quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Um bem bolado mesmo para qualquer estação.

04/01/2012 17h02 - Atualizado em 04/01/2012 19h24

Veículo ecológico serve para quase todas as superfícies: solo, água e gelo

Flavio Croffi Para o TechTudo
Um inventor chinês lançou um protótipo de um carro ecológico que pode andar em quase todos os tipos de superfície, como areia, gelo, pedras e até água. O veículo tem o projeto de funcionar como uma espécie de hovercraft (termo inglês para veículos anfíbios), que atinge uma velocidade de até 100 km/h.
VolkswagenAqua01Volkswagen Aqua pode atingir velocidade de 100 km/h.
A ideia partiu de Yuhan Zhang, um jovem de 21 anos que participou de uma competição organizada pela Volkswagen, na Alemanha. O Volkswagen Aqua, além de possuir airbags integrados para andar na água, teria dois motores que funcionam a base de hidrogênio – e que não emitem gás carbônico, um dos principais inimigos da natureza.
VolkswagenAqua02Volkswagen Aqua tem dois motores a base de hidrogênio.
Um dos motores seria utilizado para inflar uma pequena “saia” em volta do carro, para o veículo se sustentar, enquanto o outro movimentaria o carro. “Não há melhor forma de transporte do que um veículo a base de ar, porque ele pode viajar pelo gelo, água ou solo”, disse Zhang. “Espero que um dia ele se torne um supercarro que seja acessível para o público em geral", ressaltou o rapaz.
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Bela arquitetura mesmo.

04/01/2012 - 07h00

Casa de veraneio na Costa Rica abusa de elementos típicos da América Central

LIZA FOREMAN
The New York Times
  • A piscina da casa da família Ewing na Costa Rica usa ladrilhos verdes como revestimento e está ao lado da sala de estar da residência, formando uma grande e agradável área de lazer A piscina da casa da família Ewing na Costa Rica usa ladrilhos verdes como revestimento e está ao lado da sala de estar da residência, formando uma grande e agradável área de lazer
Islita, Costa Rica – Em 2004, Beth Ewing e sua família deixaram sua casa em Dallas para fazer uma excursão à Costa Guanacaste, uma remota região no noroeste da Costa Rica que abriga zonas rurais verdejantes e um enorme parque nacional. Rapidamente, os norte-americanos se apaixonaram pelo lugar que encontraram.
“Meu marido não queria muito fazer esta viagem”, conta Beth. “Mas, de repente, todos nós estávamos cruzando o oceano para aterrissar nesta terra diante e, ao chegar, nossa única reação foi exclamar ‘meu Deus!’”.
Um mês depois, a família Ewing comprou uma propriedade de cerca de 4 mil m² em Guanacaste. Eles, então, contrataram o arquiteto Ronald Zuercher para lhes projetar uma casa de veraneio. O custo total do terreno e da construção: US$ 1.2 milhão.
Do plano à obra
A realização do projeto não foi fácil. “Começamos equivocadamente a construção em maio de 2005, mês que marca o começo da temporada das chuvas”, conta Beth. “As estradas ficaram enlameadas e esburacadas e impediram a chegada dos caminhões ao nosso terreno”. 
Beth havia feito um curso de design de interiores antes de comprar o lote e, agora, era responsável por um projeto de verdade. “Nesta primeira etapa da construção, eu cheguei a trazer um dos meus professores para a Costa Rica”, conta ela.
A obra durou pouco mais de um ano e deu origem a uma casa de quatro quartos dividida em três prédios principais, todos dispostos ao longo de uma alameda central. A família incluía Beth (51 anos), Fin (51, seu marido) e os filhos Finley (22), Charlie (20) e Gail (16).
A fachada da casa, na cor terracota, é decorada com folhas de palmeiras secas e cortadas, na altura do beiral, dispostas logo abaixo do telhado, como as saias das dançarinas de hula-hula.
O teto de palha da residência exibe folhas de palmeiras enredadas ao estilo nicaraguense, coroando a parte superior da casa como uma vasta cabeleira rebelde.  “Queríamos dar a nossa casa dois aspectos: um neutro e outro que chamasse a atenção”, diz Beth. “De longe, você não nota a construção, mas, ao se aproximar, sente o poder dela”.
Elementos locais
Beth buscou dotar toda a sua propriedade com elementos típicos da região. Grande parte do piso da casa está recoberto com ladrilhos da Nicarágua, país vizinho de Guanacaste. E a maior parte da estrutura do telhado é feita com hastes de cana brava.    
  • Tito Herrera/The New York Times O banheiro da casa conta com banheira de cerâmica e belas vistas das paisagens naturais
O quarto principal, contíguo ao banheiro principal, em um edifício anexo, exibe uma fascinante pintura colorida feita pelo artista local Luis Chacon. A obra mostra um céu amarelo, nuvens azuis e montanhas róseas e alaranjadas. No banheiro, a banheira de cerâmica branca está disposta sobre um chão de azulejos turquesa da Costa Rica e um galho parecido com um chifre de cervo serve de suporte para toalhas. 
“Nós usamos muita madeira local reciclada aqui e o Walter nos trouxe alguns troncos fantásticos”, diz Beth, referindo-se a Walter Ugalde, o artesão local que fez os móveis da casa.  
A alameda, que também tem uma cobertura feita com hastes de cana brava, conecta o quarto principal a uma construção que abriga três quartos e a um terceiro edifício, onde há uma cozinha com balcões decorados por mosaicos locais e armários equipados com portas de cana negra.
Nesta parte da casa, ocupam o mesmo espaço as salas de estar e de jantar, que detêm um pé direito alto, e a varanda, todas repletas de sofás de madeira cobertos com almofadas de algodão.   
Estes espaços também estão decorados com grandes conchas e abajures feitos de objetos encontrados na praia. No local, o visitante pode ainda admirar uma das poucas coisas da casa dos Ewing que não é originária da região de Guanacaste: um tapete trazido do Marrocos.


