sábado, 3 de maio de 2014

interessante este estudo, deste confesso não sabia não mais é bom saber do que aqui informa.

'Atlântida' entre Grã-Bretanha e Europa sumiu sob o mar após tsunami de 5 m
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Paul Rincon
  • BBC
    Doggerland, que um dia conectou a Grã-Bretanha à Europa continental, desapareceu após ser atingida por onda causada por delizamento de terra debaixo d'água
    Doggerland, que um dia conectou a Grã-Bretanha à Europa continental, desapareceu após ser atingida por onda causada por delizamento de terra debaixo d'água
Uma "Atlântida" pré-histórica no Mar do Norte pode ter sido abandonada após ser atingida por um tsunami de 5 metros há 8,2 mil anos, sugere um estudo britânico.

A onda foi causada por um deslizamento de terra de grandes proporções ocorrido debaixo d'água na costa da Noruega.

Analistas acreditam que o tsunami invadiu Doggerland, uma massa de terra que desde então desapareceu sob as ondas.

"Foi abandonada por tribos mesolíticas há cerca de 8 mil anos, que foi quando ocorreram os três Storegga slides (os deslizamentos debaixo d'água no limite da plataforma continental norueguesa, que estão entre os maiores deslizamento de terra conhecidos)", disse Jon Hill, do Imperial College em Londres.

A onda pode ter levado os últimos habitantes das ilhas.

A pesquisa foi divulgada na publicação científica Ocean Modelling, e está sendo apresentada na Assembleia Geral da União Européia de Geociências em Viena, Áustria, nesta semana.

Simulação

Hill e seus colegas do Imperial College Gareth Collins, Alexandros Avdis, Stephan Kramer e Matthew Piggott usaram simulações criadas em computador para explorar os possíveis efeitos do deslizamento de terra norueguês.

Ele disse à BBC: "Nós fomos os primeiros a criar um modelo do tsunami Storegga levando em conta a presença de Doggerland. Estudos prévios utilizaram a profundidade atual do oceano."

Dessa forma, o estudo fornece o conhecimento mais detalhado até o momento sobre os possíveis impactos do grande deslizamento e sua enorme onda que atingiu essa terra perdida.

Durante a Era do Gelo, os níveis do mar eram muito mais baixos, e, em sua extensão máxima, Doggerland conectava a Grã-Bretanha à Europa continental.

Era possível para caçadores andarem desde o que hoje é o norte da Alemanha até o leste da Inglaterra.

Mas há 20 mil anos, os níveis do oceano começaram a subir, gradualmente inundando a região.

Jardim do Éden

Há cerca de 10 mil anos, a região ainda tinha uma das mais ricas áreas para caça, pesca e caça de aves selvagens na Europa.

Uma grande bacia de água fresca ocupava o centro de Doggerland, alimentada pelo rio Tâmisa pelo oeste, e pelo rio Reno no leste. Suas lagoas, pântanos, e áreas alagadas eram um refúgio da vida selvagem.

"Em tempos mesolíticos, era o paraíso", explicou Bernhard Weninger, da Universidade de Cologne na Alemanha, que não participou do estudo recente.

Mas 2 mil anos depois, Doggerland se tornou uma ilha pantanosa de baixa altitude que correspondia à uma área do tamanho do País de Gales.

Barcos pesqueiros no Mar do Norte retiraram do fundo do mar ossos pré-históricos pertencentes a animais que um dia vagaram por esse "Jardim do Éden" préhistórico.

As águas também forneceram uma pequena quantidade de restos humanos e artefatos através dos quais cientistas puderam obter uma datação por radiocarbono, que usa a ocorrência natural de carbono-14 para determinar a idade de materiais carbonáceos até cerca de 60 mil anos.

Eles também mostraram que nenhuma dessas relíquias datam de depois do tsunami.

Evento catastrófico

O deslizamento Storegga envolveu o colapso de cerca de 3 mil quilômetros cúbicos de sedimento.

"Se você pegar esse sedimento e colocar sobre a Escócia, cobriria o país e o deixaria a uma profundidade de 8 metros", disse Hill.

Dado que a maior parte de Doggerland tinha nessa época menos de 5 metros de altura, esse pedaço de terra pode ter sofrido inundações.

"É plausível que o deslizamento Storegga foi de fato a causa do abandono de Doggerland durante a Era Mesolítica", escreveu o time de cientistas na publicação Ocean Modelling.

