domingo, 19 de maio de 2013

A coisa é seria acho melhor a ficha cair e se cair já está muito tarde.?????

17/05/2013 - 20:34

Mudança climática

Derretimento das geleiras é responsável por um terço do aumento no nível do mar

Pesquisa mostra que as geleiras do planeta perdem por ano cerca de 259 trilhões de quilos de gelo, que são jogados nos oceanos do planeta

Geleira
Apenas um 1% de todo o gelo terrestre está localizado em geleiras, como a de Perito Moreno, na Argentina. Mesmo assim, o derretimento desses corpos é responsável por 30% do aumento no nível do mar (Etienne Berthier)
Geleiras são massas de gelo de até 50.000 quilômetros quadrados que se formam sobre as partes terrestres do planeta. Apesar de serem imensas, elas representam apenas 1% do gelo terrestre do mundo. Todo o resto está armazenado nos chamados mantos de gelo, camadas maiores que 50.000 quilômetros quadrados só encontradas na Groenlândia e na Antártida. Uma nova pesquisa mostrou que, apesar de representarem uma quantidade tão pequena do gelo mundial, o derretimento das geleiras é responsável por um terço do aumento no nível do mar medido nos últimos seis anos. O estudo foi publicado na revista Science.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: A Reconciled Estimate of Glacier Contributions to Sea Level Rise: 2003 to 2009

Onde foi divulgada: periódico Science

Quem fez: Alex S. Gardner, Geir Moholdt, J. Graham Cogley, Bert Wouters, Anthony A. Arendt, John Wahr, Etienne Berthier, Regine Hock, W. Tad Pfeffer, Georg Kaser, Stefan R. M. Ligtenberg, Tobias Bolch, Martin J. Sharp, Jon Ove Hagen, Michiel R. van den Broeke, Frank Paul

Instituição: Universidade Clark, EUA, e outras instituições

Dados de amostragem: Medições realizadas por satélites e expedições terrestres nas geleiras do planeta entre 2003 e 2009

Resultado: Os pesquisadores descobriram que as geleiras perderam 259 trilhões de quilos de gelo ao ano, contribuindo com um terço do aumento do nível do mar registrado no período
O novo estudo usou dois satélites lançados pela Nasa e expedições terrestres para fazer as medidas mais precisas até agora do quanto as geleiras diminuíram em decorrência do aquecimento do planeta. As medições mostraram que, entre 2003 e 2009, elas perderam 259 trilhões de quilos de gelo por ano. Essa água, jogada nos oceanos, seria responsável por aumentar o nível do mar em 0,7 milímetro ao ano — cerca de 30% de todo o aumento detectado no período. “Pela primeira vez, nós fomos capazes de medir muito precisamente o quanto essas geleiras estão contribuindo para o aumento do nível do mar. Esses corpos menores estão perdendo quase tanta massa quanto os grandes mantos de gelo”, disse Alex Gardner, pesquisador da Universidade Clark, nos Estados Unidos.
O estudo se baseia em dados colhidos pela Universidade do Colorado, que mostra que o nível do mar subiu, em média, 2,2 milímetros por ano durante o período. Segundo os pesquisadores, outro um terço desse aumento seria causado pelo derretimento dos mantos de gelo, e o restante pela expansão térmica da água do mar. “Como a massa global das geleiras é relativamente pequena em comparação aos grandes mantos de gelo, os pesquisadores tendem a não se preocupar com elas. Mas nosso estudo mostra que elas são como um pequeno balde com um grande furo no fundo: ele não deve durar muito — apenas um século ou dois —, mas enquanto houver gelo nas geleiras, elas serão responsáveis por uma grande parte do aumento no nível do mar”, diz Tad Pfeffer, glaciologista da Universidade do Colorado.
Medidas conflitantes — As pesquisas anteriores sobre o derretimento das geleiras eram feitas apenas com base em dados coletados em terra. Os pesquisadores geralmente medem as massas de gelo do cume até uma das pontas da geleira, e extrapolam os dados para toda a área. Esse tipo de técnica costuma ser muito boa para medir massas pequenas e individuais, mas tende a superestimar a perda de gelo em regiões maiores. “Observações em terra costumam ser possíveis apenas nas geleiras mais acessíveis, onde o derretimento é mais rápido do que a média”, disse Gardner.
Para corrigir as distorções, o estudo também usou dados de dois satélites da Nasa: o ICESat e o Grace. O primeiro, que parou de funcionar em 2009, media a altura das geleiras por meio de pulsos de laser que lançava em direção ao solo. Já o Grace, ainda operacional, é capaz de detectar variações no campo gravitacional da Terra que são resultantes de mudanças na distribuição de massa no planeta, incluindo alterações nas massas de gelo. Ao contrário das estimativas terrestres, os satélites não são bons para medir pequenas geleiras, mas medem muito bem as grandes regiões.
Juntando as informações, os pesquisadores descobriram que todas as 19 regiões estudadas perderam gelo entre 2003 e 2009. As geleiras que mais perderam massa ficam nas regiões árticas do Canadá, Alasca e Groenlândia, no sul dos Andes e no Himalaia. Em contraste, as geleiras periféricas da Antártida — pequenos corpos de gelo que não são conectados ao grande manto da região— contribuíram muito pouco para o aumento no nível do mar durante o período.
As estimativas atuais dizem que todas as geleiras do mundo contêm água suficiente para aumentar o nível do mar em sessenta centímetros. Em comparação, o manto de gelo da Groenlândia, que ocupa 1,7 milhão de quilômetros quadrados, tem o potencial de contribuir com cerca de seis metros de água; enquanto o da Antártida, ocupando 14 milhões de quilômetros quadrados, pode contribuir com pouco menos de sessenta metros.