Foto 1 de 6 - A casa de veraneio de Beth e Fin Ewing na Costa Rica, projetada pelo arquiteto Ronald Zuercher, foi erguida com a ajuda de materiais típicos da região, como folhas secas de palmeira


Foto 2 de 6 - Construída no noroeste da Costa Rica, em uma região conhecida como Costa Guanacaste, a casa da família Ewing tem camas feitas com madeira nativa reciclada e o teto sustentado por hastes de cana brava


Foto 3 de 6 - No banheiro desta casa na Costa Rica, projetada pelo arquiteto Ronald Zuercher, a banheira de cerâmica branca está disposta sobre um chão de azulejos turquesa e se encontra cercada pela natureza abundante que rodeia a propriedade


Foto 4 de 6 - A piscina da casa da família Ewing na Costa Rica usa ladrilhos brasileiros em seu revestimento e está ao lado da sala de estar da residência, formando uma grande e agradável área de lazer


Foto 5 de 6 - A maioria dos móveis da casa da família Ewing na Costa Rica, como a mesa de jantar da foto, foi feita pelo artesão local Walter Ugalde


Foto 6 de 6 - O casal norte-americano, Fin e Beth Ewing, construíu sua casa de veraneio na Costa Rica usando materiais típicos da América Central, como folhas de palmeiras e hastes de cana brava




A coisa esta pegando em Minas Gerais, e as previsões não estão sendo boas mesmos.

publicado em 04/01/2012 às 10h09:

Bombeiros enviam helicóptero com
cães farejadores a Ouro Preto

Reforço foi enviado pela corporação nesta manhã para ajudar nas buscas de taxista

Rodoviária Ouro PretoAmadeu Barbosa/Hoje em Dia/AE
Rodoviária ficou soterrada após morro desabar em Ouro Preto na madrugada de terça-feira (3)

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Um helicóptero do Corpo de Bombeiros, o Arcanjo 03, foi deslocado de Belo Horizonte com cães farejadores para dar apoio às buscas em Ouro Preto. O reforço, de acordo com a corporação, foi enviado por volta das 7h50 desta quarta-feira (4).

