segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Para quem gosta de um bom refresco e curti um pedacinho de água, aqui esta uns.






Um cara de sorte e de peito para encarrar uma onda desta.

• • atualizado às 15h27

Encanador britânico pode ter surfado maior onda da história

Andrew Cotton encara onda gigante em Nazaré, Portugal Foto: AP
Andrew Cotton encara onda gigante em Nazaré, Portugal
Foto: AP

O britânico Andrew Cotton encarou no último domingo uma onda gigante em Nazaré, em Portugal, lugar conhecido pelos gigantescos vagalhões que atingem a costa. O surfista, que no tempo fora das praias trabalha como encanador e salva-vidas, pode ter surfado uma onda de 80 pés (24,3 metros), o que, se confirmado, pode superar a marca do americano Garrett McNamara, obtida em 2011.

O recorde mundial de McNamara, porém, já pode ter sido superado antes da onda de Cotton. Isto porque o próprio americano e o brasileiro Carlos Burle surfaram vagalhões que podem ter chegado a 30 metros, mas que ainda não receberam confirmação de recorde. No caso de Burle, a marca aconteceu no mesmo dia em que ajudou a resgatar Maya Gabeira, que fraturou o tornozelo em tentativa de encarar uma onda gigante.
Andrew Cotton pode ter surfado maior onda de todos os tempos Foto: AP
Andrew Cotton pode ter surfado maior onda de todos os tempos

domingo, 2 de fevereiro de 2014

País da impunidade é pouco, aqui só ganha quem tá por cima o povo que se dane e que se arruma se não some.?????

N° Edição:  2306 |  31.Jan.14 - 20:50 |  Atualizado em 02.Fev.14 - 20:07

No país da negligência

Combinação de irresponsabilidade do condutor, ausência de tecnologia e falta de fiscalização explica acidentes como o que matou cinco pessoas no Rio de Janeiro

Wilson Aquino, Michel Alecrim e Raul Montenegro (waquino@istoe.com.br)

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IMPUNIDADE
Rio de Janeiro, terça-feira 28: caminhão com caçamba levantada
destrói passarela e mata pessoas diante das autoridades de trânsito
Eram 9 horas da terça-feira 28 quando Adriano Pontes de Oliveira, 26 anos, saiu de casa, na favela Águia de Ouro, em Inhaúma, zona norte do Rio de Janeiro, para o trabalho em uma agência bancária em outro bairro. Ele deveria atravessar a passarela sobre a Linha Amarela para pegar o ônibus. Mais ou menos no mesmo horário, a cinco quilômetros dali, Luiz Fernando da Costa, 30 anos, assumia o volante do caminhão com caçamba placa LLN 2225, em Água Santa, também na zona norte, com destino à região portuária. Costa resolveu cortar caminho pela Linha Amarela, apesar de saber que não poderia trafegar ali naquele horário, acelerou além do limite permitido de 80 km por hora e atendeu o celular. Motorista profissional há uma década, ele não temia a fiscalização, praticamente inexistente e comprovadamente ineficiente, e muito menos as multas irrisórias pelas infrações. Com a atenção desviada, não percebeu que a caçamba fora totalmente içada e, sem sensores que pudessem alertá-lo, seguiu em frente. A conjunção de negligências fez o que era previsto: 13 minutos depois, a caçamba derrubava a passarela e tirava a vida de Oliveira e de mais quatro inocentes.