Hill disse à BBC: "O impacto em qualquer pessoa que estava vivendo em Doggerland na época teria sido enorme, comparável ao do tsunami no Japão em 2011."

Mas Bernhard Weninger suspeita que Doggerland já havia sido evacuada quando o deslizamento ocorreu.

"É possível que pessoas chegassem de barco para pescar, mas eu duvido que haviam moradores permanentes", ele explicou.

"Eu acredito que já estava tão alagado nesta época que os dias de glória de Doggerland já haviam passado."

Registro escasso

Vince Gaffney, arqueólogo da Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha, disse: "Eu acho que eles (os pesquisadores) estão provavelmente certos, porque o tsunami teria sido um evento catastrófico."

Mas ele ressaltou que o registro arqueológico era escasso, e lembrou que dois machados do período neolítico (após Storegga) foram retirados da área de Brown Banks no Mar do Norte.

É possível que eles tenham sido jogados de um barco, acidentalmente ou como oferenda em um ritual, no entanto não é claro exatamente quando Doggerland finalmente sucumbiu às ondas.

"Mesmo depois de grandes erupções vulcânicas, as pessoas voltam, às vezes porque é impossível não voltar, mas também porque os recursos estão lá", disse Gaffney, o autor do livro, Mundo Perdido da Europa: A Redescoberta do Doggerland.

O tsunami também teria afetado o que é agora a Escócia e a costa leste da Inglaterra, bem como a costa norte da Europa continental.

Estima-se que a onda que atingiu a costa nordeste da Escócia teria 14 metros de altura, embora não esteja claro se esta área era habitada na época.

Mas ondas que mediam cerca de 5 metros de altura teriam atingido a costa leste da Inglaterra, e há fortes evidências de que humanos habitavam essa região há 8 mil anos.

Grande parte dessa região também era baixa, sugerindo que o impacto sobre as pessoas da Era Mesolítica que dependiam substancialmente dos recursos costeiros, tais como moluscos, teria sido também bastante significante.
O lonk com as fotos estão a baixo:

É uma opção viável

Cientistas descobrem a tática usada por egípcios para mover pedras gigantes para formar pirâmides

Do BOL, em São Paulo
  • Getty Images
Uma equipe da Universidade de Amsterdã chegou à descoberta de uma dúvida que aflige egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos: sem nenhuma tecnologia, como os egípcios conseguiram mover pedras de 2,5 toneladas para formar suas famosas pirâmides?
A resposta está no atrito causado através da areia molhada. Funcionava assim: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes "trenós" - superfícies planas com bordas viradas para cima -, e as transportavam até o local de construção.
 
Para puxar um trenó com uma carga de 2,5 toneladas sem que ele afundasse era preciso molhar a areia à sua frente. Com isso, formavam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros -, o que dobra a rigidez relativa do material, impedindo que a areia forme elevações na frente do trenó. Tal 'truque' reduzia pela metade a força necessária para arrastar a carga.
 
No estudo, os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água. Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia.
Reprodução/Gizmodo
Na imagem, escravos aparecem transportando uma estátua. À frente do treno há um homem derramando líquido na areia

Imagens dentro do túmulo de Djehutihotep, descoberto na Era Vitoriana, compravam a teoria. Nas figuras, escravos aparecem transportando uma estátua colossal do governante do Império Médio e, à frente do treno, há um homem derramando líquido na areia.

O estudo da Universidade de Amsterdã foi publicado naPhysical Review Letters.
 
(Com informações do Gizmodo) 
Leia mais em: http://zip.net/bqnhmQ

Isto não é novidade eles é que não acreditaram, não teem moral para controlar mais e a coisa deve aumentar mais ainda, esqueceram que a Copa esta chegando e logo a pois será as Eleições.

Isso é bom espero que aumente muito mais de agora para frente.

O Pais já era entregaram para mercenários é isso que dá.

O desencanto com o Brasil

Um estudo inédito revela o que os brasileiros pensam do País: um lugar desonesto, violento e ruim para se viver