E os governantes estão se bamburrando de granas.?????

É complicado mais tradição é tradição, que se pode fazer ele tem grana para sustentar todas, aí é uma questão social e de cabeça.

Jovem africana luta por asilo para não se tornar a 14ª esposa de rei polígamo

Do UOL, em São Paulo
Tintswalo Ngobeni (à esq.) fugiu da Suazilândia para não ser obrigada a casar com o rei Mswati 3º (à dir.)

  • Tintswalo Ngobeni (à esq.) fugiu da Suazilândia para não ser obrigada a casar com o rei Mswati 3º (à dir.)
A jovem Tintswalo Ngobeni, 22, luta para conseguir asilo político na Inglaterra depois de fugir de seu país natal, a Suazilândia (África), onde o rei Mswati 3º a escolheu sete anos atrás para ser sua 14ª noiva, segundo o jornal Daily Mail. Seu primeiro pedido de abrigo ao governo inglês foi negado em 2011.
De acordo com a tradição da Suazilândia, o monarca polígamo pode escolher uma nova mulher virgem a cada ano para integrar seu harém.
Ngobeni mora atualmente em Birmingham, na Inglaterra, e disse que ficou “horrorizada” quando ficou sabendo das intenções do rei. “Ele ficava me ligando na escola e perguntava se eu queria ser parte da família real. Não quero passar a vida inteira me dedicando a um rei”.
“Não tive opção. Ninguém nunca contraria o rei, então eu precisei desaparecer”. Desde que chegou à Europa, Ngobeni tem criticado abertamente o regime opressivo da Suazilândia, onde os partidos de oposição estão banidos e a prisão de dissidentes é comum.
Segundo ela, as esposas do rei ficam dentro do palácio cercadas por guarda-costas, e raramente podem sair do local. “Uma vez por ano Mswati as leva para os Estados Unidos para que comprem roupas, e só”, disse.
Ngobeni afirmou ter informações de que funcionários das forças de segurança da Suazilândia estão na Inglaterra para tentar repatria-la à força ou pressionar as autoridades inglesas. “Tenho medo. Se eu voltar provavelmente serei presa, ou algo pior pode acontecer”.
Em abril ela chegou a ser detida pelas autoridades da imigração, e passou algumas horas em um centro de detenção provisória - local onde imigrantes ilegais aguardam deportação -, mas foi liberada em seguida após pressão de advogados e grupos de defesa dos direitos humanos.

sábado, 18 de maio de 2013

E a população Humana pelo que vemos ainda não viu a ficha cair e vai ficando cada vez pior.....?????

