terça-feira, 25 de outubro de 2011

Esta é a ponte sobre o Rio Negro - AM

25/10/2011 01h04 - Atualizado em 25/10/2011 07h05

Embarcações são escoltadas nas proximidades da Ponte Rio Negro

Operação é uma medida de segurança para pilares centrais da Ponte.
Primeiro navio foi escoltado na tarde desta segunda-feira (24).

Do G1 AM
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Ponte Rio Negro (Foto: Divulgação)Detalhe dos estais da Ponte Rio Negro (Foto: Divulgação)
A Sociedade Navegação Portos e Hidrovias do Amazonas (SNPH) iniciou na tarde desta segunda-feira (24), às 16h30, a operação de escolta de embarcações que realizam a travessia nas proximidades da Ponte Rio Negro, na Zona Oeste de Manaus.
Segundo Marinaldo Matos, da SNPH, a escolta tem por objetivo funcionar como uma defesa tanto para os barcos como para os pilares centrais da Ponte sobre o Rio Negro. "Uma embarcação de grande porte poderia causar danos à ponte", disse Marinaldo.
Segundo ele, qualquer embarcação acima de duas toneladas deve ser escoltada pela SNPH. Na tarde desta segunda, dez funcionários do órgão escoltaram um navio de uma grande rede de cruzeiros pesando quatro toneladas.

Estrutura
A Ponte Rio Negro liga Manaus a Iranduba e tem 3.595 metros de comprimento. A ligação foi realizada sob o custo total de R$ 1,099 bilhão e levou três anos e cinco meses para ser concluída. A inauguração ocorreu na manhã de segunda, em cerimônia com a presidente Dilma Rousseff.
De acordo com os responsáveis pela construção, ela é a maior ponte do Brasil em águas fluviais e a segunda do Mundo, perde apenas para a ponte sobre o Rio Orinoco, na Venezuela.
Veículos automotores de todos os portes têm permissão para circular na ponte, sem restrição de horário. O local ficará aberto 24 horas por dia. O trânsito de bicicletas não será permitido. O transporte de passageiros por táxi-lotação e mototáxi também é proibido, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Os pedestres podem andar na ponte em área reservada, nas partes laterais.
A velocidade máxima permitida ao longo da ponte é de 60 quilômetros por hora. A ponte contará com uma estrutura permanente de fiscalização com dez câmeras, redutores móveis de velocidade e um guincho para a remoção de veículos.
Ponte Rio Negro (Foto: Divulgação)Ponte Rio Negro tem 3,5 km de extensão (Foto: Divulgação)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Agora você fica sabendo do fenômeno.

24/10/2011 21h04 - Atualizado em 24/10/2011 21h26

Astrônomos explicam pela primeira vez fenômeno visto há 2 mil anos

Primeira supernova registrada pela humanidade foi na China antiga.
Fenômeno ocupa área maior do que o esperado.

Do G1, em São Paulo
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Cientistas encontraram nesta segunda-feira (24) a resposta para uma das questões mais antigas da história da astronomia. Eles conseguiram explicar a expansão de uma supernova –explosão de uma estrela – conhecida como RCW 86.
Registros de 185 d.C. na antiga China falam sobre uma “estrela hóspede” que apareceu no céu do nada e lá ficou por cerca de oito meses. Na década de 1960, astrônomos modernos concluíram que essa era a documentação mais antiga de uma supernova.
Justamente pela existência desse registro, os astrônomos sempre estranharam o tamanho dessa supernova. Os restos da estrela só podem ser vistos com luz infravermelha. Se pudessem ser vistos a olho nu, ocupariam uma área maior que a da Lua cheia no céu.
“É duas ou três vezes maior do que esperaríamos para uma supernova que foi vista explodindo há cerca de 2 mil anos. Agora, finalmente conseguimos apontar o motivo”, afirma Brian Williams, astrônomo da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos EUA, que liderou a pesquisa.
Com dados obtidos pelo telescópio espacial Spitzer, os astrônomos descobriram que a estrela explodiu numa “cavidade oca”, o que permitiu que o material expelido viajasse pelo espaço mais rápido e para mais longe do que o normal.
Imagem da supernova RCW 86, feita com a composição de dados obtidos por quatro telescópios diferentes (Foto: Nasa/ESA/JPL-Caltech/UCLA/CXC/SAO)Imagem da supernova RCW 86, feita com a composição de dados obtidos por quatro telescópios diferentes (Foto: Nasa/ESA/JPL-Caltech/UCLA/CXC/SAO)


A natureza na sua forma simples de defesa e soberania.