Amauri Segalla (asegalla@istoe.com.br) e Paula Rocha
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Se o Brasil fosse uma pessoa, como ela seria? Alegre? Confiável? Distinta? Para uma parcela considerável da população, nenhum desses atributos traduz a verdadeira alma brasileira. Se o Brasil fosse alguém de carne e osso, a principal característica, aquela que se vê logo de cara, seria a desonestidade. Um estudo inédito realizado pela consultoria BrandAnalytics, empresa ligada à Millward Brown Optimor, um dos maiores grupos de pesquisa do mundo, revela o que os brasileiros pensam do País. Obtidos com exclusividade por ISTOÉ, os resultados são espantosos. Os entrevistados receberam uma lista com 24 palavras e tiveram que apontar quatro delas que definissem com exatidão a nação onde vivem. Metade das pessoas declarou que a palavra “desonesto” descreve a personalidade nacional. E mais: apenas 18% das pessoas afirmaram que o Brasil é o lugar ideal para viver, praticamente o mesmo percentual (17%) que apontou o Japão como o país preferido. Trata-se do índice mais baixo entre quatro nações pesquisadas. Segundo o estudo, 52% dos americanos, 30% dos ingleses – pessimistas por natureza, lembre-se – e 26% dos chineses escolheram seu próprio país como o lugar perfeito para viver. Não é preciso muito esforço para entender o que a pesquisa evidencia. Os brasileiros estão, afinal, desencantados. “O levantamento mostra um índice de insatisfação surpreendente”, diz Isa Telles, associada da BrandAnalytics e coordenadora do estudo. A mesma descrença é confirmada pela pesquisa ISTOÉ/Sensus, tema da reportagem de capadesta edição. Neste caso, 50,2% dos brasileiros não consideram que o País está no rumo certo.
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O que explica tanta desilusão? Basta dar uma espiada no noticiário para conhecer a incivilidade que permeia a vida de cada um de nós. Em São Paulo, alguém esquarteja o corpo de um motorista de ônibus e espalha partes dele pela cidade. No Rio, amarram um negro num poste e o espancam. Em Brasília, presos graúdos passam o tempo vendo jogos de futebol em tevês de plasma, enquanto no resto do País os cárceres são depósitos humanos degradantes. Em Belo Horizonte, hospitais públicos recusam atendimento a uma criança à beira da morte. No Nordeste, faltam professores. Em quase todo o Brasil há escassez de água, e os governos, sejam eles de qualquer cor partidária, atribuem a culpa sempre aos outros, sem jamais assumir responsabilidades. Por onde se anda as pessoas reclamam do preço de tudo o que se consome, do tomate na feira, do iPhone na loja da Apple, da passagem de ônibus, do carro esportivo. A economia não anda. As obras da Copa não saíram como o prometido. Os políticos querem o poder apenas pelo poder. O trânsito é horrível. A violência bate à nossa porta. Como ser feliz em um lugar assim? “Os resultados da pesquisa demonstram que grande parte da população não confia nem no País nem no seu semelhante”, diz Dulce Critelli, professora de filosofia da PUC de São Paulo. “É a representação concreta da ideia de que é preciso se defender não só dos outros, mas também de seus governantes.”
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Talvez isso explique por que cada vez mais brasileiros achem que a melhor saída é oaeroporto internacional. Moradores do Rio de Janeiro, o publicitário Pedro Henrique Ramos, 31 anos, e a produtora cultural Liana Saldanha, também 31, estão aprontando as malas para mudar para Portugal, em julho. Na terra dos antepassados, acreditam, terão melhores condições para criar os futuros filhos. “Comparo a vida de meus amigos que moram em Portugal com a dos que vivem no Brasil e vejo que lá fora há mais perspectivas”, diz o publicitário. “Aqui não temos serviços públicos decentes nem escola e hospitais.” O que impressiona é que, profissionais de certo sucesso no Brasil, eles vão largar tudo para se aventurar mundo afora. Mesmo diante das incertezas de lá, acham que vale a pena fugir das certezas desagradáveis daqui.
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Se você nunca foi enganado, pergunte a um parente ou amigo se já sofreu algum golpe e a resposta provavelmente será sim. As mazelas nacionais estão aí, em qualquer área ou atividade, tão visíveis quanto um assalto à luz do dia. A secretária Daiane Alves de Lima, 20 anos, foi convencida a pagar R$ 80 – sim, apenas isso – por mês para comprar a casa própria. Era uma mentira, um golpe deslavado. “Não desconfiei de nada”, diz. “Só quando compareci a uma reunião do projeto é que passei a questionar a validade dele.” Daiane perdeu dinheiro e pediu a ajuda do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor do Sistema Financeiro para checar se deveria continuar no projeto. Na saúde, os golpes se sucedem. A securitária Luciane de Paula e Silva, 41 anos, decidiu fazer, em abril de 2013, uma cirurgia para colocação de um balão intragástrico em uma clínica particular. Pagou R$ 12.712 pelo serviço. Um dia antes da operação, foi informada que ela havia sido cancelada. “Naquele momento, decidi desistir da cirurgia, pois perdi a confiança na clínica”, diz ela. O que Luciane não sabia é que ali começaria uma batalha que se arrasta até hoje. “Fiz um acordo com a clínica em que eles me devolveriam parte do dinheiro da cirurgia”, conta. “Para o meu espanto, os cheques da clínica voltaram, pois não tinham fundos.”