Para 97% dos cientistas, aquecimento global é causado pela ação humana


Um levantamento de milhares de estudos sobre climatologia reforça a ideia de que há consenso na comunidade científica a respeito da principal causa do aquecimento global. Segundo 97% dos cientistas do clima, o aquecimento do planeta é causado pela ação humana, principalmente pela emissão de gases de efeito estufa na geração de energia, desmatamento e setor de transportes.
>> Concentração de CO2 na atmosfera atinge marca recorde
O estudo contou com duas etapas. Na primeira, um grupo de voluntários analisou 12 mil estudos publicados entre 1991 e 2011 sobre mudanças climáticas. Desses, 4 mil assumiam posição em relação às causas do aquecimento global. O levantamento descobriu que 97,1% desses estudos defendiam que a ação humana era responsável pelas mudanças no clima do mundo.
Na segunda etapa, os autores contataram diretamente pesquisadores envolvidos no assunto. 1.200 pesquisadores, responsáveis por cerca de 2 mil estudos, foram questionados se o aquecimento global era causado pelo homem ou era um fenômeno natural. O resultado foi que 97,2% dos cientistas disseram que as mudanças climáticas são causadas pelo homem.
O estudo foi motivado por uma pesquisa de opinião feita nos Estados Unidos pelo Pew Research Center. Essa pesquisa mostra que quase a metade dos americanos acredita que a comunidade científica está dividida em relação à causa do aquecimento global, e que ainda não existe consenso. Para os autores, esse desconhecimento atrapalha o avanço de políticas para combater os efeitos das mudanças climáticas.
O estudo foi liderado por John Cook, da Universidade de Queensland, na Austrália, e publicado na revista Environmental Research Letters. O texto ainda não passou por revisão de pares e está disponível para download, em inglês.

É garotinho de garoto não tem nada e malandrinho mesmo.

O amigo invisível do Garotinho

O empresário George Augusto Pereira tem negócios milionários com o deputado e seu partido. Só tem um detalhe: ele não existe


CRIATIVIDADE O deputado Anthony Garotinho. Em vez de laranjas, ele tem um fantasma (Foto: André Coelho/Ag. O Globo)
Passava de 8 horas da noite da segunda-feira, dia 29 de abril, quando o deputado Anthony Garotinho subiu à tribuna da Câmara bufando. Líder do Partido da República (PR), ele precisava dar explicações convincentes aos colegas deputados e, principalmente, a seus eleitores do Rio de Janeiro. Dois dias antes, ÉPOCA revelara um esquema de desvio de dinheiro público que envolve a família Garotinho e o PR no Rio. Na tribuna, Garotinho saiu em defesa de uma empresa que tem negócios com seu gabinete na Câmara, com a prefeitura de Campos dos Goytacazes, comandada por sua mulher, Rosinha Garotinho, e com seu partido. Trata-se da GAP Comércio e Serviços Especiais, uma locadora de veículos próxima à família Garotinho. A sigla GAP reproduz as iniciais de seu dono, o empresário George Augusto Pereira. Documentos obtidos por ÉPOCA – reproduzidos abaixo – mostram que George Augusto não existe no mundo das pessoas de carne e osso. Num universo em que tantos escândalos trazem à tona laranjas, Garotinho inovou ao colocar em cena um fantasma. Como tantos garotinhos, o deputado do Rio de Janeiro tem um amigo invisível.
>>Esquema que envolve Garotinho é enrolado como a trama de um filme policial

A relação entre Garotinho e a GAP é antiga. Logo que tomou posse em 2011, ele alugou um carro da GAP, um Ford Fusion 2011, usando verba da Câmara. O automóvel estava destinado a seu uso pessoal em Brasília, durante o exercício da atividade parlamentar. Na mesma época, em junho de 2011, Wladimir Matheus, filho de Garotinho, destruiu contra um muro um Ford Fusion 2011, avaliado em R$ 80 mil. Era o mesmo carro alugado por Garotinho com dinheiro da Câmara? Segundo ele, não. Foi uma coincidência. Na ocasião, ÉPOCA procurou George Augusto por telefone. Em entrevista gravada, um homem que se apresentou como ele disse que emprestara o carro a Matheus e que nada cobraria do rapaz, por se tratar de “um amor de pessoa”. Afirmou ainda que o prejuízo com acidentes “fazia parte de seu negócio”. George Augusto parecia mesmo ser amigo da família, notadamente da prefeita Rosinha. A GAP tem um contrato milionário com a prefeitura de Campos para alugar ambulâncias ao município.