Registros raros: veja batalhas animais pelas lentes de fotógrafos
24 de outubro de 2011 • 12h58 • atualizado às 12h58 

Ursos e tigres são animais que normalmente se evitam  Foto: BBC Brasil
Ursos e tigres são animais que normalmente se evitam
Os filhotes passaram todo o tempo agarrados às costas da mãe no confronto com tigres  Foto: BBC Brasil
Os filhotes passaram todo o tempo agarrados às costas da mãe no confronto com tigres
Fotógrafo registrou o momento em que uma ursa enfrentou dois tigres para proteger os filhotes  Foto: BBC Brasil
Fotógrafo registrou o momento em que uma ursa enfrentou dois tigres para proteger os filhotes
O confronto, de menos de três minutos, aconteceu na Reserva de Tigres de Ranthambore, na Índia  Foto: BBC Brasil
O confronto, de menos de três minutos, aconteceu na Reserva de Tigres de Ranthambore, na Índia
Mas diante da ameaça aos filhotes, a ursa não hesitou em atacar  Foto: BBC Brasil
Mas diante da ameaça aos filhotes, a ursa não hesitou em atacar
Ela avistou um dos tigres e pulou em sua direção, afugentando-o   Foto: BBC Brasil
Ela avistou um dos tigres e pulou em sua direção, afugentando-o
A mãe protetora levantou as patas dianteiras para assustar o outro tigre  Foto: BBC Brasil
A mãe protetora levantou as patas dianteiras para assustar o outro tigre
O fotógrafo Aditya Singh vive nos arredores da reserva e visita a região diariamente  Foto: BBC Brasil
O fotógrafo Aditya Singh vive nos arredores da reserva e visita a região diariamente
Na Espanha, uma fotógrafa flagrou a disputa destas duas garças  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Na Espanha, uma fotógrafa flagrou a disputa destas duas garças
As lutas entre as espécies costumam ocorrer na primavera  Foto: Barcroft Media/Getty Images
As lutas entre as espécies costumam ocorrer na primavera
As garças disputam por espaço nas árvores para fazer seus ninhos e criar os filhotes  Foto: Barcroft Media/Getty Images
As garças disputam por espaço nas árvores para fazer seus ninhos e criar os filhotes
A fotógrafa Marina Cano, 47 anos, fotografa há mais de duas décadas as batalhas entre as garças de Cabarceno  Foto: Barcroft Media/Getty Images
A fotógrafa Marina Cano, 47 anos, fotografa há mais de duas décadas as batalhas entre as garças de Cabarceno
A defesa do ninho é feita tanto pelos machos e pelas fêmeas  Foto: Barcroft Media/Getty Images
A defesa do ninho é feita tanto pelos machos e pelas fêmeas
Esta disputa entre tigres ocorreu no Rajastão (Índia)  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Esta disputa entre tigres ocorreu no Rajastão (Índia)
Aditya Singh fotografou o momento em que um macho e uma fêmea travaram uma batalha na reserva de Ranthambhore  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Aditya Singh fotografou o momento em que um macho e uma fêmea travaram uma batalha na reserva de Ranthambhore
A briga durou apenas um minuto  Foto: Barcroft Media/Getty Images
A briga durou apenas um minuto
Os dois lutavam pela presa abatida pela tigresa  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Os dois lutavam pela presa abatida pela tigresa
No final, a tigresa desistiu e deixou sua caça para o tigre  Foto: Barcroft Media/Getty Images
No final, a tigresa desistiu e deixou sua caça para o tigre
Steven Kazlowski registrou quando ursos polares disputavam a carne de uma baleia morta, em Svalbard, na Noruega  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Steven Kazlowski registrou quando ursos polares disputavam a carne de uma baleia morta, em Svalbard, na Noruega