Os bombeiros retomaram os trabalhos por volta das 6h. Eles buscam corpos e retiram a terra que soterrou a rodoviária da cidade histórica mineira durante a madrugada de terça-feira (3).
Leia mais notícias no R7
Veja fotos dos estragos

Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, a procura pelo corpo de um segundo taxista foi retomada. Testemunhas afirmam que existe mais um homem possivelmente soterrado. A segunda vítima, que ainda é considerada desaparecida, é Denílson Maciel de Araújo, de 31 anos.

As buscas, segundo informações do Corpo de Bombeiros, foram interrompidas na noite desta terça-feira (3) após o Comando das Operações alertar para instabilidade do terreno por conta do retorno das chuvas.

Um outro corpo, também de um taxista, foi encontrado por volta das 11h da terça. Ele foi identificado como Juliano Alves, de 28 anos.

Veja cobertura completa das chuvas em MG
Veja em vídeos a cobertura das chuvas em MG

Deslizamento


O deslizamento de terra, provocado pelas chuvas, atingiu a rodoviária da cidade por volta da 0h.  O local mais afetado era uma garagem de ônibus, utilizada também como ponto de táxi.

Segundo os bombeiros, há a possibilidade de existir outras vítimas.
Ouro Preto foi fortemente atingida pelas chuvas e teve situação de emergência decretada na semana passada.

Chuvas no Estado


O temporal que atinge Minas Gerais tem causado estragos nas cidades do Estado. De acordo com boletim da Defesa Civil, o Estado tem 9.365 desalojados, 404 desabrigados e uma pessoa desaparecida. Oficialmente o órgão registra cinco mortos, mas o número de vítimas fatais já chega a sete. O relatório aponta ainda 2.420 casas danificadas, 84 casas destruídas, 71 pontes danificadas e 75 pontes destruídas. Além disso, 53 municípios que foram atingidos por inundações, temporais e desabamentos tiveram de decretar situação de emergência. 

Veja como é as coisas nesta paiz, para o povo nada e para eles tudo.????

04/01/2012 - 07:36

Planalto

Dilma intervém contra a farra com verbas antienchente

Para evitar uso político do dinheiro pela Integração, a presidente deixou a cargo do ministério da Casa Civil liberação de verbas a estados castigados pela chuva

Alagamento na avenida no bairro Primeiro de Maio, região norte de Belo Horizonte, em Minas Gerais   Alagamento na avenida no bairro Primeiro de Maio, região norte de Belo Horizonte, em Minas Gerais (Agência Nitro/AE)
Nem mesmo de férias a presidente Dilma Rousseff consegue se livrar dos escândalos provocados pelos membros de sua equipe ministerial. E o enrolado da vez é o ministro Fernando Bezerra Coelho, titular da Integração Nacional, que destinou 90% das verbas da União para a prevenção de desastres naturais a seu estado, Pernambuco. Ao tomar conhecimento do fato, a presidente decidiu intervir e ordenou que, a partir de agora, a liberação de verbas antienchentes deverá passar pelo crivo da Casa Civil.
Da Bahia, onde descansa, Dilma ligou na tarde de terça-feira para a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e deixou a cargo dela a questão das chuvas. A presidente ainda ordenou a adoção de critérios técnicos na distribuição de recursos da pasta para combate e prevenção de desastres, como enchentes e desmoronamentos, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo. Alijado do processo, Bezerra Coelho não recebeu sequer um telefonema de Dilma.
De acordo com o jornal O Globo, Dilma ainda pediu a Gleisi uma radiografia na rubrica de verbas para prevenção de enchentes, de modo a evitar novas denúncias de uso político do dinheiro. A chefe da Casa Civil precisou encerrar suas férias mais cedo para tratar do problema das enchentes que atingem o Sudeste do país. Ela se reuniu no Planalto com técnicos do ministério e da Defesa Civil, na terça-feira. Já a presidente ligou, no mesmo dia, para o governador mineiro Antonio Anastasia (PSDB), oferecendo ajuda federal ao estado, castigado pelas cheias.
Já o ministro da Integração Nacional interrompeu suas férias e marcou uma entrevista coletiva para esta quarta-feira, em Brasília, para falar da situação das chuvas no Brasil e os repasses de recursos federais para o combate e a prevenção de desastres naturais.
A concentração de verbas do programa de prevenção e preparação para desastres em Pernambuco foi tão grande que o estado lidera o ranking da liberação de dinheiro da União mesmo quando é considerado o pagamento de contas pendentes deixadas pelo governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Nesse ranking, Pernambuco é seguido pelos estados da Bahia, São Paulo, Santa Catarina e Paraná. Dos gastos autorizados e pagos em 2011, Pernambuco recebeu 14 vezes mais do que o segundo colocado, o Paraná, onde chuvas fortes provocaram enxurradas e deslizamentos no ano passado. Pernambuco recebeu 25,5 milhões de reais, contra 1,8 milhão de reais liberado para o Paraná, dos 28,4 milhões de reais pagos em obras autorizadas em 2011 para a prevenção de desastres naturais. O restante foi para outros estados.