Nos papéis da Junta Comercial, George Augusto Pereira detém 99,8% das ações da GAP, cujo nome reproduz suas iniciais. As provas de que ele não existe são abundantes. ÉPOCA obteve cópia da carteira de identidade usada por George Augusto Pereira. O documento contém uma falsificação grosseira. De acordo com o Instituto de Identificação Félix Pacheco, o número do RG e a data de expedição da carteira não são de uma pessoa chamada George. Eles correspondem a uma mulher paraibana, de 48 anos de idade, moradora de um bairro pobre de São Gonçalo, região metropolitana do Rio. Entrevistada por ÉPOCA, Josefa Gomes dos Santos Carvalho disse que não entende como outra pessoa pôde usar seu RG, pois nunca perdera o documento. George Augusto Pereira não tem RG – e esse não é o único papel que lhe falta. George tem caminhonetes de luxo e multas de trânsito, mas não carteira de habilitação. No último dia 6 de maio, ele completou 42 anos de idade, mas nunca tirou título de eleitor.

Uma coisa na vida de George é assombrosamente real: o dinheiro que irriga as contas da GAP. Para abrir uma conta no banco, George precisava de um CPF – e um CPF foi tirado, a partir do documento de identidade falso. O mesmo CPF aparece na sua declaração de Imposto de Renda. ÉPOCA obteve o documento relativo ao exercício de 2011, que informa uma renda anual de apenas R$ 23 mil – e não lista nenhum bem patrimonial. Se existisse, George seria um sonegador. Os ativos de sua empresa somam R$ 5,5 milhões, a GAP já recebeu R$ 32 milhões da prefeitura de Campos e ainda tem um contrato de R$ 15 milhões em vigor com o município. Nada disso está declarado. Em agosto de 2011, o Ministério Público do Rio apontou uma fraude na contratação da GAP pela prefeitura, com favorecimento na licitação e pagamento de valores superfaturados.
>>Arquivo: A marca do Zorro no Congresso

Quando surgiram os documentos revelando que George não existia, ÉPOCA resgatou a gravação de uma entrevista concedida pelo empresário sobrenatural em junho de 2011. A ligação foi atendida, na ocasião, por uma secretária, que transferiu a chamada para um homem de voz rouca. Para esclarecer o mistério do telefonema de George, ÉPOCA pediu que o perito Ricardo Molina analisasse a voz da pessoa que telefonou fazendo se passar pelo dono da GAP. Havia outro áudio para uma comparação. No mês passado, ÉPOCA gravou uma entrevista por telefone com Fernando Trabach Gomes, que prestou serviço para a campanha do partido de Garotinho em 2010. Durante a conversa, Trabach se identificou como diretor comercial da rede Metta Postos, fornecedora de combustível para a campanha do PR. De cara, chamou a atenção que a secretária de Trabach era a mesma que anotara o recado para George em 2011.
Os papéis do fantasma (Foto: Reprodução)
A perícia de Molina confirmou a suspeita. “Como não existe ‘certeza’ em perícia (nem na ciência em geral), costumamos dizer que acima de qualquer dúvida razoável é a mesma voz”, afirma Molina. Antes de o Ministério Público começar a investigar a GAP, Trabach interpretava George na informalidade. Em outubro de 2011, uma estranha procuração foi registrada num cartório a uma quadra do Tribunal de Justiça, no centro do Rio. No documento, obtido por ÉPOCA, o George fictício passa plenos poderes ao Trabach de carne e osso. Na prática, era como se o dono da GAP mandasse seu procurador viver por ele. Trabach podia gerenciar os negócios, receber dinheiro, fazer compras, movimentar a conta bancária, assinar cheques, realizar depósitos, despedir empregados, vender bens, fazer escrituras de imóveis, estabelecer contratos e até representá-lo em qualquer processo na Justiça, mesmo numa eventual ação criminal. A procuração não deixava claro se Trabach também poderia falar em seu nome ao telefone.

Trabach – que, até o ano de 2012, tinha cinco números diferentes de CPF – é extremamente próximo da família Garotinho. Ele já apareceu numa denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) contra a prefeitura de Campos. Em 2009, seu primeiro ano de mandato, a prefeita Rosinha resolveu alugar ambulâncias em vez de comprá-las. Para abrir concorrência, o município precisava cotar preços entre empresas e definir o valor a pagar pelo serviço de locação das ambulâncias. O mecanismo visa obter a proposta mais econômica aos cofres públicos. Uma das quatro empresas que apresentaram orçamento foi o Posto 01, que vende combustível em Itaboraí, município próximo ao Rio. Naquela época, o posto tinha uma filial no mesmo endereço da GAP. A suspeita do MPE era que houvesse um acerto entre as duas empresas irmãs para fraudar a concorrência. De acordo com o MPE, no dia da licitação, a GAP teve o caminho livre para vencer e receber, ainda por cima, em valores superfaturados. O que isso tem a ver com Trabach? Ele comanda a rede que inclui o Posto 01.

