sábado, 19 de janeiro de 2019

O ambicioso plano para construir o Futuro Colisor Circular, acelerador de partículas mais poderoso do mundo... - Veja mais em https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/01/18/o-ambicioso-plano-para-construir-o-futuro-colisor-circular-acelerador-de-particulas-mais-poderoso-do-mundo.htm?cmpid=copiaecola

A palavra "ambição" talvez seja a que melhor descreva essa máquina, quatro vezes maior e 10 vezes mais poderosa que o mais moderno equipamento do tipo usado atualmente. O desejo de aprofundar os limites da Ciência e descobrir, finalmente, a história do Universo é o objetivo da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN, sua sigla em francês) ao propor a construção do que seria o sucessor do Grande Colisor de Hádrons, ou LHC (sua sigla em inglês), o mais poderoso acelerador de partículas planeta.... - Veja mais em https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/01/18/o-ambicioso-plano-para-construir-o-futuro-colisor-circular-acelerador-de-particulas-mais-poderoso-do-mundo.htm?cmpid=copiaecola
A palavra "ambição" talvez seja a que melhor descreva essa máquina, quatro vezes maior e 10 vezes mais poderosa que o mais moderno equipamento do tipo usado atualmente. O desejo de aprofundar os limites da Ciência e descobrir, finalmente, a história do Universo é o objetivo da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN, sua sigla em francês) ao propor a construção do que seria o sucessor do Grande Colisor de Hádrons, ou LHC (sua sigla em inglês), o mais poderoso acelerador de partículas planeta.... - Veja mais em https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/01/18/o-ambicioso-plano-para-construir-o-futuro-colisor-circular-acelerador-de-particulas-mais-poderoso-do-mundo.htm?cmpid=copiaecola
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isto é uma coisa da natureza e ninguem pode mudar o que o Universo vem fazendo

Madrugada de domingo para segunda traz “supereclipse lunar”

Na madrugada de domingo para segunda-feira (21), teremos mais um eclipse total da Lua, o pesadelo mais perturbador dos terraplanistas, e ele será visível em todo o território nacional. O fenômeno acontece quando Sol, Terra e Lua se alinham de forma que a sombra terrestre — com seu simpático formato circular — se projeta sobre o globo lunar.
Eclipses lunares são relativamente comuns, acontecendo em média duas vezes por ano, mas este em particular merece atenção, por dois motivos. O primeiro é que ele acontecerá de forma praticamente simultânea ao perigeu lunar — o ponto de máxima aproximação entre a Lua e a Terra. Nos últimos anos, uma Lua cheia durante o perigeu começou a ser chamada de “superlua” — um apelido exagerado, já que ela nem é tão “super” assim. Mas, por analogia, podemos dizer que teremos um “supereclipse lunar”.
Comparação entre uma Lua mais distante e uma “superlua”, em que ela está mais próxima.
E o segundo motivo é que ele será o último total — ou seja, em que a sombra da Terra chega a cobrir totalmente o disco lunar — até 2021; em julho deste ano teremos um parcial, em que a sombra terrestre apenas dará uma “dentada” na Lua, e em 2020 serão quatro “quases” (os chamados eclipses lunares penumbrais, em que a luminosidade da Lua se reduz por alguns porcento, mas fica só nisso mesmo). Um novo eclipse total só acontece em maio de 2021, e mesmo assim com visibilidade apenas parcial no Brasil. O próximo eclipse lunar total visível no Brasil virá apenas em maio de 2022. Ou seja, essa será a última oportunidade em pouco mais de três anos para ver a Lua ficar avermelhada, como ocorre durante os eclipses lunares totais.
Por sinal, não é difícil entender de onde vem a cor avermelhada. Durante o eclipse, a única luz solar que chega à superfície lunar é aquela que passa de raspão pelas bordas da Terra, cruzando nossa atmosfera, e sofrendo refração, sendo redirecionada para a Lua. Ocorre que, nessa travessia pela coluna de ar, as cores mais próximas do azul no arco-íris que compõem a luz visível são absorvidas, e restam apenas as faixas próximas ao vermelho. E aí a Lua ganha aquela cor de tijolo. (Pelo mesmíssimo motivo, por sinal, os poentes e nascentes são avermelhados: com o Sol próximo ao horizonte, a quantidade de ar que a luz precisa atravessar é maior do que quando o Sol está a pino, e aí só conseguem chegar até os nossos olhos os tons avermelhados.)
Bem, voltando ao eclipse lunar. O fenômeno inicia sua fase parcial, em que se pode ver uma gradual “dentada” escura na Lua, à 1h33 da manhã (no horário brasileiro de verão), e a fase total, em que nosso satélite natural vira um tijolão começa às 2h41. A Lua passará cerca de uma hora totalmente encoberta e, às 3h43, a fase total termina, com um eclipse parcial indo até as 4h50.
O que vem antes de 1h33 e depois de 4h50 são as fases chamadas penumbrais, em que há apenas uma suave redução da luminosidade solar total que chega à Lua. É possível medir essa variação com instrumentos adequados, mas a olho nu é praticamente imperceptível — até porque as condições atmosféricas terrestres também influenciam o nível de brilho da Lua, de forma que estamos acostumados a vê-la com diferentes níveis de luminosidade.
Para observar, você não precisa de nada a não ser os próprios olhos, e um pouco de sorte para o céu não estar encoberto por nuvens. Claro, olhar a Lua pelo binóculo ou telescópio é ainda mais bonito — com ou sem eclipse –, mas eles não são obrigatórios. Aproveite a vista para começar a semana útil inspirado — ou sonado, se tiver que acordar cedo no dia seguinte.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