Na Polônia, duas aves travaram uma batalha de 20 minutos  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Na Polônia, duas aves travaram uma batalha de 20 minutos
Os falcões geralmente lutam por comida e, por incrível que pareça, dificilmente as aves ficam feridas  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Os falcões geralmente lutam por comida e, por incrível que pareça, dificilmente as aves ficam feridas
O registro foi feito pelo fotógrafo Marcin Nawrocki  Foto: Barcroft Media/Getty Images
O registro foi feito pelo fotógrafo Marcin Nawrocki
O fotógrafo Andrew Batchelor participava de uma expedição na reserva Mala Mala, na África do Sul, quando registrou a briga de dois leopardos  Foto: Barcroft Media/Getty Images
O fotógrafo Andrew Batchelor participava de uma expedição na reserva Mala Mala, na África do Sul, quando registrou a briga de dois leopardos
Uma disputa entre leopardos é rara  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Uma disputa entre leopardos é rara
Segundo a agência Barcroft Media, as fotos, feitas em 2009, foram as primeiras de uma luta entre dois animais da espécie  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Segundo a agência Barcroft Media, as fotos, feitas em 2009, foram as primeiras de uma luta entre dois animais da espécie
Geralmente, o animal mais fraco se submete ao mais forte sem necessidade de uma luta  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Geralmente, o animal mais fraco se submete ao mais forte sem necessidade de uma luta
A disputa ocorreu para definir o território dos dois jovens leopardos  Foto: Barcroft Media/Getty Images
A disputa ocorreu para definir o território dos dois jovens leopardos
Machos de urso-pardo brigam em Kajaani, na Finlândia  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Machos de urso-pardo brigam em Kajaani, na Finlândia
O neozelandês Andy Trowbridge, que vive na Escandinávia, registrou a disputa de território  Foto: Barcroft Media/Getty Images
O neozelandês Andy Trowbridge, que vive na Escandinávia, registrou a disputa de território
Este leão branco quase acabou morto ao se aproximar de um rinoceronte  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Este leão branco quase acabou morto ao se aproximar de um rinoceronte
Durante quase uma hora, o leão cercou o rinoceronte, que revidou aos ataques  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Durante quase uma hora, o leão cercou o rinoceronte, que revidou aos ataques
No final, o felino desistiu da presa e o rinoceronte terminou apenas com um corte na cabeça  Foto: Barcroft Media/Getty Images
No final, o felino desistiu da presa e o rinoceronte terminou apenas com um corte na cabeça
Nos Estados Unidos, a luta entre uma cobra e um jacaré acabou mal para os dois, quando a serpente de quase 4 m explodiu por tentar devorar a presa  Foto: Reuters
Nos Estados Unidos, a luta entre uma cobra e um jacaré acabou mal para os dois, quando a serpente de quase 4 m explodiu por tentar devorar a presa
Mark Sheridan conseguiu registrar o momento em que uma leoa e um elefante se encontraram na reserva de Selous Game, na Tanzânia  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Segundo a agência Barcroft Media, a leoa bebia água quando percebeu a rápida aproximação do animal de 4 t  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Segundo a agência Barcroft Media, a leoa bebia água quando percebeu a rápida aproximação do animal de 4 t