Trabach também aparece nas denúncias de fraudes na campanha eleitoral do PR em 2010. Sua rede de postos ganhou R$ 1,2 milhão para fornecer combustível ao candidato a governador do partido, Fernando Peregrino, lançado por Garotinho. Tudo legal, afinal Trabach realmente opera estações de venda de gasolina, álcool, gás e diesel. A suspeita de falcatrua veio à tona quando a investigação esbarrou nas notas fiscais apresentadas à Justiça Eleitoral para comprovar as despesas com os quatro postos de Trabach. No final de abril, ÉPOCA revelou que as notas contêm indícios de irregularidades e falsificação.

Um dos documentos fiscais nem sequer se referia à venda de combustível, mas apenas ao aluguel de uma frota de 170 veículos, um gasto não declarado à Justiça Eleitoral. O posto não aluga carros. A Procuradoria-Geral Eleitoral fará uma investigação nas contas de campanha de Peregrino, com base em indícios como esses. Amarrando as duas pontas – a de George à de Trabach –, surge mais uma amostra da ousadia do esquema. Em maio do ano passado, George vendeu a GAP por R$ 100 mil, parcelados em dez vezes. A felizarda compradora foi ninguém menos que a mãe de Trabach, uma senhora viúva de 69 anos de idade. Como tinha procuração do fantasma para movimentar os negócios, foi o próprio Trabach quem transferiu tudo para o nome da própria mãe. Procurado por meio de sua assessoria, Trabach informou que não comentaria o caso. Garotinho e a prefeitura de Campos não haviam se manifestado até o fechamento desta edição. Anteriormente, ambos negaram favorecimento à GAP.

A primeira notícia sobre George Augusto Pereira foi publicada por ÉPOCA em julho de 2011, após o filho de Garotinho sofrer o acidente com o carro de propriedade da GAP. Logo em seguida, o MPE do Rio de Janeiro apontou fraude no contrato milionário da GAP com a prefeitura de Campos. No mês passado, ÉPOCA revelou as notas fiscais com indícios de falsidade na campanha do PR do Rio de Janeiro em 2010. Garotinho teve duas oportunidades e quase dois anos para apurar as suspeitas de fraude envolvendo a GAP, seu gabinete, sua família e seu partido. Durante o discurso na tribuna da Câmara no mês passado, ele se limitou a dizer que a GAP “ganhou licitamente a concorrência” com a prefeitura. Há duas possibilidades. Ou Garotinho foi enganado, provavelmente por Trabach, e desconhecia que George é um fantasma – ou sabia de tudo e mentiu ao plenário. No ano passado, por causa de uma mentira – negar ligações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira –, o Senado cassou o mandato do então senador Demóstenes Torres por quebra de decoro. Com a palavra, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.
As pegadas da assombração (Foto: Reprodução(2), Paulo Araújo/Ag. O Dia, Folhapress e Ag. O Dia (2))

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Incrível - As imagens mais curiosas de 2013 - vai ser o maior barato atravessar sem curtir um salto.?????

17.mai.2013 - O rio Sena, em Paris (França), poderá ganhar uma ponte inflável. O projeto arquitetônico inusitado surgiu em um concurso de arquitetura, e um ateliê francês criou a divertida passagem com três boias flutuantes de 30 metros de diâmetro, unidas por um cordão. Camas elásticas completam o design da "ponte playgroung", que lembra brinquedos como trampolim e pula-pula - a ideia é atravessar o rio em clima de brincadeira. A invenção, que visa estimular a "felicidade urbana", ainda não tem data para sair do papel

Vulcões - quem pode contra eles, são realmente um dos vilões e um deles pois a natureza tem muita surpresa para todos.

Fotógrafo caça vulcões e mostra paisagens 'alienígenas' da Terra

 

Especializado em fotografar a natureza, Martin Rietze percorre o mundo em busca das luzes da aurora boreal, animais selvagens e locais desérticos que formam o catálogo virtual do site ALPE (Paisagens Alienígenas da Terra, na sigla em inglês). Mas o alemão gosta mesmo é de escalar montanhas atrás de vulcões ativos, tendo seus registros compilados em três livros - neste ano, ele já observou a fúria do Etna, na Itália, e do Sakurajima, no Japão. Acima, a abertura do Erta Ale, um vulcão localizado no Nordeste da Etiópia (África), ganha a companhia de Vênus e Júpiter (pontos brilhantes no centro) no registro feito em uma manhã de fevereiro de 2008
O Erta Ale é um dos poucos vulcões do mundo que nunca adormece. A abertura no topo criou um lago de lava permanente, apelidado de "porta do inferno", que deu ao monte de 613 metros no Nordeste da Etiópia o título de lugar mais quente da Terra