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A pesquisa da BrandAnalytics confirma o que outros estudos já sugeriram: o descrédito profundo nas instituições, quaisquer que sejam elas. Segundo o levantamento, 81% dos entrevistados disseram que, para realizar seus sonhos, dependem essencialmente de esforços individuais. Só 13% responderam que precisam do suporte do governo. João Bico de Souza, 47 anos, é dono da Tecnolamp, uma empresa de iluminação com 40 funcionários diretos e 400 colaboradores temporários. “Abrir a empresa foi uma dificuldade”, diz. “Foram pelo menos dois meses de protocolos e burocracias.” João é o que se pode chamar de empreendedor nato. Filho de operário e de dona de casa, começou a trabalhar aos 15 anos, como balconista. Aos 22, já era empresário. O que o Brasil ofereceu para que seguisse em frente? Pouca coisa. “Falta apoio ou retorno do governo”, afirma. Tudo o que conseguiu, assegura ele, foi graças ao seu brutal esforço.
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No clássico “Raízes do Brasil”, o historiador Sérgio Buarque de Holanda, ao falar do homem cordial como uma marca indestrutível do caráter brasileiro (cordial não quer dizer para ele bondoso, mas retrata principalmente os que agem movidos pela emoção e não pela razão), desdobra-se também sobre o que chama de “personalismo” do cidadão brasileiro. No Brasil, diz Holanda, as pessoas cultuam o mérito pessoal (é o popular “cada um por si”), em vez do trabalho coletivo. O individualismo exacerbado se reflete, na análise do historiador, em organizações sociais e governos frágeis. “A nossa pesquisa revela que o brasileiro não tem uma visão de País”, diz Isa Telles, da BrandAnalytics. Seria isso resultado da conjuntura ou de um processo histórico? Provavelmente, as duas coisas. Se o individualismo contribuiu para a formação do que se pode chamar de psique brasileira, nos dias atuais ganhou alento graças ao desgosto com os rumos do País.
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O grau de insatisfação dos brasileiros começou a ser escancarado em julho do ano passado, quando milhares de pessoas foram às ruas gritar contra as coisas erradas do País. Mas é um equívoco dizer que tudo ficou ruim de repente. De certo modo, o desencanto tem a ver com o próprio despertar dos brasileiros. É inegável que o Brasil avançou em muitas áreas nos últimos anos. A miséria diminuiu, a classe C teve acesso a bens como jamais tivera, a renda dos trabalhadores aumentou. Mas será apenas isso que buscamos? Com o avanço da economia, os brasileiros passaram a conhecer outras realidades. Viajaram, foram morar fora e com a internet tiveram maior acesso à informação. Descobriram, enfim, que há muitos mundos por aí – e realidades mais amigáveis que a nossa. O economista alemão Albert Hirschman desenvolveu uma teoria psicológica que explica a baixa tolerância das pessoas com o seu próprio destino quando se deparam com outro melhor. Ele chamou isso de “efeito túnel.” Se você está num congestionamento e a pista ao lado começa a andar, logo se enche de esperança e imagina que seu carro vai se movimentar também. Se a expectativa é frustrada, você fica furioso: “Por que eu não estou na outra pista?”
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Falar mal do Brasil é um dos esportes preferidos da nação. Sempre foi assim. Sobre o País, o jurista, político e escritor Ruy Barbosa disse o seguinte lá no século XIX: “De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar diante da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.” O que Barbosa disse não é muito diferente do sentimento de desencanto revelado pelos brasileiros na pesquisa da BrandAnalytics. “Se para a corrupção não há punição, a sociedade acaba se acostumando com as transgressões diárias das leis”, diz o economista Gil Castello Brasil, da Ong Contas Abertas. “Mudar essa cultura depende de um longo processo de educação. Nesse sentido, mostrar-se insatisfeito e indignado é bastante positivo.” O cientista político Fernando Weltman, da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro, acha que o resultado do estudo expõe a baixa autoestima do brasileiro, consagrada por Nelson Rodrigues na expressão “complexo de vira-latas.” “As características apontadas na pesquisa reforçam o estereótipo de que os brasileiros são simpáticos e charmosos, mas podem te passar a perna”, diz Weltman.
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Isso realmente corresponde à realidade? Olhe para o lado e pense bem: a maioria das pessoas de seu convívio é desonesta? Elas querem levar vantagem sobre você? Não teria sido a impressão generalizada de desonestidade apontada na pesquisa um reflexo da má imagem que temos de nossos governantes? Não seria resultado dos índices chocantes de violência? Segundo a BrandAnalytics, hoje a maior preocupação dos brasileiros diz respeito justamente à segurança – segundo a ONU, 11 das 30 cidades mais violentas do mundo são brasileiras. É desnecessário dizer que, por mais que o Brasil tenha alimentado uma lamentável escola do crime nos últimos anos, as pessoas de bem, claro, representam larga maioria. O interessante da pesquisa é que os brasileiros julgam o Brasil um país desonesto, mas avaliam a si mesmos de maneira positiva. “É natural atribuir a si qualidades, mas achar que os outros não as têm”, diz Weltman, da FGV. Se metade dos entrevistados acredita que a principal característica do País é a desonestidade, 58% se dizem dignos de confiança. Ou seja, o meu vizinho é mau, mas eu sou bacana. No fundo, o que a pesquisa revela é que o Brasil tem um milhão de problemas para resolver e é só com a indignação – e o desencanto – que dá para sonhar com um país verdadeiramente melhor.
Foto: Felipe Varanda, Pedro Dias, João Castellano/Ag. Istoé, Pablo Jacob / Agência O Globo; MARCOS BIZZOTTO; Rogério Cassimiro/Folha Imagem