TCE identifica R$ 2,7 bilhões em desvios de obras do metrô do Rio Kaptimagem/Divulgação Trem da linha 4 do metrô do Rio de Janeiro Imagem: Kaptimagem/Divulgação 2 24/12/2018 15h18 O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) encontrou irregularidades em obras da Linha 4 do Metrô que podem ter provocado danos de R$ 2,78 bilhões aos cofres do governo fluminense. O prejuízo foi constatado por técnicos do tribunal em dois processos que foram julgados pelos conselheiros na última semana. O TCE determina que os consórcios responsáveis pelas obras devolvam ao estado os valores pagos irregularmente e paguem multas. Um dos processos, no valor de R$ 1,38 bilhão, r... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-brasil/2018/12/24/tce-identifica-r-27-bilhoes-em-desvios-de-obras-do-metro-do-rio.htm?cmpid=copiaecolahttps://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-brasil/2018/12/24/tce-identifica-r-27-bilhoes-em-desvios-de-obras-do-metro-do-rio.htm

terça-feira, 3 de maio de 2016

Porque não acreditaram o que sempre foi dito como uma realidade.

Arqueólogos confirmam polémico facto bíblico com esta espantosa descoberta!

O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou esta manhã que uma equipa de arqueólogos subaquáticos tinham descoberto o que resta de um grande exército egípcio do do século 14 a.c, na parte inferior do Golfo de Suez, a 1,5 km do litoral da cidade moderna de Ras Gharib.


travessia-mar-vermelho

A equipa estava em busca dos restos de navios antigos e artefatos relacionados com a Idade da Pedra e do comércio da Idade do Bronze na região do Mar Vermelho, quando tropeçou numa gigantesca massa de ossos humanos escurecidos pela idade.

Os cientistas conduzido pelo Professor Abdel Muhammad Gader e associados à Faculdade de Arqueologia da Universidade do Cairo, já recuperaram um total de mais de 400 esqueletos diferentes, assim como centenas de armas e peças de armadura, também os restos de dois carros de guerra, espalhados em uma área de aproximadamente 200 metros quadrados. Eles estimam que mais de 5000 outros esqueletos poderiam estar dispersos numa área maior, sugerindo que um exército de grande tamanho que pereceu no local.

abertura-do-marvermelho

Esta magnífica lâmina de uma khopesh egípcia, foi certamente a arma de um personagem importante. Ela foi encontrada perto dos restos de um carro de guerra ricamente decorado, sugerindo que poderia ter pertencido a um príncipe ou nobre.

khopesh

Muitas pistas sobre o local trouxeram Professor Gader e sua equipa a concluir que os corpos podem estar ligados ao famoso episódio do Êxodo. Em primeiro lugar, os soldados antigos parecem ter morrido em terra seca, uma vez que não há vestígios de barcos ou navios encontrados na área. As posições dos corpos e o fato de que eles foram presos numa grande quantidade de argila e rocha, implica que eles poderiam ter morrido num deslizamento de terra ou um maremoto.

O número de corpos sugere que um grande antigo exército pereceu no local e a forma dramática pela qual eles foram mortos, ambos parecem corroborar a versão bíblica da travessia do Mar Vermelho, quando o exército do faraó egípcio foi destruído quando o povo judeu tinha passado pelo mar vermelho. Esta nova descoberta certamente prova que houve de fato um exército egípcio de grande porte que foi destruído pelas águas do Mar Vermelho durante o reinado de Akhenaton.

Durante séculos, o famoso relato bíblico da “travessia do Mar Vermelho” foi desacreditado pela maioria dos estudiosos e historiadores como mais simbólico do que histórico.

Esta descoberta surpreendente traz prova científica inegável que um dos mais famosos episódios do Antigo Testamento era de fato, baseado num evento histórico. Ele traz uma nova perspectiva marca em uma história que muitos historiadores têm vindo a considerar por anos como uma obra de ficção, e sugerindo que outros temas como as “pragas do Egito” poderia de fato ter uma base histórica.

Operações de pesquisa e de recuperação irão acontecer no local ao longo dos próximos anos, porque o Professor Gader e sua equipa já anunciaram o seu desejo de recuperar o resto dos corpos e artefatos no local que acabou de ser conhecido por ser um dos mais ricos sítios arqueológicos subaquáticos já descobertos em toda história.