A dona de casa Célia Maria, 64 anos, que atravessava a passarela para ir à feira, não aguentou o impacto que demoliu as 120 toneladas de concreto e caiu morta no asfalto. As três outras vítimas estavam em carros que passavam embaixo e foram esmagadas pelo entulho de aço que caiu sobre elas. No local, morreram o taxista Alexandre Gonçalves de Almeida e o motorista de um Palio, Renato Soares, 62 anos. No dia seguinte, faleceu no hospital o passageiro do Palio, Luiz Carlos Guimarães, 60 anos. Outras quatro pessoas ficaram feridas, entre as quais o motorista Costa. Pela Linha Amarela, circulam 130 mil veículos por dia. A via de 25 quilômetros conta com 51 câmeras e cinco radares de velocidade, além de três sensores de asfalto, para fiscalizar a circulação de caminhões fora do horário permitido, e de 100 policiais militares, distribuídos em sete cabines e torres de vigilância, dois carros e duas motocicletas. Nos dez primeiros dias de 2014, a PM multou apenas 127 caminhões por trafegar fora da hora permitida. Um dia depois do acidente, surpreendeu 341, num aumento de 1.800%. São Paulo ainda não viu acidente nas proporções do ocorrido no Rio – mas corre o risco, se nada for feito. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), foram 22 colisões de caminhões com passarelas e pontes no ano passado na capital, causando um transtorno substancial para o trânsito já caótico da cidade, cortada pelas marginais Pinheiros e Tietê – vias repletas de pontes e por onde os caminhões são obrigados a trafegar. Apesar de representarem apenas 2% da frota paulistana, os caminhões contribuíram com 12% dos acidentes com vítimas da cidade.
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ENTALADOS
Em São Paulo, é comum que carretas altas demais fiquem presas em
viadutos, como o da avenida Pacaembu (ao lado) e do Bresser (no alto)
O acidente na Linha Amarela poderia ter sido evitado se já estivesse em vigor o projeto de lei, de autoria do deputado federal Antônio Bulhões (PRB-SP), que torna obrigatória a instalação de um alarme para alertar motoristas no caso de a caçamba estar levantada. Na capital paulista, por exemplo, onde a intercorrência mais comum é a de grandes veículos presos sob alguma ponte por ter altura indevida, a principal medida de prevenção da prefeitura são as chamadas vigas de sacrifício – portais instalados antes da entrada dos túneis para impedir o acesso de carretas muito altas. “Elas são a última linha de defesa para impedir que o veículo avance”, afirma Ricardo Simões, gerente de produtos de uma empresa que desenvolve tecnologia para o trânsito. Especialistas de modo geral também pedem a instalação, em todo o Brasil, de mais radares medidores de altura e painéis luminosos que avisem o caminhoneiro sobre o excesso de altura antes de uma eventual batida. Mas o sociólogo e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Glaucio Soares diz que nenhuma medida adiantará se a falta de cultura cívica da população brasileira continuar. Um exemplo dessa incivilidade, segundo ele, é o perigoso hábito nacional de falar ao celular enquanto está dirigindo. Além da prática comum de tentar burlar os rodízios de veículos, muitos motoristas levantam a caçamba, por sinal, para esconder a placa e infringir a lei.

O presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), Claudinei Pelegrini, aponta a carência de mão de obra treinada como outro grave problema. De acordo com ele, atualmente, faltam mais de 100 mil caminhoneiros no setor de transporte do País, o que faz com que muitos ­veículos fiquem parados no pátio. “Quando chega um motorista com carteira, muitas vezes ele assume um equipamento que não está preparado para dirigir, sem sequer passar por um curso de capacitação”, afirma Pelegrini. Estudioso de segurança e educação no trânsito, o sociólogo Eduardo Biavati atribui parte da responsabilidade às companhias que fazem o frete e deveriam monitorar se o veículo tem ou não condições de passar por determinada rota. Especialistas também chamam a atenção para a falta de interatividade dos agentes de trânsito em casos de emergência. “De que adianta ter muitas câmeras se os operadores ficarem olhando como se estivessem vendo tevê? Tinha de ter alguém que não deixasse o caminhão entrar numa via proibida”, afirma o engenheiro Fernando Mac Dowell. No ano passado, foram fiscalizados 7.170 veículos só em São Paulo, com 2.714 autuações por excesso de tamanho, mas o número ainda é baixo perto do exército de quase 150 mil caminhões na capital paulista – muitos deles, porém, vêm de fora e não entram na conta. No Rio, em 2013, foram aplicados 2.140.083 multas a veículos, das quais 123.372 a caminhões.
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Apesar das falhas apontadas, a CET informa que o número de acidentes com carretas está caindo na cidade de São Paulo. A redução foi de 45% no ano passado em relação ao anterior, e o índice de acidentes envolvendo vítimas recuou entre 2011 e 2012. Especialistas ouvidos por ISTOÉ, porém, afirmam que o quadro só terá uma mudança efetiva se o valor das multas, que hoje é muito baixo para a maioria das infrações e acaba estimulando o não cumprimento das regras, for revisto. No Rio, a taxa é de R$ 85,13 e, na capital paulista, de R$ 127,69 para excesso de altura. O professor de engenharia de tráfego da Universidade de Brasília Paulo César Marques da Silva estima que há uma defasagem de 87% nesses preços. “É preciso que a multa de fato seja uma penalidade, e não um valor que se paga para cometer uma infração”, diz. 
Fotos: YASUYOSHI CHIBA/AFP PHOTO; Mário Angelo/Folhapress;
Adriano Lima / Brazil Photo Press