O Governo já esta falido agora querem falir a massa falida isso é inédito. Sabemos que aqui a coisa corre na maior sujeira e não vai mudar nada pois como muda uma merda ninguém quer botar a mão nela.????????

TCE vai investigar pagamentos de faturas do Governo do Estado



Foto: Arquivo/ Folha

A representação oral foi feita pelo conselheiro Joaquim Souto Maior


ÉLISSAN PAULA RODRIGUES
Editoria de Política
elissanpaula@gmail.com

O pleno do Tribunal de Contas do Estado decidiu, na sessão do último dia 30, que vai investigar os pagamentos feitos pelo Governo do Estado a fornecedores. A decisão foi motivada por denúncias de que, logo após ter assumido o cargo, o governador Chico Rodrigues (PSB) teria começado a negociar com empresários o pagamento das faturas, dando preferência a quem desse desconto no valor a receber.

A representação foi sugerida pelo conselheiro Joaquim Souto Maior Neto, que recomendou uma inspeção junto à secretaria estadual da Fazenda para levantar quais as faturas existentes para pagamento e os quantitativos pagos desde o mês passado.

Em entrevista à Folha, o conselheiro explicou que o pagamento de faturas de contratos com o Governo deve ser feito obedecendo a ordem de precedência, ou seja, devem ser pagas primeiro as faturas mais antigas. “O governador não pode escolher quem pagar primeiro”, comentou.

Ele admitiu que em Roraima existe a cultura dos gestores chamarem os fornecedores para negociar, mas salientou que esse comportamento é reprovável. “Não existe! Recebemos denúncia de que havia pagamento selecionado. Quem desse desconto para o Governo receberia na frente. O Governo já aplica um calote de seis meses aos empresários, ainda vem outro gestor e obriga a dar desconto? Não há lógica!”, comentou Neto.

Conforme o conselheiro, esses casos podem parar na Justiça e resultar em um passivo judicial para o Estado. “Vai ficar provado que o Estado usou de uma supremacia que não poderia usar, ou seja, fechou o contrato por um preço, não pagou por quatro, seis, oito meses, e depois para pagar ainda exigiu desconto. Além de representar enriquecimento ilícito, o que não pode acontecer, também aponta para a possibilidade de um passivo judicial grande no futuro. Quem ajuizar ação vai conseguir provar esse desconto”, avaliou.

Ele explicou que o pleno do Tribunal determinou que o secretário estadual da Fazenda, assim como o governador, sejam comunicados a obedecer a ordem de precedência no pagamento das faturas. “Para que não paguem sem que seja na ordem cronológica”, complementou. E ainda, que o Executivo informe diariamente, até o meio-dia, ao TCE, todas as faturas pagas, para quem, o contrato, e a precedência na ordem de pagamento das notas. “O não cumprimento dessa regra pode acarretar em prisão de até dois anos”, informou. Essa obrigação de repassar as informações referentes ao pagamento de faturas ao órgão, segundo ele, está prevista na Lei da Transparência, que reza que esse material deve constar no Portal da Transparência do Governo.

