terça-feira, 17 de setembro de 2013

Isto é Roraima, a corripção é tão grande por aqui que acaba nista aqui, alem de não se contentar com o dinheio que retira das obras que aqui são feitas e nunca acabam direito também mgrila terra como os outros que aqui são representantes não se salva nenhum deles daqui, todos estão lavando a egua em dinheiro público e o TCU, CGU, não fazem nada por que alguem sabe.?????

15/09/2013 - 09:53

Em VEJA desta semana

Governador de Roraima é suspeito de grilagem

José de Anchieta Júnior (PSDB) é acusado de distribuir centenas de títulos fraudulentos de terras. Entre os agraciados, políticos, juízes de tribunais e também sua mulher, em cujo nome está um terreno de 1 milhão de metros quadrados adquirido por 25 000 reais

Kalleo Coura
O “J” NÃO É DE JUSTIÇA - A casa do governador José de Anchieta Júnior (à esq.), em terra da União supostamente grilada. Ao lado, a piscina em formato de J, agora coberta
O “J” NÃO É DE JUSTIÇA - A casa do governador José de Anchieta Júnior (à esq.), em terra da União supostamente grilada. Ao lado, a piscina em formato de J, agora coberta      (Janine Moraes/ABR e Jonne Roriz)
O governador de Roraima, José de Anchieta Júnior (PSDB), é um privilegiado. Costuma passar seus fins de semana cercado de verde, numa casa erguida em um terreno de 1,1 milhão de metros quadrados a apenas 30 quilômetros da capital do Estado, Boa Vista. No jardim, ele tem à sua disposição uma enorme piscina que a mulher, Shéridan de Anchieta, mandou fazer na forma da letra J, uma homenagem singela ao marido. Mas, além de privilegiado, Anchieta Júnior é muito bom de negócios. Segundo o recibo de compra e venda da propriedade (em nome de Shéridan), o terrenão saiu pela bagatela de 25 000 reais. E foi comprado de um rapaz de 19 anos que, de acordo com a papelada, se tornou proprietário dele aos 12 anos.
Obviamente, o Ministério Público Federal não acredita em nada disso. E suspeita que o rapaz de 19 anos, filho de um funcionário do Iteraima, órgão fundiário do Estado, seja um “laranja” usado para despistar o fato de que alguém fraudou papéis para se tornar titular de uma terra pública - crime ao qual se dá o nome de grilagem e que nunca foi incomum no Estado, mas que, desde 2009, passou a grassar por lá como cipó na Floresta Amazônica.
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