crise de confiança que afeta as decisões de empresas e consumidores”, diz o economista Carlos Langoni, ex-pre­sidente do Banco Central, da Projeta Consultoria. A fragilização dos fundamentos reduz o espaço para a melhora das expectativas. “Um novo plano de ação é necessário para que o Brasil volte a crescer acima de 3% ao ano. Isso envolve não só um comprometimento fiscal e monetário como político para que reformas sejam votadas e aprovadas”, diz Will Landers, gestor em investimentos para a América Latina da BlackRock, a maior empresa de administração de recursos do mundo.
Para passageiros que já sofreram com essas fragilidades no passado, a economia brasileira parece ainda mais arriscada. Crises de confiança se instalam rapidamente. Custa caro e é demorado reverter as expectativas. A boa vontade com o Brasil é imensa. Somos um país pacífico, unificado pelo idioma, sem disputas étnicas ou religiosas, com uma população que começa a ter oportunidades iguais de educação e ascensão social. É quase tudo de que um investidor precisa para se convencer a colocar aqui suas economias. O governo tem de fazer a sua parte - como o fez em 2013, com o sucesso da privatização de alguns aeroportos e estradas. Por essa razão, mesmo em ano eleitoral, o Brasil pode sinalizar para o mundo que podemos empinar o nariz do nosso avião e subir para patamares bem mais altos. Diz Monica Baumgarten de Bolle, diretora do Instituto de Estudos de Política Econômica - Casa das Garças e sócia da Galanto Consultoria: “Se as políticas econômicas erráticas forem corrigidas e a agenda de reformas retomada, o Brasil poderá voar mais alto”.

Clique para ampliar

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Isto já era para ser natural por aqui no Brasil, mais omo a maoiria ainda é racista e não tem cabeça para tal impacto que é bem natural é isso que dá nunca vai pegar em geral pelo pais.


• • atualizado às 20h14

'Toplessaço' tem assédio masculino e poucas manifestantes no Rio

 
A atriz e produtora de teatro Ana Rios convocou o toplessaço na Praia de Ipanema, que teve pouca adesão neste sábado. O evento, em prol da 'necessidade de naturalizar o corpo feminino e não vê-lo apenas como um objeto', contou com poucas participantes, apesar das mais de 9 mil confirmações online
A organizadora de manifestação esperava reunir pelo menos 1 mil pessoas na praia de Ipanema na manhã deste sábado
Manifestantes foram à Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, para mostrar os seios no dia que marca o início do verão em protesto pela liberdade do topless
As ativistas tiraram a parte de cima do biquini em público
Houve pouca adesão ao Toplessaço, que contou com mais curiosos que seios descobertos
Em apoio às ativistas, homens também aderiram ao movimento pela liberdade do topless

Ana Rios convidou as amigas a tirarem a parte de cima do biquíni juntas na praia de Ipanema no dia 21, abertura oficial do verão
 
Manifestantes fizeram um toplessaço na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, neste sábado
 
Manifestantes foram à Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, para mostrar os seios no dia que marca o início do verão em protesto pela liberdade do topless. Houve pouca adesão ao Toplessaço, que contou com mais curiosos que seios descobertos. Em apoio às ativistas, homens também aderiram ao movimento pela liberdade do topless
 
O grupo reclama pelo direito de exibir o corpo sem repressão policial
 
Manifestantes foram à Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, mostra os seios no dia que marca o início do verão em protesto pela liberdade do topless. Houve pouca adesão ao Toplessaço, que contou com mais curiosos que seios descobertos. Em apoio às ativistas, homens também aderiram ao movimento pela liberdade do topless
 
Manifestantes foram à Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, para mostrar os seios no dia que marca o início do verão em protesto pela liberdade do topless. Houve pouca adesão ao Toplessaço, que contou com mais curiosos que seios descobertos. Em apoio às ativistas, homens também aderiram ao movimento pela liberdade do topless
 
Manifestantes foram à Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, para mostrar os seios no dia que marca o início do verão em protesto pela liberdade do topless. Houve pouca adesão ao Toplessaço, que contou com mais curiosos que seios descobertos. Em apoio às ativistas, homens também aderiram ao movimento pela liberdade do topless
 
Manifestantes tiraram a parte de cima do biquini em público
 
O convite conclamava mulheres, homens, crianças e idosos a tirarem o biquíni em prol do "fim da criminalizarão dos nossos corpos, das formas femininas" e, até sexta-feira, já contava com 9 mil confirmações
 
Para Ana, que recebeu críticas de outros movimentos feministas por tratar apenas do topless no ato, tirar a parte de cima do biquíni é apenas o começo
 
Muitos curiosos participaram do ato, que foi organizado pelo Facebook durante as últiams semanas
 
Manifestantes foram à Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, para mostrar os seios no dia que marca o início do verão em protesto pela liberdade do topless. Houve pouca adesão ao Toplessaço, que contou com mais curiosos que seios descobertos. Em apoio às ativistas, homens também aderiram ao movimento pela liberdade do topless
 
A organizadora esperava que entre 500 e 1 mil pessoas atendam ao chamado e tirem efetivamente a parte de cima da roupa de banho
 
Apesar do calor, houve baixa adesão de mulheres à iniciativa de topless coletivo na Praia de Ipanema
 
Pela não-criminalização da nudez feminina, apenas três mulheres participaram do Toplessaço
 
Manifestantes foram à Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, mostra os seios no dia que marca o início do verão em protesto pela liberdade do topless. Houve pouca adesão ao Toplessaço, que contou com mais curiosos que seios descobertos. Em apoio às ativistas, homens também aderiram ao movimento pela liberdade do topless
 
Homems usaram seios de plástico em apoio à causa
 
Manifestantes foram à Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, mostra os seios no dia que marca o início do verão em protesto pela liberdade do topless. Houve pouca adesão ao Toplessaço, que contou com mais curiosos que seios descobertos. Em apoio às ativistas, homens também aderiram ao movimento pela liberdade do topless
 
Manifestantes foram à Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, mostra os seios no dia que marca o início do verão em protesto pela liberdade do topless. Houve pouca adesão ao Toplessaço, que contou com mais curiosos que seios descobertos. Em apoio às ativistas, homens também aderiram ao movimento pela liberdade do topless