O conselheiro Manoel Dantas foi nomeado como relator do processo, e, devido ao feriado do dia 1º, o Governo deve ser comunicado no início dessa semana. Caso não acate a determinação, o Estado pode responder, entre outras coisas, pelo crime de desobediência.

CODESAIMA – Os conselheiros também devem investigar o funcionamento da Codesaima (Companhia de Desenvolvimento de Roraima). Neste caso, os trabalhos vão girar em torno do funcionamento do Mafir (Matadouro Frigorífico de Roraima), por conta de uma série de denúncias e reclamações recebidas de pecuaristas que utilizam o matadouro público para o abate de gado, o suposto descaso dos dirigentes do setor com usuários, o tempo de espera para o abate (excessivamente longo), além do desvio de carne, falta de pessoal e outras irregularidades. A conselheira Cilene Salomão foi sorteada para ser a relatora do processo.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Não tenho nada com isso mais quem projetou a roupa deveria ter um pouco mais de criatividade e desenhar um modelo melhor e mais livre.

Nasa apresenta protótipo de roupa espacial para viagem a Marte




Conheça a nova roupa espacial da Nasa para viagem a Marte4 fotos

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A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) escolheu com a ajuda do público como será o novo traje dos astronautas. A opção "Tecnologia" (imagem) ganhou com 63% dos votos e será o Z-2 Spacesuit. Este projeto será incorporada na versão final do processo, que deverá estar pronto para testes em novembro de 2014. O Z-2 é o mais novo protótipo focado em ser utilizado em Marte. Existem muitos avanços fundamentais: enquanto o Z-1 tinha uma parte superior do tronco macio, o Z-2 tem um disco superior do tronco rígido. Esta parte superior dura fornece a durabilidade a longo prazo necessária no planeta vermelho 

A Nasa, a agência espacial americana, apresentou um novo modelo que servirá de diretriz para as roupas dos astronautas que farão a primeira viagem a Marte.
O protótipo Z-2 Tecnologia foi escolhido por meio de votação popular no site da agência, ao ganhar 63% dos 233.431 votos dos internautas.
A roupa especial possui pequenos remendos que emitem luz. Além disso, usa uma costura luminescente que pode ser customizada para identificar o usuário.
Nasa/BBC Brasil
Em 2012, a Nasa lançou o Z-1, que parece o traje usado pelo personagem Buzz Lightyear, dos filmes Toy Story
Os outros trajes em disputa eram:
. o traje Bio-mimetismo, que reproduz a bioluminescência de criaturas aquáticas e as escamas rígidas de peixes e répteis.
. o traje Tendências na Sociedade, que, com um visual mais esportivo, sugere como nossas roupas vão aparentar no futuro.
Apelo estético
O Z-2 será construído usando partes impressas em 3D. Já scanners de laser de 3D vão assegurar que cada traje se adeque perfeitamente ao corpo de cada astronauta.
A roupa será testada em câmaras a vácuo, nocentro de treinamento da Nasa e em um local que imita a superfície montanhosa de Marte.

A Nasa espera construir o Z-2 até novembro deste ano. O traje é apenas um protótipo e só será usado para testes e não para viagens.

Em 2012, a Nasa lançou o Z-1, cujo formato guarda semelhanças com o traje usado pelo personagem Buzz Lightyear, dos filmes Toy Story.

Primeira grande "revisão" do traje espacial em cerca de 30 anos, o Z-1 foi considerado uma das melhores invenções do ano pela revista Time.

"Cada modelo da série Z vai aperfeiçoar novas tecnologias que um dia serão usadas em um traje pelos primeiros humanos a pisarem no Planeta Vermelho", informou a Nasa, por meio de um comunicado.

Já o Z-2 "presta homenagem às conquistas das roupas espaciais do passado enquanto incorpora elementos do futuro".

A composição rígida do torso superior "fornece a durabilidade necessária a longo prazo que um traje de atividade planetária extraveicular vai exigir", mas, apesar de seu "apelo estético", o protótipo não é feito do mesmo material durável projetado para proteger os astronautas de chuvas de pequenos meteoritos, temperaturas extremas e radiação, acrescentou a Nasa.
Veja o resto da reportagem no link abaixo.