Acha que é só isto, tem muito mais por tras disto, e eles ainda ganhão recompença por tudo....

N° Edição:  2306 |  31.Jan.14 - 20:50 |  Atualizado em 02.Fev.14 - 20:06

Violenta, sem controle e impune

Com extrema agressividade, mostrando despreparo e ignorando seus superiores, a polícia do governador Geraldo Alckmin volta a agir de forma desproporcional durante manifestações na capital


Na segunda-feira 27 a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo divulgou números locais sobre a violência em 2013 que até poderiam ser comemorados. Ainda que boa parte dos indicadores de crimes contra o patrimônio tenha registrado alta, a taxa de homicídios dolosos, considerada o principal dado internacional de criminalidade, registrou queda de 8,2%, a maior desde 2011. Mas a verdade é que os paulistas não têm muito o que comemorar, com a sua polícia violenta com os cidadãos, alheia às ordens de seus superiores, livre para agir com a certeza da impunidade e que tem protagonizado verdadeiros absurdos. Os últimos, registrados no dia 25, aniversário da cidade de São Paulo, durante manifestações contrárias à Copa do Mundo, dão uma medida do quão grave é a situação. “Estamos falando de uma violência que foge a qualquer padrão tolerável de segurança pública”, diz Luis Flávio Sapori, associado do Fórum de Segurança Pública e coordenador de um centro de estudos sobre o tema na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas). “Não há nada que justifique o que estamos testemunhando”, diz.
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DE NOVO
PM paulista exagera na repressão à manifestação "Não vai ter Copa",
em 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo
Dois casos de abuso marcaram essa última onda de violência policial no Estado. Um dos mais descarados se passou com uma garota que, depois de participar de uma manifestação no dia 25 nas proximidades da rua Augusta, região central de São Paulo, foi interceptada por oito policiais e golpeada com socos e pontapés. Em seguida, na calçada, foi atropelada propositalmente por uma moto da Rocam (Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas), da Polícia Militar (PM). Um morador de um prédio na região gravou o atropelamento e divulgou as cenas. “Como alguém que está ali para te proteger faz isso com você?”, questionou o pai da vítima em entrevista à Rádio BandNewsFM. Temendo represálias a ele e à filha, uma estudante do ensino médio de 18 anos, ele preferiu não se identificar. “Ainda não sabemos se vamos fazer uma denúncia formal”, disse.
Igualmente grave foi o que aconteceu com o estoquista Fabrício Proteus, 22 anos, no bairro de Higienópolis, também na região central. Diz a polícia que, ao ser abordado por três PMs na noite do mesmo dia 25, Proteus correu e, ao ser alcançado, sacou um estilete e tentou golpear um dos soldados. Em legítima defesa, diz a polícia, os soldados lhe deram dois tiros – um no tórax e o outro na base do pênis. Ao delegado do caso, os policiais sugeriram ainda que Proteus era um black block – grupo que vem sendo responsabilizado por ações violentas durante as manifestações – e que carregava objetos parecidos com explosivos. Internado em estado grave, o jovem só pôde dar sua versão dos fatos no dia 28 e desmentiu o relato dos policiais. Ele alegou que só sacou o estilete depois de tomar o primeiro tiro. Seu irmão também veio a público e disse, ainda, que Proteus não era um black block. “O que surpreende na história é que os policiais estavam armados”, diz Guaracy Mingardi, especialista em segurança pública. “É regra universal – quem vai fazer a segurança de uma manifestação não pode estar armado.”
