A palavra "ambição"
talvez seja a que melhor descreva essa máquina, quatro vezes maior e 10
vezes mais poderosa que o mais moderno equipamento do tipo usado
atualmente.
O desejo de aprofundar os limites da Ciência e descobrir, finalmente, a
história do Universo é o objetivo da Organização Europeia para a
Pesquisa Nuclear (CERN, sua sigla em francês) ao propor a construção do
que seria o sucessor do Grande Colisor de Hádrons, ou LHC (sua sigla em
inglês), o mais poderoso acelerador de partículas planeta.... - Veja
mais em
https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/01/18/o-ambicioso-plano-para-construir-o-futuro-colisor-circular-acelerador-de-particulas-mais-poderoso-do-mundo.htm?cmpid=copiaecola
A palavra "ambição"
talvez seja a que melhor descreva essa máquina, quatro vezes maior e 10
vezes mais poderosa que o mais moderno equipamento do tipo usado
atualmente.
O desejo de aprofundar os limites da Ciência e descobrir, finalmente, a
história do Universo é o objetivo da Organização Europeia para a
Pesquisa Nuclear (CERN, sua sigla em francês) ao propor a construção do
que seria o sucessor do Grande Colisor de Hádrons, ou LHC (sua sigla em
inglês), o mais poderoso acelerador de partículas planeta.... - Veja
mais em
https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/01/18/o-ambicioso-plano-para-construir-o-futuro-colisor-circular-acelerador-de-particulas-mais-poderoso-do-mundo.htm?cmpid=copiaecola
Na madrugada de domingo para segunda-feira (21), teremos mais
um eclipse total da Lua, o pesadelo mais perturbador dos terraplanistas,
e ele será visível em todo o território nacional. O fenômeno acontece
quando Sol, Terra e Lua se alinham de forma que a sombra terrestre — com
seu simpático formato circular — se projeta sobre o globo lunar.
Eclipses lunares são relativamente comuns, acontecendo em média duas
vezes por ano, mas este em particular merece atenção, por dois motivos. O
primeiro é que ele acontecerá de forma praticamente simultânea ao
perigeu lunar — o ponto de máxima aproximação entre a Lua e a Terra. Nos
últimos anos, uma Lua cheia durante o perigeu começou a ser chamada de
“superlua” — um apelido exagerado, já que ela nem é tão “super” assim.
Mas, por analogia, podemos dizer que teremos um “supereclipse lunar”. Comparação entre uma Lua mais distante e uma “superlua”, em que ela está mais próxima.
E o segundo motivo é que ele será o último total — ou seja, em que a
sombra da Terra chega a cobrir totalmente o disco lunar — até 2021; em
julho deste ano teremos um parcial, em que a sombra terrestre apenas
dará uma “dentada” na Lua, e em 2020 serão quatro “quases” (os chamados
eclipses lunares penumbrais, em que a luminosidade da Lua se reduz por
alguns porcento, mas fica só nisso mesmo). Um novo eclipse total só
acontece em maio de 2021, e mesmo assim com visibilidade apenas parcial
no Brasil. O próximo eclipse lunar total visível no Brasil virá apenas
em maio de 2022. Ou seja, essa será a última oportunidade em pouco mais
de três anos para ver a Lua ficar avermelhada, como ocorre durante os
eclipses lunares totais.
Por sinal, não é difícil entender de onde vem a cor avermelhada.
Durante o eclipse, a única luz solar que chega à superfície lunar é
aquela que passa de raspão pelas bordas da Terra, cruzando nossa
atmosfera, e sofrendo refração, sendo redirecionada para a Lua. Ocorre
que, nessa travessia pela coluna de ar, as cores mais próximas do azul
no arco-íris que compõem a luz visível são absorvidas, e restam apenas
as faixas próximas ao vermelho. E aí a Lua ganha aquela cor de tijolo.
(Pelo mesmíssimo motivo, por sinal, os poentes e nascentes são
avermelhados: com o Sol próximo ao horizonte, a quantidade de ar que a
luz precisa atravessar é maior do que quando o Sol está a pino, e aí só
conseguem chegar até os nossos olhos os tons avermelhados.)
Bem, voltando ao eclipse lunar. O fenômeno inicia sua fase parcial,
em que se pode ver uma gradual “dentada” escura na Lua, à 1h33 da manhã
(no horário brasileiro de verão), e a fase total, em que nosso satélite
natural vira um tijolão começa às 2h41. A Lua passará cerca de uma hora
totalmente encoberta e, às 3h43, a fase total termina, com um eclipse
parcial indo até as 4h50.
O que vem antes de 1h33 e depois de 4h50 são as fases chamadas
penumbrais, em que há apenas uma suave redução da luminosidade solar
total que chega à Lua. É possível medir essa variação com instrumentos
adequados, mas a olho nu é praticamente imperceptível — até porque as
condições atmosféricas terrestres também influenciam o nível de brilho
da Lua, de forma que estamos acostumados a vê-la com diferentes níveis
de luminosidade.