Presa entre o lago e o elefante (que não percebeu a presença do felino), a leoa teve que tomar uma decisão rápida  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Presa entre o lago e o elefante (que não percebeu a presença do felino), a leoa teve que tomar uma decisão rápida
O felino deu um salto e surpreendeu o outro animal  Foto: Barcroft Media/Getty Images
O felino deu um salto e surpreendeu o outro animal
O gigante ainda decidiu perseguir a leoa. Ele afugentou o predador e terminou de tomar água tranquilamente  Foto: Barcroft Media/Getty Images
O gigante ainda decidiu perseguir a leoa. Ele afugentou o predador e terminou de tomar água tranquilamente
O fotógrafo Lee Whittam presenciou quando este leão levou uma bronca da fêmea  Foto: Barcroft Media/Getty Images
O fotógrafo Lee Whittam presenciou quando este leão levou uma "bronca" da fêmea
O leão tentava passar pela leoa para cruzar com outra parceira, mas ela não gostou muito da ideia  Foto: Barcroft Media/Getty Images
O leão tentava passar pela leoa para cruzar com outra parceira, mas ela não gostou muito da ideia
Pior para a língua do macho, que ficou no caminho das garras da fêmea  Foto: Barcroft Media/Getty Images
Pior para a língua do macho, que ficou no caminho das garras da fêmea

domingo, 23 de outubro de 2011

Estão de volta e vão contimuar acontecendo isto será uma realidade e em teor maior verão.

23/10/2011 - 12h05

Terremoto mata centenas de pessoas na Turquia

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ANCARA, Turquia, 23 Out 2011 (AFP) -O terremoto que atingiu neste domingo a província de Van, no leste da Turquia, pode ter causado entre 500 e 1.000 mortes, indicou o Instituto de Sismologia de Kandilli.

"O tremor de 7,3 pode ter causado entre 500 e 1.000 mortes", afirmou o diretor do Instituto, Mustafa Gedik.
O forte terremoto provocou o desabamento de várias construções na província de Van, na fronteira com o Irã, informou, por sua vez, a agência de notícias Anatólia.

O Instituto de Geologia dos Estados Unidos (USGS) informou ainda que o epicentro ocorreu às 10h41 GMT, a 19 km no nordeste da cidade de Van.

Poucos minutos depois, ocorreu uma réplica de 5,6 de magnitude, localizada 19 km a nordeste de Van e a uma profundidade de 12 km, de acordo com o instituto americano, referência na matéria.

Antes, um canal de tv turco informou que o tremor foi magnitude 6,6. O instituto sismológico de Kandilli, em Istambul, afirmou, por sua parte, que a magnitude foi 6,6.

"Alguns edifícios sofreram danos, mas não recebemos informações de vítimas. O tremor causou muito pânico", afirmou o prefeito de Van, Bekir Kaya, ao canal NTV.

O dirigente informou ainda que a rede telefônica da cidade, que possui 380.000 habitantes, sofreu danos.
Um terremoto dessa intensidade costuma provocar muitos danos na Turquia, onde muitas casas são construídas sem respeitar as normas de segurança.

Estas leituras se baseiam na escala aberta de Magnitude de Momento, utilizada atualmente pelo serviço sismológico americano, que mede a área da falha de ruptura e a quantidade total de energia liberada pelo movimento telúrico.
Agora algumas fotos do acontecido:

Foto 4 de 24 - Pessoas trabalham para socorrer vítimas de terremoto que atingiu a costa leste da Turquia neste domingo (23), em vilarejo próximo da cidade de Van. O governo estima que entre 500 e 1.000 pessoas possam ter morrido no desastre

Foto 10 de 24 - Moradores ajudam na operação de resgate às vítimas de terremoto na província de Van, ao leste da Turquia. O governo estima que entre 500 e 1.000 pessoas possam ter morrido no desastre

Foto 12 de 24 - Sobreviventes se desesperam ao ver escombros de prédio que desabou após terremoto na província de Van, ao leste da Turquia. O governo estima que entre 500 e 1.000 pessoas possam ter morrido no desastre

Foto 18 de 24 - Moradores ajudam na operação de resgate às vítimas de terremoto na província de Van, ao leste da Turquia. O governo estima que entre 500 e 1.000 pessoas possam ter morrido no desastre

Foto 21 de 24 - Moradores ajudam na operação de resgate às vítimas de terremoto na província de Van, ao leste da Turquia. O governo estima que entre 500 e 1.000 pessoas possam ter morrido no desastre