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Ainda que o jovem tenha de fato sacado o estilete antes do primeiro tiro, como alegam os policiais, surpreende que três PMs treinados e bem equipados precisassem recorrer à arma de fogo para contê-lo. “A verdade é que a polícia tem hábitos muito ruins e uma espécie de predisposição para a violência”, diz Sapori, do Fórum de Segurança Pública. Embora a PM seja treinada para evitar tiros desnecessários – o método Giraldi, ensinado nas academias de polícia paulistas desde 1998, fala em esgotar todas as vias de negociação antes de sacar uma arma – no dia a dia, a truculência policial se sobrepõe. “Os PMs, embora treinados, valorizam mais o que dizem os colegas veteranos do que o que aprenderam na academia”, afirma Sapori. “E assim a cultura da violência, que não vem de hoje, se perpetua.”
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Apelar aos valores tipicamente militares, como a hierarquia e a obediência, para tentar coibir essa predisposição da instituição para a violência também não tem dado resultado. Desde as manifestações de junho de 2013, ninguém menos que o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), veio a público para fazer críticas duras ao comportamento de policiais que covardemente agrediram manifestantes. Era de se esperar que as críticas fossem ouvidas e que colocassem em curso um processo de mudança dentro da instituição. Mas não foi isso que aconteceu. Pelo contrário. Depois do que se viu no último dia 25, se escancarou o abismo entre o que o governador espera de sua polícia e como ela opera. Alckmin acabou publicamente desautorizado pelo comportamento de um órgão que deveria se submeter a ele, mas que funciona à margem de um controle real. É como se a instituição operasse autonomamente, sem precisar prestar contas a ninguém – nem ao governador.
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Também não ajuda o fato de que raramente são punidos os policiais flagrados cometendo abusos. Durante as manifestações de junho de 2013, por exemplo, não foram poucos os delitos policiais registrados em foto e vídeo – nem raras as promessas de que os excessos seriam punidos. Até hoje, porém, apenas dois inquéritos policiais militares foram abertos para apurar denúncias de erros e abusos supostamente praticados durante as manifestações de junho. As informações são poucas. A organização não governamental Conectas Direitos Humanos, por exemplo, tenta obter dados sobre as apurações da Secretaria da Segurança Pública do Estado desde 2013. A ONG fez, inclusive, um pedido por meio da Lei de Acesso à Informação que acabou negado sob a alegação de que o caso corre em sigilo. “É muito provável que nada tenha acontecido com os policiais que cometeram os delitos”, diz Rafael Custódio, advogado e coordenador do programa de justiça da Conectas. “As corregedorias de polícia são, tradicionalmente, corporativistas e tendem a interpretar qualquer tipo de questionamento como uma afronta”, afirma ele.
Pior. Com poucos corregedores, boa parte do trabalho de apuração acaba sendo feito pelos comandantes dos investigados – pessoas que não só convivem com os suspeitos, mas que, muitas vezes, deram as ordens que resultaram nos comportamentos abusivos. “Uma polícia assim faz sentido numa sociedade democrática?”, diz Custódio. A resposta é óbvia. O que não quer dizer que não precisamos de polícia. Longe disso. Hoje, vive-se o tempo da verdadeira insegurança, não mais da sensação de insegurança. Com 37 ônibus incendiados só na capital desde o começo do ano, ter polícia é uma necessidade. Mas manter a polícia como ela está é um crime, principalmente contra o cidadão.
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VIOLÊNCIA
Em 30 dias, 37 ônibus foram incendiados na capital paulistana
O caso dos ônibus queimados mostra o verdadeiro divórcio entre polícia e comunidade. Na periferia de São Paulo qualquer criança sabe que os ataques aos ônibus são arquitetados pelo crime organizado para transmitir recados às autoridades. Só na quarta-feira 29, por exemplo, é que o secretário da Segurança Fernando Grella admitiu essa hipótese e falou que tudo seria investigado a fundo. Com certeza, se reproduzirá a impunidade, que costuma vir depois das declarações de “rigorosa apuração”. E, segundo os especialistas, é essa impunidade que divorcia a polícia do cidadão e o aproxima da bandidagem.