Martin Rietze passa cerca de 15 dias em cada local para fotografar a atividade vulcânica, para acompanhar todo o processo. Durante sua passagem pela Indonésia, em junho de 2008, ele ficou fascinado pelo "rio de enxofre" que escorreu pelo Kawah Ijen

O Kawah Ijen faz parte de uma cadeia de estratovulcões de Java, na Indonésia. O termo se refere ao formato de cone do vulcão, que foi desenhado pelo material expelido durante as erupções - no caso desta cratera ácida, foi o enxofre

O vulcão Santa Maria, que integra o complexo Sierra Madre, na Guatemala, entrou em atividade entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009. Durante as erupções, Martin Rietze diz que se afasta do vulcão e faz fotos há quilômetros de distância em nome da segurança

"Gases e enxofre queimam no início de uma das muitas erupções" que o vulcão Santa Maria sofreu no mesmo dia, escreve o fotógrafo alemão sobre sua passagem pela Guatemala, entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009

Com 2.843 metros de altitude, Villarrica é um dos vulcões ativos que viraram atração turística no Chile. Martin Rietze visitou esse cume, que está situado na Cordilheira dos Andes, no começo de dezembro de 2009

A erupção do vulcão de Montserrat atira pedras, lava e muita poeira sobre a ilha caribenha em janeiro de 2010. A atividade do Soufrière Hills preocupa o governo local por já ter destruído o aeroporto local e matado dezenas de pessoas em 1997

A nuvem composta de gás extremamente quente, cinzas e muitas pedras, conhecida também como fluxo piroclástico, é um dos efeitos devastadores da erupção. Como ela se desloca mais rente ao chão, soltando fragmentos sólidos, essa nuvem empoeirada pode matar as pessoas. Acima, o fluxo toma o céu da ilha Montserrat, no Caribe, em registro feito com uma lente fisheye em janeiro de 2010

A força da erupção cobriu o topo do Soufrière Hills, em Montserrat, com pedras e lava, mostram as fotos do alemão feitas em janeiro de 2010. O vulcão expele material do magma extraído do fundo oceânico do Caribe


O Eyjafjallajökull mostrou ao mundo como as cinzas vulcânicas são capazes de afetar pessoas a quilômetros de distância. As nuvens densas expelidas por esse vulcão da Islândia mergulharam a Europa em um caos aéreo em 2010, após obrigar o fechamento de aeroportos em vários países e o cancelamento de milhares de voos. Martin Rietze fez essa foto a partir do glaciar Solheimajökull, cerca de 60 quilômetros de distância do vulcão

A lava expelida pelo Eyjafjallajökull escorre pelo vale Hrunagil, na Islândia, em maio de 2010. O vulcão foi responsável por dar um verdadeiro nó no sistema de aviação da Europa ao expelir uma densa nuvem, conhecida por atrapalhar a visão dos pilotos e interromper o funcionamento das turbinas

O fotógrafo alemão fez também imagens das erupções estrombolianas do Eyjafjallajökull, na Islândia, que chegaram a mil metros de altura em maio de 2010. Esse tipo de explosão, que solta fragmentos de rochas quentes, gases e cinza, formando arcos luminosos no céu, é causado pelo acúmulo de gases que sobem mais rápido do que o magma


Martin Rietze "caçou" apenas vulcões na Itália e no Japão no começo deste ano, mas foi o suficiente para ter passado por uma "experiência impressionante", como descreve no seu site. Ele fez imagens das chamadas "luzes vulcânicas", que marca a aparição de relâmpagos sobre os vulcões ativos. Os cientistas ainda não sabem explicar totalmente esse fenômeno, mas alguns afirmam que os raios ocorrem durante a atividade vulcânica por causa da carga elétrica induzida pelos choques de poeira vulcânica. As "luzes vulcânicas" do Sakurajima, diz ele, surgiram com uma erupção violenta após muitas horas de silêncio em fevereiro de 2013

O último registro de Rietze foi na Itália, em março de 2013. O Etna chegou a expelir lava a um quilômetro de distância quando atingiu seu pico de atividade vulcânica em 27 de março