Muita gente não acredita mais as coisas estão acontecendo.

04/01/2012 07h00 - Atualizado em 04/01/2012 07h00

Mudança do clima impacta primeiro espécies nativas, diz estudo

Dificuldade de adaptação pode extinguir animais e vegetais de microáreas.
Pesquisa diz ainda que mortalidade de espécies pode estar subestimada.

Do Globo Natureza, em São Paulo
Comente agora
Espécies nativas, que vivem em áreas específicas, podem ser as primeiras a desaparecer devido à mudança climática, indica uma pesquisa feita por cientistas dos Estados Unidos, divulgada nesta quarta-feira (4).
Segundo os autores, especialistas em biologia das Universidades de Connecticut e de Washington, estudos já realizados e que abordam o aquecimento global não contemplariam interações que já ocorrem na biodiversidade (animais e vegetais), como a movimentação e competição entre espécies. Tais fatores não considerados até então podem subestimar a extinção de espécies.
De acordo com Mark Urban, principal responsável pelo estudo, já existem provas de que animais e plantas já se movem em resposta às alterações no clima.
Ele cita como exemplo que, devido à elevação da temperatura, espécies que não podem receber calor devem se deslocar para altitudes mais elevadas, onde o frio é predominante. Entretanto, de acordo com os cientistas, nem todas as espécies conseguirão se dispersar rapidamente e podem morrer por isso, tendo seu lugar ocupado por outra espécie.
Vista aérea da Floresta Amazônica cortada pelo Rio Amazonas (Foto: Divulgação) 
Espécies animais e vegetais de regiões tropicais,
como a Amazônia, seriam afetadas primeiramente,
segundo estudo. (Foto: Divulgação)
Modelos
De acordo com um sistema matemático desenvolvido nesta pesquisa, animais endêmicos e que só existem em regiões específicas poderão ser extintos mais rapidamente devido à dificuldade de dispersão.
Em regiões tropicais do planeta, o que incluiria a América do Sul (e o Brasil), poderiam ser afetadas diretamente pelas alterações climáticas.

A gata do dia.


Como é a vida animal.

publicado em 04/01/2012 às 05h55:

Elefantinhos órfãos brincam durante banho de lama

Os animais se recuperam de maus-tratos sofridos no passado
Do R7
  •  
The Grosby GroupThe Grosby Group
Veja mais cliques
Os elefantes adoram brincar na lama, que os ajuda a se proteger do sol e da picada de insetos

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Um grupo de elefantinhos órfãos fez a maior bagunça e se divertiu muito durante um banho de lama no Parque Nacional Tsavo East em Ithumba, no Quênia.
Os animais vivem no centro David Sheldrick Wildlife Trust, que tem como objetivo reintroduzir animais à natureza.
Galeria: Veja mais fotos deste banho divertido
As imagens mostram os filhotes se cobrindo de lama e terra até ficarem vermelhos.
O banho de lama é uma prática comum entre esses animais, já que deixa a pele protegida contra os insetos e o sol.
Os elefantes brincalhões são parte de uma manada de animais órfãos que foi recolhida pelo centro de assistência.
Eles se recuperam no centro de maus-tratos realizados por humanos, para que possam ser devolvidos para seu habitat natural.
Você sabe com quantos quilos nasce um elefante? Descubra! Depois, veja as repostas aqui.