Vida e piloto não é mole não ganha pouco....

Automobilismo

Saiba quanto ganha um piloto de Fórmula 1

O tetracampeão mundial Sebastian Vettel não leva o troféu de maior salário da categoria, que está com o espanhol Fernando Alonso; Felipe Massa é o sétimo

Fernando Alonso aguarda a definição do grid de largada em Interlagos, em São Paulo
Fernando Alonso é o piloto mais bem pago da Fórmula 1, com salário de R$ 65 milhões por ano (Ivan Pacheco)
Ofuscados pelo domínio de Sebastian Vettel nos últimos quatro anos da Fórmula 1, o espanhol Fernando Alonso e o britânico Lewis Hamilton ainda podem comemorar a primeira fila na lista de salários da categoria. Os dois seriam os pilotos mais bem pagos do Mundial com 65 milhões de reais anuais, segundo o site 'The Richest'. O brasileiro Felipe Massa, da Williams, está na sétima posição, com 13 milhões de reais - 6,5 milhões de reais menos do que recebeu no ano passado na Ferrari.
A lista apontou uma evolução no rendimento do tetracampeão Vettel: agora, o alemão da Red Bull divide a terceira colocação com o britânico Jenson Button - ambos recebem 52 milhões de reais por ano. No ano passado, o piloto recebia 39 milhões de reais.

As equipes para 2014

Equipe Pilotos
Red Bull Sebastian Vettel (Alemanha) Daniel Ricciardo (Austrália)
Ferrari Fernando Alonso (Espanha) Kimi Raikkonen (Finlândia)
McLaren Jenson Button (Grã-Bretanha) Kevin Magnussen (Dinamarca)
Lotus Pastor Maldonado (Venezuela) Romain Grosjean (França)
Mercedes Nico Rosberg (Alemanha) Lewis Hamilton (Grã-Bretanha)
Sauber Esteban Gutiérrez (México) Adrian Sutil (Alemanha)
Force India Nico Hulkenberg (Alemanha) Sérgio Pérez (México)
Williams Felipe Massa (Brasil) Valtteri Bottas (Finlândia)
Toro Rosso Daniil Kvyat (Rússia) Jean-Eric Vergne (França)
Caterham Kamui Kobayashi (Japão) Marcus Ericsson (Suécia)
Marussia Jules Bianchi (França) Max Chilton (Grâ-Bretanha)

A temporada de 2014

Data Local Autódromo
16/03 Austrália Melbourne
30/03 Malásia Sepang
06/04 Bahrein Sakhir
20/04 China Xangai
11/05 Espanha Barcelona
25/05 Mônaco Monte Carlo
08/06 Canadá Montreal
22/06 Áustria Red Bull Ring
06/07 Inglaterra Silverstone
20/07 Alemanha Hockenheim
27/07 Hungria Budapest
24/08 Bélgica Spa-Francorchamps
07/09 Itália Monza
21/09 Cingapura Marina Bay
05/10 Japão Suzuka
12/10 Rússia Sochi
02/11 Estados Unidos Austin
09/11 Brasil Interlagos
23/11 Abu Dhabi Yas Marina
(Com GazetaPress)

O link com tudo esta abaixo.

http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/site-aponta-alonso-e-hamilton-como-mais-bem-pagos-da-formula-1 

É não adianta o filho sempre volta para a familia.....?????