Para observar, você não precisa de nada a não ser os próprios olhos, e
um pouco de sorte para o céu não estar encoberto por nuvens. Claro,
olhar a Lua pelo binóculo ou telescópio é ainda mais bonito — com ou sem
eclipse –, mas eles não são obrigatórios. Aproveite a vista para
começar a semana útil inspirado — ou sonado, se tiver que acordar cedo
no dia seguinte.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
TCE identifica R$ 2,7
bilhões em desvios de obras do metrô do Rio
Kaptimagem/Divulgação
Trem da linha 4 do metrô do Rio de Janeiro Imagem: Kaptimagem/Divulgação
2
24/12/2018 15h18
O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) encontrou
irregularidades em obras da Linha 4 do Metrô que podem ter provocado
danos de R$ 2,78 bilhões aos cofres do governo fluminense. O prejuízo
foi constatado por técnicos do tribunal em dois processos que foram
julgados pelos conselheiros na última semana.
O TCE determina que os consórcios responsáveis pelas obras devolvam ao
estado os valores pagos irregularmente e paguem multas.
Um dos processos, no valor de R$ 1,38 bilhão, r... - Veja mais em
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-brasil/2018/12/24/tce-identifica-r-27-bilhoes-em-desvios-de-obras-do-metro-do-rio.htm?cmpid=copiaecolahttps://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-brasil/2018/12/24/tce-identifica-r-27-bilhoes-em-desvios-de-obras-do-metro-do-rio.htm
Arqueólogos confirmam polémico facto bíblico com esta espantosa descoberta!
O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou esta manhã que
uma equipa de arqueólogos subaquáticos tinham descoberto o que resta de
um grande exército egípcio do do século 14 a.c, na parte inferior do
Golfo de Suez, a 1,5 km do litoral da cidade moderna de Ras Gharib.
A equipa estava em busca dos restos de navios antigos e artefatos
relacionados com a Idade da Pedra e do comércio da Idade do Bronze na
região do Mar Vermelho, quando tropeçou numa gigantesca massa de ossos
humanos escurecidos pela idade.
Os cientistas conduzido pelo Professor Abdel Muhammad Gader e
associados à Faculdade de Arqueologia da Universidade do Cairo, já
recuperaram um total de mais de 400 esqueletos diferentes, assim como
centenas de armas e peças de armadura, também os restos de dois carros
de guerra, espalhados em uma área de aproximadamente 200 metros
quadrados. Eles estimam que mais de 5000 outros esqueletos poderiam
estar dispersos numa área maior, sugerindo que um exército de grande
tamanho que pereceu no local.
Esta magnífica lâmina de uma khopesh egípcia, foi certamente a arma
de um personagem importante. Ela foi encontrada perto dos restos de um
carro de guerra ricamente decorado, sugerindo que poderia ter pertencido
a um príncipe ou nobre.
Muitas pistas sobre o local trouxeram Professor Gader e sua equipa a
concluir que os corpos podem estar ligados ao famoso episódio do Êxodo.
Em primeiro lugar, os soldados antigos parecem ter morrido em terra
seca, uma vez que não há vestígios de barcos ou navios encontrados na
área. As posições dos corpos e o fato de que eles foram presos numa
grande quantidade de argila e rocha, implica que eles poderiam ter
morrido num deslizamento de terra ou um maremoto.
O número de corpos sugere que um grande antigo exército pereceu no
local e a forma dramática pela qual eles foram mortos, ambos parecem
corroborar a versão bíblica da travessia do Mar Vermelho, quando o
exército do faraó egípcio foi destruído quando o povo judeu tinha
passado pelo mar vermelho. Esta nova descoberta certamente prova que
houve de fato um exército egípcio de grande porte que foi destruído
pelas águas do Mar Vermelho durante o reinado de Akhenaton.
Durante séculos, o famoso relato bíblico da “travessia do Mar
Vermelho” foi desacreditado pela maioria dos estudiosos e historiadores
como mais simbólico do que histórico.
Esta descoberta surpreendente traz prova científica inegável que um
dos mais famosos episódios do Antigo Testamento era de fato, baseado num
evento histórico. Ele traz uma nova perspectiva marca em uma história
que muitos historiadores têm vindo a considerar por anos como uma obra
de ficção, e sugerindo que outros temas como as “pragas do Egito”
poderia de fato ter uma base histórica.
Operações de pesquisa e de recuperação irão acontecer no local ao
longo dos próximos anos, porque o Professor Gader e sua equipa já
anunciaram o seu desejo de recuperar o resto dos corpos e artefatos no
local que acabou de ser conhecido por ser um dos mais ricos sítios
arqueológicos subaquáticos já descobertos em toda história.