Foto polêmica de Joaquim Barbosa em Miami vira alvo de mensaleiros

Leandro Mazzini

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Reprodução – Brasil 247
Uma foto do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, de férias em passagem por Miami, o deixa numa involuntária toga-justa. Publicada numa rede social, espalha-se desde a manhã deste domingo e o colocou na mira dos mensaleiros condenados, como Delúbio Soares.
Na foto, publicada no Twitter de Delúbio e no site Brasil 247, Barbosa aparece sorridente ao lado do empresário brasileiro Antonio Mahfuz. Segundo reportagem do portal, Mahfuz é foragido do Brasil e responde a 221 processos.
Em sua página no Facebook, o empresário brasileiro, questionado por amigos sobre Barbosa, responde: “O próprio. O seu, o meu, o nosso candidato a Presidente do Brasil sem Pedágio!!!'' . A Coluna o procurou pela rede social, mas ainda não obteve resposta.
A Coluna acionou a assessoria de imprensa do Presidente do STF neste domingo, que retornou. Ainda não há uma posição oficial do ministro, que será sondado.
Mahfuz era conhecido empresário do setor de venda de eletrodomésticos no interior paulista, teve mais de 120 lojas em três Estados, mas as fechou e foi condenado a prisão pela Justiça Federal por sonegar impostos (leia aqui). Mudou-se no início dos anos 2000 para a Flórida.
O caso expõe o risco assumido por figuras públicas ao se deixarem fotografar com estranhos. Fato é que Joaquim Barbosa tira fotos todos os dias com pessoas desconhecidas, a pedido delas, no Brasil e no exterior. Até o momento não há provas de que o ministro tenha ciência da vida pregressa do personagem.
Conforme revelou a Coluna em Junho do ano passado, o ministro Barbosa adquiriu um apartamento quarto-e-sala num bairro nobre de Miami, segundo a assessoria, financiado. Foi visto poucas vezes por lá desde então.
Os petistas e os chamados mensaleiros condenados já publicam a foto nas redes sociais, questionando se Barbosa conhece o empresário e em que situação a foto foi tirada. Neste domingo, o deputado federal João Paulo Cunha publicou um artigo titulado 'Carta aberta a Joaquim Barbosa', na qual se diz inocente na ação penal 470 e desafia o ministro a apresentar provas para sua condenação.
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Reprodução do Twitter do condenado Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, detido em regime semiaberto

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Eu estou sempre falando a natureza esta se corrigindo e não importa o que está no seu camnho vai pegar para todo mundo quando a coisa pega, temos que conviver com isto.....

Vulcão entra em erupção na Indonésia e mata ao menos 11 pessoas

1.fev.2014 - Mulher foge enquanto o Monte Sinabung entra em erupção próximo à vila de Bekerah, no distrito de Karo, na ilha de Sumatra, que fica no oeste da Indonésia. Ao menos 11 pessoas morreram com a erupção do vulcão, que ficou dormente por 400 anos até voltar à atividade em 2010
Leia mais em: http://zip.net/brmg3d

1.fev.2014 - Dois homens carregam vítima de lava vinda do Monte Sinabung no vilarejo de Suka Meriah, na Indonésia. A erupção do vulcão matou 11 pessoas neste sábado (1), do lado ocidental da ilha de Sumatra
Leia mais em: http://zip.net/brmg3d

1.fev.2014 - Moradores e um jornalista se preparam para fugir enquanto o Monte Sinabung entra em erupção em Namantaran, na Indonésia, neste sábado (1). O vulcão, que fica no Oeste da Indonésia, soltou gases, matando e ferindo pessoas. Ao menos 11 mortes já foram registradas
Leia mais em: http://zip.net/bkmgTZ

1.fev.2014 - Mulher foge de erupção do Monte Sinabung na ilha de Sumatra, oeste da Indonésia. Ao menos 11 pessoas morreram com a erupção do vulcão, que ficou dormente por 400 anos até voltar à atividade em 2010
Leia mais em: http://zip.net/bgmgYS

1.fev.2014 - Corpo de uma vítima em meio a cinzas de erupções do Monte Sinabung, na Indonésia. Ao menos 11 pessoas morreram com a erupção, que ocorreu neste sábado (1), no oeste da Indonésia
Leia mais em: http://zip.net/bcmgwR

1.fev.2014 - Homens resgatam corpo de uma vítima da erupção do Monte Sinabung, localizado na ilha de Sumatra, na Indonésia. Ao menos 11 pessoas morreram, envolvidas pelas cinzas do vulcão
Leia mais em: http://zip.net/bxmhCP